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Quem Criou O Sus?

Quem foi o criador do SUS no Brasil?

Pioneiro e inovador. Assim pode ser classificado o trabalho do médico Hésio de Albuquerque Cordeiro, que levou o antigo INAMPS a consagrar os princípios do movimento sanitário, dando início ao SUS.

Quem criou o SUS no Brasil e em que ano?

História A Constituição Federal de 1988 implantou, no país, o SUS, regulamentado dois anos depois pelas Leis nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, sendo recentemente atualizada pelo Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011.

  • O SUS é definido, pelo art.198 (BRASIL, 1988), do seguinte modo: «As ações e os serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:
  • I. Descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
  • II. Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;

III. Participação da comunidade «. O texto constitucional demonstra claramente que a concepção do SUS baseia-se na formulação de um modelo de saúde voltado para as necessidades da população, procurando resgatar o compromisso do Estado para com o bem-estar social, especialmente no que refere à saúde coletiva. Assim, foram definidos como princípios doutrinários do SUS:

  • A universalidade;
  • A integralidade;
  • A equidade;
  • O controle social.

Em 1990, o SUS foi regulamentado através da Lei nº 8.080, a qual define o modelo operacional, propondo a sua forma de organização e de funcionamento. No art.3º, reafirma-se o conceito amplo de saúde: A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.

Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social (BRASIL, 1990a). O Centro Estadual de Vigilância em Saúde desenvolve a política de vigilância em saúde na condição de gestor/coordenador.

Suas competências e atribuições estão descritas no Decreto no 44.050 de 05 de outubro de 2005, publicado no Diário Oficial do Estado de 06 de outubro de 2005. Propõe-se a integrar as VIGILÂNCIAS para o desenvolvimento da nova prática sanitária na gestão do SUS, fomentando a intersetorialidade e a integração das atividades e dos sistemas de informação.

  1. Nesse contexto, desenvolveu-se o conceito de VIGILÂNCIA EM SAÚDE, entendido tanto como modelo de atenção quanto como proposta de gestão de práticas sanitárias.
  2. Na concepção abrangente da Vigilância em Saúde, o objeto das ações é o controle dos fatores determinantes e condicionantes, dos riscos e dos danos à saúde da população em determinado território.
  3. A forma de organização desse modelo privilegia a construção de políticas públicas, a atuação intersetorial, assim como as intervenções particulares e integradas de promoção, prevenção e recuperação da saúde, em torno de problemas e grupos populacionais específicos, tendo por base, para o planejamento das ações, as análises de situações de saúde nas áreas geográficas municipais.
  4. Estrategicamente, a Vigilância em Saúde é um dos pilares de sustentação do princípio da integralidade, do cuidado, devendo, nesse contexto, inserir-se na construção das redes de atenção à saúde.

: História

Quem criou os princípios do SUS?

Diretrizes do SUS: princípios doutrinários – A Constituição Federal estabeleceu princípios básicos para orien tar o sistema jurídico em relação ao SUS. Esses princípios e diretrizes podem ser separados em doutrinários ou organizacionais, de acordo com sua função. Os doutrinários são: Universalidade, Integralidade e Equidade. Entenda cada um deles.

Quais são as bases da implantação do SUS?

A seção da saúde na Constituição Federal (1988) e as Leis nº 8.080/1990 e nº 8.142/1990 constituem as bases jurídicas do SUS. O Sistema Único de Saúde (SUS) completou 20 anos em 2008.

Qual é o melhor sistema de saúde pública do mundo?

QUAL É O INDICADOR MAIS IMPORTANTE? – Além disso, os governos de países membros da OCDE respondem, todos os anos, longos questionários com informações e dados seguindo esses critérios comuns, que permitem análises, estudos e discussões sobre o desempenho dos sistemas de saúde.

Os técnicos da organização recebem esses dados, produzem análises, verificam se há erros, fazem comparações e publicam as bases de dados para que todos possam usar, No entanto, apesar de todos esses indicadores, talvez a perspectiva mais importante ainda esteja faltando, que é a dos próprios pacientes e usuários dos serviços.

