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Ritalina Para Que Serve?

Qual são os benefícios da Ritalina?

Como a ritalina funciona? – O princípio ativo da ritalina é o cloridrato de metilfenidato, um medicamento que age estimulando o sistema nervoso central. Para TDAH, esse medicamento age melhorando atividades do cérebro que não são muito ativas, aumentando a atenção e concentração, e diminuindo a impulsividade.

Em que casos a Ritalina é indicada?

O uso da Ritalina em geral é indicado para pessoas que tenham TDAH ou narcolepsia. Entretanto, sua ação potencializadora da concentração pode funcionar como um tranquilizador ou redutor do excesso de agitação motora em alguns pacientes.

Qual é o efeito colateral da Ritalina?

Porém, no caso de uso indevido, a Ritalina pode provocar efeitos graves como depressão, psicose, desnutrição, aumento da pressão arterial, danos no fígado, nos pulmões e nos rins, exaustão e danos no cérebro que podem evoluir para derrames e epilepsia.

Por que Ritalina acalma?

Os estimulantes presentes no medicamento aumentam a liberação de dopamina (importante neurotransmissor precursor natural da adrenalina) em determinados circuitos do sistema nervoso central, ajudando a corrigir o funcionamento deficitário e auxiliando no controle da hiperatividade.

O que a Ritalina faz com o cérebro?

Ao entrar em contato com o sistema nervoso, a ritalina aumenta as doses de dopamina e noradrenalina em algumas partes do cérebro. Ou seja, ela causa um efeito de euforia ao mesmo tempo em que aumenta o poder de concentração. O resultado disso é o foco no que deve ser feito e a rapidez em pensar e solucionar problemas.

Porque estudantes tomam Ritalina?

Uso da Ritalina e sua promessa de turbinar os estudos – Data de publicação: 21 de janeiro de 2015 Já me antecipo e digo: sou contra o uso da Ritalina para turbinar os estudos e meu intuito com esse post é alertar os concurseiros aos possíveis problemas que seu uso pode acarretar e seus reais efeitos.

  1. Para quem não sabe do que se trata, a Ritalina é um medicamento de tarja preta que tem como substância ativa o cloridrato de metilfenidato, estimulante do sistema nervoso central.
  2. Na medicina, a droga é usada para reduzir impulsividade e hiperatividade de pessoas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), especialmente crianças.

O tema é polêmico! Muitos concurseiros e estudantes estão utilizando essa droga por acreditarem que conseguirão ficar horas e horas estudando sem que o redimento e aprendizado diminuam. Como se trata de um medicamento tarja preta, sua comercialização só é possível através de receita médica especial, muitos concurseiros estão comprando o medicamento no mercado negro, o que sabemos ser totalmente arriscado e contra-indicado! Essa semana mesmo em um grupo do facebook vi alguns concurseiros perguntando como comprar e aonde comprar sem prescrição médica, e isso aumentou minha vontade em separar um espaço no blog para discutir a questão.

Trago abaixo uma matéria publicada do Jornal Estado de São Paulo que apresenta um estudo da Unifesp demonstrando que a Ritalina não aumenta a memória de longo prazo ou a inteligência. Vejamos: A Ritalina não promove melhora cognitiva em pessoas saudáveis. Indicada para transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ela tem sido usada por estudantes que buscam melhor desempenho em provas e concursos.

Apesar da fama que lhe rendeu o apelido de «pílula da inteligência» ou «droga dos concurseiros»–, uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que o medicamento não beneficia a atenção, a memória e as funções executivas (capacidade de planejar e executar tarefas) em jovens sem o transtorno.

  1. A psicóloga Silmara Batistela, autora do estudo, decidiu investigar o tema ao perceber a popularização da prática de doping mental.
  2. É muito comum ouvir o relato de pessoas que, para passar a noite estudando antes da prova, tomam Ritalina», diz.
  3. O objetivo da pesquisadora era avaliar se o consumo do medicamento, cujo princípio ativo é o cloridrato de metilfenidato, realmente trazia vantagens cognitivas.

Para a pesquisa, foram selecionados 36 jovens saudáveis de 18 a 30 anos. Eles foram divididos aleatoriamente em quatro grupos: um deles tomou placebo e os outros três receberam uma dose única de 10mg, 20mg ou 40mg da medicação. Depois de tomarem a pílula, os participantes foram submetidos a uma série de testes que avaliaram atenção, memória operacional e de longo prazo e funções executivas.

  1. O desempenho foi semelhante nos quatro grupos, o que demonstrou a ineficácia da Ritalina em «turbinar» cérebros saudáveis.
  2. O uso não alterou a função cognitiva.
  3. A única diferença que observamos foi que os que tomaram a dose maior, de 40 mg, relataram uma sensação subjetiva de bem-estar maior em comparação aos demais», diz Silmara.

O psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, diretor do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Unifesp, observa que o mito de que a Ritalina teria o potencial de tornar alguém mais inteligente não faz sentido. «A pessoa fala que consegue estudar a noite inteira com o remédio.

  • Isso é porque ela fica acordada e não porque tem uma melhora na atenção», diz.
  • Ele observa que o aprendizado sob o efeito da droga consumida inadequadamente é de má qualidade.
  • Silveira destaca que existem perigos relacionados ao uso inadequado do medicamento.
  • O consumo aumenta os riscos de problemas do coração e pode levar a um quadro de arritmia cardíaca.

O especialista acrescenta que, tratando-se de uma anfetamina, a droga apresenta também um potencial de abuso, razão pela qual é controlada e só pode ser comprada com receita especial. A alternativa para os que resolvem usar a Ritalina sem ter indicação é recorrer ao mercado negro.

Estudantes relatam que não é difícil encontrar fornecedores anunciando o produto em fóruns de discussão na internet. Um estudante de Economia de 22 anos, que preferiu não se identificar, conta que soube dos efeitos da Ritalina por um amigo. «Ouvi falar de uma droga que todos universitários estavam usando na Europa e nos Estados Unidos para aumentar a concentração.

Li sobre seus efeitos colaterais, para o que servia e, como sempre me achei um pouco hiperativo, resolvi experimentar.» As duas primeiras caixas foram compradas de um conhecido. Depois, encontrou um fornecedor na internet que atende aos pedidos dele e de seus amigos.

  1. A gente pede de uma vez só várias caixas.» Para o universitário, que toma o remédio para estudar aos fins de semana ou à noite, quando pretende varar a madrugada entre os livros, a principal vantagem é tirar o sono.
  2. O ganho está nas horas a mais que estudo na madrugada.» Segundo ele, também há um aumento na concentração e na atenção.

«Não fiquei mais inteligente, mas meu tempo de dedicação aos estudos aumentou», relata. Ele, que foi um dos primeiros entre seus amigos a usar o recurso, conta que hoje conhece cerca de 15 pessoas que aderiram. Um de seus amigos, também estudante de Economia, conta que aderiu à pílula por ter dificuldade de ler textos longos.

  1. Eu começo a me dispersar no meio deles.
  2. Como trabalho o dia inteiro, acaba me faltando tempo para conseguir ler volumes grandes.» Para ele, a Ritalina o ajuda a ler bastante sem se dispersar.
  3. Outra estratégia que tem sido adotada para obter o remédio é simular os sintomas do TDAH na esperança de ganhar uma receita.

O neuropediatra Paulo Alves Junqueira, membro da Academia Brasileira de Neurologia (Abneuro), conta que tem existido essa demanda, principalmente entre os concurseiros. «O médico precisa ter a habilidade de identificar esses casos: o TDAH não vem de uma hora para outra.

É um transtorno incapacitante que acompanha o paciente ao longo da vida.» Segundo levantamento feito pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) a pedido do Estado, houve um crescimento de quase 50% na venda de remédios à base de cloridrato de metilfenidato no Brasil entre 2008 e 2012.

Entre setembro de 2007 e outubro de 2008 foram vendidas 1.238.064 caixas, enquanto entre setembro de 2011 e outubro de 2012 as vendas cresceram para 1.853.930 caixas. Nesse intervalo, os valores gastos com a medicação passaram de R$ 37.838.247 para R$ 90.719.793.

  1. Remédio é popular entre os que prestam concursos Um dos grupos em que o uso irregular de Ritalina é mais popular é o dos «concurseiros»: aqueles que se preparam para conseguir uma aprovação nos concorridos concursos públicos.
  2. O juiz do Trabalho Rogerio Neiva, que dá aula em curso preparatório e pesquisa sobre neurociência da educação, conta que percebe entre seus alunos «a ideia de que, tomando a Ritalina, vão ter a fórmula mágica do sucesso intelectual e cognitivo».

