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Quem Foi JoO Batista?

Quem é João Batista segundo a Bíblia?

João Batista foi o homem que, de certa forma, abriu as portas para a missão de Jesus. Pregador itinerante nascido na Judeia, ele se tornou líder religioso de um grupo de judeus da época, exaltando a importância de valores como retidão e da prática da virtude.

Quem foi João Batista para Jesus?

João Batista (2 a.C.-27), ou São João, foi um pregador judeu, segundo os evangelhos, era primo de Jesus e foi o responsável por seu batismo. Segundo Lucas, o nascimento de João foi anunciado pelo anjo Gabriel o enviado por Deus. ‘Certa ocasião, Zacarias fazia o serviço religioso no Templo’.

Quem foi João Batista e por que ele é importante?

São João Batista nasceu em Aim Karim, cidade de Israel que fica a 6 quilômetros do centro de Jerusalém. Sua mãe Santa Isabel, era prima de Maria Mãe de Jesus. São João Batista foi consagrado a Deus desde o ventre materno. São João Batista é o primeiro mártir da Igreja e o último dos profetas.

Sua festa é celebrada no dia 24 de junho – solenidade da Natividade de São João, Em sua missão, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo, João batizava o povo daí o nome João Batista, ou seja, João aquele que batiza. Nascimento milagroso A mãe de João Batista, Santa Isabel, era idosa e nunca tinha engravidado.

Todos a tinham como estéril. Mas, então, o anjo Gabriel apareceu a Zacarias quando este prestava seu serviço de sacerdote no templo e anunciou que Isabel teria um filho e que este deveria se chamar João. Zacarias não acreditou e ficou mudo, Pouco tempo depois, Isabel engravidou como o Anjo havia dito.

Vida no deserto Quando São João Batista ficou adulto, percebeu que chegara sua hora. Então, foi morar no deserto para rezar, fazer sacrifícios e pregar para que as pessoas se arrependessem. Vivendo uma vida extremamente difícil e com muita oração, passou a ser conhecido como profeta, homem enviado por Deus.

Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre viam suas pregações no rio Jordão, Prisão e morte de João Batista Nas pregações, São João não poupava o rei local, Herodes Antipas, denunciava a vida adultera do rei que tinha se unido a Herodíades, sua cunhada, e também a vida desregrada em seu governo. Quem Foi JoO Batista

Qual era a missão de João Batista?

Um estudo sobre João Batista Não há como negar a importância desse personagem bíblico, sendo primo de Jesus, João Batista era filho de Zacarias e Isabel, fruto de uma concepção milagrosa, já que sua mãe era idosa e estéril ( Lucas 1: 57-66 ). João Batista desde cedo já sabia qual era o seu propósito aqui na terra: Anunciar a vinda de Jesus Cristo – o Salvador – e ele permaneceu fiel ao seu chamado.

  • O profeta Isaías já havia profetizado a respeito dele.
  • E isso é confirmado no texto de Mateus: Naqueles dias surgiu João Batista, pregando no deserto da Judéia.
  • Ele dizia: «Arrependam-se, porque o Reino dos céus está próximo».
  • Este é aquele que foi anunciado pelo profeta Isaías: «Voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele’ «.

Mateus 3:1-3 Quando o Espírito de Deus o dirigiu ao deserto para iniciar seu ministério de pregação, não hesitou em obedecer ( Lucas 1:80; Marcos 1: 2-6 ). Ele viveu no deserto até começar seu ministério, não bebia álcool, vestia roupa de pêlos de camelo e comia gafanhotos e mel.

Seu ministério consistia em andar pela região do rio Jordão e pregar que as pessoas precisavam se arrepender de seus pecados para serem perdoadas. João, pregava sobre o evangelho do arrependimento, avisando que Deus pune o pecado e que ninguém poderia escapar só por ser judeu de nascimento. Ele pregava que era necessário se arrepender e viver de maneira que agrada a Deus ( Lucas 3:7-9 ).

Suas pregações atraíram muitas pessoas que eram batizadas por imersão, como um sinal de sua purificação, pois agora eram novas criaturas. João dizia às multidões que saíam para serem batizadas por ele: «Raça de víboras! Quem lhes deu a idéia de fugir da ira que se aproxima? Dêem frutos que mostrem o arrependimento.

  1. E não comecem a dizer a si mesmos: ‘Abraão é nosso pai’.
  2. Pois eu lhes digo que destas pedras Deus pode fazer surgir filhos a Abraão.
  3. Lucas 3:7-8 Muitas pessoas achavam que ele era o Messias, mas João sempre explicava que viria alguém maior que ele e que este iria batizar com o Espírito Santo ( Marcos 1:7-8 ).

Até que certo dia, Jesus chegou para ser batizado, João não queria batizá-lo pois sabia que Jesus era superior a ele, mas Jesus insistiu e então foi batizado. Neste momento, João Batista viu o Espírito Santo descer sobre ele como uma pomba e ouviu uma voz proclamar que Jesus era o Filho de Deus.

  • A partir de então, João passou a anunciar Jesus como o Messias ( João 1:29-31 ).
  • No dia seguinte João viu Jesus aproximando-se e disse: «Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Este é aquele a quem eu me referi, quando disse: Vem depois de mim um homem que é superior a mim, porque já existia antes de mim.

Eu mesmo não o conhecia, mas por isso é que vim batizando com água: para que ele viesse a ser revelado a Israel». João 1:29-31 O significado de humildade tem a ver com conhecermos a nós mesmos. Sabermos quem realmente somos de forma equilibrada. Paulo fala na carta aos Romanos, capítulo 12 verso 3: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.

João sabia qual era a identidade d’Ele em Deus. Por mais que alguns pudessem pensar que ele era o Messias, ele sabia exatamente quem ele era. E que ele estava ali para preparar o caminho para o verdadeiro Messias. Ele se coloca na posição de alguém que não era digno nem mesmo de desatar as sandálias de Jesus.

Ele mesmo afirma em João 1:26-27 que «Eu batizo com água; mas, no meio de vós, já está quem vós não conheceis. Ele é aquele que vem depois de mim, cujas correias das sandálias não sou digno de desamarrar». O fato de João Batista agir com humildade de forma alguma retirou a importância de seu ministério.

  1. Ele foi alguém anunciado pelo profeta Isaías e que teve um papel fundamental no preparo do ministério de Jesus.
  2. O próprio Cristo afirmou que dos que nasceram de mulher, João era o maior.
  3. Inclusive João fazia uma pregação ousada e de confronto em relação ao pensamento religioso da época, justamente pelo entendimento que tinha a respeito de seu propósito.

Ele sabia da importância de seu ministério por mais que houvesse alguém maior por vir. Humildade não tem a ver com uma falsa modéstia. João morreu decapitado, por ordem do rei Herodes Antipas, que fez isso para atender ao pedido de sua esposa, com quem tinha um casamento ilegítimo ( Mateus 14: 3-12; Marcos 6: 14-29 ).

