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Quem Foi Ren Descartes?

Quem foi Descartes E o que ele defendia?

O filósofo, físico e matemático René Descartes foi um dos principais difusores dos pensamentos ligados a essa teoria. Ele defende que é preciso duvidar de todo conhecimento adquirido para conseguir alcançar a razão absoluta. No Racionalismo acredita-se que a razão é o centro do conhecimento.

Qual era a teoria de Descartes?

O pensamento do francês René Descartes destaca-se na Modernidade. O primeiro racionalista moderno defendeu que o conhecimento era inato ao ser humano e propôs um método dedutivo como ponto inicial de qualquer conhecimento que se pretenda verdadeiro, claro e distinto.

Por que René Descartes foi importante?

A filosofia cartesiana é considerada pela história da filosofia como o marco inaugural da ideia de modernidade. Ao introduzir uma ruptura com a tradição filosófica, Descartes instaurou um novo modo de conceber o homem, o mundo (a Natureza) e a ciência (o conhecimento).

Qual foi a principal descoberta de René Descartes?

Dúvida metódica – Para fundamentar o conhecimento, o filósofo deve rejeitar como falso tudo aquilo que possa ser posto em dúvida. A dúvida é, portanto, um momento necessário para a descoberta da substância pensante, da realidade do sujeito que pensa. Através da dúvida metódica, o filósofo chega à descoberta de sua própria existência enquanto substância pensante.

  • A palavra cogito (penso) deriva da expressão latina cogito ergo sum (penso logo existo) e remete à auto-evidência do sujeito pensante,
  • O cogito é a certeza que o sujeito pensante tem da sua existência enquanto tal.
  • No fragmento abaixo, podemos observar como o filósofo explica o percurso que o levou à descoberta do cogito (a certeza que o sujeito pensante tem de sua própria existência) – base todo seu pensamento filosófico.

«A partir do momento em que desejava dedicar-me exclusivamente à pesquisa da verdade, pensei que deveria rejeitar como absolutamente falso tudo aquilo em que pudesse supor a menor dúvida, com a intenção de verificar se, depois disso, não restaria algo em minha educação que fosse inteiramente indubitável.

Desse modo, considerando que nossos sentidos às vezes nos enganam, quis supor que não existia nada que fosse tal como eles nos fazem imaginar. Por haver homens que se enganam ao raciocinar, mesmo no que se refere às mais simples noções de geometria (.), rejeitei como falsas, julgando que estava sujeito a me enganar como qualquer outro, todas as razões que eu tomara até então por demonstrações.(.) Logo em seguida, porém, percebi que, enquanto eu queria pensar assim que tudo era falso, convinha necessariamente que eu, que pensava, fosse alguma coisa.

Ao notar que esta verdade penso, logo existo, era tão sólida e tão correta (.), julguei que podia acatá-la sem escrúpulo como o primeiro princípio da filosofia que eu procurava.» René Descartes, «Discurso do Método»

Quais as três ideias de Descartes?

Racionalismo em Descartes. Descartes distingue três tipos de ideias: inatas, adventícias e factícias.

Quais são as principais ideias de Descartes?

Principais ideias de René Descartes –

  • A razão é inata ao ser humano, ou seja, nós já nascemos com as ideias racionais embutidas em nosso intelecto. O que diferencia a inteligência de uns e de outros é a maneira como utilizamos a nossa inteligência.
  • O conhecimento deve ser claro e distinto. Tudo aquilo que gera dúvida deve ser afastado do âmbito do conhecimento verdadeiro.
  • O conhecimento filosófico deve ser consolidado por um método que garanta a confiabilidade do que se conhece.
  • A razão é inata ao ser humano, ou seja, nós já nascemos com as ideias racionais embutidas em nosso intelecto. O que diferencia a inteligência de uns e de outros é a maneira como utilizamos a nossa inteligência.
  • O conhecimento deve ser claro e distinto. Tudo aquilo que gera dúvida deve ser afastado do âmbito do conhecimento verdadeiro.
  • O conhecimento filosófico deve ser consolidado por um método que garanta a confiabilidade do que se conhece.

