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Quem NO Votou No Primeiro Turno Pode Votar No Segundo?

O que fazer quando não votou no primeiro turno?

Quem não votou no primeiro turno das Eleições 2022, ocorrido em 2 de outubro deste ano, tem até o próximo dia 1º de dezembro (quinta-feira) para apresentar a justificativa à Justiça Eleitoral, o que pode ser feito de forma online pelo aplicativo e-Título ou via Sistema Justifica,

  • Pelo e-Título, basta selecionar a opção «justificativa de ausência» e anexar a documentação comprobatória do motivo do não comparecimento ao pleito.
  • O aplicativo está disponível para download e pode ser baixado gratuitamente nas plataformas digitais Google Play (Android) e App Store (iOS).
  • Para pedidos feitos pelo Sistema Justifica, preencha o requerimento e anexe o comprovador da ausência às urnas, como atestado médico, comprovante de passagens ou declaração manuscrita e digitalizada, entre outros.

O Sistema possibilita acompanhar o status do pedido. Em ambos os meios, a justificativa será analisada pela juíza ou juiz eleitoral competente e pode ser aceita ou não. Em caso de indeferimento, poderá ser encaminhado pedido de reconsideração ou recurso.

  • Caso contrário, será aplicada multa por falta na eleição de 3% a 10% do valor utilizado como base de cálculo – o equivalente a R$ 35,13.
  • O valor ainda poderá ser multiplicado por 10 em razão da situação econômica do eleitor ou da eleitora (Resolução TSE nº 23.659/2021).
  • Já quem não votou no segundo turno tem até o dia 9 de janeiro de 2023 para realizar a justificativa.

Vale lembrar que cada turno é considerado um pleito diferente, ou seja, quem não votou nos dois turnos terá que justificar duas vezes, sendo uma para cada etapa da eleição. Quem mora no exterior tem 30 dias após retornar ao Brasil para apresentar a justificativa, ou em qualquer tempo se não houver retorno ao país.

Quem não votou no segundo turno pode votar?

O QUE DEVE FAZER O ELEITOR QUE DEIXAR DE VOTAR OU DE JUSTIFICAR EM TRÊS PLEITOS CONSECUTIVOS? Segundo o Art.7º, § 3º do Código Eleitoral, será cancelada a inscrição do eleitor que não votar em 3 (três) eleições consecutivas ou não pagar a multa ou não se justificar no prazo legal.

Ou seja, a obrigação existente na Lei eleitoral é de o eleitor votar ou pagar a multa ou justificar a sua ausência às urnas, e não há limites máximos de justificativas que um eleitor possa fazer e nem de multas que possam ser pagas. Portanto, o eleitor pode pagar a multa ou justificar sua ausência à votação quantas vezes forem necessárias, dentro das regras das leis e do prazo estipulado.

ELEITORES ISENTOS DE CANCELAMENTO Importante : os eleitores não obrigados ao voto (por exemplo, maiores de 70 anos ou analfabetos) não se enquadram nesta regra e, portanto, não terão a inscrição cancelada por não votar e nem justificar em três ou mais eleições consecutivas.

Aqueles eleitores que obtiverem certidão de quitação eleitoral por tempo indeterminado ( Res. TSE n.21.920/2004 ) também não terão inscrição sujeita a cancelamento (pessoas cuja deficiência torne o exercício do voto excessivamente oneroso). PAGAMENTO DA MULTA ELEITORAL caso o eleitor não consiga justificar sua ausência, ainda existe a possibilidade de quitar os débitos por três opções: 1 Através do sistema de quitação online, disponibilizado pelo TSE ; 2 através «do aplicativo e-titulo acessando o menu Mais opções» na tela Inicial e depois «Débitos eleitorais» para emissão do boleto e posterior pagamento; 3 Indo a qualquer cartório eleitoral presencialmente requerendo o boleto bancário para quitação.

COMO OCORRE O CANCELAMENTO DOS FALTOSOS? O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza aos Tribunais Regionais, por volta do mês de março de ano não eleitoral, a relação dos eleitores que deixaram de votar nos três últimos pleitos consecutivos com a informação dos procedimentos a serem seguidos pelos eleitores e do prazo máximo para regularização.

comparecer presencialmente a qualquer cartório eleitoral para emissão do boleto e pagamento na agência bancária; quitar seus débitos de forma online, na página do tse, no link para quitação de débitos para emissão do boleto e posterior pagamento; quitar seus débitos de forma online através do aplicativo e-titulo acessando o menu «Mais opções» na tela Inicial e depois «Débitos eleitorais» para emissão do boleto e posterior pagamento;

OBSERVAÇÃO: Após a quitação dos débitos de forma online, seja pelo link acima ou pelo aplicativo, o eleitor ainda precisará comparecer ao cartório eleitoral para comprovar a quitação da multa

O e-título pode ser baixado diretamente das lojas apple e android, conforme links abaixo: Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.jus.tse.eleitoral.etitulo&hl=pt_BR&gl=US Apple: https://apps.apple.com/br/app/e-t%C3%ADtulo/id1320338088 Caso o eleitor não quite seus débitos por um dos meios acima, terá como consequência o cancelamento de seu título eleitoral.

