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Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar?

Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar

Qual a forma correta de tomar vitamina D3?

Para manter os níveis de vitamina D no sangue consistentes, os comprimidos ou cápsulas com 50.000 UI são indicados como dose de ataque. A posologia sugerida é de 1 comprimido por semana, preferencialmente próximo às refeições, durante seis a oito semanas ou até atingir o valor desejado.

Quantas vezes por dia posso tomar a vitamina D3?

Geriatrics, Gerontology and Aging RESUMO INTRODUÇÃO: A deficiência de vitamina D é frequentemente observada em idosos. No entanto, ainda pairam dúvidas acerca da reposição necessária para a normalização dos níveis séricos em idosos da comunidade. OBJETIVO: Avaliar a eficácia da reposição de vitamina D com doses orais semanais de 50.000 UI em idosos da comunidade do Distrito Federal. MÉTODOS: Estudo clínico, de intervenção, quasi-experimental, com 89 voluntários da comunidade, com 60 anos ou mais, residentes no Distrito Federal, 15°S. Foram analisadas variáveis sobre hábitos, uso de medicações, dosagem (quimioluminescência) das concentrações séricas de 25(OH)D, paratormônio (PTH), cálcio e fósforo. A suplementação com vitamina D3 foi realizada em 24 voluntários com suficiência de 25-OH vitD ( > 30 ng/mL) na dose de 800 UI ao dia. Em 20 voluntários com deficiência de 25-OH vitD (< 20 ng/ml) e em 45 voluntários com insuficiência de 25-OH vitD (20 a 29 ng/mL) foi utilizada uma dose de vitamina D3 de 50.000 UI por semana, por 8 semanas. RESULTADOS: A hipovitaminose D foi identificada em 70,9%, sendo deficiência em 24,3% e insuficiência em 46,6%. A suplementação durante 8 semanas resultou em ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas de 25(OH)D. No grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2% dos voluntários, normalização em 46,1% e deficiência em 4,6%. No grupo com deficiência os ganhos médios foram de 12,90 ng/mL (ganho de 92,5%), sendo de 7,80 ng/mL (ganho de 33,0%) para o grupo dos deficientes e 5,25 ng/mL (ganho de 16,0%) para o grupo com suficiência. Não houve evidência de ligação dos ganhos com as variáveis sexo e faixa etária. Os pacientes tratados com antipsicóticos e bifosfonados apresentaram ganhos inferiores à média. CONCLUSÕES: Apesar do ganho estatisticamente significativo — média de 8,2 ng/mL — nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, a análise dos resultados indicou que, após o tratamento da hipovitaminose D, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas. Voluntários em uso de antipsicóticos e bifosfonados tiveram significativamente menores ganhos nas concentrações de vitamina D com a reposição. Palavras-chave: vitamina D; deficiência de vitamina D; idoso; terapêutica. ABSTRACT INTRODUCTION: Vitamin D deficiency is frequently noticed in the elderly. However, there are still doubts about the supplementation levels required to achieve the normalization of such deficiency. OBJECTIVE: To evaluate the efficacy of vitamin D replacement with weekly oral doses of 50,000 IU in community elders of the Federal District, Brazil. METHODS: Clinical, interventional, quasi-experimental study with 89 community volunteers, aged 60 and older, living in the Federal District, 15°S. Variables on habits, medication use, dosage (chemiluminescence) of serum 25 (OH) D, parathyroid hormone (PTH), calcium, and phosphorus were analyzed. Supplementation with vitamin D3 was performed in 24 volunteers with sufficient 25-OH VITD ( > 30 ng/mL) at a dose of 800 IU per day; in 20 subjects with deficiency of 25-OH VITD (< 20 ng/mL), and in 45 subjects with insufficiency of 25-OH VITD (20 to 29 ng/mL) a dose of 50,000 IU per week for 8 weeks was used. RESULTS: Hypovitaminosis D was identified in 70.9% being deficient in 24.3% and insufficient in 46.6% of the subjects. Supplementation for 8 weeks resulted in an average gain of 8.27 ng/mL. In the group with D hypovitaminosis, there was a persistent insufficiency in 49.2% of volunteers, adequacy in 46.1% and deficiency only in 4.6%. In the group with deficiency the average gain were 12.90 ng/mL (92.5% gain), being 7.80 ng/mL (33.0% gain) in the deficiency group and 5.25 ng/mL (16.0% gain) for the group with no vitamin D deficiency. There was no evidence connecting the gains to gender and age group. Patients treated with antipsychotics and bisphosphonates had lower gains compared to the average. CONCLUSIONS: Despite the statistically significant gain — mean 8.2 ng/mL — in volunteers who received a dose of 50,000 IU of vitamin D3 weekly, results show that after the treatment of vitamin D deficiency, 58.3% of pacients with hyposufficiency did not reach normal concentrations in the period of 8 weeks. Volunteers taking antipsychotics and bisphosphonates had significant smaller gains in vitamin D concentrations with the supplementation.

  • Keywords: vitamin D; vitamin D deficiency; aged; therapeutics.
  • INTRODUÇÃO
  • O Brasil está vivenciando rápido processo de envelhecimento populacional, e fatores fisiológicos e mudanças no estilo de vida fazem com que a população geriátrica seja mais susceptível à hipovitaminose D e a todas as suas consequências negativas.1,2