Para ele, a grande atração dos estudantes pela droga vem da esperança de que ela acelere o processo de aprendizado. «Os ‘concurseiros’ estão atrás da facilidade, da dica, do esquema. É fácil, portanto, cair em qualquer discurso que se aproxime da ‘pílula do sucesso'», diz.

  1. No caso de uma «concurseira» de 30 anos, que preferiu não ser identificada, o uso inadequado da Ritalina veio por sugestão de um médico.
  2. Ela fazia um tratamento psiquiátrico para distúrbio de humor e sempre reclamava de sua falta de concentração e dificuldade de reter o conteúdo estudado.
  3. Quando você estuda há algum tempo e os resultados positivos não vêm, você fica buscando justificativas.» Seu médico fez, então, algumas perguntas para identificar possíveis sinais de TDAH.

Como ela respondeu positivamente a alguns desses sinais, o profissional sugeriu o uso de Ritalina como teste, para ver se ela teria resultado positivo. «Hoje, vejo que foi um teste irresponsável das duas partes: ele, como médico, e eu, como adulta e consciente.» A estudante diz que logo começaram a surgir os efeitos negativos.

Com a droga, ela conseguia estudar por várias horas, mas se esquecia de tomar água e se alimentar. «A concentração realmente aumenta, mas é falha, porque ficar sentada nem sempre quer dizer que você está aprendendo.» Depois de alguns meses de uso, começou a sentir dores de estômago, prisão de ventre e tremedeira nas mãos.

Em uma ocasião, viajou para fazer uma prova e esqueceu o remédio no hotel. Antes do início do exame, o nervosismo era tanto por saber que teria de fazer a prova sem a droga, que ela roeu todas as unhas. «Desde esse dia, comecei a avaliar se estava vidrada no medicamento, se tinha viciado.» Quando suspendeu o uso, passou meses sem estudar direito.

«Acho que piorei em concentração: é como se eu tivesse ficado sozinha, sem o remédio que me garantia sucesso. Daí veio o choro e a revolta.» Hoje, ela conseguiu uma aprovação, que credita aos cinco anos de estudo, e não à droga. Neiva observa que a atração pela Ritalina também pode decorrer do fato de que a vida do «concurseiro» não é fácil.

«A preparação é um processo intelectualmente desgastante. É uma fase difícil e é natural que as pessoas tentem buscar recursos para minimizar desgastes», diz. Substância é eficaz contra déficit de atenção No caso de pessoas efetivamente diagnosticadas com TDAH, a Ritalina promove o aumento dos níveis de dopamina no cérebro.

  • Trata-se de um neurotransmissor que aumenta o estado de alerta e melhora a cognição, por isso geralmente promove uma melhora nos estudos.
  • O neuropediatra Paulo Alves Junqueira, membro da Academia Brasileira de Neurologia (Abneuro), afirma que a droga não aumenta a inteligência nem fornece habilidades que a pessoa não tinha anteriormente, «mas deixa o paciente pronto para trabalhar em dobro porque tira a fadiga e estabelece um esforço para que consiga se manter em determinadas tarefas».

O diagnóstico é clínico. «É necessário fazer uma entrevista artesanal, longa, com várias questões. Tem de saber das trajetórias do paciente e o quanto tem de prejuízo nos relacionamentos, no trabalho e na autoestima», diz. Constatado o transtorno, é preciso inquirir o histórico cardiovascular do paciente.

Os que já tiveram problemas no coração não devem usar a droga. «Para quem precisa, o remédio muda a história de vida do indivíduo. Ouço relatos de portadores que, depois de serem diagnosticados, mudaram de vida, entraram na faculdade e tiveram várias realizações. Isso é gratificante», diz Junqueira. Para o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, a fama da Ritalina de tornar as pessoas mais inteligentes vem do fato de que portadores de TDAH são frequentemente rotulados de preguiçosos antes do diagnóstico.

«Depois de medicados, o rendimento escolar passa a ser muito bom. Por isso os pais brincam que é a ‘pílula da inteligência’. Tenho um paciente que diz que ficou ‘nerd’ depois da Ritalina.» Fonte: Portal Farmácia News sync IRT Ingresso de Responsabilidade Técnica.

O que não pode fazer quando toma Ritalina?

Dirigir e operar máquinas – A Ritalina ® pode causar tonturas, sonolência, visão embaçada, alucinações ou outras reações adversas do sistema nervoso central, que podem afetar a concentração. Se você sentir estes sintomas, não deve dirigir veículos ou operar máquinas, ou envolver-se em qualquer outra atividade em que precisa estar atento.

Pode tomar Ritalina todos os dias?

O uso continuado e abusivo da Ritalina pode levar o paciente a uma dependência e ainda existe a possibilidade de produzir transtornos que necessitarão de tratamento psiquiátrico.

Quem sofre de ansiedade pode tomar Ritalina?

Embora a Ritalina seja principalmente prescrita para o tratamento do TDAH, em alguns casos específicos, pode ser utilizada para tratar sintomas de ansiedade. No entanto, essa é uma prática menos comum, e outros medicamentos são geralmente preferidos no tratamento da ansiedade, como os antidepressivos e ansiolíticos.

Qual é o valor da Ritalina?

R$ 109,13 Ativar Desconto Lab.

Quanto tempo a Ritalina começa a fazer efeito?

O efeito da substância pode começar a ser sentido entre 20 a 60 minutos após o consumo, atingindo seu ponto máximo de ação aproximadamente duas horas depois. A duração do efeito varia de três a cinco horas. No caso dos comprimidos de liberação prolongada, como o Ritalina LA, o efeito pode durar até 12 horas.

É perigoso tomar Ritalina?

Consumo alarmante – O Brasil desconhece o tamanho do problema relacionado ao mau uso de remédios com indicação para tratar transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não tem o dado consolidado com a evolução das vendas de metilfenidato, princípio ativo desses medicamentos.

Por ser uma substância controlada, todas as vendas no varejo farmacêutico são informadas para a agência – ela só é comercializada mediante apresentação de receita médica. Mas, a Anvisa informa que isso não exclui a oferta do medicamento de forma irregular em lugares fora das drogarias autorizadas. «Porém, os usuários devem ter bastante cautela com esse tipo de produto, pois não há nenhuma garantia de sua origem e composição», afirmou, por meio de nota.

Sem estatísticas oficiais, a percepção fica por conta de quem está nos consultórios atendendo quem toma irregularmente os medicamentos esperando melhorar o desempenho acadêmico. A conselheira e coordenadora da Comissão de Psicologia Escolar e Educacional do Conselho Regional de Psicologia, Stela Maris Bretas Souza, classifica como «alarmante» a quantidade de metilfenidato – o princípio ativo dos populares Ritalina, Concerta e Venvanse – consumida no Brasil.

  1. Geralmente, é indicado para crianças com comportamento muito agitado ou desatentas para ver se, controlando a agitação e melhorando a atenção, consequentemente, melhora o desempenho escolar.
  2. O medicamento ajuda a impulsionar foco e atenção, fazendo o menino ficar mais centrado e, logo, com desempenho mais desejável», diz Stela.Mesmo diante de indicação clínica, a psicóloga questiona a prescrição: «Não há comprovação científica da hiperatividade enquanto doença», afirma.

Ela relata conhecer vários casos de pessoas que se preparam para fazer concurso público e que conseguem receita para a compra do remédio, na expectativa de se concentrar mais para render mais. «A que preço? Que preço estamos pagando com o uso indiscriminado da medicação?», questiona.É o preço que Bruno diz não querer mais pagar.

Diante do psiquiatra, simulava sintomas próprios de TDAH para obter a receita. «O fato de o remédio dar o foco não significa ter atividade social normal. Pelo contrário. É altamente prejudicial. Quando ativamos o cérebro para falar de vários assuntos, o organizamos para pensar. A Ritalina diminui essa múltipla atenção.

A pessoa fica boba, mata o desejo ligado a essa hiperatividade. Fica concentrada em determinado assunto e não pensa em mais nada», conta.Depois de usar o medicamento por longo período, o professor entrou em depressão, teve síndrome do pânico e ficou inseguro.

O ápice veio quando um dia, num mês de julho, ele largou os livros na mesa e entrou no chafariz da universidade onde estudava, em Belo Horizonte. «Pensei que nada fazia sentido, queria me sentir vivo. Os guardas me levaram, torci a roupa e voltei para estudar», lembra. Dali, ele foi encaminhado ao serviço de psicologia da universidade, onde encontrou apoio para reverter o quadro.»Tinha dificuldade de estudar, mas era uma questão de foco, concentração e objetivo e não de doença.