ELEITOR QUE SE ENCONTRAVA NO EXTERIOR Eleitor que se encontrava no exterior no dia das eleições tem o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de seu retorno ao Brasil, para comparecer ao cartório a fim de justificar sua ausência, do contrário, a quitação só poderá dar-se mediante pagamento de multa, lembrando que a data final para comparecimento é determinada anualmente pelo TSE, normalmente no início de maio.

ELEITOR QUE AINDA SE ENCONTRA NO EXTERIOR Deverá encaminhar, por via postal, requerimento de justificativa ao Juiz Eleitoral, acompanhado de documentos que comprovem sua permanência no exterior. CONSEQÜÊNCIA DO NÃO COMPARECIMENTO O não comparecimento do eleitor faltoso nos três últimos pleitos ao cartório eleitoral, para comprovação de que está amparado por dispositivo constitucional (voto facultativo); do exercício do voto; do pagamento da(s) multa(s) correspondente(s) ou apresentação de justificativa, implicará o cancelamento automático de sua inscrição.

DEIXEI DE COMPARECER E MINHA INSCRIÇÃO FOI CANCELADA. E AGORA? Vá até o cartório eleitoral da cidade onde você mora para efetivar a sua regularização, o que ensejará também a emissão do boleto de pagamento de sua multa eleitoral (R$ 3,50 por ausência a pleito). Após o pagamento, retorne ao cartório eleitoral e solicite uma revisão/ transferência de seu título eleitoral e ele será regularizado novamente.

DÚVIDAS PODERÃO SER DIRIMIDAS EM TODOS OS CARTÓRIOS ELEITORAIS DO ESTADO Endereço e Telefone das Zonas Eleitorais do Estado do Pará OBSERVAÇÃO : No ano de 2021, por conta da pandemia e da anistia geral de débitos decretada pelo TSE na Resolução 23.637/2021, não houve cancelamento de faltosos.

Quantas pessoas deixou de votar no primeiro turno?

32 milhões de cidadãos não votaram no primeiro turno das eleições Eleições 2022 Cerca de 21 por cento dos eleitores brasileiros não compareceram às seções eleitorais no primeiro turno. Rondônia, Mato Grosso e Rio de Janeiro foram os estados com maior abstenção. Quem NO Votou No Primeiro Turno Pode Votar No Segundo Edilson Rodrigues/Agência Senado Transcrição 32 MILHÕES DE ELEITORES NÃO VOTARAM NO PRIMEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES EM 2022. PROPORCIONALMENTE, RONDÔNIA, MATO GROSSO E RIO DE JANEIRO FORAM OS ESTADOS COM A MAIOR ABSTENÇÃO. REPORTAGEM DE RODRIGO RESENDE.32 milhões e 700 mil eleitores que estavam aptos para votar no primeiro turno não compareceram às seções eleitorais.

  • Isso representa quase 21 por cento dos eleitores.
  • O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, destaca, no entanto, que o índice é semelhante à média histórica de abstenção.
  • Alexandre – Nós tivemos um número de abstenção semelhante à média das outras eleições, em torno de 20,89%.
  • A eleição passada, em 2020, foi um pouquinho maior, 23,15%.

Mas, Obviamente, em virtude da pandemia. Isso acabou elevando o número de abstenção. Mas a média em torno de 20% permaneceu. Os estados com maior abstenção em termos proporcionais foram Rondônia, Mato Grosso e Rio de Janeiro. Já aqueles com o menor número de faltosos foram Roraima, Paraíba e Ceará.

O que precisa para ganhar em primeiro turno?

‘50%+1’: Quantos votos um candidato precisa para ganhar no 1º turno das eleições? Entenda Desde as primeiras horas da votação neste domingo, internautas têm buscado saber qual a regra para que um candidato seja eleito ainda no primeiro turno das eleições gerais.

  • De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para conquistar o pleito sem precisar prorrogar a campanha é preciso receber no mínimo 50% dos votos válidos, que são aqueles que excluem os brancos e nulos, e mais um único voto.
  • Nas redes sociais, muitos usuários disseram acreditar que é preciso alcançar 51% nas urnas — mas isso não é verdade.