Em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, latitude 30°S, um estudo transversal com 81 adultos internados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre evidenciou hipovitaminose D grave (25(OH)D < 10 ng/mL) em 33,7%, e moderada (25(OH)D entre 10 e 20 ng/mL) em 44,5% dos pacientes. Os níveis séricos de 25(OH)D foram inferiores a 20 ng/mL em 77,8% dos pacientes, sendo as dosagens realizadas por radioimunoensaio.3 Outros estudos no Brasil têm demonstrado valores semelhantes.2 Como grande parte da vitamina D é obtida pela exposição solar, é importante fornecer orientações consistentes aos pacientes. O horário com maior concentração de radiação UVB (290 a 315 nm), responsável pela conversão do 7-DHC em vitamina D, é entre 10 e 14 horas.4 A produção de vitamina D só acontece quando se atinge 1/4 da dose eritematosa mínima, que é a quantidade de radiação necessária para desencadear um discreto eritema na pele após 24 horas e que equivale à queimadura de grau leve da pele.5 Portanto, o tempo de exposição necessário para a produção de vitamina D varia de acordo com o fototipo, o horário de exposição, a altitute, a latitude, a estação do ano e as condições climáticas. É importante orientar que a exposição da face é desnecessária, pois produz mínimas quantidades de vitamina D 5,6 e é desaconselhável pela dificuldade terapêutica de alguns cânceres relacionados à exposição solar. Segundo a Endocrine Society 7 e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), 8 para alcançar a melhor saúde óssea é recomendável a suplementação de crianças até 1 ano com pelo menos 400 UI/dia; entre 1 e 70 anos com pelo menos 600 UI/dia; enquanto que acima dos 70 anos com 800 UI/dia. Segundo recomendação da SBEM, para indivíduos com osteoporose e risco de fratura aumentado, recomenda-se concentrações de 25(OH)D mantidas acima de 30 ng/mL para benefícios plenos sobre a prevenção do hiperparatiroidismo secundário, diminuição do risco de quedas e melhora da densidade mineral óssea (DMO). Para isso, são necessárias doses diárias entre 1.000 e 2.000 UI.3,9 A vitamina D pode ser administrada diariamente, semanalmente, mensalmente, trimestralmente ou semestralmente.3,5,9 Não parece haver diferença na absorção da vitamina D considerando-se o tipo de refeição ou jejum. Segundo recomendações da SBEM, embora a suplementação e o tratamento possam ser feitos com ambos os metabólitos da vitamina D, deve-se preferir a vitamina D3, pelas vantagens sobre a manutenção de concentrações mais estáveis.8 As doses para tratamento variam de acordo com o grau de deficiência e com a meta a ser atingida. De maneira geral, quando a 25(OH)D está muito abaixo de níveis desejados (abaixo de 20 ng/mL), faz-se necessário um esquema de ataque para repor os estoques corporais. Recomenda-se 50.000 UI/semana (ou 7.000 UI/dia) de vitamina D3 por 6 a 8 semanas.5,7,10 Caso a meta de 25(OH)D não seja atingida, um novo ciclo pode ser proposto. Como pode existir variação individual na resposta ao tratamento, a reavaliação dos valores plasmáticos após cada ciclo mostra-se ideal até que a meta seja alcançada, especialmente nos casos de deficiências mais graves.8 A manutenção em adultos mostrou eficácia e segurança com a administração de 50.000 UI de vitamina D2 a cada duas semanas, mantendo concentrações de 25(OH)D em torno de 40 a 60 ng/mL.3,5,8 Recentemente, uma revisão sistemática da Cochrane demonstrou que a suplementação de vitamina D associada ao cálcio pode reduzir o número de fraturas nas áreas dos quadris 11 das pessoas idosas, frágeis e confinadas em instituições. Especificamente, a suplementação de vitamina D3 parece diminuir a taxa de mortalidade em mulheres idosas institucionalizadas e dependentes de cuidados.12 A European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis and Osteoarthritis (ESCEO) recomenda que, em idosos e mulheres menopausadas, as concentrações séricas de 25(OH)D devem ser mantidas acima de 20 ng/mL, pois abaixo dessas concentrações observa-se aumento da remodelação e perdas ósseas, acompanhadas de possíveis defeitos de mineralização; ainda são mencionados aumento da fragilidade, de fraturas não vertebrais e de ossos dos quadris 5 e aumento da mortalidade por causas cardiovasculares associadas aos baixos níveis de 25(OH)D.13 A vitamina D3 é bastante segura; quando administrada nas posologias recomendadas pela SBEM.- Doses de até 10.000 UI por dia por 5 meses — não induziram sinais de toxicidade, que se traduzem por hipercalcemia e hipercalciúria. Concentrações tóxicas de 25(OH)D (> 90 ng/mL) são dificilmente alcançadas com essas doses habituais.8 O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da reposição de vitamina D em idosos da comunidade com deficiência dessa vitamina, na dose de 50.000 UI semanais. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de estudo clínico, intervencional e quasi-experimental. A população foi constituída de idosos não institucionalizados, com 60 anos de idade ou mais, de ambos os sexos, vida social ativa, residentes no Distrito Federal (DF), localizado entre os paralelos sul 15 e 16, assistidos pelos Centros de Saúde (CS) n° 9 do Cruzeiro Novo e n° 13 da 114/115 norte (CS n° 13/SES/DF), vinculados ao Complexo Regional de Saúde Norte da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF), recrutados no período de 10 de junho de 2014 a 30 de julho de 2014.

  1. Esses centros foram escolhidos porque desenvolvem atividades direcionadas a indivíduos com mais de 60 anos, como reuniões regulares e atividades diversas como automassagem, tai chi chuan, exercícios e danças — os denominados «grupo de idosos».
  2. Foram excluídos os indivíduos incapazes de entender os procedimentos e benefícios do estudo, portadores de cánceres, insuficiência renal, insuficiência cardíaca grave, hiperparatiroidismo primário, aqueles que não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e os que não seguiram as determinações do protocolo.
  3. O estudo foi desenvolvido no período de junho a dezembro de 2014, em duas fases:

1. recrutamento dos participantes, aplicação do questionário, realização da primeira coleta de sangue e análise bioquímica; 2. avaliação dos resultados dos exames, separação dos participantes em dois grupos de tratamento de acordo com os resultados, orientação de uso e fornecimento de suplementação de vitamina D por oito semanas, e segunda coleta de sangue na nona semana. Na primeira fase do estudo foram selecionados os primeiros 105 indivíduos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: idade (em anos); sexo (masculino, feminino); raça (branco, negro, amarelo ou pardo); fototipo de acordo com a Classificação de Fitzpatrick (I, II, III, IV, V e VI);14 índice de massa corporal (IMC), seguindo a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) (< 18,5 - baixo peso; entre 18,5 e 24,9 - peso normal; 25 a 29,9 - sobrepeso; 30 ou mais - obeso);15 medicamentos em uso, registrados conforme o relato do paciente e, em seguida, agrupados em classes (hipoglicemiantes orais, anti-hipertensivos diuréticos, anti-hipertensivos não diuréticos, antiagregantes plaquetários, estatinas e outros redutores do colesterol, bifosfonados, cálcio, entre outros); horário e quantidade de tempo de exposição solar e prática de atividades esportivas. As coletas de sangue foram realizadas após oito horas de jejum, no turno matutino. As concentrações séricas de 25(OH) D foram determinadas pelo método de quimioluminescência, utilizando-se o aparelho Diasorin LIAISON TM (EUA). Foram consideradas as seguintes categorias, conforme concentrações, segundo a classificação da Sociedade Americana de Endocrinologia 7 e da SBEM: 8 deficiência de vitamina D se 25(OH)D < 20 ng/mL; insuficiência de vitamina D se 25(OH)D entre 20 e 29 ng/mL; e suficiência de vitamina D se 25(OH)D > 30 ng/mL. Na segunda etapa do estudo, após realização dos exames e avaliação dos resultados, os indivíduos que concordaram em continuar foram separados em dois grupos. Dos 105 idosos que iniciaram o estudo, 6 mulheres e 1 homem foram excluídos do estudo: 2 apresentaram hiperparatiroidismo primário, caracterizado por paratormônio (PTH) > 65 pg/mL e cálcio > 10,6 mg/dL; não se conseguiu contato com 2 deles; 1 recusou o tratamento; 1 apresentou intercorrências clínicas e 1 iniciou tratamento por conta própria. Para esses não foi oferecida a suplementação de vitamina D. Assim, 98 idosos (19 homens e 79 mulheres) seguiram para a segunda fase, separados em dois grupos: • Grupo A: voluntários que não tinham hipovitaminose D e receberam a dose de 800 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez ao dia, por 8 semanas; e • Grupo B: voluntários com hipovitaminose D que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez por semana, por 8 semanas. As pastilhas sublinguais foram produzidas e fornecidas sem ônus pela Farmacotécnica ® Farmácia de Manipulação. Não houve interferência sobre o tempo de exposição solar, pois a rotina pré-estabelecida dos idosos não foi alterada. Uma semana após o período de utilização da vitamina D, todos os indivíduos foram submetidos à nova coleta de sangue para avaliação das concentrações séricas de 25(OH) vitamina D e de PTH. Os participantes deste estudo foram seus próprios controles. No estudo de associação, o teste do χ 2 foi aplicado para as variáveis categóricas, enquanto os testes t de Student, Welch e ANOVA, para as variáveis contínuas. O valor para rejeição de hipótese nula foi considerado para p < 0,05. O software estatístico usado foi o R 3.1.0. (). Na segunda fase, as médias foram calculadas utilizando-se apenas os registros para os quais os dados de vitamina D antes e depois estavam presentes. O teste t de Student pareado utiliza essa premissa para sua execução. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde SES/DF. CAAE: 30848514.6.0000.5553, data da relatoria: 12/05/2014, número de parecer: 670.239 (FEPECS/SES/DF). RESULTADOS Dos 98 idosos que iniciaram a suplementação com a vitamina D3, 9 não realizaram a coleta final e foram excluídos. Assim, concluíram a segunda fase do estudo 89 voluntários, 18 homens e 71 mulheres, com média de idade de 70 anos, separados em Grupo A: 24 voluntários (8 homens e 16 mulheres) com concentrações de vitamina D normal e que fizeram reposição com 800 UI de vitamina D3 ao dia, por 8 semanas; e Grupo B: 65 voluntários (10 homens e 55 mulheres) com hipovitaminose D e que também fizeram reposição com 50.000 UI por semana por 8 semanas. Desses, 20 voluntários apresentaram deficiência e 45 insuficiência. A maioria dos voluntários declarou-se etnicamente branca (66,0%), e predominou o fototipo III (34,0%), seguido do fototipo IV (32,0%) e do fototipo II (24,3%). Nenhum dos entrevistados foi classificado como fototipo I de Fitzpatrick. No grupo de estudo, o IMC variou de 16,4 a 37,2 kg/m 2, com média de 26,5 kg/m 2, e 62,2% dos voluntários estavam com o IMC acima do esperado (Tabela 1). Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar Conforme apresentado na Tabela 2, ocorreu elevação significativa nas concentrações séricas de vitamina D após a sua reposição (p < 0,001) (Figura 1). Observou-se ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas da 25(OH) D após as suplementações (p < 0,001), o que ocorreu em todos os grupos, mas proporcionalmente foi maior naqueles com deficiência (92,5%), seguido dos insuficientes (33%) e, portanto, com menor ganho nos normais (16%). Em relação ao sexo, o ganho nas concentrações de vitamina D foi semelhante entre homens e mulheres (p = 0,56). Também não houve diferença significativa nos ganhos em relação à faixa etária (p = 0,55). No período avaliado, entre os voluntários do grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2%, normalização das concentrações séricas de 25(OH)D em 46,1% e deficiência em 4,6%. Mesmo assim, observou-se redução da prevalência de hipovitaminose D para 39,2%. Ao final do estudo, houve predomínio de voluntários com concentrações normais (60,6%), conforme demonstrado na Figura 2. Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar Figura 1 Demonstração das concentrações séricas de vitamina D de todos os voluntários antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar Figura 2 Concentrações séricas de 25(OH)D antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. As Tabelas 3 e 4 demonstram a influência do uso de medicamentos com os ganhos absoluto e relativo das concentrações séricas de vitamina D. Observa-se que os voluntários que faziam uso de antipsicóticos (p = 0,001) ou bifosfonados (p = 0,04) tiveram ganhos absolutos e relativos significativamente menores nas concentrações de vitamina D com a reposição.

