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Quando ComeOu A Primeira Guerra Mundial?

1 1939 . – 2 1945 .12 1861 . – 9 1865 .4 1914 . – 11 1918 .

Qual o motivo do início da Primeira Guerra Mundial?

O assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro, e de sua esposa, a arquiduquesa Sofia, em Saraievo, no dia 28 de junho de 1914, desencadeou as hostilidades que começaram em agosto de 1914 e se prolongaram por várias frentes durante os quatro anos seguintes.

Quem começou a Primeira Guerra Mundial?

Em 28 de junho de 1914, o assassinato do arquiduque Francisco Fernando da Áustria, o herdeiro do trono da Áustria-Hungria, pelo nacionalista iugoslavo Gavrilo Princip, em Sarajevo, na Bósnia, foi o gatilho imediato da guerra, o que resultou em um ultimato da Áustria-Hungria contra o Reino da Sérvia.

Como é que terminou a Primeira Guerra Mundial?

A Primeira Guerra Mundial terminou em 11 de novembro de 1918 com a assinatura do Armistício de Compiègne. De acordo com a Associação Comemorativa do Armistício (Armistice Memorial Association), a última reunião antes da assinatura começou às 2h15 da madrugada e contou com três horas de discussão.

Em que ano foi a 2 Guerra Mundial?

Quanto tempo a Segunda Guerra Mundial durou? – A Segunda Guerra durou seis anos, de 1939 a 1945.

Quem declarou guerra a Primeira Guerra Mundial?

O início da guerra – Até 1912, o enfraquecido Império Otomano ainda conservava nos Bálcãs uma faixa territorial que se estendia de Istambul (antiga Constantinopla) ao Mar Adriático e incluía a Albânia. Entre 1912 e 1913, porém, perdeu quase todas essas terras para a Grécia, Bulgária e sobretudo para a Sérvia, que deu os primeiros passos no sentido de implementar seu projeto da «Grande Sérvia»; a Albânia tornou-se um Estado independente.

Em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Fernando de Habsburgo, herdeiro do trono austro-húngaro, visitava Sarajevo, capital da Bósnia, com sua esposa, quando ambos foram assassinados por um jovem bósnio cristão ortodoxo (a imensa maioria dos bósnios era muçulmana), partidário da união com a Sérvia.

A Áustria-Hungria, alegando envolvimento do governo sérvio no crime, apresentou uma série de exigências que foram rejeitadas pela Sérvia. Em 28 de julho, a Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia. No dia seguinte, a Rússia pôs suas tropas em estado de prontidão, e a Alemanha fez o mesmo em 30 de julho.

Na madrugada de 1º de agosto, a Alemanha declarou guerra à Rússia, sendo imitada pelo governo austro-húngaro. Grã-Bretanha e França, surpreendidas pela rapidez dos acontecimentos, não se moveram. Mas a Alemanha, cujos planos de campanha estavam prontos desde 1911, declarou guerra à França em 3 de agosto.

Na madrugada de 4, as tropas alemãs invadiram a Bélgica – que era neutra – para surpreender os franceses com um ataque vindo de direção inesperada. A Bélgica, militarmente fraca, não conseguiria conter os invasores, os quais deveriam alcançar rapidamente o Canal da Mancha. Em uma semana, o que deveria ser mais um conflito balcânico transformara-se em uma guerra européia. A Itália somente entrou na luta em 1915; mas fê-lo contra a Alemanha e Áustria-Hungria, porque Grã-Bretanha e França lhe prometeram – e depois não cumpriram – que os italianos ganhariam algumas colônias alemãs na África (além de Trento e Trieste, naturalmente).

Quem foi o grande vencedor da Primeira Guerra Mundial?

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi um conflito de ordem global entre os países da Tríplice Aliança e a Tríplice Entente. O segundo grupo saiu vencedor. A Tríplice Aliança foi formada pela Alemanha, Áustria-Hungria e Itália, e a Tríplice Entente, por França, Inglaterra e Rússia. Quando ComeOu A Primeira Guerra Mundial Em rosa, países da Entente; em amarelo, a Tríplice Aliança e em verde, países neutros

Que país foi responsável pela Primeira Guerra Mundial?