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As pessoas veem falta de foco como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Isso não é uma enfermidade. É disciplina que você põe em sua vida. Mas, para facilitar, muita gente quer um remédio. Estamos numa época de medicalização de tudo», diz. «São pais que trabalham, não dão conta da educação dos filhos e dão Ritalina às crianças.

Não conseguem ver por que o menino está sem foco, se está dormindo na hora certa, por exemplo. É uma indisciplina que compromete a educação», avalia. Bruno conta que, em determinado momento, além da dependência, passa o suposto efeito da inteligência. «Você não consegue nem mais ler os textos. Aí, sai dali para ir ao psiquiatra e tomar antidepressivo.

É um círculo muito perverso.» Por meio de nota, o laboratório Novartis, que produz os comprimidos com o nome comercial de ritalina, informou que não endossa o uso de seus produtos fora das especificações de seus respectivos registros e promove apenas o uso aprovado em bula de seus medicamentos.

  • A Novartis repudia veementemente o uso indevido do cloridrato de metilfenidato e enfatiza que o medicamento deve ser usado somente conforme as indicações em bula e mediante a prescrição de um médico especializado», afirma o texto.
  • A segurança dos tratamentos e a saúde das pessoas são premissas fundamentais para a Novartis.

A empresa acredita que é preciso apoiar o fortalecimento do respeito à prescrição médica e a adesão ao tratamento designado pelo profissional da saúde», conclui.

Ritalina Para Que Serve (foto: Quinho/Arte EM)

  1. RITALINA

O QUE É Assim como concerta e venvanse, a ritalina é um psicoestimulante indicado para melhorar a cognição de pacientes diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Feitos à base de derivados da anfetamina, esses medicamentos atuam aumentando os níveis de dopamina em importantes regiões cerebrais.

Ajusta foco e atenção para, nos casos de diagnóstico positivo para a doença, melhorar o desempenho escolar. Pode ser associado ainda ao tratamento de pacientes com quadro grave de depressão, para melhorar a energia. USO IRREGULAR Estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostra que 3% a 6% da população usa psicoestimulantes para outro fim: trazer mais concentração nos estudos e aumentar o desempenho na escola, na faculdade ou em concursos.

Entre adolescentes, essa proporção chega a 35%. Grande parte de quem não tem indicação clínica compra o medicamento de pacientes com TDAH, criando um mercado paralelo. EFEITOS COLATERAIS Insônia, falta de apetite, perda de peso e irritabilidade. Algumas crianças ficam ainda mais agitadas e indivíduos com propensão psiquiátrica podem desenvolver quadros psicóticos.

É normal Ritalina dar sono?

Bula do Ritalina | Blog dr.consulta O Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) ou Transtorno hipercinético é um distúrbio de comportamento em crianças e adolescentes. O Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) ou Transtorno hipercinético é um distúrbio de comportamento em crianças e adolescentes.

  1. Cerca de 3% das crianças sofrem deste transtorno, o que as torna incapazes de ficarem paradas e/ou se concentrar em tarefas por um determinado período de tempo.
  2. As crianças com esse transtorno podem ter dificuldades para aprender e fazer tarefas escolares.
  3. Elas podem frequentemente se tornar difícil de lidar, tanto na escola quanto em casa.

Adultos com TDAH frequentemente têm dificuldade de se concentrar. Costumam se sentir inquietos, impacientes, desatentos e ficam entediados com facilidade. Podem ter dificuldades em organizar sua vida pessoal etrabalho.

  • Se o paciente é uma criança ou se você for um adolescente, o médico prescreveu Ritalina ® como parte de um programa de tratamento de TDAH, o qual incluirá também, usualmente, terapia psicológica, educacional e social.
  • Se você tem alguma dúvida sobre como funciona a Ritalina ® ou porque este medicamento foi receitado para você, pergunte ao seu médico.
  • Ritalina ® também é utilizada para o tratamento da narcolepsia.

A narcolepsia é um distúrbio do sono. Pacientes com narcolepsia vivenciam repetidos ataques de sonolência durante o dia, mesmo após uma noite adequada de sono. A narcolepsia deve ser diagnosticada por um médico através do padrão registrado de sono-vigília.

  1. TDAH
  2. A Ritalina ® age melhorando as atividades de certas partes do cérebro que são pouco ativas.
  3. A Ritalina ® melhora a atenção e a concentração, além de reduzir comportamento impulsivo.
  4. Narcolepsia
  5. A Ritalina ® alivia a sonolência diurna excessiva em pacientes com narcolepsia.
  6. Contraindicação do Ritalina
  7. Não tome Ritalina ® se você:
  • É alérgico (hipersensíveis) ao metilfenidato ou a qualquer outro componente de Ritalina ® listado no início desta bula. Se você achar que pode ser alérgico, peça orientação ao seu médico;
  • Sofre de ansiedade, tensão ou agitação;
  • Tem algum problema da tireoide;
  • Tem problemas cardíacos, como ataque cardíaco, batimento cardíaco irregular, dor no peito (angina), insuficiência cardíaca, doença cardíaca ou se nasceu com problema do coração;
  • Tem pressão sanguínea muito alta (hipertensão) ou estreitamento dos vasos sanguíneos (doença arterial oclusiva que pode causar dor nos braços e pernas);
  • Estiver tomando um medicamento chamado «inibidor da monoamino oxidase» (IMAO), utilizado no tratamento da depressão ou tiver tomado IMAO nas últimas duas semanas;
  • Tem um tumor da glândula adrenal chamado feocromocitoma;
  • Tem fala e movimentos corpóreos incontroláveis (síndrome de Tourette) ou se qualquer outro membro da família for portador desta síndrome.
  • Se você acha que algum dos casos acima aplica-se a você, informe ao seu médico, sem tomar Ritalina ®,
  • Tem pressão ocular aumentada (glaucoma);
  • Tem um tumor da glândula adrenal chamado feocromocitoma;Tem fala e movimentos corpóreos incontroláveis (síndrome de Tourette) ou se qualquer outro membro da família for portador desta síndrome.

Se você acha que algum dos casos acima aplica-se a você, informe ao seu médico, sem tomar Ritalina ®, Como usar o Ritalina O médico irá decidir a dose mais adequada de acordo com a necessidade individual do paciente e da sua resposta. Siga cuidadosamente as instruções do seu médico.

  • Posologia do Ritalina
  • Não altere a dose sem falar com o seu médico.
  • Se você tem a impressão de que o efeito da Ritalina ® é muito forte ou muito fraco, fale com o seu médico.
  • Crianças

O médico irá dizer-lhe quantos comprimidos de Ritalina® dar para a criança. O médico irá iniciar o tratamento com uma dose baixa e aumentá-la gradualmente, conforme necessário. A dose diária máxima recomendada é de 60 mg. Adultos O seu médico irá dizer-lhe exatamente quantos comprimidos tomar.

  1. A dose diária máxima recomendada é de 60 mg para o tratamento da narcolepsia e de 80 mg para o tratamento do TDAH.
  2. Por quanto tempo tomar
  3. Utilize este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico.

Não o use mais, com mais frequência e por mais tempo do que o recomendado pelo seu médico. Se usado de forma inadequada, este medicamento pode causar dependência.O tratamento para TDAH varia na duração de paciente para paciente. Ele pode ser interrompido durante ou depois da puberdade.

O médico pode descontinuar a Ritalina ® periodicamente para ver se ela ainda é necessária. Se você parar de tomar a Ritalina ® Não pare de tomar Ritalina ® sem falar com o seu médico. Pode ser necessário reduzir a dose diária gradativamente antes de parar completamente. Você vai precisar de supervisão médica após interromper o tratamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Ritalina? Se uma dose de Ritalina ® for esquecida, você deve tomá-la assim que possível.

  • Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
  • Precauções do Ritalina
  • A Ritalina ® só poderá ser prescrita por um médico.
  • Siga todas as instruções do seu médico cuidadosamente, mesmo que sejam diferentes da informação geral contida nesta bula.
  • Ritalina ® deve ser utilizada com cuidado se você:
  • Apresentar de ereções anormais ou frequentes e dolorosas do pênis sob tratamento ou após descontinuação de Ritalina ®, Isto pode ocorrer em qualquer faixa etária e pode precisar de tratamento médico urgente. Se isso ocorrer, fale com seu médico imediatamente;
  • Sentir a combinação dos seguintes sintomas: agitação, tremores, contrações musculares repentinas, temperatura elevada anormal, náuseas e vômitos enquanto toma metilfenidato com medicamentos que elevam o nível da serotonina do corpo (medicamentos serotoninérgicos, como por exemplo, aqueles usados para tratar depressão, como sertralina e venlafaxina), interrompa o tratamento com metilfenidato e o medicamento que aumenta o nível da serotonina no corpo e informe seu médico imediatamente;
  • Tem histórico de abuso de álcool ou droga;
  • Tem desmaios (epilepsia, convulsões, crises epilépticas);
  • Tem pressão sanguínea alta (hipertensão);
  • Tem qualquer anormalidade cardíaca (por exemplo, anormalidade cardíaca estrutural);
  • Tem qualquer outro problema cardíaco corrente ou passado;
  • Tenha ou teve qualquer distúrbio nos vasos sanguíneos cerebrais, por exemplo enfraquecimento da parede dos vasos sanguíneos (aneurisma), acidente vascular cerebral, inflamação dos vasos sanguíneos (vasculites);
  • Tem distúrbios mentais agudos que causam pensamentos e percepções anormais (psicose) ou fazem você sentir excitação anormal, atividade aumentada e desinibida (mania aguda) – seu médico dirá se você apresenta estas doenças;
  • Tem sintomas psicóticos como ver ou sentir coisas que não estão presentes (alucinações);
  • Tem comportamento agressivo;
  • Tem pensamentos ou comportamentos suicidas;
  • Tem tiques motores ou se qualquer outro membro da família tenha tiques. Os sinais de tiques são difíceis de controlar, ocorre repetida contração em todas as partes do corpo ou repetição de sons e palavras.

Caso qualquer uma destas condições se aplicar a você, informe ao seu médico. O médico decidirá se você pode começar ou continuar a tomar Ritalina ®, Algumas crianças tomando Ritalina ® por um período longo podem ter um crescimento mais lento que o normal, mas elas geralmente o recuperam quando o tratamento é interrompido.

Não há evidências que pacientes com TDAH fiquem viciados em Ritalina ®, ou que eles tendam a abusar de drogas durante a vida. A Ritalina ®, como todos os medicamentos que contêm estimulantes do sistema nervoso central, será prescrita a você apenas sob supervisão médica próxima e após diagnóstico adequado.

Monitoramento durante o tratamento com Ritalina ® Para verificar se o uso de Ritalina ® está associado a qualquer efeito indesejado, o médico irá verificar seus indicadores gerais de saúde periodicamente (por exemplo, pressão sanguínea, frequência cardíaca) e também vai acompanhar o crescimento de crianças que tomam Ritalina ®,

  • Os testes de sangue serão realizados para monitorar a quantidade de células sanguíneas (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas) caso o paciente tome a Ritalina ® por um longo período.
  • Se você for submetido a uma cirurgia Se você for submetido a uma operação, informe ao médico que você está em tratamento com Ritalina ®,

Você não deve tomar Ritalina ® no dia de sua operação, se um determinado tipo de anestésico for usado. Isso ocorre porque há possibilidade de aumento súbito da pressão arterial durante a operação.

  1. Crianças e adolescentes
  2. Ritalina ® não é recomendada para crianças com menos de 6 anos de idade.
  3. Dirigir e operar máquinas

A Ritalina ® pode causar tonturas, sonolência, visão embaçada, alucinações ou outras reações adversas do sistema nervoso central, que podem afetar a concentração. Se você sentir estes sintomas, não deve dirigir veículos ou operar máquinas, ou envolver-se em qualquer outra atividade em que precisa estar atento.

  • Inchaço dos lábios ou língua, ou dificuldade de respirar (sinais de reação alérgica grave);
  • Febre alta repentina, pressão arterial muito elevada e convulsões graves (Síndrome Neuroléptica Maligna);
  • Dor de cabeça grave ou confusão, fraqueza ou paralisia dos membros ou face, dificuldade de falar (sinais de distúrbio dos vasos sanguíneos cerebrais);
  • Batimento cardíaco acelerado; dor no peito;
  • Movimentos bruscos e incontroláveis (sinal de discinesia);
  • Equimose (sinal de púrpura trombocitopênica);
  • Espasmos musculares ou tiques;
  • Garganta inflamada e febre ou resfriado (sinais de baixa contagem de células brancas do sangue);
  • Movimentos contorcidos incontroláveis do membro, face e/ou tronco (movimentos coreatetoides);
  • Ver ou sentir coisas que não existem na realidade (alucinações);
  • Desmaios (convulsões, epilepsia ou crises epilépticas);
  • Bolhas na pele ou coceiras (sinal de dermatite esfoliativa);
  • Manchas vermelhas sobre a pele (sinal de eritema multiforme);
  • Ereção prolongada, causando desconforto no pênis (sinal de priapismo).

Algumas reações adversas são muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Dor de garganta e coriza;
  • Diminuição do apetite;
  • Nervosismo;
  • Dificuldade em adormecer;
  • Náusea, boca seca.

Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Angústia emocional excessiva, inquietação, distúrbios do sono, excitação emocional, agitação;
  • Dor de cabeça, tonturas, sonolência;
  • Movimentos involuntários do corpo (sinais de tremor);
  • Alterações na pressão arterial (geralmente aumento), ritmo cardíaco anormal, palpitações;
  • Tosse;
  • Vômitos, dor de estômago, indisposição estomacal, indigestão, dor de dente;
  • Alteração cutânea, alteração cutânea associada a coceira (urticária), febre, perda de cabelo;
  • Transpiração excessiva;
  • Dor nas articulações;
  • Diminuição do peso;
  • Sentir-se nervoso.

Algumas reações adversas são raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Desaceleração do crescimento (peso e altura) durante o uso prolongado em crianças;
  • Visão turva.

Algumas reações adversas são muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Baixa contagem de glóbulos vermelhos (anemia), baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia);
  • Atividade anormal, humor deprimido;
  • Fala e movimentos corporais descontrolados (síndrome de Tourette);
  • Função hepática anormal, incluindo coma hepático;
  • Câimbras musculares.
  • Outras reações adversas que ocorreram com outros medicamentos contendo a mesma substância ativa de Ritalina ® :
  • Distúrbios do sangue
  • Diminuição do número de células do sangue (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas).
  • Distúrbios do sistema imunológico
  • Inchaço das orelhas (um sintoma de reação alérgica).
  • Distúrbios psiquiátricos
  • Irritação, agressividade, alterações de humor, comportamento e pensamentos anormais, raiva, pensamentos ou tentativas de suicídio (incluindo suicídio), atenção excessiva ao ambiente, sentimento excepcionalmente animado, atividade aumentada e desinibida (mania), sentimento desorientado, alterações no desejo sexual, falta de sentimento ou emoção, fazer as coisas repetidamente, obsessão por alguma coisa, confusão, vício.
  • Distúrbios do sistema nervoso
  • Fraqueza muscular temporária, perda da sensibilidade da pele ou outras funções do corpo devido a uma falta temporária de suprimento sanguíneo no cérebro (deficit neurológico isquêmico reversível), enxaqueca.
  • Distúrbios oculares
  • Visão dupla, pupilas dilatadas, dificuldade para enxergar.
  • Distúrbios cardíacos
  • Parada de batimento cardíaco, ataque cardíaco.
  • Distúrbios vasculares
  • Dormência dos dedos, formigamento e mudança de cor (do branco ao azul, depois vermelho) no frio («fenômeno de Raynaud»).
  • Distúrbios respiratórios
  • Garganta inflamada, falta de ar.
  • Distúrbios gastrintestinais
  • Diarreia, constipação.
  • Distúrbios da pele
  • Inchaço da face e da garganta, vermelhidão da pele, grandes manchas vermelhas na pele que aparecem algumas horas após tomar o medicamento.
  • Distúrbios musculoesqueléticos
  • Dores musculares, espasmos musculares.
  • Distúrbios renais e urinário
  • Sangue na urina.
  • Distúrbios do sistema reprodutor e da mama
  • Inchaço das mamas em homens.
  • Distúrbios gerais
  • Dor no peito, cansaço, morte súbita.
  • Laboratorial
  • Sons anormais do coração.
  • Se um desses efeitos ocorrerem, o médico deve ser avisado.
  • Se você perceber alguma outra reação adversa não mencionada nesta bula, por favor informe ao seu médico ou farmacêutico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

  1. População Especial do Ritalina
  2. Gravidez e lactação
  3. Gravidez

Informe ao seu médico se você esta grávida ou achar que pode estar grávida.A Ritalina ® não deve ser usada durante a gravidez, a não ser que seja especificamente prescrita pelo seu médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

  • Composição do Ritalina
  • Cada comprimido de Ritalina ® contém:
  • 10 mg de cloridrato de metilfenidato.
  • Excipientes:
  • fosfato de cálcio tribásico, lactose, amido, gelatina, estearato de magnésio e talco.
  • Apresentação do Ritalina
  • Ritalina ® 10 mg – embalagens contendo 30 ou 60 comprimidos.
  • Via oral.
  • Uso adulto e pediátrico acima de 6 anos.
  • Superdosagem do Ritalina

Se muitos comprimidos de Ritalina ® forem acidentalmente tomados, vá imediatamente ao médico ou à emergência do hospital mais próximo. Informe ao médico em que momento foram tomados os comprimidos. Você pode necessitar de assistência médica. Os sintomas de superdose são vômitos, agitação, dor de cabeça, tremores, espasmos musculares, batimento cardíaco irregular, rubor, febre, sudorese, dilatação das pupilas, dificuldade em respirar, confusão e convulsões; espasmos musculares, febre, urina vermelho-marrom que podem ser possíveis sinais de ruptura anormal de músculos (rabdomiólise).

  • Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
  • Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
  • Interação Medicamentosa do Ritalina Teste para drogas A Ritalina ® pode dar resultado falso positivo em testes para o uso de drogas.
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Isto inclui testes utilizados no esporte. Este medicamento pode causar dopping, Usar Ritalina ® com alimento e bebida Não ingira bebidas alcoólicas enquanto estiver tomando Ritalina ®, O álcool pode piorar as reações adversas de Ritalina ®, Lembre-se que alguns alimentos e medicamentos contêm álcool.

  1. Você pode tomar os comprimidos de Ritalina ® com ou sem alimentos.
  2. Ingestão concomitante com outras substâncias
  3. Informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente algum outro medicamento, incluindo fitoterápicos ou medicamentos isentos de prescrição.
  4. Não tome Ritalina ® se estiver tomando:

Um medicamento chamado «inibidor da monoamino oxidase» (IMAO, utilizado no tratamento da depressão) ou tiver tomado IMAO nas últimas duas semanas. Tomar um IMAO e Ritalina ® pode causar um aumento súbito da pressão sanguínea.

É importante avisar ao médico ou farmacêutico se você estiver tomando algum dos seguintes medicamentos, uma vez que pode ser necessário alterar a dose ou em alguns casos parar um dos medicamentos:

  • Que aumentam a pressão sanguínea;
  • Antidepressivos tricíclicos (utilizados no tratamento da depressão);
  • Agonistas alfa-2 como a clonidina (utilizada no tratamento da pressão alta);
  • Anticoagulantes orais (usados na prevenção de coágulos no sangue);
  • Alguns anticonvulsivantes (usados no tratamento de crises convulsivas);
  • Fenilbutazona (usado para tratar dor ou febre);
  • Medicamentos que influenciam o nível de dopamina no corpo (medicamentos dopaminérgicos, usados para o tratamento da Doença de Parkinson ou psicoses);
  • Medicamentos que aumentam o nível de serotonina no corpo (medicamentos serotoninérgicos, como por exemplo aqueles usados para tratar depressão, como sertralina e venlafaxina).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Interação Alimentícia do Ritalina Uso com álcool O álcool pode exacerbar os efeitos adversos de fármacos psicoativos no SNC, inclusive de Cloridrato De Metilfenidato.

É, portanto, recomendável que os pacientes abstenham-se de álcool durante o tratamento. Ação da Substância Ritalina Resultados da eficácia Cloridrato De Metilfenidato tem sido usada há mais de 50 anos no tratamento de TDAH. A sua eficácia no tratamento do TDAH está bem estabelecida. Além de melhorar os sintomas principais do TDAH, o metilfenidato também melhora os comportamentos associados com TDAH, tais como desempenho escolar prejudicado e função social.

Estudos publicados mostram que a Cloridrato De Metilfenidato melhora significativamente a sonolência diurna e cataplexia. Crianças com TDAH Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) foi avaliada em um estudo clínico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, grupo paralelo no qual 134 crianças, com idades entre 6 a 12 anos, com diagnóstico DSM-IV de Transtorno de Deficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) receberam uma dose única de manhã de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) no intervalo de 10 a 40 mg/dia, ou placebo, por até 2 semanas.

  1. As doses ideais estabelecidas para cada paciente foram determinadas em fase de titulação anterior à randomização.
  2. A variável primária de eficácia foi a mudança da linha de base para a classificação final na escala para professores TDAH/DSM-IV (CADS-T).
  3. O CADS-T avalia sintomas de hiperatividade e desatenção.

A análise da variável de eficácia primária mostrou uma diferença de tratamento significativa em favor do tratamento da Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) (plt;0,0001). Um efeito estatisticamente significativo no tratamento para a Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) em relação ao placebo também foi encontrado em todas as análises dos CADS das variáveis de eficácia secundária, bem como em duas análises post-hoc para os subtipos de diagnóstico de TDAH (tipo combinado, tipo desatento).

  1. Os resultados das análises de eficácia primária e secundária encontram-se resumidos na Tabela a seguir.
  2. Tabela 1: Escala para professores e pais TDAH/DSM-IV, alteração da linha de base (população ITT, análises LOCF) 1 Pontuação no final do período placebo-washout menos pontuação final.2 Desvio padrão.3 Ddois pacientes (um em cada grupo de tratamento) não tiveram valores basais CADS-T, mas tiveram valores após a randomização.

Eles não foram, portanto, incluídos nas descrições estatísticas. Adultos com TDAH Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) foi avaliada em um estudo (RIT124D2302) randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, multicêntrico, no tratamento de 725 pacientes adultos (395 homens e 330 mulheres) com diagnóstico de TDAH de acordo com critérios de TDAH do DSM-IV.

  1. Confirmar o intervalo clinicamente eficaz e seguro de dose de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) para adultos (18 a 60 anos de idade) em um período de grupos paralelos de 9 semanas, duplo-cego, randomizado, controlado por placebo, (Período 1), constituído por uma fase de titulação de 3 semanas seguida por uma fase de dose fixa de 6 semanas (40, 60, 80 mg/dia ou placebo). Subsequentemente, os pacientes foram reajustados para sua dose ótima de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) (40, 60 ou 80 mg / dia) durante um período de 5 semanas (Período 2).
  2. Avaliar a manutenção do efeito de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) em adultos com TDAH em um estudo de retirada de 6 meses, duplo-cego, randomizado (Período 3).

A eficácia foi avaliada usando a escala de avaliação DSM-IV de TDAH (DSM-IV TDAH RS) para o controle sintomático e Escala de Deficiência de Sheehan (SDS) para melhoria funcional como a mudança nas pontuações totais do início até o final do primeiro período, respectivamente.

  • Todas as doses de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) mostraram significativamente maior controle dos sintomas (plt;0,0001 para todas as doses) em relação ao placebo, medido por uma redução na pontuação total no DSM-IV TDAH RS.
  • Todas as doses de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) mostraram significativa melhoria funcional (p = 0,0003 a 40 mg, p = 0,0176 a 60 mg, plt;0,0001 a 80 mg), em comparação com placebo, conforme medido pela redução na pontuação total SDS (vide tabelas abaixo).

Foi demonstrada eficácia clínica significativa em todas as doses Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) utilizando escalas médicas de classificação, escalas de autoavaliação e escalas de classificação de observação, Os resultados foram consistentemente a favor da Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) em relação ao placebo em todas as avaliações no Período 1.

  • Tabela 2: Análise de melhoria a partir do basal 1 até o fim do Período 1 na pontuação total DSM IV ADHD RS e pontuação total por tratamento / (LOCF *) SDS para o Período 1
  • * LOCF – última observação realizada na visita final para cada paciente com dados do estudo de 6 semanas de dose fixa do Período 1,** LS médio – Mínimos Quadrados de alterações médias no modelo de Análise de Covariância (ANCOVA) com o grupo de tratamento e centro como fatores e início pontuação total DSM-IV ADHD RS e pontuação total SDS como covariável,
  • *** nível de significância = o nível final de dois lados de significância (alfa) para o teste seguindo o procedimento gatekeeping estendido

A manutenção de efeito da Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) foi avaliada pela medição da porcentagem de falha do tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) em comparação com o grupo do placebo ao fim de um período de manutenção de 6 meses (vide Tabela abaixo).