Na avaliação do ganho relativo, os voluntários que faziam uso de cálcio (p = 0,01) também apresentaram ganhos relativos significativamente menores. O uso dos demais medicamentos não influenciou de modo significativo as concentrações de vitamina D após a sua suplementação. Avaliando-se a interferência do uso de medicamentos no aumento das concentrações séricas de vitamina D, observou-se que os ganhos absolutos foram significativamente menores (p = 0,04; teste de Tukey) em voluntários usuários de quatro ou mais medicamentos, em comparação com voluntários que não utilizavam nenhum medicamento.

Esse achado não se repetiu entre os usuários de quatro ou mais medicamentos e usuários de 1, 2 ou 3 medicamentos e nem na avaliação dos ganhos relativos. DISCUSSÃO Nosso estudo demonstrou que, após 8 semanas de reposição com 50.000 UI de vitamina D3, os voluntários do grupo com hipovitaminose D (Grupo B) mantiveram a persistência de insuficiência em 49,2%, a normalização em 46,1% e a deficiência em somente 4,6%.

  • Achados esses inferiores aos de Daroux et al.16 e Vashi et al., 17 sempre considerando as divergências desses estudos com o presente.
  • Após a suplementação, o ganho médio estimado pelos autores nas concentrações séricas da 25(OH)D foi de 8,27 ng/mL, ganho semelhante aos descritos por Sakali et al., 18 mas inferiores aos descritos por Al-Zahrani et al.19 e menores do que cálculo sugerido por Maeda et al.8 de aumento de 0,7 a 1,0 ng/mL nas concentrações de 25(OH) D para cada 100 UI suplementada.
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Em termos absolutos, esses aumentos foram maiores nos voluntários com deficiência (81%), seguidos daqueles com insuficiência (32%) e aqueles com concentrações normais (15%). Como já reconhecido por Canto-Costa et al., 20 o aumento nas concentrações séricas foram maiores naqueles indivíduos com valores iniciais mais baixos.

  1. Não houve evidências de ligação entre ganhos absoluto e relativo com as variáveis sexo e faixa etária.
  2. Esses relatos foram observados por Moreira-Pfrimer et al.21 Há poucos estudos de avaliação da resposta à suplementação da vitamina D em idosos saudáveis e há dificuldade na comparação, pelas peculiaridades de cada estudo.

Na avaliação dos ganhos nas concentrações séricas de vitamina D, de acordo com o uso de medicamentos, foram encontradas diferenças significativas nas variáveis neuroléptico (p = 0,001) e bifosfonados (p = 0,04). Observou-se ganhos absolutos de vitamina D significativamente inferiores à média dos demais tratamentos, nos pacientes tratados com esses medicamentos.

Formosa et al., 22 Baek et al., 23 Pedrera et al.24 e Lima et al.25 destacaram tal característica nos indivíduos em uso de anticonvulsivantes. Apesar de haver estudos para avaliar qual a dose e o tempo ideais de reposição de vitamina D, o tema ainda permanece controverso. Gallagher et al., 26 em um estudo randomizado e controlado por placebo, acompanharam, por 1 ano, 163 mulheres brancas, na pós-menopausa, saudáveis e com insuficiência de vitamina D, após sua suplementação nas doses de 400, 800, 1.600, 2.400, 3.200, 4.000 ou 4.800 UI, 1 vez ao dia.

Os desfechos primários foram os níveis de 25(OH)D e PTH aos 6 e 12 meses. A dosagem sérica final média foi de 42 ng/mL após 2.400 UI/dia, e 47 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em brancos, e 39 ng/mL depois de 2.400 UI/dia, e 50 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em afro-americanos.

  • O estudo apresentou algumas limitações: o grupo foi composto por idosos ativos que habitavam região de nível social não representativo da população idosa do Distrito Federal.
  • Membros desses grupos são provavelmente mais ativos, mais preocupados com a saúde e, talvez, mais saudáveis em relação aos outros idosos da região, pois são membros de uma organização comunitária promotora de ações para envelhecimento saudável.

Além disso, os membros voluntários do estudo provavelmente representam a parcela que valoriza o envelhecimento saudável, preocupada com os benefícios da vitamina D e que já faziam essa suplementação.9 Aspectos relacionados à aderência ao tratamento também não puderam ser controlados.

O uso de determinadas medicações, a presença de comorbidades ou o uso prévio de suplementação de vitamina D, que podem interferir no metabolismo da vitamina D, não foram critérios de exclusão, pois a intenção dos pesquisadores foi retratar da forma mais próxima possível a realidade da população para a qual a SES/ DF deve programar a política de saúde.

10 SINTOMAS ALARMANTES de FALTA de VITAMINA D que você NUNCA deve ignorar

Não foram realizados exames laboratoriais para avaliação das funções renal ou hepática e nem uma segunda dosagem do cálcio e fósforo séricos. Não houve grupo controle utilizando vitamina D3 comercial.9,27 CONCLUSÕES Apesar do ganho estatisticamente significativo após o tratamento da hipovitaminose D – média de 8,2 ng/mL – nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas.

  • CONFLITO DE INTERESSES
  • Os autores declaram não haver conflito de interesses.
  • REFERÊNCIAS

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Ann Int Med.2012;156(6):425-37.27. Maeda SS, Kunii IS, Hayashi LF, Lazaretti-Castro M. Increases in summer serum 25-hydroxyvitamin D (25OHD) concentrations in elderly subjects in Sao Paulo, Brazil vary with age, gender and ethnicity. BMC Endocr Disord.2010;10:12.

Pode tomar vitamina D3 todos os dias?

Conclusão – A vitamina D é extremamente importante para sua saúde geral. Mesmo se você seguir uma dieta saudável, pode ser que você precise de suplementos para atingir níveis sanguíneos ideais. No entanto, também é possível que você já tenha o suficiente.