Os tratados de paz – Em 1919, reuniu-se a Conferência de Paz de Paris, para a qual somente a Rússia não foi convidada. Todavia, em vez de discussões amplas e abertas entre todos os envolvidos na Grande Guerra (nome dado ao conflito de 1914-18 até 1939, quando começou a II Guerra Mundial), os tratados de paz foram elaborados pelos Três Grandes – Wilson, dos EUA; Lloyd George, da Grã-Bretanha; Clemenceau, da França – e impostos aos países vencidos.

  1. O tratado mais importante foi o de Versalhes, que a Alemanha foi obrigada a assinar.
  2. Eis suas cláusulas mais importantes: A Alemanha foi considerada a única responsável pela eclosão da guerra.
  3. Foram perdidas todas as colônias e vários territórios alemães na Europa (principais: a Alsácia-Lorena, restituída à França; o Corredor Polonês, que dividiu a Alemanha em duas partes; o porto de Danzig, transformado em cidade-livre).

Limitações militares: proibição do serviço militar obrigatório e da produção de aviões de combate, tanques, canhões gigantes, navios de guerra de grande porte e submarinos, além da limitação do exército alemão a 100 mil homens. Pagamento de pesadíssimas reparações de guerra.

Qual foi o local da Primeira Guerra Mundial?

Onde ocorreu a Primeira Guerra Mundial? Os combates da Primeira Guerra Mundial, em sua maioria, aconteceram no continente europeu. Na Europa, destacaram-se a Frente Ocidental, em que os alemães lutaram contra franceses e britânicos, e a Frente Oriental, em que os alemães lutaram contra sérvios e russos.

Quanto tempo durou a 1 Guerra Mundial?

Resumo sobre a Primeira Guerra Mundial –

A Primeira Guerra Mundial foi um conflito que aconteceu entre 1914 e 1918, e os principais cenários de guerra ocorreram no continente europeu. Foi resultado de inúmeros fatores, como a rivalidade econômica, ressentimentos por acontecimentos passados e questões nacionalistas. Teve como estopim o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa, Sofia, em Sarajevo, na Bósnia, em junho de 1914. Estendeu-se por quatro anos em duas fases distintas: Guerra de Movimento e Guerra de Trincheira. A última fase é a mais conhecida por ter sido a mais longa (de 1915 a 1918) e por ter sido efetivamente caracterizada por um alto grau de mortalidade dos soldados envolvidos. O saldo do conflito foi, aproximadamente, 10 milhões de mortos e uma Europa totalmente transformada.

Por que o Brasil participou da Primeira Guerra Mundial?

A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial ocorreu em 1917, após navios brasileiros terem sido torpedeados por submarinos do Império Alemão. O Brasil teve uma participação modesta na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), já que não possuía grandes recursos bélicos.

  1. Assim sendo, o país limitou-se a fornecer apoio pontual, em colaboração nos combates aéreos e marítimos, bem como no auxílio aos feridos nos campos de batalha.
  2. Para compreendermos os motivos que levaram o Brasil a entrar na » Grande Guerra «, é necessário que saibamos um pouco do contexto diplomático da época.

Mudança do eixo diplomático brasileiro Durante toda a fase imperial e até mesmo antes de 1822, quando o Brasil fazia parte do Reino Unido de Portugal e Algarves, o Brasil esteve diplomaticamente atrelado à Inglaterra, de modo que seu trânsito político-econômico ocorria mais na relação transatlântica do que com o continente americano.

O advento da República, em 1889, mudou esse quadro, pois o Brasil deslocou seu eixo diplomático de Londres para Washington, aderindo, assim, à perspectiva da Doutrina Monroe, defendida pelos Estados Unidos.26 de outubro: declaração de guerra Em 3 de abril de 1917, um navio mercante dos Estados Unidos foi torpedeado por submarinos alemães e, no mesmo dia, um navio brasileiro também o foi no Canal da Mancha.