Medir os resultados dos sistemas de saúde e como eles contribuem para o bem-estar na perspectiva dos pacientes é uma das fronteiras da inovação no desenvolvimento de um novo tipo de indicadores de saúde, E, afinal, qual o melhor sistema de saúde do mundo? Em estudos publicados nos últimos anos, com apoio de dados produzidos pela OCDE, países como Grã-Bretanha, França, Noruega, Holanda e Austrália aparecem como alguns dos melhores do mundo, mas tudo depende de qual critério é considerado mais importante.

Como seria o país sem o SUS?

Dia Mundial da Saúde: O que seria do Brasil sem o SUS? Quem Criou O Sus Sistema faz parte do dia a dia de todos os brasileiros, mas não é reconhecido em suas diversas dimensões Desde a verificação da qualidade da água que bebemos todos os dias até a realização de procedimentos de alta complexidade, como transplantes, por exemplo, fazem do SUS, um dos maiores sistemas de saúde do mundo.

  1. Mas afinal, quem usa o SUS? O Sistema Único de Saúde atende as mais de 200 milhões de pessoas que moram hoje no Brasil – do pobre ao rico, do recém-nascido ao idoso.
  2. Porém muitos brasileiros acreditam nunca terem usado o SUS.
  3. Tal pensamento se dá pelo desconhecimento da amplitude dos serviços oferecidos.

Vacinação, Saneamento Básico, pré-natal, SAMU, tratamentos para câncer, ISTs, transplantes, banco de sangue, hemodiálise e centenas de medicamentos gratuitos são alguns exemplos que comprovam a integralidade do SUS. Quando um brasileiro, independentemente da classe social, sofre um acidente de carro, por exemplo, ele é socorrido pelo SAMU e levado à emergência do hospital público mais próximo.

  • Mesmo se a vítima tiver plano de saúde, o SUS é responsável por garantir o socorro e até mesmo procedimentos de alta complexidade, se necessário.
  • A vítima que possui um plano de saúde só será encaminhada para o hospital particular quando os médicos avaliarem a situação e determinarem que o quadro é estável.

Patrimônio Nacional «A saúde é direito de todos e dever do Estado», diz o artigo 196 da Constituição Federal de 1988. No entanto, para ser transformado em lei, o SUS foi produto de uma intensa luta da sociedade brasileira que defendeu um projeto de reforma sanitária.

O principal elemento dessa reforma era constituir um sistema de saúde universal, de caráter público, que pudesse fazer uma integração entre as ações individuais e coletivas. Um dos maiores programas do mundo Através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em 1973, o país erradicou a varíola. Em 1994, a poliomielite.

A utilização de vacinas contra as duas doenças projetou o Brasil como pioneiro no planejamento e desenvolvimento de campanhas de vacinação em massa. O Brasil, um dos países mais extensos do mundo, sofre muitos impasses no que diz respeito à garantia da saúde por questões relacionadas à dimensão territorial e populacional, desigualdades regionais, desenvolvimento econômico, educacional e social.

A comunicação para o fortalecimento do SUS A comunicação é ferramenta imprescindível para renovar o compromisso com o Sistema Único de Saúde. O SUS é de todos, não importa a raça, cor ou nacionalidade. Trata-se de um direito constitucional que inspira sistemas de saúde por todo o mundo. O SUS tem programas e números grandiosos, estratégias exitosas reconhecidas e replicadas mundialmente, como Estratégia Saúde da Família (ESF), Programa Nacional de Imunizações, de Transplantes, de HIV/Aids, Farmácia Popular, Programa Nacional de Controle do Tabagismo, Rede de Bancos de Leite Humano, entre outros que, infelizmente, não ganham a devida visibilidade no nosso país por não serem devidamente comunicados com a sociedade.

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O SUS precisa ser reconhecido e fortalecido, compromisso assumido pelo Conass e Conasems em diversas ações estratégicas. Quem Criou O Sus A força dos profissionais de saúde e da gestão do SUS O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), nasceu a partir do movimento social em prol da saúde pública com a missão de agregar e de representar o conjunto de todas as secretarias municipais de saúde do país.