Certifique-se de evitar doses excessivas de vitamina D. Geralmente, para pessoas com níveis adequados de vitamina D, tomar suplementos de 4.000 UI ou menos por dia é considerado seguro. Os profissionais de saúde podem prescrever suplementos de vitamina D para pessoas com insuficiência ou deficiência. Eles irão monitorar seus níveis sanguíneos para garantir sua segurança e reduzirão sua dose ou irão interromper o suplemento quando atingir os níveis ideais.

Evite tomar suplementos de vitamina D em altas doses, a menos que esteja sendo monitorado por um profissional de saúde. Também é importante notar que alguns casos de toxicidade da vitamina D aconteceram porque as pessoas tomaram suplementos rotulados incorretamente.

Quem precisa tomar vitamina D3?

A vitamina D talvez seja hoje um dos nutrientes que mais causa polêmicas e discussões ao redor do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), metade da população mundial tem quantidades insuficientes desse nutriente, sendo que alguns estudos associam as baixas taxas dessa vitamina a fraqueza óssea, problemas cardíacos, diabetes, câncer, demências e até doenças autoimunes, como a esclerose múltipla.

  1. Mas devemos olhar para tudo isso com cautela.
  2. Até o momento, poucas conclusões foram tomadas em relação ao déficit de vitamina D no organismo, afirma o endocrinologista do Sírio-Libanês dr.
  3. José Antonio Miguel Marcondes.
  4. Por enquanto, uma das únicas certezas que temos é que ela interfere na diminuição da massa óssea», destaca o médico.

«Os outros possíveis problemas ainda estão em análise», acrescenta. Sendo assim, ainda não há um consenso sobre quem deve receber ou não reposição de vitamina D. Estima-se que, se fossem indicadas doses extras para todas as pessoas em déficit com esse nutriente, seria necessário suplementar metade da população mundial, ou seja, 3,6 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

  • Segundo o dr.
  • Marcondes, a reposição de vitamina D é indicada apenas para as pessoas com mais de 65 anos de idade; crianças com raquitismo ou que raramente se expõem ao sol, como as que vivem em cidades em que faz muito frio; e indivíduos com osteoporose e baixa quantidade dessa vitamina, independentemente da idade.

Diferentemente da maioria das outras vitaminas, a vitamina D é produzida por nosso próprio organismo. Trata-se de um hormônio, produzido a partir do colesterol quando nossa pele é exposta ao sol. Para produzirmos a quantidade ideal de vitamina D, recomenda-se nos expormos aos raios solares, sem protetor solar, por pelo menos 140 minutos por semana, sendo que esse efeito é acumulativo.

  1. Ou seja, podemos tomar 20 minutos de sol todos os dias ou 1h10 em dois dias da semana, por exemplo.
  2. Quanto mais exposto estiver o corpo ao sol, melhor será a absorção da vitamina D.
  3. O ideal seria tomar sol com traje de banho, mas como nem sempre isso é possível, ir caminhando para o trabalho com os braços expostos ao sol ou se expor aos raios solares durante alguns minutos no horário do almoço pode ajudar.

No entanto, como o protetor solar impede a absorção da vitamina D, indica-se a exposição ao sol antes das 10h ou depois das 16h, quando os efeitos dos raios ultravioletas são menores. Vitamina D nos alimentos

1 colher (sopa) de óleo de fígado de bacalhau — 227% da quantidade diária recomendada85 g de salmão cozido — 75% da quantidade diária recomendada.85 g de atum enlatado com água — 26% da quantidade diária recomendada85 g de fígado de boi cozido — 7% da quantidade diária recomendada1 ovo grande (com gema) — 7% da quantidade diária recomendada.

A vitamina D também pode ser encontrada em peixes, ovos e fígado, mas a quantidade mínima recomendada dificilmente é atingida apenas com a alimentação. A reposição dessa vitamina, quando necessária, é feita de forma oral (gotas ou comprimidos) diária ou semanalmente.

Em alguns casos também pode ser feita mensalmente de forma injetável. Nas pessoas que passaram por cirurgia bariátrica, a reposição é mais difícil, pois a vitamina D precisa de gordura para ser absorvida pelo organismo. O déficit de vitamina D é comprovado por meio de exames de sangue específicos. De acordo com a OMS, há insuficiência quando a concentração é menor do que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue).

Valores abaixo de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave. Dosagens iguais ou superiores a 30 ng/ml estão na faixa da normalidade, cujo limite máximo é 100 ng/ml. O diagnóstico e a reposição da vitamina D devem ser feitos apenas com acompanhamento de um especialista.

Qual o melhor horário para consumir a vitamina D3?

Como tomar vitamina D? – A dose diária adequada de vitamina D depende das necessidades de cada paciente. Em relação a horários, não há uma regra padrão sobre como tomar vitamina D. A principal recomendação é que a dose diária seja ingerida em conjunto ou após uma refeição sólida, como o almoço ou café da manhã, de preferência com alimentos que contenham alguma fonte de gordura saudável.

De maneira geral, é importante que as vitaminas sejam tomadas na melhor hora para o paciente, já que isso ajuda a criar uma rotina e evita o esquecimento das doses diárias de suplementação. Em relação às formas de suplemento, o ideal é optar por comprimidos ou cápsulas manipuladas, uma vez que é possível adequá-las de acordo com suas necessidades específicas.

Lembrando que é importante passar por uma avaliação com um profissional para receber a orientação sobre a dose diária recomendada e a melhor forma de suplementação para o seu caso.

Pode tomar a vitamina D3 sozinha?

Não se deve tomar vitaminas sem a orientação de um profissional da saúde.

Pode tomar vitamina D3 por quanto tempo?

Geriatrics, Gerontology and Aging RESUMO INTRODUÇÃO: A deficiência de vitamina D é frequentemente observada em idosos. No entanto, ainda pairam dúvidas acerca da reposição necessária para a normalização dos níveis séricos em idosos da comunidade. OBJETIVO: Avaliar a eficácia da reposição de vitamina D com doses orais semanais de 50.000 UI em idosos da comunidade do Distrito Federal. MÉTODOS: Estudo clínico, de intervenção, quasi-experimental, com 89 voluntários da comunidade, com 60 anos ou mais, residentes no Distrito Federal, 15°S. Foram analisadas variáveis sobre hábitos, uso de medicações, dosagem (quimioluminescência) das concentrações séricas de 25(OH)D, paratormônio (PTH), cálcio e fósforo. A suplementação com vitamina D3 foi realizada em 24 voluntários com suficiência de 25-OH vitD ( > 30 ng/mL) na dose de 800 UI ao dia. Em 20 voluntários com deficiência de 25-OH vitD (< 20 ng/ml) e em 45 voluntários com insuficiência de 25-OH vitD (20 a 29 ng/mL) foi utilizada uma dose de vitamina D3 de 50.000 UI por semana, por 8 semanas. RESULTADOS: A hipovitaminose D foi identificada em 70,9%, sendo deficiência em 24,3% e insuficiência em 46,6%. A suplementação durante 8 semanas resultou em ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas de 25(OH)D. No grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2% dos voluntários, normalização em 46,1% e deficiência em 4,6%. No grupo com deficiência os ganhos médios foram de 12,90 ng/mL (ganho de 92,5%), sendo de 7,80 ng/mL (ganho de 33,0%) para o grupo dos deficientes e 5,25 ng/mL (ganho de 16,0%) para o grupo com suficiência. Não houve evidência de ligação dos ganhos com as variáveis sexo e faixa etária. Os pacientes tratados com antipsicóticos e bifosfonados apresentaram ganhos inferiores à média. CONCLUSÕES: Apesar do ganho estatisticamente significativo — média de 8,2 ng/mL — nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, a análise dos resultados indicou que, após o tratamento da hipovitaminose D, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas. Voluntários em uso de antipsicóticos e bifosfonados tiveram significativamente menores ganhos nas concentrações de vitamina D com a reposição. Palavras-chave: vitamina D; deficiência de vitamina D; idoso; terapêutica. ABSTRACT INTRODUCTION: Vitamin D deficiency is frequently noticed in the elderly. However, there are still doubts about the supplementation levels required to achieve the normalization of such deficiency. OBJECTIVE: To evaluate the efficacy of vitamin D replacement with weekly oral doses of 50,000 IU in community elders of the Federal District, Brazil. METHODS: Clinical, interventional, quasi-experimental study with 89 community volunteers, aged 60 and older, living in the Federal District, 15°S. Variables on habits, medication use, dosage (chemiluminescence) of serum 25 (OH) D, parathyroid hormone (PTH), calcium, and phosphorus were analyzed. Supplementation with vitamin D3 was performed in 24 volunteers with sufficient 25-OH VITD ( > 30 ng/mL) at a dose of 800 IU per day; in 20 subjects with deficiency of 25-OH VITD (< 20 ng/mL), and in 45 subjects with insufficiency of 25-OH VITD (20 to 29 ng/mL) a dose of 50,000 IU per week for 8 weeks was used. RESULTS: Hypovitaminosis D was identified in 70.9% being deficient in 24.3% and insufficient in 46.6% of the subjects. Supplementation for 8 weeks resulted in an average gain of 8.27 ng/mL. In the group with D hypovitaminosis, there was a persistent insufficiency in 49.2% of volunteers, adequacy in 46.1% and deficiency only in 4.6%. In the group with deficiency the average gain were 12.90 ng/mL (92.5% gain), being 7.80 ng/mL (33.0% gain) in the deficiency group and 5.25 ng/mL (16.0% gain) for the group with no vitamin D deficiency. There was no evidence connecting the gains to gender and age group. Patients treated with antipsychotics and bisphosphonates had lower gains compared to the average. CONCLUSIONS: Despite the statistically significant gain — mean 8.2 ng/mL — in volunteers who received a dose of 50,000 IU of vitamin D3 weekly, results show that after the treatment of vitamin D deficiency, 58.3% of pacients with hyposufficiency did not reach normal concentrations in the period of 8 weeks. Volunteers taking antipsychotics and bisphosphonates had significant smaller gains in vitamin D concentrations with the supplementation.