Isso provocou o rompimento das relações diplomáticas dos dois países com o Império Alemão. Pouco tempo depois, os Estados Unidos entraram na guerra contra a aliança entre austríacos e alemães. Depois de outros navios brasileiros serem torpedeados novamente, na costa do Mar Mediterrâneo, o então presidente Venceslau Brás assinou – após aprovação no Congresso – a declaração de guerra contra a Tríplice Aliança no dia 26 de outubro de 1917,

  • Com a formalização da declaração de guerra, a primeira medida que o Governo brasileiro tomou foi na direção de conter um eventual levante dos imigrantes e descendentes de imigrantes alemães no terreno nacional.
  • Em 16 de novembro, foi votada uma lei no Congresso que proibia, segundo o historiador Olivier Compagnon: aos alemães estabelecidos no país qualquer comércio e qualquer relação financeira com o exterior, põe termo aos contratos públicos que envolvam fornecedores alemães e proíbe aos alemães a obtenção de concessões de terra.

Os bancos e as companhias de seguro alemães são submetidos a uma fiscalização excepcional. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 As medidas propriamente bélicas foram tomadas meses depois. Participações pontuais na guerra O Brasil enviou à guerra uma divisão de sete navios de combate.

Entre eles, estavam os cruzadores Bahia e Rio Grande do Sul e os contratorpedeiros Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Santa Catarina, Essa divisão, segundo o historiador Luís de Alencar Araripe, a 7 de maio de 1918: zarpou para Gibraltar, onde se reuniria à esquadra britânica, para participar da guerra antissubmarina.

A Divisão de Operações de Guerra, composta de dois cruzadores e cinco contratorpedeiros, um navio auxiliar e um rebocador, sob o comando do contra-almirante Pedro Max Fernando de Frontin. A Divisão só chegou a Gibraltar em novembro de 1918, retida que foi na costa africana pela terrível pandemia que foi a gripe espanhola.

  1. Além dessa divisão marítima, outra contribuição pontual do Brasil à guerra ocorreu no combate no ar, em auxílio à aviação de guerra britânica e aos feridos em combate.
  2. Como destaca, novamente, o historiador Alencar Araripe: Aviadores brasileiros combateram ao lado dos pilotos britânicos e franceses.
  3. Oficiais do Exército serviram na Frente Ocidental, em unidades do Exército Francês.

Um deles, o tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, como general, foi o grande reformador da Escola Militar de Realengo, criador da mística do cadete de Caxias. Oitenta e seis médicos, incluindo dezessete professores de Medicina, quase todos civis, comissionados oficias, integraram a Missão Médica que partiu do Brasil a 18 de agosto de 1918 e até o fim da guerra trabalhou no hospital Franco-Brasileiro, mantido pelos brasileiros residentes em Paris.

  • Os brasileiros permaneceram na Europa até os primeiros meses de 1919.
  • Em 25 de junho desse mesmo ano, a Divisão Naval de Operações de Guerra foi dissolvida.
  • NOTAS COMPAGNON, Olivier.
  • O adeus à Europa: a América Latina e a Grande Guerra. Trad.
  • Carlos Nougué.
  • Rio de Janeiro: Rocco, 2014.p.146.
  • ARARIPE, Luís de Alencar.

«Primeira Guerra Mundial». In: MAGNOLI, Demétrio. História das Guerras, São Paulo: Contexto, 2013.p.342-343. Ibid,p.343. Por Me. Cláudio Fernandes Por Cláudio Fernandes

O que aconteceu no Tratado de Versalhes?

O Tratado de Versalhes foi o mais famoso dos tratados de paz assinados após a Primeira Guerra Mundial, Nele, ingleses e franceses impuseram os termos da rendição alemã no dia 28 de junho de 1919 após longos meses de deliberações. Esse tratado foi entendido pelos historiadores como extremamente rígido e contribuiu para arrastar a Alemanha para uma crise econômica e política,

O que deu início a Segunda Guerra Mundial?