Segundo o presidente do Conasems, Wilames Freire, celebrar o Dia Mundial da Saúde, mesmo em uma situação de pandemia, é uma oportunidade de ressaltar a importância do SUS. «Acredito que se não tivéssemos o SUS, principalmente nesse cenário que estamos vivendo, a população brasileira estaria completamente desamparada.

O SUS é uma das maiores conquistas do Brasil e devemos valorizar e fortalecer os profissionais de saúde e os gestores de saúde que estão na ponta fazendo com que esse sistema tenha força para existir», O Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) surgiu a partir do desejo dos secretários estaduais de saúde à época liderados pelo médico Adib Jatene, então secretário de Estado da Saúde de São Paulo, de atender a recomendação de Alma Ata cujo lema era «Saúde para todos no ano 2000».

  1. No Dia Mundial da Saúde, o presidente do Conass, Carlos Lula, enalteceu a força do SUS, principalmente na pandemia, momento no qual mostrou ser um sistema punjante.
  2. Neste dia em que celebramos essa data importante, temos de bater palmas para o SUS, pois se não fosse ele, teríamos perdido muito mais vidas.

Nesta pandemia, nossos profissionais de saúde tornaram-se verdadeiros heróis e heroínas combatendo este inimigo invisível. Celebramos este dia com a esperança de que o amanhã pode ser melhor para que possamos cumprir a nossa missão de salvar vidas». — Conass e Conasems : Dia Mundial da Saúde: O que seria do Brasil sem o SUS?

Foi criado o SUS no Brasil?

História A Constituição Federal de 1988 implantou, no país, o SUS, regulamentado dois anos depois pelas Leis nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, sendo recentemente atualizada pelo Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011.

  • O SUS é definido, pelo art.198 (BRASIL, 1988), do seguinte modo: «As ações e os serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:
  • I. Descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
  • II. Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;

III. Participação da comunidade «. O texto constitucional demonstra claramente que a concepção do SUS baseia-se na formulação de um modelo de saúde voltado para as necessidades da população, procurando resgatar o compromisso do Estado para com o bem-estar social, especialmente no que refere à saúde coletiva. Assim, foram definidos como princípios doutrinários do SUS:

  • A universalidade;
  • A integralidade;
  • A equidade;
  • O controle social.

Em 1990, o SUS foi regulamentado através da Lei nº 8.080, a qual define o modelo operacional, propondo a sua forma de organização e de funcionamento. No art.3º, reafirma-se o conceito amplo de saúde: A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.

  1. Parágrafo único.
  2. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social (BRASIL, 1990a).
  3. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde desenvolve a política de vigilância em saúde na condição de gestor/coordenador.

Suas competências e atribuições estão descritas no Decreto no 44.050 de 05 de outubro de 2005, publicado no Diário Oficial do Estado de 06 de outubro de 2005. Propõe-se a integrar as VIGILÂNCIAS para o desenvolvimento da nova prática sanitária na gestão do SUS, fomentando a intersetorialidade e a integração das atividades e dos sistemas de informação.

  1. Nesse contexto, desenvolveu-se o conceito de VIGILÂNCIA EM SAÚDE, entendido tanto como modelo de atenção quanto como proposta de gestão de práticas sanitárias.
  2. Na concepção abrangente da Vigilância em Saúde, o objeto das ações é o controle dos fatores determinantes e condicionantes, dos riscos e dos danos à saúde da população em determinado território.
  3. A forma de organização desse modelo privilegia a construção de políticas públicas, a atuação intersetorial, assim como as intervenções particulares e integradas de promoção, prevenção e recuperação da saúde, em torno de problemas e grupos populacionais específicos, tendo por base, para o planejamento das ações, as análises de situações de saúde nas áreas geográficas municipais.
  4. Estrategicamente, a Vigilância em Saúde é um dos pilares de sustentação do princípio da integralidade, do cuidado, devendo, nesse contexto, inserir-se na construção das redes de atenção à saúde.

: História

Quais são os três princípios do Sistema Único de Saúde?