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  • Keywords: vitamin D; vitamin D deficiency; aged; therapeutics.
  • INTRODUÇÃO
  • O Brasil está vivenciando rápido processo de envelhecimento populacional, e fatores fisiológicos e mudanças no estilo de vida fazem com que a população geriátrica seja mais susceptível à hipovitaminose D e a todas as suas consequências negativas.1,2

Em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, latitude 30°S, um estudo transversal com 81 adultos internados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre evidenciou hipovitaminose D grave (25(OH)D < 10 ng/mL) em 33,7%, e moderada (25(OH)D entre 10 e 20 ng/mL) em 44,5% dos pacientes. Os níveis séricos de 25(OH)D foram inferiores a 20 ng/mL em 77,8% dos pacientes, sendo as dosagens realizadas por radioimunoensaio.3 Outros estudos no Brasil têm demonstrado valores semelhantes.2 Como grande parte da vitamina D é obtida pela exposição solar, é importante fornecer orientações consistentes aos pacientes. O horário com maior concentração de radiação UVB (290 a 315 nm), responsável pela conversão do 7-DHC em vitamina D, é entre 10 e 14 horas.4 A produção de vitamina D só acontece quando se atinge 1/4 da dose eritematosa mínima, que é a quantidade de radiação necessária para desencadear um discreto eritema na pele após 24 horas e que equivale à queimadura de grau leve da pele.5 Portanto, o tempo de exposição necessário para a produção de vitamina D varia de acordo com o fototipo, o horário de exposição, a altitute, a latitude, a estação do ano e as condições climáticas. É importante orientar que a exposição da face é desnecessária, pois produz mínimas quantidades de vitamina D 5,6 e é desaconselhável pela dificuldade terapêutica de alguns cânceres relacionados à exposição solar. Segundo a Endocrine Society 7 e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), 8 para alcançar a melhor saúde óssea é recomendável a suplementação de crianças até 1 ano com pelo menos 400 UI/dia; entre 1 e 70 anos com pelo menos 600 UI/dia; enquanto que acima dos 70 anos com 800 UI/dia. Segundo recomendação da SBEM, para indivíduos com osteoporose e risco de fratura aumentado, recomenda-se concentrações de 25(OH)D mantidas acima de 30 ng/mL para benefícios plenos sobre a prevenção do hiperparatiroidismo secundário, diminuição do risco de quedas e melhora da densidade mineral óssea (DMO). Para isso, são necessárias doses diárias entre 1.000 e 2.000 UI.3,9 A vitamina D pode ser administrada diariamente, semanalmente, mensalmente, trimestralmente ou semestralmente.3,5,9 Não parece haver diferença na absorção da vitamina D considerando-se o tipo de refeição ou jejum. Segundo recomendações da SBEM, embora a suplementação e o tratamento possam ser feitos com ambos os metabólitos da vitamina D, deve-se preferir a vitamina D3, pelas vantagens sobre a manutenção de concentrações mais estáveis.8 As doses para tratamento variam de acordo com o grau de deficiência e com a meta a ser atingida. De maneira geral, quando a 25(OH)D está muito abaixo de níveis desejados (abaixo de 20 ng/mL), faz-se necessário um esquema de ataque para repor os estoques corporais. Recomenda-se 50.000 UI/semana (ou 7.000 UI/dia) de vitamina D3 por 6 a 8 semanas.5,7,10 Caso a meta de 25(OH)D não seja atingida, um novo ciclo pode ser proposto. Como pode existir variação individual na resposta ao tratamento, a reavaliação dos valores plasmáticos após cada ciclo mostra-se ideal até que a meta seja alcançada, especialmente nos casos de deficiências mais graves.8 A manutenção em adultos mostrou eficácia e segurança com a administração de 50.000 UI de vitamina D2 a cada duas semanas, mantendo concentrações de 25(OH)D em torno de 40 a 60 ng/mL.3,5,8 Recentemente, uma revisão sistemática da Cochrane demonstrou que a suplementação de vitamina D associada ao cálcio pode reduzir o número de fraturas nas áreas dos quadris 11 das pessoas idosas, frágeis e confinadas em instituições. Especificamente, a suplementação de vitamina D3 parece diminuir a taxa de mortalidade em mulheres idosas institucionalizadas e dependentes de cuidados.12 A European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis and Osteoarthritis (ESCEO) recomenda que, em idosos e mulheres menopausadas, as concentrações séricas de 25(OH)D devem ser mantidas acima de 20 ng/mL, pois abaixo dessas concentrações observa-se aumento da remodelação e perdas ósseas, acompanhadas de possíveis defeitos de mineralização; ainda são mencionados aumento da fragilidade, de fraturas não vertebrais e de ossos dos quadris 5 e aumento da mortalidade por causas cardiovasculares associadas aos baixos níveis de 25(OH)D.13 A vitamina D3 é bastante segura; quando administrada nas posologias recomendadas pela SBEM.- Doses de até 10.000 UI por dia por 5 meses — não induziram sinais de toxicidade, que se traduzem por hipercalcemia e hipercalciúria. Concentrações tóxicas de 25(OH)D (> 90 ng/mL) são dificilmente alcançadas com essas doses habituais.8 O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da reposição de vitamina D em idosos da comunidade com deficiência dessa vitamina, na dose de 50.000 UI semanais. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de estudo clínico, intervencional e quasi-experimental. A população foi constituída de idosos não institucionalizados, com 60 anos de idade ou mais, de ambos os sexos, vida social ativa, residentes no Distrito Federal (DF), localizado entre os paralelos sul 15 e 16, assistidos pelos Centros de Saúde (CS) n° 9 do Cruzeiro Novo e n° 13 da 114/115 norte (CS n° 13/SES/DF), vinculados ao Complexo Regional de Saúde Norte da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF), recrutados no período de 10 de junho de 2014 a 30 de julho de 2014.