Ele foi o último profeta a anteceder Jesus Cristo e seu trabalho preparou os corações do povo para receber a boa notícia da vinda do Messias. Assim como João, devemos procurar conhecer a missão que Deus nos reservou e sermos fiéis e obedientes ao cumprimento dela. Outro aprendizado é que precisamos pregar a verdade sobre o pecado e o arrependimento com autoridade e destemor.

Também não devemos buscar honra para nós mesmos, mas sim fazer tudo para glória de Deus. Observando a vida de João Batista, notamos que Deus não promete aos seus seguidores uma vida fácil, mas sim de trabalho, lembre-se que o seu tesouro está no céu. _ Vencendo suas limitações: Obedeça mesmo que custe Vencendo suas limitações | Neste episódio damos início a série «Vencendo suas Limitações», onde aprenderemos lições importantes com a vida de Gideão, Davi, José e Rute.

Começando pela história de Gideão com o tema «obedeça mesmo que custe», então aperte o play e venha aprender um pouco mais sobre a importância da obediência a Deus e de Sua fidelidade para aqueles que o teme. Deus te abençoe! Siga a Bíblia JFA nas redes sociais: @bibliajfa. Se você ainda não baixou nosso aplicativo, basta digitar «Bíblia JFA Offline» na busca das lojas (Play Store da Google e App Store da Apple).

Para ver mais publicações como essa : Um estudo sobre João Batista

Por que Jesus foi batizado por João Batista?

Capítulo 10: O Batismo de Jesus John the Baptist in the desert – ch.10-1 João viveu no deserto durante muitos anos. Ele usava roupas feitas de pele de camelo e comia mel e gafanhotos. As pessoas vinham das cidades para ouvir o que ele ensinava. Ele era conhecido como João Batista. John the Baptist teaching the people about Jesus Christ – ch.10-2 João Batista ensinava as pessoas a respeito de Jesus Cristo. Ele dizia que deviam se arrepender de seus pecados e ser batizados. João batizava os que se arrependiam de seus pecados. John the Baptist preaching to the people – ch.10-3 As pessoas perguntaram a João Batista como ter uma vida melhor. Ele disse que deveriam cuidar dos pobres, dizer a verdade e ser justos com os outros. Disse-lhes que Jesus Cristo viria logo e que lhes daria o dom do Espírito Santo. Jesus Christ asks John to baptize Him – ch.10-4 Um dia, quando João Batista estava batizando as pessoas no rio Jordão, Jesus Cristo apareceu e foi falar com ele. Jesus pediu que João O batizasse. João sabia que Jesus sempre tinha obedecido aos mandamentos de Deus e não precisava Se arrepender. Por isso João achava que Jesus não precisava ser batizado. John the Baptist baptizes Jesus – ch.10-5 Mas Deus ordenou que todas as pessoas fossem batizadas, por isso Jesus disse a João que O batizasse. Ele deu o exemplo para nós, obedecendo ao mandamento de Deus de ser batizado. Jesus comes up out of the water after being baptized – ch.10-6 Quando Jesus saiu da água, o Espírito Santo desceu sobre Ele. Deus falou do céu, dizendo: «Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo». João Batista testificou que Jesus era o Filho de Deus. : Capítulo 10: O Batismo de Jesus

Porque João Batista foi considerado o maior profeta?

Edison VeigaDe Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

23 junho 2022 Quem Foi JoO Batista Crédito, Domínio Público Legenda da foto, João Batista, em pintura de Bartolomé Gonzalez É um caso peculiar dentro do cristianismo: um santo festejado tanto por seu nascimento, em 24 de junho, quanto por sua morte, 29 de agosto. Normalmente, os católicos celebram a morte do santo como aquele dia em que eles «nascem» para a Deus.

  • João Batista foi o homem que, de certa forma, abriu as portas para a missão de Jesus.
  • Pregador itinerante nascido na Judeia, ele se tornou líder religioso de um grupo de judeus da época, exaltando a importância de valores como retidão e da prática da virtude.
  • No intuito de purificar as almas, lançava mão do batismo — realizado em cursos d’água, em cerimônias epifânicas.

O batismo não foi uma invenção de João, pois já era praticado na época. A novidade trazida por ele foi o fato de que ele não restringia a participação aos judeus, permitindo também que o ritual servisse para a conversão dos considerados pagãos — e isso motivou polêmicas em seu meio.

De acordo com os textos bíblicos, João era parente de Jesus. Ele era filho de Zacarias, um sacerdote, e de Isabel, uma prima de Maria, a mãe de Jesus. Segundo a literatura sagrada, Jesus iniciou sua missão evangelizadora somente após ter sido ele próprio batizado pelo primo nas águas do Rio Jordão. Para muitos, João é exaltado como o maior dos profetas.

Como costumava acontecer em grupos religiosos daquela época — a exemplo do próprio Jesus —, as pregações de João passaram a incomodar o poder estabelecido. Preso por dez meses, provavelmente em algum momento entre o ano 26 e o ano 28 da era cristã, João acabou condenado à morte pelo governante Herodes Antipas (20 a.C – cerca de 39 d.C).

  1. Não se sabe exatamente a idade que João tinha quando foi morto, mas é certo que era mais velho do que seu primo Jesus.
  2. Por muito tempo, pairavam controvérsias sobre a historicidade de João Batista.
  3. O principal documento, contudo, que atesta a sua existência é o livro Antiguidades Judaicas, escrito pelo historiador romano Flávio Josefo (37-100) provavelmente no ano de 94.

«João Batista é um personagem bíblico, mas para além dessa referência também há um historiador muito importante, Flávio Josefo, que se refere a ele em suas obras. É um historiador que tem uma visão muito isenta, porque não é ligado à tradição cristã», pondera o estudioso de hagiografias Thiago Maerki, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e associado da Hagiography Society, dos Estados Unidos.

Por muito tempo houve a controvérsia se João Batista existiu de fato ou se seria uma construção lendária, literária. Tudo indica que existiu de fato, por conta de testemunhos externos à Igreja. E talvez este seja o mais importante», acrescenta Maerki. O pesquisador ressalta que Josefo «se refere a João Batista» como alguém «que costumava reunir uma multidão em torno dele para ouvir sua pregação».

«Havia, portanto, muitos seguidores. E isso teria incomodado Herodes», narra Maerki. «Temia-se que João pudesse iniciar uma rebelião. Suas pregações incomodavam o poder. Por isso acaba sendo preso e morto em seguida.» De acordo com as narrativas antigas, foi morto por decapitação.

E teve sua cabeça apresentada em uma bandeja. «Ele viveu na Galileia no reinado de Herodes e possuiu muitos seguidores, pregava aos judeus e fazia do batismo símbolo de purificação da alma. Ele era filho de Zacarias, sacerdote, e de Isabel, prima de Maria Santíssima. Além de primo de Jesus. Sua mãe, Isabel, era prima de Maria, João ainda no ventre da mãe celebrou Jesus também no ventre de Maria como vemos em Lucas.

Foi também ele o precursor de Jesus e sua mensagem salvífica», acrescenta o hagiólogo José Luís Lira, fundador da Academia Brasileira de Hagiologia e professor da Universidade Estadual Vale do Aracaú, do Ceará. «Não bastasse tudo isso, ele batizou Jesus.