O que quer dizer a frase penso logo existo?

Skip to content Joana Fonseca No século XVII Descartes afirmou «Cogito, ergo sum», que em Português significa «penso, logo existo». O filósofo e matemático questionava a sua existência, e chegou à conclusão de que, se é um ser pensante, então existe, porque ao pensar tem consciência de si próprio.

  1. Contudo, esta existência enquanto ser pensante nem sempre é pacífica.
  2. Já lhe aconteceu ter um pensamento que surge constantemente de forma ruminante? Ou então ser inundado de pensamentos quando só queria descansar? Alguma vez sentiu que não controla o que pensa? O nosso cérebro, por vezes, prega-nos «rasteiras», isto acontece por exemplo na percepção visual com um truque e magia, mas também pode acontecer com os pensamentos.

As nossas emoções ou crenças podem distorcer os nossos pensamentos, dando-nos a sensação de que não o podemos controlar. A estes pensamentos, que não controlamos, podemos chamar pensamentos automáticos. O pensamento automático surge perante um estímulo, algo que o provoca.

  1. Por exemplo, se eu estiver triste, um filme que não tenha um final feliz pode ser um estímulo para pensar: «Nunca vou ser feliz».
  2. Contudo, se começar a dar atenção, tornando-se observador de si próprio, pode começar a perceber quais os estímulos que provocam os pensamentos automáticos que o preocupam.
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Não podemos ganhar controlo daquilo que não conhecemos, por isso o segundo passo será sempre conhecer bem o pensamento, perceber se existe a hipótese de ser um pensamento distorcido, isto é, não adequado à realidade.Por exemplo, se hoje tiver um exame difícil, e estiver a sentir ansiedade é natural que surja o pensamento: «Se falhar neste exame nunca vou conseguir tirar o curso».

  1. Neste caso o pensamento é enviesado, pois o facto de falhar num exame não significa que não consiga tirar o curso, é uma sobregeneralização.
  2. No caso de o pensamento ser distorcido, então o terceiro passo será questioná-lo, internamente fazer perguntas que possam provar a si próprio que o pensamento não corresponde à realidade.

Por exemplo, perante o pensamento: «Tenho medo que este avião caia»; posso perguntar: «Mas qual a probabilidade de isso acontecer». O último passo será encontrar um pensamento melhor, que possa substituir o anterior. Por exemplo, se num jantar há uma pessoa que não pára de olhar para si, em vez de pensar, por exemplo: «Talvez tenha uma nódoa na roupa»; experimente pensar: «Talvez aquela pessoa ache a minha roupa bonita».

  • Os pensamentos são apenas isso, pensamentos.
  • Não deixe que eles o ocupem de uma forma que não controla.
  • Encontre o que provoca o pensamento, explore o pensamento, questione-o e encontre um pensamento mais adequado.
  • Se não o conseguir fazer sozinho peça ajuda a um psicólogo.
  • O mais importante é que se sinta bem com os seus pensamentos, que encontre com eles uma existência saudável, para que possa dizer com tranquilidade: «Penso, logo existo».

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Quais são as quatro regras de Descartes?

Na construção do Racionalismo Cartesiano, Descartes desenvolveu a noção de 4 regras que, segundo ele, tem a função de dar suporte ao espírito na condução da verdade. Essas regras são: da evidência, da análise, da ordem e da enumeração.

Qual a conclusão de Descartes?

Principais Ideias de Descartes – Quem Foi Ren Descartes Exemplar da primeira edição do Discurso do Método, 1637 O Discurso sobre o Método, obra de 1637 de Descartes, é um tratado filosófico e matemático que lançou as bases do como a única fonte de conhecimento. Acreditava na existência de uma verdade absoluta, incontestável.