  1. Esses centros foram escolhidos porque desenvolvem atividades direcionadas a indivíduos com mais de 60 anos, como reuniões regulares e atividades diversas como automassagem, tai chi chuan, exercícios e danças — os denominados «grupo de idosos».
  2. Foram excluídos os indivíduos incapazes de entender os procedimentos e benefícios do estudo, portadores de cánceres, insuficiência renal, insuficiência cardíaca grave, hiperparatiroidismo primário, aqueles que não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e os que não seguiram as determinações do protocolo.
  3. O estudo foi desenvolvido no período de junho a dezembro de 2014, em duas fases:

1. recrutamento dos participantes, aplicação do questionário, realização da primeira coleta de sangue e análise bioquímica; 2. avaliação dos resultados dos exames, separação dos participantes em dois grupos de tratamento de acordo com os resultados, orientação de uso e fornecimento de suplementação de vitamina D por oito semanas, e segunda coleta de sangue na nona semana. Na primeira fase do estudo foram selecionados os primeiros 105 indivíduos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: idade (em anos); sexo (masculino, feminino); raça (branco, negro, amarelo ou pardo); fototipo de acordo com a Classificação de Fitzpatrick (I, II, III, IV, V e VI);14 índice de massa corporal (IMC), seguindo a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) (< 18,5 - baixo peso; entre 18,5 e 24,9 - peso normal; 25 a 29,9 - sobrepeso; 30 ou mais - obeso);15 medicamentos em uso, registrados conforme o relato do paciente e, em seguida, agrupados em classes (hipoglicemiantes orais, anti-hipertensivos diuréticos, anti-hipertensivos não diuréticos, antiagregantes plaquetários, estatinas e outros redutores do colesterol, bifosfonados, cálcio, entre outros); horário e quantidade de tempo de exposição solar e prática de atividades esportivas. As coletas de sangue foram realizadas após oito horas de jejum, no turno matutino. As concentrações séricas de 25(OH) D foram determinadas pelo método de quimioluminescência, utilizando-se o aparelho Diasorin LIAISON TM (EUA). Foram consideradas as seguintes categorias, conforme concentrações, segundo a classificação da Sociedade Americana de Endocrinologia 7 e da SBEM: 8 deficiência de vitamina D se 25(OH)D < 20 ng/mL; insuficiência de vitamina D se 25(OH)D entre 20 e 29 ng/mL; e suficiência de vitamina D se 25(OH)D > 30 ng/mL. Na segunda etapa do estudo, após realização dos exames e avaliação dos resultados, os indivíduos que concordaram em continuar foram separados em dois grupos. Dos 105 idosos que iniciaram o estudo, 6 mulheres e 1 homem foram excluídos do estudo: 2 apresentaram hiperparatiroidismo primário, caracterizado por paratormônio (PTH) > 65 pg/mL e cálcio > 10,6 mg/dL; não se conseguiu contato com 2 deles; 1 recusou o tratamento; 1 apresentou intercorrências clínicas e 1 iniciou tratamento por conta própria. Para esses não foi oferecida a suplementação de vitamina D. Assim, 98 idosos (19 homens e 79 mulheres) seguiram para a segunda fase, separados em dois grupos: • Grupo A: voluntários que não tinham hipovitaminose D e receberam a dose de 800 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez ao dia, por 8 semanas; e • Grupo B: voluntários com hipovitaminose D que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez por semana, por 8 semanas. As pastilhas sublinguais foram produzidas e fornecidas sem ônus pela Farmacotécnica ® Farmácia de Manipulação. Não houve interferência sobre o tempo de exposição solar, pois a rotina pré-estabelecida dos idosos não foi alterada. Uma semana após o período de utilização da vitamina D, todos os indivíduos foram submetidos à nova coleta de sangue para avaliação das concentrações séricas de 25(OH) vitamina D e de PTH. Os participantes deste estudo foram seus próprios controles. No estudo de associação, o teste do χ 2 foi aplicado para as variáveis categóricas, enquanto os testes t de Student, Welch e ANOVA, para as variáveis contínuas. O valor para rejeição de hipótese nula foi considerado para p < 0,05. O software estatístico usado foi o R 3.1.0. (). Na segunda fase, as médias foram calculadas utilizando-se apenas os registros para os quais os dados de vitamina D antes e depois estavam presentes. O teste t de Student pareado utiliza essa premissa para sua execução. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde SES/DF. CAAE: 30848514.6.0000.5553, data da relatoria: 12/05/2014, número de parecer: 670.239 (FEPECS/SES/DF). RESULTADOS Dos 98 idosos que iniciaram a suplementação com a vitamina D3, 9 não realizaram a coleta final e foram excluídos. Assim, concluíram a segunda fase do estudo 89 voluntários, 18 homens e 71 mulheres, com média de idade de 70 anos, separados em Grupo A: 24 voluntários (8 homens e 16 mulheres) com concentrações de vitamina D normal e que fizeram reposição com 800 UI de vitamina D3 ao dia, por 8 semanas; e Grupo B: 65 voluntários (10 homens e 55 mulheres) com hipovitaminose D e que também fizeram reposição com 50.000 UI por semana por 8 semanas. Desses, 20 voluntários apresentaram deficiência e 45 insuficiência. A maioria dos voluntários declarou-se etnicamente branca (66,0%), e predominou o fototipo III (34,0%), seguido do fototipo IV (32,0%) e do fototipo II (24,3%). Nenhum dos entrevistados foi classificado como fototipo I de Fitzpatrick. No grupo de estudo, o IMC variou de 16,4 a 37,2 kg/m 2, com média de 26,5 kg/m 2, e 62,2% dos voluntários estavam com o IMC acima do esperado (Tabela 1). Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar Conforme apresentado na Tabela 2, ocorreu elevação significativa nas concentrações séricas de vitamina D após a sua reposição (p < 0,001) (Figura 1). Observou-se ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas da 25(OH) D após as suplementações (p < 0,001), o que ocorreu em todos os grupos, mas proporcionalmente foi maior naqueles com deficiência (92,5%), seguido dos insuficientes (33%) e, portanto, com menor ganho nos normais (16%). Em relação ao sexo, o ganho nas concentrações de vitamina D foi semelhante entre homens e mulheres (p = 0,56). Também não houve diferença significativa nos ganhos em relação à faixa etária (p = 0,55). No período avaliado, entre os voluntários do grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2%, normalização das concentrações séricas de 25(OH)D em 46,1% e deficiência em 4,6%. Mesmo assim, observou-se redução da prevalência de hipovitaminose D para 39,2%. Ao final do estudo, houve predomínio de voluntários com concentrações normais (60,6%), conforme demonstrado na Figura 2. Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar Figura 1 Demonstração das concentrações séricas de vitamina D de todos os voluntários antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. Vitamina D3 Para Que Serve Como Tomar Figura 2 Concentrações séricas de 25(OH)D antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. As Tabelas 3 e 4 demonstram a influência do uso de medicamentos com os ganhos absoluto e relativo das concentrações séricas de vitamina D. Observa-se que os voluntários que faziam uso de antipsicóticos (p = 0,001) ou bifosfonados (p = 0,04) tiveram ganhos absolutos e relativos significativamente menores nas concentrações de vitamina D com a reposição.

Na avaliação do ganho relativo, os voluntários que faziam uso de cálcio (p = 0,01) também apresentaram ganhos relativos significativamente menores. O uso dos demais medicamentos não influenciou de modo significativo as concentrações de vitamina D após a sua suplementação. Avaliando-se a interferência do uso de medicamentos no aumento das concentrações séricas de vitamina D, observou-se que os ganhos absolutos foram significativamente menores (p = 0,04; teste de Tukey) em voluntários usuários de quatro ou mais medicamentos, em comparação com voluntários que não utilizavam nenhum medicamento.