Existem dois sistemas de votação nas eleições brasileiras: o proporcional, que é válido para deputados federais, estaduais e vereadores; e o majoritário, quando a disputa é entre candidatos a presidente, governador, senador e prefeito. No caso do sistema majoritário, a eleição em dois turnos só ocorre para os cargos do Executivo, ou seja, para presidentes, governadores e prefeitos.

Para ser eleito em qualquer uma dessas funções, o candidato precisa alcançar a maioria absoluta dos votos. Isso significa que é necessário ter mais da metade dos votos válidos, com ao menos 50% + 1. Uma publicação feita pelo professor de direito e relações internacionais Fabrício Pontin explicou a questão.

Com mais de 61 mil curtidas no Twitter, os comentários indicam que a informação ainda é desconhecida para muitas pessoas. Um outro internauta ajudou a esclarecer o assunto:

Quem não votou nem justificou no primeiro turno?

Além do e-Título, o eleitor poderá fazer o pedido através do Sistema Justifica, mediante o preenchimento do requerimento de justificativa e da apresentação do documento que comprove o seu impedimento no dia da eleição.

É possível ter um terceiro turno?

Nas eleições 2022 para presidente, governador e prefeitos de cidades com mais de 200 mil eleitores, a Constituição Federal prevê a possibilidade de segundo turno para determinar um vencedor na disputa ao Executivo. Não existe previsão de terceiro turno, segundo a lei. LEIA MAIS: Não votei no primeiro turno.

Quem não votou na última eleição pode votar na próxima?

Quem não votou apenas na última eleição poderá votar na próxima Se o eleitor deixou de votar apenas na última eleição, mas votou normalmente nas anteriores, ele poderá votar na próxima normalmente. O título só é cancelado – impedindo o eleitor de votar – se ele deixar de votar em três turnos de eleição consecutivos e não justificar sua ausência perante a Justiça Eleitoral.

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O que quer dizer abstenção de voto?

De acordo com o glossário do TSE, a abstenção eleitoral é o termo usado para definir a não-participação do eleitor no ato de votar. O índice que vemos por aí é calculado como o percentual de eleitores que, mesmo tendo o direito de votar, não se apresentam às urnas.

Vai ter o segundo turno para presidente do Brasil?

Qual a data do 1º turno? O 1º turno das eleições será em 2.10.2022, domingo. Qual a data do 2º turno, se houver? Se houver 2º turno, este será realizado em 30.10.2022, também domingo. O dia da eleição é feriado? O dia da eleição é considerado feriado, porém os estabelecimentos que possuem autorização para funcionamento em feriados poderão funcionar, devendo proporcionar as condições para que seus funcionários possam exercer o direito/dever do voto.

Como justificar o voto no primeiro turno?

Justificativa no dia da eleição Justificativa pós-eleição Consequências para quem não justificar

A eleitora ou o eleitor ausente do seu domicílio eleitoral no dia e horário da eleição (das 8 às 17 horas) poderá apresentar justificativa para o primeiro, o segundo ou ambos os turnos, por meio de uma dessas opções:

aplicativo e-Título : baixe nas Plataformas Android e iOS; formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral (formato PDF) : apresente preenchido nas mesas receptoras de votos ou de justificativas instaladas para essa finalidade nos locais divulgados pelos Tribunais Regionais Eleitorais e pelos Cartórios Eleitorais ( consulta a zonas eleitorais ).

Não é necessário anexar documentos que comprovem o motivo da ausência quando a justificativa for apresentada no dia da eleição. O histórico de justificativas eleitorais, contendo os respectivos pleitos em que a eleitora ou o eleitor estiveram ausentes, poderá ser consultado no aplicativo e-Título.

  1. O acesso ao aplicativo e-Título está disponível somente para quem está com o título eleitoral regular ou suspenso.
  2. No caso de utilização do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), é necessário apresentar também um documento oficial de identificação com fotografia (e -Título, carteira de identidade, identidade social, passaporte, certificado de reservista, carteira nacional de habilitação, carteira de trabalho ou outro documento de valor legal equivalente, inclusive carteira de categoria profissional reconhecida por lei ) no local de votação ou de recepção de justificativas.

Esses documentos são aceitos ainda que expirada a data de validade. O Formulário RJE pode ser obtido nas unidades de atendimento da Justiça Eleitoral (cartórios eleitorais, postos e centrais de atendimento), nos portais do Tribunal Superior Eleitoral e dos Tribunais Regionais Eleitorais e, no dia do pleito, nos locais de votação ou de justificativa, e em outros locais previamente autorizados pela Justiça Eleitoral.

O formulário RJE deve ser preenchido com o número de título eleitoral (não aceita CPF). Se tiver dados incorretos, que não permitam a identificação do eleitor ou da eleitora, não será hábil para processamento da justificativa de ausência na eleição. O juízo eleitoral responsável pela recepção do RJE não registrado em urna deve lançar as informações no Cadastro Eleitoral até 7 de dezembro de 2022, em relação ao primeiro e ao segundo turnos.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual a eleitora ou o eleitor não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos requisitos e prazos de cada turno.