Nesse sentido, o SUS é um projeto que assume e consagra os princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade da atenção à saúde da população brasileira, o que implica conceber como ‘imagem-objetivo’ de um processo de reforma do sistema de saúde ‘herdado’ do período anterior, um ‘sistema de saúde’, capaz de

Qual foi o marco inicial da saúde pública no Brasil?

A história da saúde pública no Brasil resumida em uma conversa com o professor Gastão Wagner de Sousa Campos, da Universidade de Campinas. O nosso sistema público de saúde começou a existir no fim do século XIX, embora as primeiras escolas médicas tenham sido criadas logo após a Independência (1822).

Quais são os 4 princípios do SUS?

O que é definido como único na Constituição é um conjunto de elementos doutrinários e de organização do Sistema Único de Saúde, os princípios da universalização, da equidade, da integralidade, da descentralização e da participação popular.

Qual o primeiro princípio do SUS?

Princípios do SUS Universalização : a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais.

Qual é a hierarquia do SUS?

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  1. O SUS hierarquiza o sistema público de saúde em três níveis: baixa (unidades básicas de saúde), média (hospitais secundários e ambulatórios de especialidades) e alta complexidade (hospitais terciários).
  2. O paciente é atendido nas unidades de saúde de um ou outro nível, conforme a necessidade e a complexidade de seu quadro clínico.
  3. Assim, pacientes de alta complexidade atendidos, por exemplo, em unidades básicas de saúde ou em hospitais secundários, podem ser encaminhados ( referência ) para hospitais de alta complexidade (hospitais terciários).
  4. Depois de ter sua necessidade atendida e seu quadro clínico estabilizado, o paciente é reencaminhado ( contra-referência ) para uma unidade de menor complexidade, para dar seguimento ao tratamento.
  5. O modelo SUS de hierarquização do sistema e de referência e contra-referência do paciente procura garantir ao cidadão acesso aos serviços do sistema público de saúde – desde o mais simples até o mais complexo -, de acordo com as reais necessidades do tratamento.
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: Atendimento / Consulta e exames / SUS / Hierarquização

Qual o objetivo do Sistema Único de Saúde?

Art.5º São objetivos do Sistema Único de Saúde SUS : I – a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde ; II – a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no § 1º do art.

Por que no Brasil o sistema de saúde é gratuito?

A gestão de saúde pública no Brasil – O Brasil oferece o Sistema Único de Saúde (SUS) como modelo de gestão da saúde pública, O acesso global e gratuito ao atendimento médico está garantido pela Constituição de 1988, quando o modelo foi criado. Atualmente, mais de 150 milhões de brasileiros dependem exclusivamente da rede pública.

Para aqueles que não têm plano de saúde, os procedimentos são gratuitos. Quando há um convênio, a operadora deve ressarcir os cofres públicos pela prestação dos serviços médicos. Apesar de prever o fornecimento de remédios, nem todos estão disponíveis de graça. Os principais medicamentos contemplados protegem contra pressão alta, diabetes, AIDS, asma e Alzheimer.

Ainda existem medicamentos para outras enfermidades. Tanto é que, em 2020, foram fornecidos fármacos de mais de 900 categorias. A lista completa atualizada está disponível na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename, Caso algum remédio não seja oferecido pelo posto de saúde (ou não esteja na lista), é possível acionar judicialmente o governo para garantir o acesso.

atendimento de emergência pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU);regulação de hemocentros;financiamento de pesquisas epidemiológicas;fiscalização da qualidade de alimentos em supermercados e restaurantes pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);vacinação de bebês e crianças via Programa Nacional de Imunização, com todas as proteções indicadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esses são os pontos positivos do sistema, que é bastante amplo. No entanto, o SUS também enfrenta desafios na gestão da saúde pública. O principal é referente ao investimento. Como o Brasil tem proporções continentais, os recursos aplicados são menores do que o de outros países, proporcionalmente.