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Então, não só o cristianismo, mas, diversas religiões o celebram. De um modo geral, João Batista é mártir. Morreu em defesa da fé. E já os discípulos de Jesus o tratavam com reverência. No martirológio romano encontramos duas celebrações a ele, no nascimento e no martírio», diz ainda o hagiólogo. Embora existisse essa reverência ao personagem desde os primeiros cristãos, Maerki lembra que oficialmente o cristianismo só oficializou uma solenidade à natividade de São João no século 4, «conforme indícios».

«Depois essa celebração foi se difundindo nos séculos seguintes e, já no século 6, houve um aprimoramento da festividade, precedida de um jejum solene, com missa de vigília e tal. Na Idade Média, há o histórico de celebrações com três missas para a data», contextualiza.

  1. Era uma festa das mais importantes, das mais cultivadas e das mais populares da época.
  2. E isso é importante porque ainda hoje a gente sabe que João Batista é dos santos mais populares, mais venerados, de tradição muito forte que remonta ao período medieval.» Claro que há simbolismos, e a escolha de datas assim, provavelmente definidas a posteriori, não foi à toa.

«João Batista teria sido concebido no equinócio de outono e teria nascido no solstício do verão europeu. Isso é importante. Santo Agostinho, depois, vê nisso uma espécie de confirmação cósmica do versículo bíblico que diz que é necessário ‘que ele cresça e eu diminua’. Quem Foi JoO Batista Crédito, Domínio Publico Legenda da foto, João Bastista, em obra de Anton Raphael Mengs «Alguns teólogos ainda apontam para um certo paralelismo com o Natal de Jesus, que acontece no inverno europeu, quando analisam o natal de João, verão europeu», complementa o pesquisador.

  • Isso teria dado origem a manifestações folclóricas, inclusive os fogos de São João que representam e simbolizam o nascimento do santo.
  • É o nascimento mas também é em referência ao início do verão.
  • São relações curiosas que, certamente surgiram por meios populares e foram se enraizando.
  • Depois acabaram aceitas e cultivadas inclusive pela Igreja», diz o pesquisador.

De qualquer forma, os próprios textos bíblicos concedem a João uma posição especial. «João é apresentado como o precursor do messias e essa imagem é muito forte, é daquele que prepara o caminho da salvação», pontua Maerki. «Há todo um caráter messiânico.

Ele vai ser apontado como o profeta que indicou em Cristo o ‘cordeiro enviado para expiar os pecados do mundo’, aquele que primeiramente teria visto em Jesus o caráter daquele que teria sido enviado por Deus. E a partir daí teria iniciado um novo momento na pregação de João, não só de anunciar que o messias estava próximo mas que esse messias seria o próprio Jesus, uma tradição bíblica que depois a igreja aprofunda, desenvolve e festeja.» O Evangelho de Mateus, por exemplo, apresenta João Batista como alguém muito maior do que um profeta, como o profeta dos profetas.

«Porque, diferentemente dos profetas que falavam do futuro, ele indicou o messias no presente. Isso é muito forte na tradição religiosa. Ele é alguém que não anuncia um futuro distante, ele anuncia um messias que está presente, que se faz presente no momento em que ele fala», comenta o hagiólogo.

Porque João era o discípulo amado de Jesus?

João: O discípulo que Jesus amava Os escritos do Novo Testamento referentes a João, o Amado, apresentam-no como professor e modelo para nosso próprio discipulado. Depois de Pedro, João é talvez o mais conhecido dos Doze Apóstolos originais de Jesus. Ele e seu irmão, Tiago, estiveram com Pedro em alguns dos momentos mais importantes do ministério mortal do Salvador e tradicionalmente se atribuem a ele cinco livros diferentes do Novo Testamento.

  • Sua proximidade pessoal com o Senhor é sugerida por : «Ora, um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava, estava reclinado no peito de Jesus».
  • Ao longo da história, a arte cristã representou essa imagem, retratando João como um jovem, muitas vezes descansando nos braços do Salvador.
  • Essa é a origem de seu título especial, João, o Amado, mas seu testemunho e sua missão revelam aspectos do discipulado que todos podemos compartilhar.

O nome hebraico de João, Yohanan, significa «Deus é gracioso». A maioria dos detalhes que conhecemos sobre ele vem dos três primeiros evangelhos, que contam a história do ministério mortal do Salvador em grande parte da mesma perspectiva. Todos concordam que João era filho de um próspero pescador galileu chamado Zebedeu, que possuía seu próprio barco e podia contratar trabalhadores para ajudar a ele e a seus filhos em seu trabalho. Embora os evangelhos não mencionem Zebedeu novamente, a mãe de Tiago e João se tornou uma seguidora de Jesus, intercedendo junto a Ele em favor de seus filhos e estando presente durante a Crucificação. Geralmente identificada pelo nome de Salomé, a mãe de Tiago e João pode também ter sido irmã de Maria, mãe de Jesus, tornando-os primos de Jesus e parentes de João Batista.

  • Na ocasião em que o Senhor levantou a filha de Jairo, vendo pessoalmente o poder Dele sobre a morte.
  • No Monte da Transfiguração, onde viram Jesus revelado em Sua glória e ouviram a voz do Pai testificar que Jesus era Seu Filho em quem Ele Se comprazia.
  • No Monte das Oliveiras para Sua profecia final sobre os últimos dias.
  • No Jardim do Getsêmani, onde eles estavam por perto quando o Salvador iniciou Sua grande obra de Expiação.

Assim como Jesus Cristo deu a Simão o nome adicional de Cefas ou Pedro, que significa «rocha», Ele também deu a Tiago e João o título de Boanerges ou «filhos do trovão». Porque eles perguntaram a Jesus se deveriam invocar fogo do céu sobre uma aldeia de samaritanos que O havia rejeitado (ver ), esse apelido pode sugerir que eles eram impetuosos ou pelo menos tinham personalidade forte.

  • No entanto, é provável que o nome prefigurasse as poderosas testemunhas que viriam a se tornar, assim como o nome de Pedro talvez refletisse não tanto sua antiga natureza devotada, porém impulsiva, mas sua firmeza e força após a Ressurreição de Jesus.
  • Nas referências a João no livro de Atos, ele é retratado como um companheiro constante e forte de Pedro.

João estava com Pedro quando ele curou o homem coxo no templo e juntos pregaram corajosamente perante os líderes judeus de Jerusalém. Juntos, os dois apóstolos viajaram a Samaria para conferir o dom do Espírito Santo aos samaritanos que Filipe tinha ensinado e batizado.

  1. No entanto, é nos escritos que estão relacionados a João que ele é melhor visto como uma testemunha eloquente da divindade de seu mestre e amigo, Jesus Cristo.
  2. Esses livros do Novo Testamento apresentam João tanto como professor quanto modelo para nós em nosso próprio discipulado.
  3. Curiosamente, João nunca é mencionado pelo nome no evangelho que tradicionalmente se atribui a ele.