A eleitora ou o eleitor pode justificar a ausência às eleições tantas vezes quantas forem necessárias. Em regra, a ausência a três eleições consecutivas (cada turno de votação é considerado uma eleição) sem o pagamento das respectivas multas ou a apresentação de justificativas resultará no cancelamento da inscrição, nos termos dos arts.7º, § 3º, do Código Eleitoral e 130 da Resolução-TSE nº 23.659, de 2021.

Eleitorado no exterior Pode apresentar a justificativa pela ausência à votação pelo e-Título ou nas mesas receptoras de votos do exterior que funcionem com urna eletrônica : – a pessoa com título no Brasil que esteja no exterior no dia da eleição; – a pessoa com título da Zona Eleitoral do Exterior (ZZ) que esteja fora de seu domicílio eleitoral na data de eleição presidencial.

  1. Outras informações sobre a apresentação de justificativa pelo eleitorado do exterior estão disponíveis no Portal do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal,
  2. A Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), que atende ao eleitorado brasileiro com domicílio eleitoral fora do Brasil, também pode ser contatada para orientações.

Caso não apresente a justificativa no dia da votação, a eleitora ou o eleitor poderá justificar sua ausência em até 60 (sessenta) dias após cada turno da votação por uma dessas opções:

Aplicativo e-Título : baixe nas Plataformas Android e iOS; Sistema Justifica : acesse nos Portais da Justiça Eleitoral. Formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) – formato PDF,

Em qualquer desses meios, a documentação que comprove o motivo da ausência à eleição deverá ser anexada ao requerimento para análise da autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Caso a justificativa seja aceita, haverá o registro no histórico do título eleitoral.

Se a justificativa for indeferida, a pessoa precisará quitar o débito, O histórico de justificativas eleitorais, contendo os respectivos pleitos em que a eleitora ou o eleitor estiveram ausentes, poderá ser consultado no aplicativo e-Título. O acesso ao aplicativo e-Título está disponível somente para quem está com o título eleitoral regular ou suspenso.

Ao acessar o Sistema Justifica, a eleitora ou o eleitor deverá informar os dados pessoais (exatamente como registrados no cadastro eleitoral), declarar o motivo da ausência às urnas e anexar a documentação comprobatória digitalizada. Em seguida será gerado um código de protocolo para acompanhamento e o requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título do eleitor ou da eleitora para análise.

Após a decisão, a pessoa será notificada. Para o pleito de 2022, os prazos para a apresentação da justificativa são: – até 1º de dezembro de 2022 (ausência no primeiro turno – 2.10.2022); – até 9 de janeiro de 2023 (ausência no segundo turno – 30.10.2022, se houver). Além das opções do e-Título e do Sistema Justifica, o eleitor ou a eleitora ainda pode entregar o Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) em qualquer cartório eleitoral ou enviá-lo via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.

Este Requerimento é diferente daquele preenchido no dia da eleição. Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos requisitos e prazos de cada turno.

  1. A eleitora ou o eleitor pode justificar a ausência às eleições tantas vezes quantas forem necessárias.
  2. Para tirar dúvidas, as zonas eleitorais podem ser contatadas.
  3. Os dados de cada zona eleitoral podem ser obtidos nos Portais dos Tribunais Regionais Eleitorais ou no Portal do TSE em consulta a zonas eleitorais,

Eleitorado no exterior A pessoa com título de zona eleitoral no Brasil que esteja no exterior no dia da eleição e queira apresentar justificativa pela ausência após o pleito também poderá utilizar o e-Título, o Sistema Justifica, ou encaminhar, por meio dos serviços de postagens, o formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE pós-eleição) com a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título em até 60 (sessenta) dias após cada turno.

  • Pode ainda apresentar a justificativa até 30 (trinta) dias contados da data do retorno ao Brasil.
  • A pessoa com título da Zona Eleitoral do Exterior (ZZ) também poderá justificar sua ausência às urnas por um desses três meios.
  • Mas nesse caso a obrigatoriedade do voto ocorre apenas na eleição para a Presidência da República.

A ausência às urnas é registrada logo após o pleito, independente do transcurso dos prazos indicados. Os prazos de justificativa destacados são indicações do tempo que o eleitor ou a eleitora tem para regularizar a ausência sem pagar multa eleitoral. Se, no decorrer do período, e antes do envio do requerimento de justificativa, a pessoa que esteja no exterior necessitar de quitação eleitoral (para renovar visto ou passaporte, por exemplo), deve entrar em contato com as unidades de atendimento da Justiça Eleitoral ou quitar o débito eleitoral.