  1. Em 2021, o orçamento aprovado pelo Congresso Nacional previa a destinação de R$ 133 bilhões para a Saúde, ante os R$ 160,9 bilhões do ano anterior.
  2. Contudo, a necessidade de ampliação da cobertura vacinal contra a COVID-19 (com administração de doses de reforço) ampliou esse valor inicial para cerca de R$ 182 bilhões.

Esse montante representa apenas 4,5% do Orçamento da União para o ano. Para se ter uma ideia, o levantamento da OMS indica que o Brasil gasta com saúde, em média, menos de US$ 900,00 per capita/ano, enquanto a França, apenas em 2019, gastou US$ 4.492,00 por habitante. Quem Criou O Sus

Qual é o país mais avançado na medicina?

Quem tem a melhor saúde pública? – Uma formação eficiente dos profissionais da saúde é, sem dúvida, o elemento fundamental para garantir a medicina mais avançada do mundo. Apesar disso, esse não é o único critério. Por mais que os profissionais de saúde sejam excelentes, também é necessário que a população tenha acesso a esses profissionais.

  • Quando analisamos os 10 melhores sistemas de saúde do mundo, notamos que todos eles, de uma forma ou de outra, se preocupam em garantir aos seus cidadãos o acesso à saúde.
  • São diversas as formas como isso acontece.
  • Cada um dos 10 países se organiza de acordo com sua realidade e necessidade.
  • Cuba, por exemplo, além de ter uma das melhores faculdades de Medicina do mundo, oferece ótimos sistemas de assistência preventiva, o que faz com que possíveis doenças sejam percebidas ainda na fase inicial, facilitando o tratamento.

Já na Alemanha, existem 200 planos de saúde disponíveis para a população, e aqueles que não podem pagar por eles podem utilizar do serviço de assistência pública. O país que tem o melhor sistema de saúde do mundo é Taiwan. Lá, foi desenvolvido um sistema de cartões inteligentes, que compilam todo o histórico médico dos cidadãos desde o nascimento.

Qual o ranking do Brasil na saúde?

Brasil é 11º em ranking global de saúde e trabalho – Forbes.

Qual o país que tem o Sistema Único de Saúde?

Aprendeu sobre países com saúde pública gratuita? Conheça o Assistente de Viagem – Como você pôde perceber, além do Brasil e do Sistema Único de Saúde (SUS), outros países do mundo oferecem acesso à saúde pública gratuita e de extrema qualidade. Muitas vezes, inclusive, melhores que os atendimentos particulares.

Entretanto, na maioria deles, o benefício atende à população nativa ou estrangeira com residência fixa. Se você estiver só de passagem, provavelmente terá que desembolsar uma quantia considerável, em outra moeda, para ser atendido. Por isso, ao planejar uma viagem, não se esqueça de fazer a contratação do melhor seguro de viagem possível, dentro do seu orçamento.

Assim, em alguma eventualidade, você estará amparado pela apólice do seguro.

Qual a realidade do SUS no Brasil?

No Dia Mundial da Saúde, a FeSaúde te convida a conhecer a história e a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população brasileira. O SUS teve seu início em 1988. Entretanto, a luta por um modelo de atendimento e serviço gratuito para toda população começou ainda nos anos 1970.

Essa reivindicação teve a participação de diversos profissionais da saúde que se engajaram no movimento sanitarista com o objetivo de, através de um sistema público, alcançar uma melhoria nas condições de saúde da população. Antes dessa reivindicação, o acesso à saúde era extremamente limitado e diversas doenças causavam muitas mortes precoces.

Atualmente, o acesso à saúde é um direito universal e gratuito no território brasileiro. Com mais de 30 anos de existência, o SUS conquistou muitos avanços para a saúde da população brasileira e oferece uma série de serviços que são reconhecidos internacionalmente por sua extensão e complexidade. Por que ter um sistema de saúde público é tão importante? O SUS é um dos grandes marcos e conquistas de direitos garantidos, para toda a população brasileira. Isso porque, a partir da implementação desse sistema público, todos os brasileiros passaram a ter direito à saúde universal e gratuita, garantido na Constituição do Brasil.