O evangelho de João menciona os dois filhos de Zebedeu apenas uma vez, no último capítulo, no qual eram dois dos sete discípulos que se encontraram com o Senhor ressuscitado junto ao mar da Galileia. Até ali, no entanto, eles não são mencionados pelo nome.

  1. Em vez disso, a tradição, apoiada por referências nas escrituras da Restauração, identificou João como o anônimo «discípulo a quem Jesus amava», que estava presente na Última Ceia, na Crucificação, no sepulcro vazio e na última aparição de Jesus no mar da Galileia.
  2. Ele também pode ter sido o «outro discípulo» que, com André, foi um seguidor de João Batista e o ouviu testificar que Jesus era o Cordeiro de Deus (ver ), e é provável que tenha sido o discípulo que acompanhou Pedro depois da prisão de Jesus e que ajudou Pedro a ter acesso à corte do sumo sacerdote (ver ).

No evangelho de João, o discípulo amado surge como um amigo íntimo e pessoal do Senhor. Com Marta, Lázaro e Maria, João é descrito claramente nesse evangelho como alguém a quem Jesus amava (ver ). Sua posição na mesa durante a Última Ceia refletia não apenas honra, mas também proximidade.

Além de sua amizade com o Salvador, outras passagens o revelam como uma testemunha-chave dos acontecimentos mais importantes da missão de Jesus: ele ficou ao pé da cruz para testemunhar a morte do Senhor como sacrifício pelo pecado, correu ao sepulcro depois da Ressurreição para confirmar que estava vazio e viu o Salvador ressuscitado.

Duas vezes o evangelho de João menciona que se baseia no testemunho do discípulo amado e ressalta que seu testemunho é verdadeiro, algo indicado pela renomeação de Joseph Smith do evangelho como «O testemunho de João». Embora os estudiosos ainda debatam a identidade do discípulo amado, se ele era o apóstolo João, então era a fonte do conteúdo do evangelho, se não o seu autor original.

  • Por que então ele permaneceu sem nome, nunca sendo identificado diretamente como o apóstolo João? A resposta pode ser em parte porque ele pretendia que suas próprias experiências fossem simbólicas para os fiéis e os discípulos em todas as épocas.
  • Ao permanecer anônimo, ele permite que nos imaginemos tendo suas experiências, aprendendo a amar e ser amados pelo Senhor e então adquirir nosso próprio testemunho, que depois somos conclamados a compartilhar com outras pessoas.

Assim como o evangelho de João, nenhuma das três cartas atribuídas a João o nomeia diretamente. No entanto, 1 João, que é mais um tratado doutrinário do que uma carta propriamente dita, está intimamente relacionado com o evangelho em seu estilo e seus tópicos, que incluem a importância do amor e da obediência, temas que o Salvador ensinou no relato de João da Última Ceia.

  1. Escrito após o evangelho, 1 João começa com a declaração de testemunho do autor sobre o Senhor Jesus Cristo, «que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida» (; grifo do autor).
  2. Além de reafirmar as palavras iniciais do evangelho de João, o autor ressalta seu testemunho contundente, pessoal e físico de Jesus Cristo, que era a Palavra de Deus, que literalmente se fez carne.

Os primeiros cristãos, que eram o público original do livro, aparentemente tinham sofrido divisão interna com um grupo que acreditava em crenças incorretas sobre Jesus ter deixado a Igreja. Em 1 João, o autor não é apenas uma testemunha, mas uma autoridade chamada para corrigir doutrinas falsas e combater ameaças à fé provindas de anticristos e falsos espíritos (ver ; ).

Sua missão era também incentivar aqueles que permaneceram fiéis, compartilhando verdades significativas a respeito de Deus e Cristo e a importância de contínua fé e retidão. Em 2 João e 3 João, ele se identifica simplesmente como «ancião» e continua a ressaltar a importância do amor e da obediência e os perigos dos falsos mestres e daqueles que rejeitam a devida autoridade da Igreja.

Todos esses três livros nos ensinam a importância da devoção contínua ao Jesus Cristo revelado. Dos cinco livros atribuídos a ele, apenas Apocalipse usa efetivamente o nome de João, identificando seu autor três vezes por esse nome em seus primeiros versículos (ver ).

Além de se identificar como servo de Deus, o autor não dá nenhuma outra indicação de seu cargo ou chamado, mas a maioria das primeiras autoridades cristãs acreditava que ele era João, filho de Zebedeu. O Livro de Mórmon e Doutrina e Convênios confirmam que o apóstolo João teve o encargo especial de receber e escrever as visões que recebera.

Um livro complexo e altamente simbólico, Apocalipse se destinava a consolar e tranquilizar os cristãos que sofriam perseguições ou provações em todas as épocas, ao mesmo tempo em que revelava o papel de Jesus Cristo ao longo da história. Embora duas datas diferentes tenham sido sugeridas para a época em que João escreveu Apocalipse — uma data inicial na década de 60 d.C., durante o reinado do imperador Nero, e uma data posterior na década de 90 d.C., durante o reinado do imperador Domiciano — ambas teriam sido após o martírio de Pedro, fazendo de João o apóstolo mais velho vivo.

  • Seu chamado, no entanto, não foi apenas o de receber e registrar as visões contidas no livro.
  • Em uma de suas visões, um anjo disse a João, o Revelador, que pegasse um livrinho, ou pergaminho, e o comesse.
  • Doce a princípio em sua boca, ele fez seu ventre ficar amargo, o que Joseph Smith interpretou como representando sua missão de ajudar a reunir Israel como parte da restauração de todas as coisas (ver ; ).

Essa missão foi possível devido ao ministério contínuo de João depois de ser transladado. Enquanto os comentaristas, antigos e modernos, ficaram divididos quanto ao significado da declaração de Jesus a Pedro sobre o destino de João no final do evangelho (ver ), Joseph Smith recebeu uma revelação confirmando que a missão de João continuará como um ser transladado até a volta do Salvador (ver ). John and Peter at the tomb Uma testemunha-chave dos acontecimentos mais importantes da missão de Jesus, João ficou ao pé da cruz para testemunhar a morte do Senhor, correu ao sepulcro depois da Ressurreição para confirmar que estava vazio e viu o Salvador ressuscitado.

  • João era um membro importante dos Doze Apóstolos originais de Jesus Cristo, alguém que tinha um relacionamento pessoal próximo com o Salvador e que desempenhava papéis importantes como Sua testemunha, como líder da Igreja e como revelador.
  • No entanto, a maneira que escolheu para apresentar a si mesmo como o discípulo amado no evangelho que leva seu nome lhe permite servir de modelo para todos nós em nosso próprio discipulado.
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Aprendemos com ele que, como seguidores de Jesus Cristo, podemos todos descansar envolvidos pelos braços de Seu amor, amor que percebemos mais plenamente por meio de ordenanças como as que Ele estabeleceu na Última Ceia. Também podemos, simbolicamente, permanecer ao pé da cruz, testificando que Jesus morreu por nós e correr com esperança para aprender por nós mesmos que o Senhor vive.