  1. Nada é verdadeiro até ser reconhecido como tal;
  2. Os problemas precisam ser analisados e resolvidos sistematicamente;
  3. As considerações devem partir do mais simples para o mais complexo;
  4. O processo deve ser revisto do começo ao fim para que nada importante seja omitido.

Para isso, Descartes criou o método da dúvida. Ao duvidar de tudo o quanto for possível, alcançaria o conhecimento verdadeiro, algo seguro que não pode ser duvidado (indubitável). Inicialmente, o filósofo duvida dos sentidos, pois o sentidos podem ser fontes de engano.

A seguir, chama a atenção para a impossibilidade de reconhecer um sonho. Deste modo, tudo o que chamamos de realidade pode ser apenas elementos integrantes de um sonho. Mas, percebe que mesmo nos sonhos as regras matemáticas não são alteradas. Descartes afirma que a matemática é um conhecimento um pouco mais puro.

Entretanto, podemos estar sob a influência de um gênio maligno, um deus enganador, que nos faz acreditar em certas coisas (por exemplo, 2 + 2 = 4 ou que um triângulo possui três lados). Descartes convenceu-se de que a única verdade possível era sua capacidade de duvidar, reflexo de sua capacidade de pensar.

Qual era o objetivo pensamento de Descartes?

Descartes e a Filosofia – Descartes propôs uma filosofia que nunca acreditasse no falso, que fosse totalmente fundamentada na verdade. Sua preocupação era com a clareza. Sugeriu uma nova visão da natureza, que anulava o significado moral e religioso da época. Acreditava que a ciência deveria ser prática e não especulativa.

O que é a razão para Descartes?

Se para Descartes a razão (o bom senso) é a capacidade através da qual distinguimos o verdadeiro do falso ; e se para que isso seja feito de forma correta é necessário que essa capacidade (a razão) seja submetida a um método, este filósofo parece entender a razão como uma espécie de instrumento, o instrumento pelo qual

O que é a lógica cartesiana?

A lógica cartesiana indica-nos que num eixo vertical quanto mais acima estiver uma ordenada maior será o seu valor positivo, in- versamente quanto mais baixa for a posição de uma ordenada maior será o seu valor ne- gativo.

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Por que Descartes é considerado um filósofo racionalista?

O filósofo entendia que a realidade precisava ser contestada por completo e, junto com ela, o que acreditamos e conhecemos. Assim, Racionalismo Cartesiano é formado pelo pensamento e pela dúvida. É dessa definição que Descartes forma uma das suas linhas de pensamentos mais conhecidas, a ideia do ‘penso, logo existo’.

Quem é o pai da matemática?

Avancemos um pouco no tempo. O filósofo e matemático grego Pitágoras de Samos (aprox.570 a.C. – aprox.496 a.C.) é considerado por muitos como o ‘Pai da Matemática’.

Como Descartes justifica a existência de Deus?