Esse sistema tem um caráter essencial já que fornece diversos instrumentos e meios de assistência à saúde e qualidade de vida à toda a população. Mesmo nos lugares mais remotos e afastados, onde as instituições privadas não têm nenhum interesse em atender, o SUS pode oferecer seus serviços de amparo e cuidado para essas comunidades, bem como serviços mais amplos como de vigilância e pesquisa.

Convivendo diariamente com essa realidade, Brena Tostes, gerente do núcleo estratégico e de apoio técnico da FeSaúde, enfermeira especialista em saúde da família e gestão de saúde e mestre em gestão da qualidade em serviços de saúde, evidencia a importância desse sistema para a população: «O SUS representa uma conquista da sociedade brasileira porque promove a justiça social, com atendimento a todos os indivíduos. No Brasil, o SUS tem como porta de entrada preferencial a Atenção Primária à Saúde (APS), que busca solucionar os problemas de saúde enquanto ainda não são tão graves. Assim, além de gerar uma economia com tratamentos intensivos, evita sequelas e incapacitação a longo prazo.

«Há um consenso de que países com sistemas nacionais de saúde, a exemplo o Brasil, Inglaterra, Canadá e Cuba, devem ter como base e porta de entrada uma Atenção Primária à Saúde (APS) forte e resolutiva, de modo a se tornarem mais satisfatórios para a população e gerarem menores custos», destaca Brena Tostes.

Em países como os Estados Unidos, no qual não existe um sistema público, a população necessita recorrer ao sistema privado para conseguir atendimento. O problema disso são os preços muito altos, segregando e impedindo que grande parte da população tenha acesso aos cuidados em saúde.

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De acordo com Brena, a APS é uma das questões que garante o atendimento mais abrangente em qualquer situação, inclusive no atual contexto do coronavírus. «No caso do Brasil, onde há grande desigualdade social, a capilaridade da APS, ou seja, sua capacidade de chegar perto de onde as pessoas vivem, é essencial.

Temos mais de 40 mil unidades básicas de saúde espalhadas em todo o território nacional, inclusive nos lugares mais remotos do país». Por que podemos dizer que todo brasileiro usa o SUS? O SUS oferece cobertura de diversos serviços. Todo cidadão utiliza o SUS, mesmo que possua plano de saúde, como explicita Brena Tostes: «Muitos brasileiros com acesso ao sistema de saúde privado não se importam com o SUS porque acreditam que não são usuários, o que é um grande equívoco. A seguir, conheça 5 serviços do SUS que todo mundo usa Vacinação – As campanhas de vacinação oferecidas pelo SUS colaboram para a erradicação de diversas doenças. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) é um dos serviços com mais destaque internacionalmente. A partir dele, todas as faixas etárias e classes sociais, bem como a maior parte do território nacional, são alcançadas e imunizadas pelas vacinas disponibilizadas pelo SUS. SAMU – O Serviço de Atenção Móvel de Urgência tem como finalidade prestar socorro e assistência a população, fazendo o transporte do paciente, através das ambulâncias, para os hospitais e centros especializados em urgência e emergência. Esse serviço é de extrema importância, pois a eficiência do transporte, independentemente da situação, possibilita o salvamento de vidas. Esse serviço atende cerca de 65% da população e conta com helicópteros e ambulâncias, sendo essencial não só para os casos de emergência de saúde residenciais, mas também para casos de acidentes. Transplantes – Segundo o Ministério da Saúde, mais de 90% dos transplantes de órgãos no Brasil são realizados pelo sistema público de saúde. A fila de espera e as questões burocráticas envolvendo a liberação do transplante são coordenadas, também, pelo SUS. Além disso, após o transplante, o fornecimento dos medicamentos que serão utilizados por toda a vida do paciente transplantado, e que são considerados de alto custo, são fornecidos pelo SUS. A diabetes, por exemplo, é uma das doenças crônicas mais comuns e, em muitos países, as pessoas não conseguem tratamento por causa do alto custo. Dessa forma, o custeamento que o SUS oferece garante que as pessoas possam cuidar da sua saúde de forma plena.  Diversos outros tratamentos são oferecidos pelo sus, mas até mesmo muitos pacientes que possuem planos de saúde fazem retirada de medicamentos para seus tratamentos nas farmácias das unidades básicas de saúde.