  1. Curiosamente, apenas o livro de Apocalipse declara diretamente que seu autor foi João (ver Apocalipse 1:1, 4). Nenhum dos evangelhos, inclusive João, identifica seu autor. A tradição cristã primitiva, no entanto, identificou a figura do discípulo amado no evangelho de João com o apóstolo desse nome. Para um debate das evidências, debates acadêmicos e percepções da Restauração a respeito dessa identificação, ver a nota 17. Da mesma forma, o livro de 1 João nunca identifica seu autor, mas seu estilo e o assunto o conectam intimamente com o evangelho de João. Os livros de 2 e 3 João são atribuídos apenas ao «ancião», mas a tradição cristã primitiva os ligou ao autor de João e 1 João.
  2. Ver ; ver também ;, A maioria dos estudiosos concorda que Marcos foi escrito primeiro, em meados da década de 60 d.C., e Mateus e Lucas foram escritos em algum momento da década de 70 d.C. ou no início da década de 80 d.C. Consequentemente, se lermos primeiro as referências de Marcos, conseguiremos ver como Mateus e Lucas acrescentaram ao primeiro relato ou o adaptaram.
  3. Enquanto registra que Tiago e João pediram para se sentarem no lado direito e esquerdo de Jesus em Seu reino, acrescenta que esse pedido, na realidade, veio da mãe deles. Para referência sobre a presença dela na Crucificação e mais tarde no sepulcro vazio, ver ; ; ver também ; ; e,
  4. Para um debate mais aprofundado dessas possíveis conexões de Salomé, bem como mais informações sobre a família e a empresa de pesca de Zebedeu, ver R. Alan Culpepper, John, the Son of Zebedee: The Life of a Legend, 2000, pp.7–23.
  5. Ver ; ; ; ver também ; ; ; ; ;,
  6. Para saber sobre o Sermão da Montanha, ver, Para saber sobre o chamado de João e dos outros apóstolos originais, ver ; ver também ;,
  7. Ver ; ver também ; embora Mateus não mencione os nomes de Pedro, Tiago e João.
  8. Ver ; ver também ;,
  9. Ver,
  10. Ver ; ver também,
  11. Ver, Boanerges é aparentemente uma transliteração grega grosseira do aramaico bene regesh ou r’m, que significa «filhos da comoção ou trovão».
  12. Ver Culpepper, John, the Son of Zebedee, pp.38–40, 50.
  13. Ver ; ;,
  14. Ver ; ;,
  15. Ver ; ; ; ; ver também Culpepper, John, the Son of Zebedee, pp.57–69.
  16. Ver ; ; ver também,
  17. Ver Joseph Smith’s New Translation of the Bible: Original Manuscripts, ed. por Scott H. Faulring, Kent P. Jackson e Robert J. Matthews, 2004, p.234.
  18. Para exemplos dos debates acadêmicos sobre a identidade do discípulo amado, ver Culpepper, John, the Son of Zebedee, pp.72–85, e Raymond E. Brown, An Introduction to the Gospel of John, ed. por Francis J. Moloney, 2003, pp.189–199. Para discussões sobre o apóstolo João como fonte ou autor do evangelho de João, ver Richard Neitzel Holzapfel, Eric D. Huntsman e Thomas A. Wayment, Jesus Christ and the World of the New Testament, 2006, pp.126–127, e meu próprio tratamento recente em «The Gospel of John» em New Testament History, Culture, and Society, 2018, ed. Lincoln Blumell.
  19. Ver Raymond E. Brown, The Epistles of John, The Anchor Bible, vol.30, 1982, pp.49–55, 71.
  20. Ver Culpepper, John, the Son of Zebedee, pp.90–95, e Holzapfel, Huntsman e Wayment, Jesus Christ and the World of the New Testament, pp.274–277.
  21. Ver Holzapfel, Huntsman e Wayment, Jesus Christ and the World of the New Testament, pp.281–282, e principalmente ; e ;,

: João: O discípulo que Jesus amava

Qual a idade de João Batista quando batizou Jesus?

Por que Jesus foi batizado quando era adulto, e não quando era criança? Uma das passagens do Evangelho que acho mais bonita é justamente a que fala do batismo de Jesus, E o mais interessante é que cada um dos evangelistas pintou esse momento com cores diferentes.

É só pegar os quatro Evangelhos e comparar as narrações do batismo de Jesus. Vamos encontrar diferenças fundamentais, pois cada um dos escritores descreveu o batismo a partir de determinado ângulo. Mas em uma coisa eles concordam : no batismo, a Trindade santa estava presente – Pai, Filho e Espírito Santo,

Na época de Jesus, existiam muitos movimentos que pregavam a conversão e a ira de Deus pela humanidade pecadora. João Batista era líder de um grupo desse tipo, e foi justamente ele quem batizou Jesus. Nessa época, Jesus devia ter uns 30 anos, ou seja, era adulto.

  1. O batismo de Jesus, ao contrário do nosso, não era um momento de adesão ao projeto de Deus, afinal ele era o próprio Deus encarnado,
  2. O Batismo de Jesus foi o momento de r evelação de Jesus como o enviado de Deus para a redenção da humanidade.
  3. Naquele momento, iniciou-se o caminho que conduz ao Reino de Deus,

Basta ver o, que começa justamente com o batismo. É importante saber que no tempo de Jesus não existia ainda o Sacramento chamado Batismo, muito menos para crianças. Foi Jesus que inaugurou o «Sacramento do Batismo», tal qual o conhecemos hoje. E digamos mais: o batismo na Igreja também era coisa oferecida somente aos adultos, e só depois de muito tempo é que começamos a batizar crianças.

O que motivava o batismo de adultos era a opção pessoal pelo Cristo, E o que motiva o batismo de crianças é a adesão dos pais e padrinhos que querem a mesma fé para seus filhos, porque acreditam no valor dessa escolha, O que devemos aprender, então, com a pergunta inicial: O batismo de Jesus foi momento da apresentação de seu projeto de amor para o mundo, desenvolvido depois em todo seu apostolado,

Nosso batismo, seja na fase adulta ou na infância, marca nossa adesão ao Cristo e nosso propósito de conversão radical ao Evangelho, É isso! : Por que Jesus foi batizado quando era adulto, e não quando era criança?

Quantos anos tinha João quando foi chamado por Jesus?

Ouça este artigo: João Evangelista foi um dos doze apóstolos de Jesus, o mais novo deles. Na época do chamado do Messias ele tinha por volta de vinte e quatro anos. Pertencente à família de Zebedeu e de Maria Salomé, ele era possivelmente solteiro, provavelmente um pescador, uma vez que seu pai tinha a posse de alguns barcos e admitia vários servidores para auxiliá-lo na pesca.

Antes de seguir o Nazareno, ele e seu irmão Tiago eram adeptos de João Batista, batizados por ele, se preparando assim para o encontro com o Messias. Quando o Batista os apresentou a Jesus, confirmando seu papel redentor, eles imediatamente o seguiram. Logo depois, o futuro Mestre os escolheu, sugerindo-lhes que abandonassem a profissão e suas posses, para constituir seu grupo mais próximo de seguidores, mais tarde conhecidos como os doze apóstolos.