Causas da Segunda Guerra Mundial – Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Para compreender as causas da Segunda Guerra Mundial, é preciso resgatar a forma como terminou a Primeira Guerra Mundial, em 1918. O Tratado de Versalhes, assinado no ano seguinte, impôs severas sanções à Alemanha, que foi considerada a culpada pela guerra.

Os alemães saíram derrotados e humilhados do conflito. Além disso, a crise econômica de 1929, originada nos Estados Unidos, rapidamente se espalhou pelo mundo, aprofundando ainda mais os países europeus, que, a muito custo, tentavam reerguer-se dos escombros da guerra. Esse cenário catastrófico, de crise política, social e econômica, fez surgir grupos radicais que prometiam resgatar a grandeza do império alemão de séculos anteriores, vingando a humilhação que o Tratado de Versalhes promoveu ao povo alemão.

Adolf Hitler, com seu Partido Nazista, ganhava espaço na política da Alemanha. Em 1933, Hitler foi aclamado como chanceler e tinha em suas mãos todos os poderes para governar os alemães. O Führer, o «líder», era aclamado por onde passava, e a ele o seu povo prestava juramento de lealdade.

  1. A partir desse momento, Hitler tratou de expandir o domínio alemão sobre a Europa, reivindicando territórios que pertenceram ao império alemão.
  2. Ele estava disposto a tudo para construir o Terceiro Reich.
  3. A Itália também atravessava processo semelhante.
  4. Os italianos, assim como os alemães, saíram humilhados da Primeira Guerra Mundial e, durante a década de 1920, enfrentaram uma crise geral, com greves e desemprego.

Benito Mussolini liderou o Partido Fascista e foi alçado ao poder em 1922, tornando-se o Il Duce, o grande líder do povo italiano. Com tantas semelhanças entre alemães e italianos, não demorou para que Hitler e Mussolini se aproximassem e fizessem alianças políticas e militares.

Pouco antes de começar a guerra, os dois líderes aproximaram-se do Japão, dando início ao Eixo, que lutaria contra os Aliados na Segunda Guerra Mundial. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Ao perceber o avanço de Hitler, primeiro na política interna da Alemanha e depois, externamente, ao procurar anexar países, Inglaterra e França decidiram não intervir nas decisões nazistas,

Tratava-se da política de apaziguamento. Em vez de atacar o inimigo e provocar outra guerra, os líderes britânicos e franceses decidiram conversar, fazer um acordo com Hitler. Winston Churchill, que, em 1940, seria o premier britânico durante quase toda a guerra, disse uma frase que resumiu essa política: «Entre a desonra e a guerra, vocês escolheram a desonra e terão a guerra.» Ao permitir que Hitler mantivesse o seu expansionismo para evitar uma nova guerra, Inglaterra e França estavam entrando em outro conflito.

Hitler também fez um acordo com Jose f St a lin, líder da União Soviética, o Pacto Molotov-Ribbentrop, um tratado de não agressão entre os dois países. Hitler não cumpriria esse pacto e, em 1941, invadiria a URSS. O expansionismo nazista, as anexações de territórios e a não intervenção das grandes potências europeia acabaram levando o mundo para outro conflito mundial sem precedentes em nossa história.

Em 1º de setembro de 1939, as tropas alemãs invadiram a Polônia, Apesar das inúmeras exigências para que se retirassem do território polonês, elas permaneceram. Com a recusa alemã em cumprir as exigências, Inglaterra e França declararam guerra contra a Alemanha, desencadeando a Segunda Guerra Mundial.

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Quem foi que ganhou a Segunda Guerra Mundial?

Os Aliados foram os países vencedores da Segunda Guerra Mundial.

Quem liderou a Segunda Guerra Mundial?