  • Uma vez que a dose de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) foi otimizada no Período 2, cerca de 79% dos pacientes continuaram a manter o controle da doença por um período de pelo menos 6 meses (plt;0,0001 vs placebo).
  • Uma razão de probabilidade de 0,3 sugere que pacientes tratados com placebo tiveram uma chance três vezes maior de apresentar uma falha no tratamento em comparação com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada).

Tabela 3: Porcentagem de falhas do tratamento durante o Período 3 * Valor-p de dois lados baseado na comparação entre cada grupo Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) e placebo utilizando o modelo de regressão logística.** Nível de significância = o nível final de dois lados de significância (alfa) para o teste seguindo o procedimento gatekeeping estendido Pacientes que entraram no Período 3 completaram um total de 5 a 14 semanas de tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) nos Períodos 1 e 2.

Os pacientes do grupo placebo no Período 3 não apresentaram aumento nos sinais de abstinência e rebote em comparação com pacientes que continuaram o tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada). O estudo realizado em adultos não sugere diferença na eficácia ou segurança entre os subgrupos de gênero.

A eficácia e segurança de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) a longo prazo em pacientes adultos foi avaliada em um estudo de extensão aberto, de 26 semanas, com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) em 298 pacientes adultos com TDAH (RIT124D2302E1).

Somando todos os pacientes em ambos os estudos, um total de 354 pacientes receberam Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) continuamente por mais de 6 meses e 136 pacientes, por mais de 12 meses. O perfil de segurança da Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) não se alterou com a maior duração do tratamento em pacientes adultos com TDAH.

O perfil de segurança observado no estudo RIT124D2302E1 foi similar ao observado no estudo RIT124D2302. Nenhuma reação adversa séria inesperada ou reações adversas foram observadas nesta extensão do estudo, e as reações adversas comumente observadas eram esperadas e impulsionadas pela atividade farmacológica.

  • Além disso, o tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) consistentemente demonstrou eficácia clínica durante o estudo, quando utilizado escalas de autoavaliação e escalas de avaliação pelo médico (ou seja, DSM-IV TDAH RS, CGI-I e CGI-S).
  • Os resultados foram consistentemente em favor do tratamento com Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) em todas as avaliações.

Os pacientes continuaram a apresentar melhora sintomática e redução no prejuízo funcional ao longo do estudo, demonstradas pela alteração média na pontuação total DSM-IV TDAH de -7,2 pontos e a variação média na pontuação total SDS, de -4,8 pontos, quando avaliado em relação à extensão do basal.

  1. Características Farmacológicas
  2. Grupo farmacoterapêutico:
  3. psicoestimulante.
  4. Código ATC:
  5. NO6B AO4.
  6. Mecanismo de ação/ farmacodinâmica
  7. A Cloridrato De Metilfenidato é um composto racêmico que consiste de uma mistura 1:1 de d-metilfenidato e l-metilfenidato.

A Cloridrato De Metilfenidato é um fraco estimulante do sistema nervoso central, com efeitos mais evidentes sobre as atividades mentais do que nas ações motoras. Seu mecanismo de ação no homem ainda não foi completamente elucidado, mas acredita-se que seu efeito estimulante seja devido a uma inibição da recaptação de dopamina no estriado, sem disparar a liberação de dopamina.

  1. O mecanismo pelo qual a Cloridrato De Metilfenidato exerce seus efeitos psíquicos e comportamentais em crianças não está claramente estabelecido, nem há evidência conclusiva que demonstre como esses efeitos se relacionam com a condição do sistema nervoso central.
  2. O l-enantiômero parece ser farmacologicamente inativo.

O efeito do tratamento com 40 mg de cloridrato de dexmetilfenidato, o d-enantiômero farmacologicamente ativo de Cloridrato De Metilfenidato, no intervalo QT/QTc foi avaliado em um estudo com 75 voluntários sadios. O prolongamento máximo significativo dos intervalos QTcF foi lt; 5 ms, e o limite superior no intervalo de confiança de 90% foi inferior a 10 ms para todas as comparações de tempo versus o placebo.

  • Farmacocinética
  • Absorção
  • Comprimidos:

Após administração oral, a substância ativa (cloridrato de metilfenidato) é rápida e quase completamente absorvida. Pelo extenso metabolismo de primeira passagem, sua biodisponibilidade absoluta foi de 22±8% para o d- enantiômero e 5±3% para o l-enantiômero.

A ingestão junto com alimentos não tem efeitos relevantes na absorção. Concentrações plasmáticas máximas de aproximadamente 40 nmol/L (11 ng/mL) são obtidas em média 1 a 2 horas após a administração. As concentrações plasmáticas máximas variam acentuadamente entre os pacientes. A área sob a curva de concentração plasmática (AUC) e a concentração plasmática máxima (C máx ) são proporcionais à dose.

Cápsulas de liberação modificada: Após administração oral de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) (cápsulas de liberação modificada) à crianças diagnosticadas com TDAH e adultos, o metilfenidato é rapidamente absorvido e produz perfil bimodal de concentração-tempo no plasma (ou seja, dois picos distintos separados por aproximadamente 4 horas).

A biodisponibilidade relativa de Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) administrada uma vez ao dia é comparável à mesma dose total de Cloridrato De Metilfenidato ou comprimidos de metilfenidato, administrados duas vezes ao dia em crianças e em adultos. As flutuações entre o pico e a depressão das concentrações de metilfenidato no plasma são menores para Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) administrada uma vez ao dia quando comparada com os comprimidos de Cloridrato De Metilfenidato, administrados duas vezes ao dia.

Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) pode ser administrada com ou sem alimento. Não houve diferenças na biodisponibilidade da Cloridrato De Metilfenidato LA (cápsulas de liberação modificada) quando administrada com o café da manhã leve ou rico em gorduras, em comparação com a administração em jejum.

  • Não há evidências de flutuação de dose na presença ou ausência de alimento.
  • Para pacientes incapazes de engolir a cápsula, o conteúdo pode ser espalhado em alimentos leves, como suco de maçã, e administrado.
  • Distribuição No sangue, o metilfenidato e seus metabólitos são distribuídos entre o plasma (57%) e os eritrócitos (43%).

A ligação com as proteínas plasmáticas é baixa (10 a 33%). O volume de distribuição foi 2,65±1,11 L/kg para d-metilfenidato e 1,80±0,91 L/kg para l-metilfenidato. A excreção de metilfenidato no leite materno foi observada em dois casos relatados onde a dose relativa infantil calculada foi ≤ 0,2% do peso ajustado à dose materna.

Eventos adversos não foram observados em crianças (de 6 meses a 11 meses de idade). Biotransformação/metabolismo A biotransformação do metilfenidato pela carboxilesterase CES1A1 é rápida e extensiva. As concentrações plasmáticas máximas do principal metabólito diesterificado, o ácido alfa-fenil-2-piperidino acético (ácido ritalínico), são atingidas aproximadamente 2 horas após a administração e são 30 a 50 vezes mais altas do que as da substância inalterada.

A meia-vida do ácido alfa-fenil-2-piperidino acético é cerca de duas vezes a do metilfenidato e seu clearance (depuração) sistêmico médio é de 0,17 L/h/kg. Apenas pequenas quantidades dos metabólitos hidroxilados (ex.: hidroximetilfenidato e ácido hidroxirritalínico) são detectáveis.

A atividade terapêutica parece ser exercida principalmente pelo composto precursor. Eliminação O metilfenidato é eliminado do plasma com meia-vida média de 2 horas. O clearance (depuração) sistêmico é 0,40±0,12 L/h/kg para d-metilfenidato e 0,73±0,28 L/h/kg para l-metilfenidato. Após a administração oral, 78 a 97% da dose administrada é excretada pela urina e 1 a 3% pelas fezes sob a forma de metabólitos, em 48 a 96 horas.

Apenas pequenas quantidades (lt;1%) de metilfenidato inalterado aparecem na urina. A maior parte da dose é excretada na urina como ácido alfa-fenil-2-piperidino acético (60-86%).

  1. Populações especiais
  2. Efeito da idade:
  3. Não há diferenças aparentes na farmacocinética do metilfenidato entre crianças hiperativas e voluntários adultos sadios.
  4. Pacientes com insuficiência renal:

Dados de eliminação de pacientes com função renal normal sugerem que a excreção renal do metilfenidato inalterado dificilmente seria diminuída na presença de redução da função renal. Entretanto, a excreção renal do metabólito ácido alfa-fenil-2-piperidino acético pode ser reduzida.

  • Dados de segurança pré-clínicos
  • Toxicidade reprodutiva
  • O metilfenidato é considerado possivelmente teratogênico em coelhos.