Esse achado não se repetiu entre os usuários de quatro ou mais medicamentos e usuários de 1, 2 ou 3 medicamentos e nem na avaliação dos ganhos relativos. DISCUSSÃO Nosso estudo demonstrou que, após 8 semanas de reposição com 50.000 UI de vitamina D3, os voluntários do grupo com hipovitaminose D (Grupo B) mantiveram a persistência de insuficiência em 49,2%, a normalização em 46,1% e a deficiência em somente 4,6%.

  • Achados esses inferiores aos de Daroux et al.16 e Vashi et al., 17 sempre considerando as divergências desses estudos com o presente.
  • Após a suplementação, o ganho médio estimado pelos autores nas concentrações séricas da 25(OH)D foi de 8,27 ng/mL, ganho semelhante aos descritos por Sakali et al., 18 mas inferiores aos descritos por Al-Zahrani et al.19 e menores do que cálculo sugerido por Maeda et al.8 de aumento de 0,7 a 1,0 ng/mL nas concentrações de 25(OH) D para cada 100 UI suplementada.

Em termos absolutos, esses aumentos foram maiores nos voluntários com deficiência (81%), seguidos daqueles com insuficiência (32%) e aqueles com concentrações normais (15%). Como já reconhecido por Canto-Costa et al., 20 o aumento nas concentrações séricas foram maiores naqueles indivíduos com valores iniciais mais baixos.

  1. Não houve evidências de ligação entre ganhos absoluto e relativo com as variáveis sexo e faixa etária.
  2. Esses relatos foram observados por Moreira-Pfrimer et al.21 Há poucos estudos de avaliação da resposta à suplementação da vitamina D em idosos saudáveis e há dificuldade na comparação, pelas peculiaridades de cada estudo.

Na avaliação dos ganhos nas concentrações séricas de vitamina D, de acordo com o uso de medicamentos, foram encontradas diferenças significativas nas variáveis neuroléptico (p = 0,001) e bifosfonados (p = 0,04). Observou-se ganhos absolutos de vitamina D significativamente inferiores à média dos demais tratamentos, nos pacientes tratados com esses medicamentos.

Formosa et al., 22 Baek et al., 23 Pedrera et al.24 e Lima et al.25 destacaram tal característica nos indivíduos em uso de anticonvulsivantes. Apesar de haver estudos para avaliar qual a dose e o tempo ideais de reposição de vitamina D, o tema ainda permanece controverso. Gallagher et al., 26 em um estudo randomizado e controlado por placebo, acompanharam, por 1 ano, 163 mulheres brancas, na pós-menopausa, saudáveis e com insuficiência de vitamina D, após sua suplementação nas doses de 400, 800, 1.600, 2.400, 3.200, 4.000 ou 4.800 UI, 1 vez ao dia.

Os desfechos primários foram os níveis de 25(OH)D e PTH aos 6 e 12 meses. A dosagem sérica final média foi de 42 ng/mL após 2.400 UI/dia, e 47 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em brancos, e 39 ng/mL depois de 2.400 UI/dia, e 50 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em afro-americanos.

  • O estudo apresentou algumas limitações: o grupo foi composto por idosos ativos que habitavam região de nível social não representativo da população idosa do Distrito Federal.
  • Membros desses grupos são provavelmente mais ativos, mais preocupados com a saúde e, talvez, mais saudáveis em relação aos outros idosos da região, pois são membros de uma organização comunitária promotora de ações para envelhecimento saudável.
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Além disso, os membros voluntários do estudo provavelmente representam a parcela que valoriza o envelhecimento saudável, preocupada com os benefícios da vitamina D e que já faziam essa suplementação.9 Aspectos relacionados à aderência ao tratamento também não puderam ser controlados.

O uso de determinadas medicações, a presença de comorbidades ou o uso prévio de suplementação de vitamina D, que podem interferir no metabolismo da vitamina D, não foram critérios de exclusão, pois a intenção dos pesquisadores foi retratar da forma mais próxima possível a realidade da população para a qual a SES/ DF deve programar a política de saúde.

10 SINTOMAS ALARMANTES de FALTA de VITAMINA D que você NUNCA deve ignorar

Não foram realizados exames laboratoriais para avaliação das funções renal ou hepática e nem uma segunda dosagem do cálcio e fósforo séricos. Não houve grupo controle utilizando vitamina D3 comercial.9,27 CONCLUSÕES Apesar do ganho estatisticamente significativo após o tratamento da hipovitaminose D – média de 8,2 ng/mL – nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas.

  • CONFLITO DE INTERESSES
  • Os autores declaram não haver conflito de interesses.
  • REFERÊNCIAS

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É melhor tomar vitamina D todo dia ou uma vez por semana?

Para manter os níveis de vitamina D no sangue consistentes, os comprimidos ou cápsulas com 50.000 UI são indicados como dose de ataque. A posologia sugerida é de 1 comprimido por semana, preferencialmente próximo às refeições, durante seis a oito semanas ou até atingir o valor desejado.

Quais são os efeitos colaterais da vitamina D3?

A ingestão excessiva de vitamina D3 causa o desenvolvimento de hipercalcemia (excesso de cálcio) e seus efeitos associados, incluindo hipercalciúria (quantidade elevada de cálcio na urina), calcificação ectópica e dano cardiovascular e renal. Na hipervitaminose D (absorção excessiva da vitamina), têm sido relatados casos de secura da boca, dor de cabeça, polidipsia (sensação de sede), poliúria (aumento no volume normal de urina), perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, aumento da pressão arterial, dor muscular e prurido.

Qual a diferença entre a vitamina D3 e a vitamina D?

Existem dois tipos de vitamina D, a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol). A diferença entre elas é a fonte, porque a vitamina D2 é obtida por fontes vegetais e a D3 por fontes animais. As principais fontes de vitamina D são: a exposição solar, a suplementação e a alimentação.

Quanto tempo a vitamina D começa a fazer efeito no organismo?

A vitamina D 50.000 UI atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato e para a calcificação normal dos ossos. O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Pode tomar Vit D3 à noite?

QUANDO TOMAR VITAMINA D PARA DORMIR – Pesquisas iniciais sugerem que a vitamina D está inversamente relacionada à melatonina, o hormônio do sono. Isso significa que o aumento dos níveis de vitamina D pode suprimir os níveis de melatonina. Portanto, faz sentido que tomá-lo à noite possa atrapalhar seu sono.

Pode tomar vitamina D3 antes de dormir?

Qual o melhor horário para tomar vitamina D? – O melhor horário para tomar vitamina D depende da forma de obtê-la. Se estamos falando em alimentação, você pode consumir alimentos ricos em vitamina D durante todo o dia.7 Já no caso da suplementação, o mais indicado é tomá-la junto a uma das principais refeições do dia, seja o café, almoço ou jantar,

  • Quando consumida com uma fonte de gordura saudável, sua absorção tende a ser melhor.² Não há evidências de que tomar o suplemento pela manhã ou à noite seja melhor.
  • Por isso, se você é uma pessoa que não sente fome pela manhã, por exemplo, é melhor deixar para ingerir o suplemento durante o almoço ou jantar.

E qual o melhor horário para tomar vitamina D por meio do sol? Cerca de 20 minutos de sol diariamente com mais de 40% da pele exposta é o suficiente para prevenir a falta da vitamina,6 No entanto, diferentemente da suplementação, existe um melhor horário nesse caso.

  • O horário que proporciona melhor absorção de vitamina D é das 10h às 16h, período conhecido por ser mais prejudicial para a pele.
  • Por isso, é preciso tomar alguns cuidados:¹ Não se esqueça do protetor solar, é claro.
  • Caso você opte se expor aos raios solares, a recomendação é deixar áreas como braços e pernas expostos e proteger áreas mais sensíveis, como o rosto.