Combatentes da Segunda Guerra Mundial – A Segunda Guerra Mundial contou com o envolvimento de dezenas de países. Os participantes da Segunda Guerra Mundial podem ser agrupados em dois grupos.

Aliados : Reino Unido, França, União Soviética e Estados Unidos eram os membros principais; Eixo : Alemanha, Itália e Japão eram os membros principais.

Quando ComeOu A Primeira Guerra Mundial Adolf Hitler e Benito Mussolini eram os líderes da Alemanha e Itália, respectivamente. Ambas as nações pertenciam ao Eixo. Naturalmente, ao longo da guerra, diversos outros países foram tomando partido e juntando-se a um dos dois lados que estavam na luta.

Do lado dos Aliados, por exemplo, lutaram o Canadá, o Brasil, a Austrália, a China, a Holanda etc. No Eixo, atuaram nações como Hungria, Romênia, Croácia etc. É importante mencionar que em diversos locais que os nazistas pisaram houve colaboracionismo, mas também houve resistência. Um símbolo do colaboracionismo com os nazistas foi Vidkun Quisling, nazista da Noruega que organizou o plano de invasão de seu próprio país com os alemães.

Símbolos de resistência contra os nazistas foram, por exemplo, os guerrilheiros (partisans) da Bielorrússia (conhecida atualmente como Belarus) que organizaram forças nas florestas de seu país e atuaram por anos sabotando os nazistas.

Em qual guerra mundial o Brasil participou?

A atuação do Brasil na Segunda Guerra Mundial ocorreu na Itália, a partir do segundo semestre de 1944, travando batalhas em regiões como Monte Castelo. O Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial em 30 de junho de 1944, ao lado dos países aliados, isto é, Estados Unidos, Inglaterra, União Soviética e as resistências civis-militares de países como a França.

Antecedentes

Sabemos que o período da Era Vargas conhecido como Estado Novo, que se estendeu de 1937 a 1945, foi explicitamente ditatorial. Getúlio instaurou um aparato político policial muito semelhante ao da Itália fascista e ao da Alemanha nazista, países com os quais o Estado Novo manteve relações estreitas até 1941.

  1. Foi em 1941, contudo, que os Estados Unidos entraram oficialmente na guerra, após a base naval de Pearl Harbor ter sido atacada por aviões japoneses.
  2. Os EUA buscaram traçar uma zona de influência militar sobre o continente americano a fim de evitar uma eventual ocupação nazifascista.
  3. O Brasil possuía regiões estratégicas que não poderiam ficar vulneráveis.

Era o caso do litoral do estado do Rio Grande do Norte, onde está o Forte dos Reis Magos. Os americanos sabiam que precisavam de Vargas como aliado e começaram a pressioná-lo nesse sentido. Como diz o historiador Boris Fausto, em sua obra História do Brasil : Antes mesmo de começar a guerra, Roosevelt já se convencera de que ela se daria em escala mundial e envolveria os Estados Unidos.

Essa perspectiva levou os estrategistas americanos a ampliar o que consideravam o círculo de segurança do país, incluindo a América do Sul e em especial a «saliência» Nordeste Brasileiro. Os americanos se lançaram também em uma ofensiva político-ideológica, ao promover, entre outras iniciativas, as Conferências Pan-Americanas, em torno de um objetivo comum: a defesa das Américas, independentemente do regime político vigente em cada país, sob o comando dos Estados Unidos.

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Navios torpedeados e a declaração de guerra

Os nazistas, sabendo da aproximação do Brasil com os EUA, começaram a promover retaliações contra o país, atacando navios – inicialmente navios distantes do litoral brasileiro; depois, navios mercantes muito próximos da costa nordestina. Entre 5 e 17 de agosto de 1942, seis navios brasileiros foram afundados por submarinos alemães, o que resultou na morte de mais de 600 pessoas.