Espinha bífida com má rotação nos membros posteriores foi observada em duas diferentes ninhadas em que foi administrada dose de 200 mg/kg/dia. A exposição (AUC) nesta dose foi aproximadamente 5,1 vezes maior do que a exposição extrapolada da dose máxima recomendada humana (MRHD).

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Em exposição a uma dose inferior seguinte, de 0,7 vezes a exposição extrapolada da MRHD, não foi encontrada espinha bífida. Um segundo estudo foi conduzido com uma dose alta de 300 mg/kg, o qual foi considerado maternalmente tóxico. Nenhuma espinha bífida foi verificada em 12 ninhadas (92 fetos) sobreviventes.

A exposição (AUC) a 300 mg/kg foi de 7,5 vezes a exposição extrapolada na MRHD. O metilfenidato não é teratogênico em ratos. Toxicidade no desenvolvimento fetal foi observada em uma dose alta de 75 mg/kg (20,9 vezes maior que a exposição (AUC) na MRHD) e consistiu de um aumento em instância de fetos com ossificação retardada do crânio e do hioide tão bem quanto de fetos com a costela supernumerária curta.

  1. Quando o metilfenidato foi administrado em ratos durante a gravidez e lactação, em doses de até 45 mg/kg/dia (cerca de 26 vezes maior do que a MRHD em mg/kg), o ganho de peso corporal da prole foi diminuído com a dose mais elevada, mas não foram observados outros efeitos sobre o desenvolvimento pós-natal.
  2. Carcinogenicidade
  3. Em um estudo de carcinogenicidade ao longo da vida realizado em camundongos B6C3F1, o metilfenidato causou um aumento de adenomas hepatocelulares (tumor benigno) e, somente em machos, levou a um aumento de hepatoblastomas (tumor maligno) em doses diárias de aproximadamente 60 mg/kg/dia, cerca de 35 vezes maior do que a dose máxima recomendada a humanos (MRHD) em mg/kg.

Hepatoblastoma é um tipo de tumor maligno relativamente raro em roedor. Não houve um aumento generalizado no número de tumores hepáticos malignos. A cepa de camundongo utilizada é particularmente sensível ao desenvolvimento de tumores hepáticos. Pensa-se que os hepatoblastomas podem ser devido a mecanismos não genotóxicos, tais como aumento na proliferação de células hepáticas.

  1. Isto é consistente com o aumento do peso do fígado observado neste estudo de carcinogenicidade em ratos.
  2. O metilfenidato não causou qualquer aumento de tumores durante o estudo F344 de carcinogenicidade realizado em ratos; a dose mais elevada utilizada foi de aproximadamente 45 mg/kg/dia (cerca de 26 vezes maior do que a MRHD em mg/kg).

Genotoxicidade Em um estudo com metilfenidato in vitro com uma cultura de células ovarianas de hamsters Chinês observou-se um aumento nas aberrações cromossômicas e na troca das cromátides-irmãs. No entanto, não se observou efeito de genotoxicidade em vários outros estudos, incluindo efeitos mutagênicos em três testes in vitro (teste de mutação reversa de Ames, teste de mutação progressiva de linfomas de camundongos, teste de aberração cromossômica de linfócitos humanos) e não houve evidência de efeitos clastogênicos ou aneugênicos em dois estudo in vivo de micronúcleo da medula óssea de camundongo, com doses superiores a 250 mg/kg.

  • Foram usados em um destes estudos ratos B6C3F1 da mesma cepa que apresentou tumores hepáticos no bioensaio de câncer.
  • Além disso, não houve potencial genotóxico como avaliado pela medição de mutações cII no fígado e nos micronúcleos em reticulócitos periféricos em ratos Big Blue, de micronúcleos em reticulócitos sanguíneo periférico, mutações HPRT e aberrações cromossômicas em linfócitos sanguíneos periféricos de macacos rhesus, mutações no locus pig-A em ratos adolescentes, frequência de reticulócitos de micronúcleos no sangue e danos no DNA nas células do sangue, cérebro e fígado de ratos machos adultos tratados durante 28 dias consecutivos, e através da medição de micronúcleos em eritrócitos sanguíneos periféricos de ratos.

Toxicidade juvenil Em um estudo convencional conduzido em ratos jovens, o metilfenidato foi administrado por via oral em doses de até 100 mg/kg/dia durante 9 semanas, começando no início do período pós-natal (dia 7 após o nascimento) e continuando até a maturidade sexual (semana 10 pós-natal).

Quando os animais foram testados quando adultos (13-14 semanas pós-natal), foi observada uma diminuição da atividade locomotora espontânea em machos e fêmeas tratados previamente com 50 mg/kg/dia ou mais, e um deficit na aquisição de uma tarefa de aprendizagem especifica foi observado em fêmeas expostas a uma dose mais elevada de 100 mg/kg/dia (cerca de 58 vezes maior que a MRHD em mg/Kg).

A relevância clínica destas descobertas é desconhecida.

  • Cuidados de Armazenamento do Ritalina
  • O produto deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C).
  • Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas Comprimido branco, redondo, plano. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

  1. Indústria Brasileira
  2. Fabricado por:
  3. Anovis Industrial Farmacêutica Ltda.Taboão da Serra, SP
  4. Venda sob prescrição médica.
  5. Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.

: Bula do Ritalina | Blog dr.consulta

Qual o melhor horário para tomar Ritalina?

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. RITALINA LA deve ser tomada diariamente pela manhã, com ou sem alimento. As cápsulas devem ser engolidas inteiras com água. O seu conteúdo não deve ser triturado, mastigado ou dividido.

Porque Ritalina causa ansiedade?

Luzia Gomes Caseiro Paião, 37, é estudante de Enfermagem na Unoeste e casada com o empresário Marcelo Dias Paião, 41. Juntos, eles têm a Verônica de 13 anos, que desde os seis foi diagnosticada com dislexia e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e faz tratamento com o metilfenidato, mais conhecido por Ritalina.

Nesta segunda-feira (16), o casal esteve no Teatro César Cava da universidade para assistirem a palestra «Da Ritalina® ao suicídio: o que está acontecendo com os estudantes», ministrada pelo psiquiatra coordenador do Ambulatório Regional de Transtornos de Ansiedade do Hospital Regional (HR), Samuel Augusto Ferreira Aurélio.

Organizada pelo curso de Medicina da universidade, em parceria com a Liga de Toxicologia, a atividade está contextualizada na 20ª Semana de Prevenção ao Uso de Drogas (Sepreud). Para Luiza, essa iniciativa foi uma ótima oportunidade de se informar. «Há alguns anos, quando a nossa filha começou a tomar esse medicamento, não tínhamos muito conhecimento, até havia receio se o que estávamos fazendo era certo ou não».

  1. Paião lembra que, com o passar do tempo, o casal buscou estar mais por dentro do assunto.
  2. Além disso, acompanhamos a melhora gradativa da nossa filha, no que diz respeito ao seu desenvolvimento intelectual.
  3. Graças a essa evolução, a dosagem do remédio foi reduzida e, hoje, continuamos com o acompanhamento de vários profissionais entre neurologista, psicólogo e psicopedagogo».

Foto: Gabriela Oliveira Ritalina Para Que Serve Luzia e Marcelo Paião buscaram informação sobre o assunto na Unoeste; filha do casal utiliza o medicamento há 7 anos O relato acima é uma história positiva do uso da Ritalina, todavia, Aurélio alerta que todo medicamento, dependendo da dose, pode ser benéfico ou trazer danos à saúde.

  1. Existem diversas contraindicações para o metilfenidato, sendo que a primeira delas é a ansiedade e retenção, características predominantes em universitários, estudantes e concurseiros que buscam nessa substância, os efeitos que ela provoca no Sistema Nervoso Central (SNC)».
  2. Médico psiquiatra na secretaria municipal de saúde, Aurélio que também é docente do curso de Medicina da Unoeste, explica que a Ritalina é conhecida como a droga da atenção.

«Esse medicamento estimula várias regiões do SNC, provocando a ativação do córtex e o aumento do nível de alerta. Consequentemente, a concentração da atividade mental sobre um objeto determinado é maior». De acordo com ele, a utilização da substância de forma indiscriminada e sem prescrição médica pode precipitar outras patologias psiquiátricas.

«Transtornos de ansiedade e de humor, ataques de pânico, fobias específicas e até mesmo quadros de psicose podem surgir com essa utilização irregular. Fazendo um link com a questão do suicídio, um dos fatores predisponentes para esse ato, é justamente a comorbidade psiquiátrica de pessoas com transtornos mentais, abusadores em potencial ou de dependentes químicos», esclarece.