A análise da justificativa apresentada ficará, sempre, a cargo da autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Caso a justificativa seja aceita, haverá o registro no histórico do título eleitoral. Se a justificativa for indeferida, a pessoa precisará quitar o débito, Outras informações sobre a apresentação de justificativa pelo eleitorado do exterior estão disponíveis no Portal do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal,

A Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), que atende ao eleitorado brasileiro com domicílio eleitoral fora do Brasil, também pode ser contatada para orientações. Consequências para quem não votar, justificar ou pagar as multas Enquanto não regularizar a situação com a Justiça Eleitoral, a eleitora ou o eleitor não poderá, conforme o § 1º do art.7º do Código Eleitoral – Lei nº 4.737, de 1965:

obter passaporte (1) ou carteira de identidade;

(1) A restrição prevista no § 1º não é aplicável à brasileira ou ao brasileiro residente no exterior que requeira novo passaporte para identificação e retorno ao Brasil, conforme disciplinado pelo § 4º do art.7º do Código Eleitoral.

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receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição; participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios ou das respectivas autarquias; obter empréstimos nas autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos; inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido(a) ou empossado(a); renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda; obter certidão de quitação eleitoral para fins de instrução de registro de candidatura, conforme disciplinam o art.11, § 7º, da Lei nº 9.504, de 1997, art.3º, XII, da Resolução-TSE nº 23.659, de 2021, e a Resolução-TSE nº 21.823, de 2004; obter certidão de regularidade do exercício do voto, justificativa ou pagamento da multa no último turno da última eleição ou de regularidade do comparecimento às urnas ou pagamento da multa pela ausência e do atendimento às convocações para os trabalhos eleitorais (Resolução-TSE nº 23.659, de 2021, art.3º, IV e V); obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinada ou subordinado.

Qual foi a abstenção do Nordeste?

Segundo o ministro, a abstenção na região foi de 19,29% – inferior ao índice registrado no primeiro turno, de 19,53%, e também à média nacional, que ficou em 20,56%.

Quem Simone Tebet vai apoiar no segundo turno para presidente?

Simone Tebet declara apoio a Lula no segundo turno das eleições A senadora Simone Tebet (MDB-MS), que ficou em terceiro lugar nas eleições para presidente da República no primeiro turno, com 4,2% dos votos válidos, declarou apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. «Depositarei nele o meu voto, porque reconheço, no candidato Lula, o seu compromisso com a democracia e a Constituição, o que desconheço no atual presidente», destacou. A senadora, que obteve quase 5 milhões de votos, afirmou que o momento do país não permite omissão.

«Não anularei meu voto, não votarei em branco, não cabe a omissão da neutralidade. Há um Brasil a ser imediatamente construído, a ser imediatamente reunido». Tebet fez questão de dizer que mantém as críticas feitas a Lula e a Bolsonaro nas eleições. O ex-presidente Lula não participou do anúncio de Tebet porque ele tinha uma reunião com governadores e senadores.

Pela manhã, a senadora se encontrou com o candidato à vice na chapa, Geraldo Alckmin, e depois almoçou com Lula, na casa da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que é do MDB. Durante pronunciamento de apoio a Lula, Simone Tebet elencou um rol de cinco projetos que pretende que sejam incorporados à campanha petista.

Eles incluem apoio do governo federal para municípios zerarem filas na educação infantil para crianças de 3 a 5 anos e para que os estados implantem ensino médio técnico em tempo integral, premiando com uma poupança os jovens que concluírem o ensino médio, no valor de R$ 5 mil por aluno. Também propôs que o governo federal zere a fila de consultas e cirurgias eletivas, atrasada durante a pandemia, e resolva o problema do endividamento das famílias que ganham até três salários mínimos.

A senadora ainda propôs que, se eleito, Lula sancione lei para igualar salários entre homens e mulheres que desempenham, com currículo semelhante, as mesmas funções e nomeie um ministério plural formado por homens, mulheres, pessoas com deficiência e negros e negras.

Como justificar o voto no exterior?

Publicado em 28/09/2022 17h15 Atualizado em 06/10/2022 17h07 Quem NO Votou No Primeiro Turno Pode Votar No Segundo No contexto das eleições de 2022, o Itamaraty preparou ficha informativa com os principais dados das eleições no exterior. Para acessá-la, clique aqui, Dúvidas frequentes: Quando serão as eleições presidenciais de 2022? O primeiro turno será no domingo 2 de outubro,

O segundo turno, se houver, será no domingo 30 de outubro, O horário de votação é das 8h às 17h, horário local, Eu ainda posso pedir a transferência do título eleitoral? O prazo para transferência encerrou-se em maio passado. Somente a partir de novembro, após as eleições deste ano, será possível solicitar novamente a transferência.