A FEB e o front de batalha da Itália

O destacamento de soldados brasileiros enviados à guerra estava vinculado à Força Expedicionária Brasileira (FEB), criada em 13 de novembro de 1943 com o objetivo especial de ir para o front de batalha na Europa ao lado das potências aliadas: EUA, Inglaterra e União Soviética.

Quem foi derrotado na Primeira Guerra Mundial?

Fases da Primeira Guerra Mundial – Utilizando a classificação do estudioso Luiz de Alencar Araripe, a Primeira Guerra Mundial pode ser dividida em duas grandes fases 1, A primeira fase ficou conhecida como Guerra de Movimento e aconteceu entre agosto e novembro de 1914.

A segunda fase ficou conhecida como Guerra de Trincheiras e ocorreu entre 1915 e 1918. Da primeira fase da guerra, destacou-se o plano alemão de invasão da França pelo território belga, o chamado Plano Schlieffen. Esse plano foi elaborado pelo conde Alfred von Schlieffen e consistia basicamente em uma manobra para envolver as tropas francesas e conquistar Paris, a capital da França.

Poucos meses depois que os franceses conseguiram impedir os alemães de conquistar Paris, iniciou-se a segunda fase da guerra, caracterizada pelas trincheiras. As trincheiras eram corredores subterrâneos construídos para abrigar os soldados e separar os exércitos que lutavam entre si.

Muitas vezes, a distância entre uma trincheira e outra era mínima. O espaço entre as trincheiras era conhecido como «terra de ninguém » e era preenchido com sacos de areia, arames farpados e tudo que fosse necessário para garantir a proteção das tropas e para informar que tropas inimigas aproximavam-se.

Durante a guerra de trincheiras, foram utilizadas pela primeira vez armas químicas. Os alemães inicialmente utilizaram gás clorídrico, que, com o tempo, também passou a ser utilizado por franceses e britânicos. Por fim, o gás clorídrico foi substituído pelo gás mostarda. Quando ComeOu A Primeira Guerra Mundial Soldados americanos utilizando máscaras para se proteger das armas químicas utilizadas na frente de batalha. A respeito dos horrores da Guerra de Trincheiras travada na Frente Ocidental, vale ressaltar o relato feito pelo historiador Eric Hobsbawm : Milhões de homens ficavam uns diante dos outros nos parapeitos de trincheiras barricadas com sacos de areia, sob as quais viviam como – e com – ratos e piolhos.

  • De vez em quando seus generais procuravam romper o impasse.
  • Dias e mesmo semanas de incessante bombardeio de artilharia «amaciavam» o inimigo e o mandavam para baixo da terra, até que no momento certo levas de homens saíam por cima do parapeito, geralmente protegido por rolos e teias de arame farpado, para a «terra de ninguém», um caos de crateras de granadas inundadas de água, tocos de árvore calcinadas, lama e cadáveres abandonados, e avançavam sobre as metralhadoras, que os ceifavam, como eles sabiam que aconteceria 2,

Na Frente Ocidental, destacaram-se batalhas como Verdun e Somme em que a luta nas trincheiras causou a morte de milhões de soldados de ambos os lados. Na Frente Oriental, os alemães conseguiram impor pesadas derrotas aos russos em batalhas como a de Tannenberg, garantindo grandes conquistas territoriais.

  1. A violência da guerra também foi destacada durante os combates que aconteceram na Sérvia.
  2. No Oriente Médio, destacou-se a perseguição que o Império Otomano promoveu contra os armênios, o que levou ao Genocídio Armênio.
  3. A Primeira Guerra também registrou combates aéreos e uma disputa acirrada entre alemães e britânicos no mar.

Em 1917, os Estados Unidos, presididos por Woodrow Wilson, entraram na guerra quando uma embarcação britânica foi atacada por alemães, causando a morte de mais de uma centena de americanos. Nesse mesmo ano, os russos, fragilizados por tantas derrotas e por uma crise econômica duríssima, retiraram-se da guerra, e a Revolução Russa consolidou o socialismo no país.