A 20ª edição da Sepreud contou com uma plateia que lotou as dependências do teatro, com mais de 400 pessoas, entre acadêmicos de diversas graduações da instituição e de outras como da Unesp, além de profissionais da comunidade em geral. É o caso da Ana Paula Marcilio e Rosângela Santos Lima, respectivamente, psicóloga e enfermeira do Lar Santa Teresinha do Menino Jesus na Providência de Deus de Presidente Prudente, que vieram com a amiga Gabriele da Silva Reis Pessoa, que também é enfermeira.

  1. Atuo em uma comunidade terapêutica gratuita que busca a recuperação de adolescentes e adultos do sexo feminino dependentes de álcool e drogas.
  2. Para mim, essa abordagem é de suma importância, pois pode me dar uma visão mais detalhada sobre a Ritalina», expõe Ana Paula.
  3. Para a acadêmica do 4º termo de Medicina, Gabriela Piai, o uso desenfreado do metilfenidato é uma realidade que está bem próxima.

«Não tem como fechar os olhos para essa situação e, por isso, acho relevante esse momento de reflexão na universidade». Roberta Sila Barbosa, cursa o 7º termo de Psicologia e é presidente da Liga de Toxicologia. «Desde quando iniciei a graduação tive a pretensão de me envolver em questões ligadas à prevenção ao uso de drogas».

  1. Ela conta que já passou por experiências de recuperação de dependentes químicos.
  2. Essa batalha que muitos travam diariamente é possível e pode ser vencida.
  3. Mas antes que ela aconteça, podemos quebrar tabus e discutir temas como o de hoje, que podem ajudar a orientar esses estudantes para que eles não se tornem dependentes desse medicamento».

Bodas de porcelana – Há 20 anos, o curso de Medicina promove a Semana de Prevenção ao Uso de Drogas e quem esteve à frente desde o início é a professora da graduação Dra. Rita de Cassia Bomfim Leitão Higa. «Infelizmente, a droga está presente em todo o país, independentemente do lugar ou classe social.

O aluno informado é mais capacitado a dizer não, quando ele não sabe do que se trata, simplesmente é atraído pelo prazer sem ponderar as consequências Temos que enfrentar essa situação com seriedade e é isso que a universidade fez durante todo esse tempo, promovendo o trabalho de orientação e informação para a comunidade acadêmica e população em geral».

Ela acrescenta que a Liga de Toxicologia, que também está na organização da iniciativa, é multidisciplinar e conta com estudantes dos cursos de Medicina, Psicologia e Enfermagem. «Essa extensão integralizada é de grande importância, pois a universidade e a saúde não são feitas por um só curso», encerra a docente.

Quanto tempo dura o efeito do Ritalina?

O efeito da substância pode começar a ser sentido entre 20 a 60 minutos após o consumo, atingindo seu ponto máximo de ação aproximadamente duas horas depois. A duração do efeito varia de três a cinco horas. No caso dos comprimidos de liberação prolongada, como o Ritalina LA, o efeito pode durar até 12 horas.

O que acontece se tomar Ritalina sem ter TDAH?

Nos casos de uso indevido, como a Ritalina funciona no corpo? – Estudos apontam que quando não há TDAH ou narcolepsia, os efeitos do medicamento são parecidos aos placebos, porém, há chances maiores de sofrer com efeitos colaterais graves. Além disso, não podemos nos esquecer do potencial de dependência química e psicológica devido à sua ação nos níveis de noradrenalina e dopamina.

  1. Dito isto, então por que o medicamento se tornou tão popular e utilizado por quem deseja melhorar o seu desempenho, seja nos estudos ou no trabalho? Provavelmente porque, a curto prazo, a Ritalina traz alguns efeitos desejáveis no corpo, como a inibição do sono.
  2. No caso de estudantes ou executivos, por exemplo, pode haver uma necessidade de se manter alerta para tornar o dia mais produtivo.

Em relação ao sono, há muitos perigos, pois uma rotina de sono defasada impacta a saúde do corpo e da mente. Quando uma pessoa dorme pouco por muitos dias seguidos, os sintomas começam a surgir:

  • Cansaço;
  • Baixa imunidade;
  • Redução da capacidade de memorização.

Outro ponto importante é que apesar de, a princípio, os usuários relatarem que o foco e a concentração melhoram com o uso da Ritalina, esse fato logo se torna inverídico. Isso porque o sistema nervoso que funciona corretamente não precisa de estímulos extras.

Quem recomenda a Ritalina?

O que saber antes de usar esse remédio? – O uso desse remédio deve ser feito somente por prescrição de um médico. Portanto, você deve seguir todas as instruções para que ele tenha o efeito desejado. Caso você tenha alguns dos sintomas a seguir, o medicamento deve ser usado com cautela. Por isso, informe o seu médico o mais rápido possível se você tem:

Ereções anormais e dolorosas durante ou após o fim do tratamento; Sintomas como agitação, tremor, contração muscular, alta temperatura, náuseas e vômitos enquanto usa metilfenidato com outros remédios que aumentam a serotonina do corpo; Histórico de alcoolismo ou uso de drogas; Desmaios; Hipertensão; Qualquer problema ou anormalidade cardíaca; Distúrbios nos vasos sanguíneos cerebrais; Distúrbios mentais e sintomas psicóticos; Comportamento agressivo; Pensamentos suicidas; Tiques motovos ou histórico familiar de tiques.

Quem tem TDAH tem que tomar Ritalina todo dia?

É frequente o uso de Ritalina no tratamento do TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), mas abordagens devem ser individuais. Entenda. O uso de Ritalina no tratamento do TDAH (transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) é frequente.

Pode tomar Ritalina todos os dias?

O uso continuado e abusivo da Ritalina pode levar o paciente a uma dependência e ainda existe a possibilidade de produzir transtornos que necessitarão de tratamento psiquiátrico.

Quanto tempo a Ritalina começa a fazer efeito?

O efeito da substância pode começar a ser sentido entre 20 a 60 minutos após o consumo, atingindo seu ponto máximo de ação aproximadamente duas horas depois. A duração do efeito varia de três a cinco horas. No caso dos comprimidos de liberação prolongada, como o Ritalina LA, o efeito pode durar até 12 horas.

Para que este medicamento é indicado?

Medicamentos são substâncias que objetivam curar doenças ou aliviar sintomas. São usados para trazer bem estar, porém, se os devidos cuidados não forem tomados, podem causar problemas. – verifique sempre o prazo de validade dos medicamentos antes de usá-los; – não use medicamentos com embalagens estragadas, sem rótulo ou bula; – não utilize a mesma receita médica mais de uma vez, pois um medicamento que foi usado antigamente pode não ser o correto hoje; – não compre medicamentos que foram indicados por vizinhos ou amigos; fale primeiro com seu médico; – não misture medicamentos sem a devida orientação; – ao comprar um medicamento peça informações sobre possíveis reações indesejáveis; – só use medicamentos com orientação de seu médico; – se apresentar algum sintoma diferente ao tomar um medicamento, procure seu médico; – siga sempre as orientações do médico quanto ao modo de usar e a dosagem; – bebês, mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem tomar medicamentos sem orientação médica; – evite consumir bebidas alcoólicas quando estiver fazendo uso de medicamentos.

Todo medicamento deve ser guardado em locais seguros, arejados, secos e protegidos da luz; nunca em cima da geladeira, no banheiro, embaixo de pias ou próximo de materiais de limpeza; sempre longe do alcance de crianças e de animais domésticos. Crianças e idosos devem ter cuidados especiais com a sua medicação.

Riscos de se ter uma «farmácia» em casa: – risco de usar medicamentos vencidos ou estragados; – risco de tomar medicamentos receitados para outras pessoas da família; – envenenamento acidental de crianças e de animais domésticos. Plantas medicinais podem auxiliar no tratamento de doenças, mas devem ser usadas com orientação adequada, pois também podem causar danos à saúde.

  • IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
  • As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.
  • Dica elaborada em dezembro de 2.009.
  • Fonte: Centro Brasileiro de Informações sobre Medicamentos (CEBRIM).

Orientação farmacêutica no uso de medicamentos. (Folder impresso)

Qual o melhor horário para tomar Ritalina?

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. RITALINA LA deve ser tomada diariamente pela manhã, com ou sem alimento. As cápsulas devem ser engolidas inteiras com água. O seu conteúdo não deve ser triturado, mastigado ou dividido.