João era repleto de sonhos e ideais, até mesmo por ser ainda muito jovem. Seu temperamento dominado pela paixão e enérgico lhe valeu, como também a seu irmão, o apelido de ‘filhos do trovão’, conferido pelo Mestre, em referência ao uso que fariam dos raios se os tivessem em mãos.

Ao lado de Tiago e de Pedro, forma o trio mais íntimo de Jesus, marcando sua presença em momentos de destaque na jornada do Nazareno pelo Planeta. Ele é o único apóstolo presente, ao lado da mãe de Cristo e de Maria Madalena, na crucificação do Messias. São João Evangelista escreveu não só o Evangelho Segundo João, mas também as três epístolas de João e o Livro do Apocalipse.

Percebe-se, na análise de seus escritos, a existência de um ser excepcional, criativo, rico em imaginação, meditativo e voltado para sua essência interior no seu estilo expositivo, mais introvertido e observador enquanto seguidor de Jesus. Sua fé se desenvolve singularmente ao longo de seu aprendizado e de sua transposição dos ensinamentos de Jesus para a forma escrita.

  • João sonhava com o apostolado, alimentava o desejo profundo de levar a mensagem de Jesus para vários recantos do mundo, apresentando para tal tarefa uma disposição ímpar.
  • Seu Evangelho apresenta muitas diferenças dos de seus companheiros de jornada evangélica.
  • Enquanto os outros parecem sempre estar repetindo os mesmos episódios, apenas com palavras distintas, os textos de João testemunham momentos não narrados por seus companheiros, como se ele realmente estivesse presente nas etapas mais importantes da caminhada de Jesus, que traduzem ensinamentos fundamentais do legado deixado pelo Mestre.

Sabe-se que João acompanhou corajosamente o Messias até a Cruz, e foi entregue por Ele aos cuidados de Maria, com a missão de protegê-la e de ser amparado por ela como se realmente fosse seu filho. Posteriormente, na edificação da Igreja por Pedro, ele foi seu braço direito, bem como no Dia de Pentecostes.

  1. Após a tortura e a morte de seu irmão Tiago, João começou a realizar seu sonho, dirigindo-se para Èfeso, na Ásia Menor, para iniciar suas pregações.
  2. Ele tornou-se responsável pelo grupo cristão formado por Paulo anteriormente.
  3. Foi diversas vezes preso, martirizado, até ser exilado na Ilha de Patmos, ao longo de aproximadamente quatro anos.

Durante esse tempo, diz-se que ele teria criado o Apocalipse, do qual apenas uma pequena parte foi preservada. Quando o contexto político se modificou em Roma, ele retornou. Dos seguidores de Jesus, ele foi o que mais se destacou no pensamento teológico.

  1. Contrariando todas as expectativas da época, ele morreu naturalmente, na cidade de Éfeso, em 103 d.C., aos 94 anos.
  2. Conta uma lenda que ele teria se deitado em sua própria sepultura, mas que esta foi encontrada sem nenhum vestígio de corpo quando foi aberta pelo Imperador Constantino, que tinha como meta levantar uma Igreja em sua honra.

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/biografias/joao-evangelista/

Qual era a religião de João Batista?

João Batista foi o homem que, de certa forma, abriu as portas para a missão de Jesus. Pregador itinerante nascido na Judeia, ele se tornou líder religioso de um grupo de judeus da época, exaltando a importância de valores como retidão e da prática da virtude.

Quais eram as virtudes de João Batista?

AS VIRTUDES DE SÃO JOÃO BATISTA, Por Mons. Pedro Teixeira Cavalcante /Teólogo | Edição do dia 27/08/2022 – Matéria atualizada em 27/08/2022 às 04h00 À primeira vista, são João Batista pode parecer um santo carrancudo, sério demais, mas na verdade é um engano.

  • Ele, acostumado à vida no deserto, criou uma têmpera severa e, então, suas pregações refletem seu temperamento e seu modo de viver, mas, bem analisadas, dizem apenas o que a sua missão devia anunciar: a vinda do Messias e a necessária mudança de vida dos seus ouvintes.
  • Talvez ele falasse de um modo severo, mas era necessário para o seu tempo e para as circunstâncias de então.

São João Batista era um homem de fé. Ele acreditava na sua missão, a de anunciar o Messias. E quando viu Jesus diante dele para se batizar, imediatamente reconheceu-o como o Messias anunciado e esperado: «Então, Jesus veio da Galileia para o rio Jordão, até junto de João, para ser batizado por ele.

Mas João queria impedi-lo, dizendo: ‘Eu é que preciso ser batizado por ti. e tu vens a mim?'» (Mt 2,13-14). E no evangelho de João, encontramos um testemunho da fé de João ainda mais explícito: «No dia seguinte, João viu que Jesus vinha ao seu encontro e disse: ‘Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo.

É dele que falei: ‘Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque antes e mim ele já existia! Eu também não o conhecia, mas vim batizar com água para que ele fosse manifestado a Israel». João ainda testemunhou: ‘Eu vi o Espírito descer do céu, como pomba, e permanecer sobre ele.

Pois eu não o conhecia, mas aquele que me enviou disse-me: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, é ele quem batiza como Espírito Santo’ Eu v i, e por isso dou testemunho: ele é o Filho de Deus». (Jo 1,29-34). Ao lado de sua fé, João vivia uma grande humildade. Ele não se achou digno de batizar Jesus e nem de desatar as correias de suas sandálias: «Mas entre vós está alguém que vós não conheceis: aquele que vem depois de mim, e do qual eu não sou digno de desatar a correia da sandália!» (Jo 1,26-27).

Com a fé e a humildade, o Batista foi um homem obediente, pois, não se julgando digno de batizar Jesus, batiza-o imediatamente quando Jesus lhe disse que era preciso cumprir toda a justiça. É preciso ainda salientar o amor de João à verdade e a sua fidelidade a essa mesma verdade.

Foi São João Batista que batizou Jesus?

Capítulo 10: O Batismo de Jesus John the Baptist in the desert – ch.10-1 João viveu no deserto durante muitos anos. Ele usava roupas feitas de pele de camelo e comia mel e gafanhotos. As pessoas vinham das cidades para ouvir o que ele ensinava. Ele era conhecido como João Batista. John the Baptist teaching the people about Jesus Christ – ch.10-2 João Batista ensinava as pessoas a respeito de Jesus Cristo. Ele dizia que deviam se arrepender de seus pecados e ser batizados. João batizava os que se arrependiam de seus pecados. John the Baptist preaching to the people – ch.10-3 As pessoas perguntaram a João Batista como ter uma vida melhor. Ele disse que deveriam cuidar dos pobres, dizer a verdade e ser justos com os outros. Disse-lhes que Jesus Cristo viria logo e que lhes daria o dom do Espírito Santo. Jesus Christ asks John to baptize Him – ch.10-4 Um dia, quando João Batista estava batizando as pessoas no rio Jordão, Jesus Cristo apareceu e foi falar com ele. Jesus pediu que João O batizasse. João sabia que Jesus sempre tinha obedecido aos mandamentos de Deus e não precisava Se arrepender. Por isso João achava que Jesus não precisava ser batizado. John the Baptist baptizes Jesus – ch.10-5 Mas Deus ordenou que todas as pessoas fossem batizadas, por isso Jesus disse a João que O batizasse. Ele deu o exemplo para nós, obedecendo ao mandamento de Deus de ser batizado. Jesus comes up out of the water after being baptized – ch.10-6 Quando Jesus saiu da água, o Espírito Santo desceu sobre Ele. Deus falou do céu, dizendo: «Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo». João Batista testificou que Jesus era o Filho de Deus. : Capítulo 10: O Batismo de Jesus

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Qual foi o livro que João Batista escreveu?