A Primeira Guerra Mundial encerrou-se como resultado do esfacelamento das forças da Tríplice Aliança, Bulgária, Áustria-Hungria e Império Otomano renderam-se, sobrando apenas a Alemanha. O Império Alemão, arrasado pela guerra, também se rendeu após uma revolução estourar no país e levar ao fim da monarquia alemã.

Aqueles que implantaram a república no país (os social-democratas) optaram por um armistício para colocar fim à guerra após quatro anos. Acesse também: A vida dos soldados na trincheira

Porque o Brasil declarou guerra à Alemanha na Primeira Guerra Mundial?

Declaração de Guerra à Alemanha A mudança de postura começou em 11 de abril de 1917, após um submarino alemão torpedear e afundar o navio brasileiro Paraná. Diante disso, o Brasil rompeu relações diplomáticas com a Alemanha.

Qual foi a desculpa da Primeira Guerra Mundial?

100 ANOS APÓS O PRIMEIRO GRANDE CONFLITO EM 1914, A GUERRA COLOCOU FRENTE A FRENTE POTÊNCIAS ECONÔMICAS NO INÍCIO DO SÉCULO XX E MODIFICOU PARA SEMPRE OS ENFRENTAMENTOS BÉLICOS Por VAGNER ESPEIORIN | [email protected] Apesar do nome, Gavrilo Princip não teve uma vida nobre.

Pelo contrário. A infância pobre precedeu a adolescência de ativismo em uma facção terrorista da Sérvia conhecida como Mão Negra. Como uma ironia fonética, Princip tornou- se um personagem histórico por assassinar o príncipe do Império Austro- húngaro, em 28 de junho de 1914. O arquiduque Franz Ferdinand e sua esposa, a duquesa Sofia de Hohenberg, morreram atingidos pelos disparos enquanto andavam de carro aberto pelas ruas de Sarajevo, na Bósnia.

Princip possivelmente não planejava que aqueles dois tiros resultariam em uma disputa bélica sem precedentes até então. O assassinato foi o estopim para a Primeira Guerra Mundial, que completa em julho 100 anos. De 1914 a 1918, o confronto tomou proporções gigantescas e colocou em disputa os interesses das maiores potências europeias da época.

A morte de Ferdinand, na prática, se transformou em uma grande desculpa dos países para guerrear e conquistar novos territórios. Julho foi o mês da crise. O Império Austro-húngaro decretou guerra à Sérvia exatamente trinta dias após o atentado contra o arquiduque. Depois disso, o que se viu foi um efeito dominó.

No dia 30 de julho, a Alemanha resolveu invadir a Bélgica para atacar a França e de lá partir para conquistar o território russo. Quando os alemães começaram a entrar em território belga acabaram mexendo com os interesses ingleses. O Reino Unido decretou guerra à Alemanha em 4 de agosto.

  1. A guerra foi um enfrentamento bélico entre as potências industrializadas em busca de novos mercados.
  2. Praticamente todos os países foram direta ou indiretamente afetados pelo conflito», explica o coordenador do Mestrado Profissional em História da UCS, professor Roberto Radünz.
  3. Pegar em armas, seguir para o fronte de batalha e lidar com a morte de milhões de pessoas não passava pela cabeça de um cidadão europeu, no início do século XX.

Por volta de 1900, Paris, por exemplo, era uma espécie de epicentro do mundo. Cafés, livrarias, óperas, alta costura movimentavam as elites do planeta em direção à cidade. Novas invenções, como telefone, automóvel e cinema, convergiam para que os europeus, e não somente os franceses, se sentissem modernos e civilizados. Essa modernidade toda exigia economias dinâmicas, capazes de vender para o maior número de pessoas e extrair grandes quantidades de matéria- prima. Acontece que longe desse «glamour», as nações disputavam territórios na África e na Ásia. A Alemanha e a Itália, porém, se unificaram tarde e entraram no seleto grupo de países desenvolvidos muito depois de potências como Inglaterra e França.