Isso porque os tratamentos, muitas vezes, têm custo elevado ou requerem uso crônico de medicamentos. Vigilância Sanitária e Epidemiológica – A vigilância sanitária atua no dia-a-dia de todos os brasileiros, fiscalizando a qualidade de diversos estabelecimentos e serviços, como restaurantes e o fornecimento de água.

«Diversas doenças precisam ser tratadas no campo do que chamamos de «saúde coletiva», coisa que nenhum plano de saúde seria capaz de fazer. Ou seja, nenhum plano de saúde teria como dar conta de qualquer tipo de surto, epidemia ou pandemia provocada por doenças infectocontagiosas, por exemplo», destaca a gerente do núcleo estratégico e de apoio técnico da FeSaúde. «Na prevenção da dengue, zika e Chikungunya não adianta você cuidar da água parada do seu quintal se não houver o trabalho coletivo feito pelos agentes de combate a endemias do SUS. O SUS regula nosso sistema de água potável e esgoto, a qualidade da carne que comemos, a higiene dos restaurantes que frequentamos e os medicamentos que usamos», ela ainda destaca.

Foi criado o SUS no Brasil?

História A Constituição Federal de 1988 implantou, no país, o SUS, regulamentado dois anos depois pelas Leis nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, sendo recentemente atualizada pelo Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011.

  • O SUS é definido, pelo art.198 (BRASIL, 1988), do seguinte modo: «As ações e os serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:
  • I. Descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
  • II. Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;

III. Participação da comunidade «. O texto constitucional demonstra claramente que a concepção do SUS baseia-se na formulação de um modelo de saúde voltado para as necessidades da população, procurando resgatar o compromisso do Estado para com o bem-estar social, especialmente no que refere à saúde coletiva. Assim, foram definidos como princípios doutrinários do SUS:

  • A universalidade;
  • A integralidade;
  • A equidade;
  • O controle social.

Em 1990, o SUS foi regulamentado através da Lei nº 8.080, a qual define o modelo operacional, propondo a sua forma de organização e de funcionamento. No art.3º, reafirma-se o conceito amplo de saúde: A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.

Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social (BRASIL, 1990a). O Centro Estadual de Vigilância em Saúde desenvolve a política de vigilância em saúde na condição de gestor/coordenador.

Suas competências e atribuições estão descritas no Decreto no 44.050 de 05 de outubro de 2005, publicado no Diário Oficial do Estado de 06 de outubro de 2005. Propõe-se a integrar as VIGILÂNCIAS para o desenvolvimento da nova prática sanitária na gestão do SUS, fomentando a intersetorialidade e a integração das atividades e dos sistemas de informação.

  1. Nesse contexto, desenvolveu-se o conceito de VIGILÂNCIA EM SAÚDE, entendido tanto como modelo de atenção quanto como proposta de gestão de práticas sanitárias.
  2. Na concepção abrangente da Vigilância em Saúde, o objeto das ações é o controle dos fatores determinantes e condicionantes, dos riscos e dos danos à saúde da população em determinado território.
  3. A forma de organização desse modelo privilegia a construção de políticas públicas, a atuação intersetorial, assim como as intervenções particulares e integradas de promoção, prevenção e recuperação da saúde, em torno de problemas e grupos populacionais específicos, tendo por base, para o planejamento das ações, as análises de situações de saúde nas áreas geográficas municipais.
  4. Estrategicamente, a Vigilância em Saúde é um dos pilares de sustentação do princípio da integralidade, do cuidado, devendo, nesse contexto, inserir-se na construção das redes de atenção à saúde.

: História

O que diz a Lei 8080 de 1990?

LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

Quais são os três princípios do Sistema Único de Saúde?

Nesse sentido, o SUS é um projeto que assume e consagra os princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade da atenção à saúde da população brasileira, o que implica conceber como ‘imagem-objetivo’ de um processo de reforma do sistema de saúde ‘herdado’ do período anterior, um ‘sistema de saúde’, capaz de