Eu pedi ao cartório eleitoral a transferência do meu título, dentro do prazo. Estou apto a votar? Caso o título tenha sido transferido, basta comparecer ao local de votação, no dia do pleito, portanto um documento brasileiro válido de identificação e, se possível, o seu título de eleitor,

Não poderei votar. Como posso justificar a ausência nas eleições? No dia da eleição, o eleitor inscrito na Zona Eleitoral do Exterior (ZZ) que estiver fora de seu domicílio eleitoral, poderá justificar a ausência pelo aplicativo e-Título. Pode ainda, em até 60 (sessenta) dias após cada turno, justificar sua ausência pelo aplicativo e-Título ou pelo Sistema Justifica.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos de cada turno.

O eleitor inscrito no Brasil que se encontrar no exterior na data das eleições presidenciais deve apresentar justificativa no dia e no horário da votação pelo aplicativo e-Título. Pode ainda, em até 60 (sessenta) dias após cada turno ou no período de 30 (trinta) dias contados da data do retorno ao Brasil, apresentar justificativa pelo aplicativo e-Título, pelo Sistema Justifica, ou entregar o Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) em qualquer zona eleitoral ou enviá-lo pela via postal ao juiz da zona eleitoral na qual for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

Para mais informações, entre em contato com a embaixada ou consulado mais próximo : https://www.gov.br/mre/pt-br/assuntos/portal-consular/reparticoes-consulares-do-brasil

O que pode acontecer se o Lula ganhar as eleições?

Se Lula for eleito | Maílson da Nóbrega

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Continua após publicidade Lula (Ettore Chiereguini/AGIF/AFP) Continua após publicidade Segundo pesquisas, é o favorito para as próximas eleições, mas a situação pode mudar até a realização do pleito. Alterações nessa área costumam acontecer. Só para raciocinar, suponhamos que Lula ganhe.

  1. Pelo que têm dito petistas influentes, seriam adotadas ideias danosas à economia.
  2. O teto de gastos seria revogado.
  3. A privatização da Eletrobras seria revertida.
  4. A desastrada Nova Matriz Econômica do governo Dilma seria renovada.
  5. Para Lula, a política de preços da Petrobras será mudada, pois «estamos pagando gasolina em dólar quando recebemos salário em real».

O que ele diria do preço do trigo? A reforma trabalhista seria abandonada e com ela a modernização que reduziu ações judiciais, aboliu a contribuição sindical e regulou o trabalho temporário, sem afetar direitos fundamentais dos trabalhadores. Promete-se eliminar a reforma da Previdência, o que provocaria impacto fiscal gigantesco, tornando insustentável a dívida pública.

A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, disse que o PT é contra a âncora fiscal, o que significaria deixar a economia à deriva como um navio desgovernado. O efeito seria inflação alta e sem controle, prejudicando os mais pobres, com os quais o partido diz preocupar-se. Há outras impropriedades, mas não há espaço para comentá-las.

«É provável que, no poder, ele reedite o cenário de 2003, embora pareça difícil aprovar as reformas» Outra hipótese seria a reedição do Lula pragmático de 2003, quando desprezou o programa do partido, que assustava até no nome: «Uma ruptura necessária».

Manteve o tripé macroeconômico do governo de FHC. Convidou um banqueiro para presidir o, De partida, a equipe econômica elevou a taxa Selic e o superávit primário. O choque de credibilidade fez cair a percepção de risco, o dólar e os juros futuros. O país pôde beneficiar-se do boom de commodities decorrente da ascensão da China, cujos ganhos contribuíram para financiar o aumento dos gastos sociais, inclusive os decorrentes da elevação do salário mínimo.

A boa avaliação do governo permitiu a reeleição de Lula. Continua após a publicidade A defesa de más ideias pode ser uma estratégia para manter a base de apoio do ex-­presidente, que as almeja. Assegurada a vitória, ele sinalizaria um rumo oposto, como fez após o segundo turno das eleições de 2002.

Se, todavia, Lula preferir seguir tais ideias — o que tem assustado investidores e acentuado a rejeição de seu nome entre o eleitorado mais esclarecido, que começa a simpatizar novamente com —, o desastre é garantido. Mesmo que o Congresso as rejeitasse, o simples ato de propô-las seria desastroso. A queda de confiança, a fuga de capitais e a alta do dólar provocariam, entre outros males, inflação sem controle, desemprego e forte perda de popularidade, o que colocaria em risco a continuidade do mandato.

Lula já provou que é mais esperto do que se pensa. É provável que ele promova a reedição do cenário de 2003, embora pareça difícil vencer o desafio de aprovar as reformas, sobretudo a fiscal, que possam livrar o país da armadilha do baixo crescimento.

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Como funciona o terceiro turno?