Também não é bom exagerar no tempo de exposição, sendo 20 minutos o tempo máximo.¹ Ao menor sinal de vermelhidão na pele, o melhor a se fazer é sair do sol e proteger o restante do corpo. Quando tomar sol não é uma alternativa, como durante o inverno ou por uma rotina corrida, por exemplo, o médico pode indicar outras opções, como uma nova dieta e um suplemento alimentar de concentrações mais baixas de vitamina D, como 1.000UI e 2.000UI. Vitaminas Neo Química. Alimento isento de registro conforme RDC 27/2010. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Fevereiro/2023. *Vitaminas Neo Química Vitamina D 2.000U.I. e Vitaminas Neo Química Kids Vitamina D3 400U.I. gotas: A vitamina D auxilia no funcionamento do sistema imune. : Qual o melhor horário para tomar vitamina D? Descubra! | Blog Neo Química

Quais são os benefícios da vitamina D3?

Vitamina D3: Conheça os seus benefícios e contraindicações O uso de suplementação é um recurso para proporcionar ao organismo a reposição de nutrientes e vitaminas que estão em falta. A deficiência de vitamina D, por exemplo, é uma das mais severas e que pode causar sérios riscos à saúde.

  1. Responsável pela saúde dos dentes e dos ossos, além de proteger o corpo contra a fraqueza muscular, já que promove a absorção de cálcio no sangue, a vitamina D tem duas formas: a vitamina D3, conhecida como o colecalciferol e produzida quando estamos expostos ao sol, e a D2.
  2. Benefícios da vitamina D3 A vitamina D3 é a melhor fonte natural de vitamina D e se une às células adiposas do organismo para ser usada no futuro.

O colecalciferol fortifica o sistema imunológico, podendo prevenir o surgimento de doenças autoimunes, como a gripe e alergias sazonais. Também ajuda na prevenção e na melhora do diabetes e da esclerose múltipla. A D3 pode contribuir ainda para reduzir o risco de doença cardíaca, pressão arterial e os níveis de colesterol ruim no corpo.

  1. O uso continuo também pode reduzir os ricos de neoplasias, como câncer de próstata, câncer de mama e câncer de cólon.
  2. É eficaz na redução de certas infecções relacionadas à gestação e que representam ameaça de parto prematuro e/ou óbito fetal – mulheres grávidas nem lactantes podem usar a reposição.
  3. O colecalciferol pode ainda tratar os sintomas da osteoporose pós-menopausa, da depressão e do transtorno afetivo sazonal.

A superdosagem de vitamina D3 também pode representar riscos de intoxicação. A margem entre a dose terapêutica e a tóxica é bem próxima, por isso é importante que a suplementação desta vitamina seja indicada por um médico. Sintomas associados à superdosagem podem ser variados e amplos, como anorexia, náuseas, debilidade, perda de peso, dores vagas, constipação, retardo mental, anemia e acidose moderada.

Até o momento, no entanto, nenhum efeito carcinogênico foi observado. Suplementação de vitamina D3 Para que haja a absorção pelo organismo da vitamina D3, é imprescindível a exposição ao sol, pois, como já vimos, ela é ativada na pele por meio dos raios ultravioletas. Através da alimentação também é possível conseguir produzir a D3, mesmo que em pequenas quantidades.

Alimentos como leites, queijos, iogurtes, ovos e óleo de fígado de peixe podem fornecer o colecalciferol ao organismo. Segundo especialistas, um adulto precisaria, em média, consumir 5 microgramas por dia de vitamina D3 e idosos, em geral, o dobro. Como é praticamente impossível chegar a essa quantidade somente com a dieta, existe também a possibilidade de repor a vitamina D3 com suplementação.

Veja 10 doenças que podem estar relacionadas à deficiência de vitamina D3 no organismo1. Fragilidade óssea, como a osteomalácia e o raquitismo2. Asma3. Artrite reumatóide4. Autismo5. Pressão alta6. Osteoporose7. Fraqueza muscular8. Esquizofrenia9. Depressão

10. Problemas cardiovasculares. Fonte: site terra.com.br : Vitamina D3: Conheça os seus benefícios e contraindicações

Qual é a vitamina que limpa as artérias?

A vitamina que limpa as artérias, fixa o cálcio nos ossos e rejuvenesce! Promove a saúde cardiovascular e restauração óssea! O que é a Vitamina K2 MK-7? Vitamina K2 MK7, é uma vitamina lipossolúvel que se apresenta sob a forma de menaquinona (K2).

Quem toma vitamina D3 pode beber?

Em geral, o uso de vitamina D não potencializa o efeito de bebidas alcoólicas, e nem está associado a maiores efeitos colaterais. Portanto o consumo moderado de bebidas alcoólicas durante o período de reposição regular de vitamina D não é contraindicado.

Como tomar a vitamina D3 5.000 UI?

Como tomar a vitamina D3? – Tomar uma vez por dia, Tomar Sempre Com Alguma Fonte De Gordura (Ovos, Abacate, Castanhas, Etc). É Contraindicada A Suplementação Com Vitamina D3 (Colecalciferol) Em Caso De Hipercalcemia.

Como tomar a vitamina D3 7000 UI?

Posologia: Cápsula mole de 7.000U.I.: Ingerir, por via oral, 03 cápsulas por semana. Cápsula mole de 50.000U.I.: Ingerir, por via oral, 02 cápsulas por mês.

Como tomar vitamina D de 1.000 UI?

Modo de usar. Doss deve ser administrado somente por via oral. Recomenda-se tomar de 1000 a 2000 UI de vitamina D ao dia (1 a 2 cápsulas de Doss), sendo necessária a avaliação da dosagem sanguínea de vitamina D a cada 8 a 12 semanas, ficando a critério médico o ajuste de dose e o tempo de tratamento.

Qual o melhor horário para tomar vitamina D3 e K2?

Qual o melhor horário para tomar vitamina D? – O melhor horário para tomar vitamina D depende da forma de obtê-la. Se estamos falando em alimentação, você pode consumir alimentos ricos em vitamina D durante todo o dia.7 Já no caso da suplementação, o mais indicado é tomá-la junto a uma das principais refeições do dia, seja o café, almoço ou jantar,

  • Quando consumida com uma fonte de gordura saudável, sua absorção tende a ser melhor.² Não há evidências de que tomar o suplemento pela manhã ou à noite seja melhor.
  • Por isso, se você é uma pessoa que não sente fome pela manhã, por exemplo, é melhor deixar para ingerir o suplemento durante o almoço ou jantar.

E qual o melhor horário para tomar vitamina D por meio do sol? Cerca de 20 minutos de sol diariamente com mais de 40% da pele exposta é o suficiente para prevenir a falta da vitamina,6 No entanto, diferentemente da suplementação, existe um melhor horário nesse caso.

O horário que proporciona melhor absorção de vitamina D é das 10h às 16h, período conhecido por ser mais prejudicial para a pele. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados:¹ Não se esqueça do protetor solar, é claro. Caso você opte se expor aos raios solares, a recomendação é deixar áreas como braços e pernas expostos e proteger áreas mais sensíveis, como o rosto.

Também não é bom exagerar no tempo de exposição, sendo 20 minutos o tempo máximo.¹ Ao menor sinal de vermelhidão na pele, o melhor a se fazer é sair do sol e proteger o restante do corpo. Quando tomar sol não é uma alternativa, como durante o inverno ou por uma rotina corrida, por exemplo, o médico pode indicar outras opções, como uma nova dieta e um suplemento alimentar de concentrações mais baixas de vitamina D, como 1.000UI e 2.000UI. Vitaminas Neo Química. Alimento isento de registro conforme RDC 27/2010. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Fevereiro/2023. *Vitaminas Neo Química Vitamina D 2.000U.I. e Vitaminas Neo Química Kids Vitamina D3 400U.I. gotas: A vitamina D auxilia no funcionamento do sistema imune. : Qual o melhor horário para tomar vitamina D? Descubra! | Blog Neo Química