Quando e Onde Foi Escrito? – Não sabemos exatamente quando João escreveu esse livro. Estima-se que tenha sido escrito entre 60 d.C. e 100 d.C, Os antigos escritores cristãos do segundo século d.C. presumiram que João escreveu esse livro em Efésios na Ásia Menor (hoje, Turquia).

Qual é o testemunho de João Batista?

Resumo – Jesus Cristo afirmou que João Batista é mais que um profeta (Lc 7,26). É o mensageiro enviado pelo Pai à frente do Senhor (Lc 1,76; Mt 11,10), é ele que faz a abertura da Boa-Nova (At 1,22; Mc 1,1-4). Ele prepara os caminhos do Messias, do qual é precursor e testemunha (Jo 1,6s).

  • Dentro dos evangelhos sinóticos há uma atenção maior com relação ao batismo realizado por João Batista e sua pregação sobre a conversão.
  • No Quarto Evangelho a figura de João, mais que um batizador, é a testemunha que o próprio Deus envia para ser a voz que anuncia a chegada daquele que batizará com o Espírito Santo.

Ele vem não para manifestar a si mesmo, mas para que, através dele, o Cristo-Esposo se revele a Israel numa abertura universal. O Quarto Evangelho encerra peculiaridades hermenêuticas e teológicas acerca do Batista que não estão presentes nos demais evangelistas.

Qual a diferença entre o batismo de João é o de Jesus?

Existe diferença entre o batismo de João e o dos discípulos de Jesus? – Diante desses dois acontecimentos, cabe outra pergunta: Afinal, existe diferença entre o batismo que João realizava e o batismo que Jesus orientava os Seus discípulos a fazerem? A resposta é um categórico «sim».

  1. O batismo de João era o de arrependimento.
  2. Aquele que recebia esse batismo estava reconhecendo-se pecador diante de Deus.
  3. Já o batismo de Cristo tinha a eficácia de purificar do pecado e conferir a graça.
  4. Quanto a Cristo, afirma Tomás de Aquino, nem precisava receber a remissão dos pecados, dos quais estava isento, nem de receber a graça, da qual tinha a plenitude.

Talvez este tenha sido o principal motivo que levou João Batista a ficar desconfortável quando Jesus pediu que fosse batizado por ele. João sabia que naquele homem não se encontrava qualquer tipo de pecado. Dessa maneira, Jesus não precisava do batismo de João, porque não tinha do que se arrepender.

Por que Jesus foi batizado Se ele não tinha pecado?

Porque é que Jesus Cristo foi batizado? – Durante a Sua vida terrena, Jesus Cristo ensinou por meio do exemplo que todos devemos ser batizados. Algumas pessoas podem questionar se o batismo continua a ser importante nos tempos modernos. Através do relato bíblico do batismo de Jesus Cristo, aprendemos que o batismo é uma parte essencial do plano do nosso amoroso Pai Celestial para todos os Seus filhos.

O que podemos aprender com a história de João Batista?

Você pode ajudar a preparar as pessoas para a Segunda Vinda do Salvador, tal como fez João Batista em relação à primeira vinda Dele. Imagem John the Baptist preaching. John the Baptist Preaching in the Wilderness, de Robert T. Barrett Ao contrário de João Batista, você não vai servir missão no «deserto da Judeia» ( Mateus 3:1 ). Suas roupas não serão feitas de «pelos de camelo» ( Mateus 3:4 ).

  1. Você não comerá «gafanhotos e () mel silvestre» ( Mateus 3:4 ).
  2. Mas seu propósito de compartilhar o evangelho é o mesmo de João Batista: você prepara as pessoas para a vinda de Jesus, declarando: «Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus» ( Mateus 3:2 ).
  3. A missão de João Batista era bem clara: vir «antes do Messias, a fim de preparar o caminho do Senhor» ( 1 Néfi 10:7 ).

Mas sua missão não foi fácil. O último profeta antes dele foi Malaquias, mais de 400 anos antes. «Sem um profeta, o povo naquela terra começou a se dividir em partidos e grupos, cada um exigindo o direito de interpretar as escrituras e de liderar o povo.

  • O verdadeiro conhecimento de Jeová diminuiu entre esses grupos.» 1 Apesar dos desafios da época de João, multidões saíram ao deserto para ouvi-lo pregar, e ele batizou muitos.
  • Dois dos futuros apóstolos, João, o amado, e André, conheceram Jesus por intermédio de João (ver João 1:40 ).
  • A tarefa de compartilhar o evangelho hoje é igualmente desafiadora.

A vida moderna oferece muitas distrações. As filosofias do mundo desviam as pessoas do caminho certo. Um número cada vez maior de pessoas deixa de viver elevados padrões morais. Alguns não acham que a religião seja necessária. Imagem Young man talking to people Nessas condições, como você pode ter sucesso em compartilhar o evangelho, como teve João? Aqui estão algumas lições da vida dele que podem ajudar. João sabia qual era sua missão. Sabia que tinha sido chamado para ajudar as pessoas a achegarem-se a Cristo (ver Lucas 1:16 ).

Quando viu o Salvador, João testificou: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo» ( João 1:29 ). Em vez de incentivar as pessoas a segui-lo, João as ajudou a tornarem-se discípulos de Jesus Cristo. Referindo-se ao Salvador, João disse: «É necessário que ele cresça e que eu diminua» ( João 3:30 ).

João ensinou os princípios básicos do evangelho de Jesus Cristo. Ensinou as pessoas a respeito de justiça, misericórdia, honestidade, moralidade, jejum, oração, arrependimento e confissão dos pecados, batismo por imersão, ressurreição e o Juízo Final (ver Mateus 3 ; Lucas 3 ).

  1. Seus ensinamentos poderiam ser descritos como foram os do Salvador: «Maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade» ( Marcos 1:22 ).
  2. João vivia de modo diferente daquele que o mundo vivia.
  3. Jesus comparou João com os mestres do mundo: João não era «um homem trajado de vestes delicadas () com preciosas vestiduras, () nos paços reais» ( Lucas 7:25 ).

«Não vinho, nem bebida forte» ( Lucas 1:15 ). João era a «voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas» ( Marcos 1:3 ). Como ensinava com o poder de Deus, as pessoas sentiam o Espírito e eram convertidas. João era dedicado.