Neste tipo de escala de revezamento em 3 turnos, a divisão é feita por períodos de trabalho (manhã, tarde e noite) e a criação de 3 grupos de trabalhadores, com divisão em 4 subgrupos incluindo 1/3 de trabalhadores em cada.

Quantas pessoas não foram votar no segundo turno?

Um total de 32.162.183 de eleitores, o que corresponde a 20,6% dos aptos a votar, não compareceram às urnas no segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (30). O percentual é menor do que o registrado no segundo turno de 2018, quando a abstenção foi de 21,30% – porém, é maior em números absolutos.

  • A abstenção há quatro anos havia sido de 31,37 milhões de eleitores.
  • Os números de 2022 são referentes à apuração de 99,94% das urnas.
  • Já o número de eleitores que optaram pelo voto nulo foi 3.928.203, o que equivale a 3,16% dos votos depositados neste domingo, e em branco foi de 1.768.462, que são 1,43%.

No total, o «não-voto» em 2022 foi a opção de 37.858.848 eleitores. Em 2018, foram 7,43% de votos nulos e 2,14% de votos brancos. A abstenção menor do que a de 2018 satisfez as expectativas das duas candidaturas presidenciais, a do vitorioso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a do derrotado Jair Bolsonaro (PL).

  1. Ao longo das semanas que antecederam o dia 30, as duas campanhas se mobilizaram para tentar levar o eleitor às salas de votação e buscar reverter uma tendência de crescimento na abstenção – que tradicionalmente ocorre no segundo turno.
  2. Do lado de Lula, a preocupação com a abstenção se justificava pelo fato de que o quadro teoricamente se dá principalmente com o eleitorado mais pobre, que majoritariamente opta pelo petista.

Já entre apoiadores de Bolsonaro o temor se dava em torno da população idosa, que sinalizou apoio ao atual presidente ao longo do primeiro turno. Havia ainda a preocupação, presente nas duas candidaturas, de que o fato de algumas eleições estaduais terem sido decididas ainda em primeiro turno poderia levar à desmobilização dos militantes.

Quantas pessoas não votaram nas eleições?

Abstenção recorde: 31 milhões de brasileiros não votaram nas eleições 2022

  • Publicado: 03 Outubro, 2022 – 16h52 | Última modificação: 03 Outubro, 2022 – 18h06
  • Escrito por: Andre Accarini | Editado por: Marize Muniz
  • Fabio Pozzebom / Agência Brasil

O índice de abstenção, eleitores que se negaram a fazer opções políticas, aumentou em 0,6 ponto percentual de 2018 para 2022. Passou de 20,3% há quatro anos para 20,9% no pleito deste domingo (2). Um total de 32,76 milhões de brasileiros aptos a votar não compareceu às urnas para votar nos candidatos a presidente, senador, deputado estadual ou federal e governador.

São eleitores que acabam deixando que outras pessoas decidam em seu lugar o futuro do país, diz o secretário de Administração e Finanças da CUT, o professor Ariovaldo de Camargo. «Em uma eleição polarizada com duas representações totalmente opostas sobre qual país vai surgir a partir de 30 de outubro, é preciso se informar e entender melhor o que se passa na eleição.

E cada um dos brasileiros tem de assumir o papel no processo eleitoral, votando e dando sua participação para que a democracia se fortaleça», diz o dirigente. Ele se refere à decisão em 2° turno, a ser realizada no fim do mês, que definirá qual candidato terá maioria dos votos – se Por isso, reforça Ariovaldo, «é importante opinar sobre o processo de decisão sobre quem deve conduzir o país».

Esta é a eleição mais importante da história do país porque temos dois extremos. Parcela da sua sociedade, a grande maioria, fez escolha pelo projeto voltado ao povo, mais social, e parcela minoritária, mais conservadora, pelo projeto em que o Estado está menos presente, cuidando menos da vida das pessoas – Ariovaldo de Camargo Lula conquistou 57.179.064 dos votos válidos, faltaram apenas 1,8 milhão para ser para eleito no primeiro turno, o que poderia ter acontecido se a abstenção tivesse sido menor.

Já Bolsonaro teve 51.052.598 dos votos válidos.

  1. Além dos mais de 32 milhões que não votaram, do total de 156,4 milhões de eleitores aptos, cerca de 3,4 milhões anularam o voto e 1,9 milhão votaram em branco, totalizando 4,4% dos votos totais.
  2. Esses grupos também deixaram nas mãos dos outros a decisão sobre o futuro do país, ressalta Ari.
  3. O dirigente lembra que, em 2020, no auge da pandemia, com milhares de brasileiros morrendo sem a vacina que o presidente demorou a comprar, muitos dos que se omitiram, se arrependeram amargamente, mas já não havia o que fazer.
  4. Mais pobres definem a eleição

Historicamente é a população de mais baixa renda a que mais deixa de comparecer às urnas. E, por ser maioria dos brasileiros, é a população que tem maior potencial de definir o resultado das urnas. Os fatores que explicam o não comparecimento às urnas são vários, mas passam principalmente por questões econômicas.