Prova da Existncia de Deus Vimos j como Descartes, pela aplicao da dvida metdica, assumiu a existncia do cogito, isto, da sua existncia como ser pensante. Contudo, levantava-se a questo de existncia do mundo que o rodeava. A negao do valor dos sentidos como meio de acesso ao conhecimento verdadeiro colocava-o, de facto, perante a situao de ter que duvidar da existncia da rvore que estava naquele momento a ver. Descartes aceitava que o mundo tivesse sido criado por Deus, aceitava que, se Deus existisse, ele seria garantia e suporte de todas as outras verdades. Mas, como saber se Deus existe ou no? Como provar a sua existncia se apenas podia ter a certeza da existncia do cogito? Nas suas obras, Descartes apresentou trs provas da existncia de Deus.1 Prova a priori pela simples considerao da ideia de ser perfeito Dado que, no nosso conceito de Deus, est contida a existncia, correctamente que se conclui que Deus existe. Considerando, portanto, entre as diversas ideias que uma a do ente sumamente inteligente, sumamente potente e sumamente perfeito, a qual, de longe, a principal de todas, reconhecemos nela a existncia, no apenas como possvel e contingente, como acontece nas ideias de todas as outras coisas que percepcionamos distintamente, mas como totalmente necessria e eterna. E, da mesma forma que, por exemplo, percebemos que na ideia de tringulo est necessariamente contido que os seus trs ngulos iguais so iguais a dois ngulos rectos, assim, pela simples percepo de que a existncia necessria e eterna est contida na ideia do ser sumamente perfeito, devemos concluir sem ambiguidade que o ente sumamente perfeito existe. Descartes, Princpios da Filosofia, I Parte, p.61-62. A prova magistralmente simples. Ela consiste em mostrar que, porque existe em ns a simples ideia de um ser perfeito e infinito, da resulta que esse ser necessariamente tem que existir.2 Prova a posteriori pela causalidade das ideias Descartes conclui que Deus existe pelo facto de a sua ideia existir em ns. Uma das passagens onde ele exprime melhor esta ideia : Assim, dado que temos em ns a ideia de Deus ou do ser supremo, com razo podemos examinar a causa por que a temos; e encontraremos nela tanta imensidade que por isso nos certificamos absolutamente de que ela s pode ter sido posta em ns por um ser em que exista efectivamente a plenitude de todas as perfeies, ou seja, por um Deus realmente existente. Com efeito, pela luz natural evidente no s que do nada nada se faz, mas tambm que no se produz o que mais perfeito pelo que menos perfeito, como causa eficiente e total; e, ainda, que no pode haver em ns a ideia ou imagem de alguma coisa da qual no exista algures, seja em ns, seja fora de ns, algum arqutipo que contenha a coisa e todas as suas perfeies. E porque de modo nenhum encontramos em ns aquelas supremas perfeies cuja ideia possumos, disso conclumos correctamente que elas existem, ou certamente existiram alguma vez, em algum ser diferente de ns, a saber, em Deus; do que se segue com total evidncia que elas ainda existem. Descartes, Princpios da Filosofia, I Parte, p.64. A prova consiste agora em mostrar que, porque possumos a ideia de Deus como ser perfeitssimo, somos levados a concluir que esse ser efectivamente existe como causa da nossa ideia da sua perfeio. De facto, como poderamos ns ter a ideia de perfeio, se somos seres imperfeitos? Como poderia o menos perfeito ser causa do mais perfeito? Deste modo, conclui, j que nenhum homem possui tais perfeies, deve existir algum ser perfeito que a causa dessa nossa ideia de perfeio. Esse ser Deus.3 Prova a posteriori baseada na contingncia do esprito Se tivesse poder para me conservar a mim mesmo, tanto mais poder teria para me dar as perfeies que me faltam; pois elas so apenas atributos da substncia, e eu sou substncia. Mas no tenho poder para dar a mim mesmo estas perfeies; se o tivesse, j as possuiria. Por conseguinte, no tenho poder para me conservar a mim mesmo. Assim, no posso existir, a no ser que seja conservado enquanto existo, seja por mim prprio, se tivesse poder para tal, seja por outro que o possui. Ora, eu existo, e contudo no possuo poder para me conservar a mim prprio, como j foi provado. Logo, sou conservado por outro. Alm disso, aquele pelo qual sou conservado possui formal e eminentemente tudo aquilo que em mim existe. Mas em mim existe a percepo de muitas perfeies que me faltam, ao mesmo tempo que tenho a percepo da ideia de Deus. Logo, tambm nele, que me conserva, existe percepo das mesmas perfeies. Assim, ele prprio no pode ter percepo de algumas perfeies que lhe faltem, ou que no possua formal ou eminentemente. Como, porm, tem o poder para me conservar, como foi dito, muito mais poder ter para as dar a si mesmo, se lhe faltassem. Tem pois a percepo de todas aquelas que me faltam e que concebo poderem s existir em Deus, como foi provado. Portanto, possui-as formal e eminentemente, e assim Deus. Descartes, Oeuvres, VII, pp.166-169. Descartes demonstra agora a existncia de Deus a partir do facto de que no nos podemos conservar a ns prprios. Se no podemos garantir a nossa existncia, mas apesar disso existimos, porque algum nos pode garantir essa existncia. Volta ao ndice
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Quais as duas principais obras de René Descartes?