Um estudioso resumiu as qualidades de João: «Sua unicidade de propósito, sua total dedicação a seu chamado especial e sua completa lealdade ao Filho de Deus. Essas características, aliadas a sua divina autoridade do sacerdócio, sua intrépida disposição e sua retidão pessoal, fizeram dele um dos mais grandiosos personagens das escrituras».2 Ao estudar a vida de João Batista, você verá que ele foi mais do que apenas aquele que teve a bênção especial de batizar Jesus Cristo.

Você verá que a vida e a missão dele tinham a ver com a preparação das pessoas para a vinda do Salvador, tal como a sua.

Por que Jesus não foi batizado quando era pequeno?

Capítulo 10 Imagem John the Baptist in the desert – ch.10-1 João viveu no deserto durante muitos anos. Ele usava roupas feitas de pele de camelo e comia mel e gafanhotos. As pessoas vinham das cidades para ouvir o que ele ensinava. Ele era conhecido como João Batista. Imagem John the Baptist teaching the people about Jesus Christ – ch.10-2 João Batista ensinava as pessoas a respeito de Jesus Cristo. Ele dizia que deviam se arrepender de seus pecados e ser batizados. João batizava os que se arrependiam de seus pecados. Imagem John the Baptist preaching to the people – ch.10-3 As pessoas perguntaram a João Batista como ter uma vida melhor. Ele disse que deveriam cuidar dos pobres, dizer a verdade e ser justos com os outros. Disse-lhes que Jesus Cristo viria logo e que lhes daria o dom do Espírito Santo. Imagem Jesus Christ asks John to baptize Him – ch.10-4 Um dia, quando João Batista estava batizando as pessoas no rio Jordão, Jesus Cristo apareceu e foi falar com ele. Jesus pediu que João O batizasse. João sabia que Jesus sempre tinha obedecido aos mandamentos de Deus e não precisava Se arrepender. Por isso João achava que Jesus não precisava ser batizado. Imagem John the Baptist baptizes Jesus – ch.10-5 Mas Deus ordenou que todas as pessoas fossem batizadas, por isso Jesus disse a João que O batizasse. Ele deu o exemplo para nós, obedecendo ao mandamento de Deus de ser batizado. Imagem Jesus comes up out of the water after being baptized – ch.10-6 Quando Jesus saiu da água, o Espírito Santo desceu sobre Ele. Deus falou do céu, dizendo: «Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo». João Batista testificou que Jesus era o Filho de Deus.

Quantos milagres O profeta João Batista fez?

Milagres em Geral – O ato de transmutação, pelo qual a água se transformou em vinho, foi manifestamente um milagre, um fenômeno não suscetível de explicação e, menos ainda, de demonstração, através daquilo que consideramos a operação comum da lei natural.

Esse foi o princípio de Seus milagres ou, como expressado na versão revista do Novo Testamento, de «seus sinais». Em muitas Escrituras, milagres são chamados sinais, bem como maravilhas, poderes, obras, obras maravilhosas, obras poderosas d etc. O efeito espiritual dos milagres ficaria inatingido, se as testemunhas não fossem levadas a admirarem-se, maravilharem-se, ponderarem e inquirirem inferiormente; mera surpresa ou deslumbramento podem ser produzidos por artifícios e passes de mágica.

Qualquer manifestação milagrosa de poder divino seria desprovida de efeito espiritual, se não causasse impressão. Ademais, todo milagre é um sinal do poder de Deus; e sinais foram reclamados de profetas que afirmavam falar por autoridade divina, conquanto não se manifestassem em todos os casos.

  1. Nenhum milagre foi atribuído a João Batista, apesar de ter sido declarado por Cristo, como mais do que um profeta; e e as crônicas de alguns dos antigos profetas f são destituídas de qualquer menção de milagres.
  2. Por outro lado, Moisés, quando comissionado para libertar Israel do Egito, foi cientificado de que os egípcios buscariam o testemunho de milagres, sendo dotado de abundantes poderes para realizá-los.

g Os milagres não podem existir em contravenção à lei natural, mas são operados através da aplicação de leis não reconhecidas universal ou comumente. A gravitação é operante em toda parte, mas a aplicação local e especial de outras forças pode aparentemente, anulá-la, — como quando, por esforço muscular ou impulso mecânico, uma pedra é levantada do solo, mantida no ar ou lançada ao espaço.

Em cada estágio do processo, no entanto, a gravidade está plenamente ativa, embora o seu efeito seja modificado pelo de outra energia, localmente superior. O conceito humano do miraculoso se desvanece à medida que a compreensão do processo operativo se amplia. Realizações possibilitadas pela moderna invenção do telégrafo e do telefone, com ou sem fio, a transmutação da energia mecânica em eletricidade, com suas múltiplas aplicações atuais e possibilidades futuras, o desenvolvimento do motor à gasolina, as presentes realizações da navegação aérea — não são mais milagres na concepção humana, porque são todos, até certo ponto, compreendidos, controlados pela ação do homem, sendo, além do mais, operados de maneira contínua e não prodigiosa.

Nós, arbitrariamente, classificamos de milagres apenas os fenômenos invulgares, especiais, transitórios, e operados por uma força além do controle humano. Em um sentido mais geral, toda a natureza é um milagre. O homem aprendeu que, plantando a semente da uva em solo propício e cultivando-a devidamente, pode contribuir para o crescimento do que virá a ser uma vinha madura e frutífera; mas não haverá milagres, nos próprios processos inescrutáveis daquele desenvolvimento? Há menos de milagroso no que chamamos de curso natural do desenvolvimento de uma planta — o crescimento de raiz, caule, folhas e frutos, com a elaboração final do rico néctar da vinha — do que naquilo que parece sobrenatural na transmutação da água em vinho, em Caná? No estudo dos milagres operados por Cristo, devemos necessariamente reconhecer a operação de um poder que transcende nossa atual percepção humana.

Nesse campo, a ciência ainda não avançou o suficiente para analisar e esclarecer. Negar a realidade dos milagres, baseados em que, por não podermos compreender os meios, os resultados relatados são fictícios, é arrogar para a mente humana o atributo da onisciência, subentendendo-se que aquilo que o homem não pode compreender não pode existir e que, portanto, ele é capaz de compreender tudo o que existe.

Os milagres registrados nos Evangelhos são tão plenamente apoiados pela evidência como o são muitos dos fatos históricos, que não provocam protestos nem exigências de provas adicionais. Para o que crê na divindade de Cristo, os milagres estão suficientemente evidenciados; para o descrente, não são mais que mitos e fábulas.

Quem foi o homem mais alto da Bíblia?

Ogue – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Quantos anos João Batista tinha quando começou a pregar?

A Bíblia não relata como foi a infância de João, nem como era a relação com seu primo Jesus nesse período. Indica apenas que João iniciou suas pregações entre os anos 28 e 29 d.C., ‘no décimo quinto ano no reinado de Tibério César’ (BÍBLIA, 2000, p.927).