  • «Várias capitais não deram transporte público, mas é preciso entender que fica mais caro para a vida a não participação do processo do que fazer o esforço pessoal de comparecer às urnas», diz Ariovaldo.
  • O dirigente ainda ressalta que o Estado deveria arcar com essas políticas de passe livre e que, lamentavelmente, «os que mais sofrem com a falta dessas políticas, de um Estado presente, são aqueles que estão deixando de fazer a escolha por uma candidatura que defende o inverso».
  • Ou seja, o Estado não protege essas pessoas e é justamente elas que deveriam exercer seu papel democrático de escolher um candidato que as proteja.
  • Projeção para 2° Turno

Em 2018, o índice de abstenção no 2° turno das eleições presidenciais foi maior que no 1° turno. E foi a maior desde 1998. Nas eleições passadas, cerca de 31,3 milhões de brasileiros não votaram na segunda etapa. O número foi mais da metade dos votos totais recebidos por Bolsonaro naquele ano.

Mesmo partindo desses dados – que são recorrentes em todas as eleições – as chances de o atual presidente ser derrotado são maiores do que uma possível vitória dele. Isso porque os números das urnas em 2022 mostram a força do ex-presidente Lula. Os números dão demonstração de muita força de Lula. Ele não foi eleito por menos de 2% do total, o que significa que está próximo de alcançar 50% + 1 dos votos – Ariovaldo de Camargo A história das eleições aponta uma tendência dominante, diz o dirigente.

«Aquele que vence no 1° turno, ainda que não tenha 50% + ‘, em todas as eleições foi vencedor no 2° turno». E ele reforça que o resultado deste ano é um dos melhores em todas as eleições e acrescenta que a disputa é contra um candidato que é presidente da República.

Quem tá feliz com o governo, já votou porque quer a continuidade», ele afirma. Por isso, prossegue, é difícil que Bolsonaro consiga reverter o quadro. «Não é qualquer coisa reverter 5%. E agora estamos falando do real, do consolidado nas urnas, não de pesquisas», ele pontua. De onde devem vir os votos Para Ariovaldo, além de conscientizar os eleitores que habitualmente se abstém de votar, basta que os votos dos eleitores que não escolheram Bolsonaro no 1° turno sejam migrados para o ex-presidente Lula.

«Como os que votaram em Simone Tebet e Ciro Gomes. Basta que parte desses votos venha para Lula e ele será eleito». Ainda sobre a abstenção, ele reforça que diminuir o percentual «é importante para que se possa ter a maioria decidindo o futuro do país».

  1. Militância aguerrida «A vitória no 1° turno era algo que estava no radar, mas não aconteceu.
  2. Agora, a vitória no 2° turno tem que estar ainda mais dentro de cada um.
  3. Tem que transformar esse processo de 2° turno em ‘eleição da vida daqueles que tem perspectiva de mudar o futuro'», diz Ariovaldo.
  4. Ele ressalta que a realidade é distinta de todas as eleições para enaltecer a força do campo progressista em 2022, dado pela expressiva votação obtida pelo ex-presidente.

«Não é qualquer coisa Lula, depois de tudo o que passou, estar à frente no 1° turno. E é primeira vez que um presidente que disputa reeleição não ganha no primeiro turno», diz se referindo a Bolsonaro.

  1. Sentimento
  2. Para o dirigente, o resultado, ainda que postergado para o 2° turno, já é uma demonstração de que a campanha «é vitoriosa porque quebra paradigmas do passado e tende a ser no 2° turno, porque a população sabe a diferença entre uma candidatura fascista e uma candidatura voltada ao social», diz Ariovaldo.
  3. O dirigente elenca diversos fatores que caracterizaram o atual governo, entre eles, o desdém à pandemia e às mais de 685 mil mortes por Covid-19, a precária economia, o desemprego, a precarização e retirada de direitos trabalhistas e, em especial, à fome que atinge 33 milhões de brasileiros.

: Abstenção recorde: 31 milhões de brasileiros não votaram nas eleições 2022

Quantas abstenções tiveram nas eleições?

Notícias 03/10/2022 Na última entrevista coletiva do primeiro turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os principais dados do pleito. O número de abstenções chegou a mais de 31 milhões, o que representa 20% do eleitorado. Foi a maior porcentagem desde 1998.

Qual o número de pessoas que votam no Brasil?

São mais de 156 milhões de eleitoras e eleitores que compõem no cadastro eleitoral o maior eleitorado da história brasileira.