Biografia de René Descartes – René Descartes nasceu em Haye, província francesa, em 1596, Ficando órfão de mãe quase um ano após o seu nascimento, cresceu sob os cuidados do pai e de uma ama. Seu pai era funcionário público de Haye e providenciou uma educação de elite para o filho, que, desde cedo, teve contato com a Filosofia, com a Astronomia e com a Matemática,

Saiba mais: Matemática e Astronomia, uma relação antiga Descartes estudou no colégio Royal Henry Le Grand, seminário dirigido por jesuítas no Castelo de La Flèche, Aos 19 anos terminou o seminário, e algumas inquietações sobre a Filosofia ensinada pelos jesuítas, de tradição escolástica e essencialmente aristotélica, deixaram-no pensativo.

Quando terminou o curso básico, ingressou no curso de Direito na Universidade de Poitiers, Aos 22 anos de idade, tornou-se bacharel em Direito, mas nunca exerceu a advocacia ou se envolveu com a carreira jurídica. Ao formar-se, Descartes envolve-se com a carreira militar, tendo passado mais de um ano como soldado alistado no exército do príncipe holandês Maurício de Nassau,

A carreira como soldado é curta, pois o filósofo descobriu não ter nascido para o militarismo. Não obstante, suas contribuições como conselheiro e estrategista militar fizeram-se presentes em quase toda a sua vida, tendo sido encerradas apenas quando o francês completou 49 anos. Essa atividade era, no entanto, secundária em sua vida dedicada à Filosofia e à Matemática.

Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Saiba mais: Invasões holandesas no Brasil O ingresso no exército quando jovem revelou a Descartes uma busca pessoal pela aventura, ao que ele seguiu com inúmeras viagens que fez pela Europa. Apesar do espírito aventureiro, contam os seus biógrafos que, desde criança, o pensador era muito reservado e evitava o convívio social, preferindo ficar sozinho e cair em seus profundos pensamentos, o que fez com que deixasse poucos vestígios de sua vida pessoal.

  1. Também com 22 anos começou a estudar Matemática e viu-se fascinado pela exatidão daquela ciência, algo que já despertara a sua curiosidade desde os anos vividos em La Flèche.
  2. Aos 33 anos, Descartes havia escrito um livro intitulado Tratado sobre o mundo,
  3. O filósofo optou por não publicar o manuscrito sobre ciência natural, que defendia uma tese heliocêntrica, em decorrência do processo e condenação vividos por Galileu Galilei,

Saiba mais: Heliocentrismo e geocentrismo Em 1637, Descartes publica Discurso do método, sua mais importante obra filosófica, e, em 1641, publica Meditações metafísicas, outra grande obra de sua autoria. Em 1649, o pensador francês aceita o convite da rainha Cristina, da Suécia, apesar de hesitar bastante.

Por que Descartes é considerado o fundador da Filosofia Moderna?

Questão René Descartes (1596–1650) pode ser considerado o pai da filosofia moderna, pois, em vários aspectos, permiti. Rene-Descartes-159666fd2e5aec René Descartes (1596–1650) pode ser considerado o pai da filosofia moderna, pois, em vários aspectos, permitiu uma visão crítica da filosofia medieval, especialmente no que se referia à possibilidade do conhecimento da natureza.

Qual a crítica de Descartes?

A crítica inicia quando Descartes diz que não existe qualquer mundo ou lugar onde o ‘ser’ do Cogito pensante existe, ou seja, na teoria heideggeriana para existir ‘ser’ ele tem que estar no mundo, pois ‘ser é’ e para ‘ser’ ele tem que estar inserido no mundo.