  1. Resultado: passaram a cobiçar os territórios dos «irmãos» mais velhos.
  2. A Grande Guerra foi fruto do desenvolvimento do capitalismo e da sua face imperialista.
  3. O capitalismo necessita de fontes de matéria-prima e de mercado consumidor.
  4. Não existe maneira mais fácil de garantir isso do que dominar outros países e explorá-los, forçando- -os a comprar seus produtos», explica a professora do curso de História da UCS, Eliane Cardoso.

Se o assassinato de Ferdinand foi o estopim, a disputa por mercados foi a principal culpada por dar origem à Primeira Guerra Mundial. Depois disso, a Europa, antes conhecida por ser território atraente às elites, mudou seu status: passou a ser região de peregrinação de tropas militares.

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O conflito mostrou, porém, que se as invenções surgem para facilitar a vida, elas podem servir a interesses bélicos devastadores. ENTRE A TECNOLOGIA E A LAMA A partir do segundo semestre de 1914, a música dos cabarés cedeu lugar ao som dos canhões. Os automóveis foram substituídos pelo transporte militar.

A sensação de efervescência cultural foi consumida pelo sentimento que só uma guerra pode causar: uma espécie de depressão social. Os conflitos ocorreram em duas frentes. No lado ocidental, forças alemãs avançavam sobre a Bélgica e enfrentavam a resistência da França.

  • Do lado oriental, o Império Austro-húngaro tentava dominar a Sérvia e a Rússia.
  • O continente tinha se transformado numa bomba relógio.
  • Territorialmente pequena, mas com grande população, a Europa viu sua vida transformada em lama, literalmente.
  • A Primeira Guerra Mundial foi um conflito nas trincheiras.

A maior delas chegou a ultrapassar os 700 quilômetros e seguia da Suíça ao Canal da Mancha, nas proximidades do Oceano Atlântico. As fossas na terra tinham a altura de um homem. Serviam como uma espécie de proteção aos soldados, para evitar que fossem atingidos pelos disparos dos inimigos.

  1. Para Radünz, porém, as trincheiras evidenciavam o lado mais tenso do combate.
  2. Largamente utilizadas pelos franceses, essas escavações eram protegidas por sacos de areia e por arames farpados, para tentar manter a distância dos ataques externos.
  3. Com o uso da metralhadora, os soldados das trincheiras poderiam, além de se defender, atingir as forças adversárias.

Aparentemente bem planejada, a tática passou a ser a vilã dos exércitos que a utilizavam. Com a modernização, a Primeira Guerra Mundial passou a contar com canhões mais eficientes em combate. A munição da artilharia pesada atingia as trincheiras dizimando os combatentes.

Não raro, os projéteis vinham acompanhados de armas químicas, tática muito utilizada pelos alemães. O gás clorídrico matava em massa a população alojada nas escavações. Quando chovia, a terra se misturava à água gerando lama – muita lama. Ao cenário inóspito, se unia o cheiro de morte. Soldados em combate precisavam dividir espaços com os cadáveres de combatentes.

As condições de guerra decretavam lutas mortíferas. Além disso, a necessidade de rastejar acabava cansando os próprios homens na zona de confronto. Se o terreno da Europa se transformou em lama, as nações em estado bélico acabaram se aproveitando de uma outra estratégia: o avião.

  1. Sem dúvida, a introdução do avião de guerra foi a grande novidade», afirma Eliane.
  2. Inicialmente, o transporte aéreo era utilizado para observar o inimigo.
  3. Ao lado do dirigível, era muito útil para saber detalhes do território adversário.
  4. Com o tempo, eles ganharam características mais mortais.
  5. Foram adaptados para os combates e passaram a ser utilizados para bombardear cidades.

Londres foi uma das mais atingidas. Em terra, artilharia pesada, como canhões e armas químicas, dizimava soldados. Nos céus, os aviões e dirigíveis mostravam uma faceta devastadora. No mar, a tecnologia de guerra também avançava. Os navios que foram responsáveis por batalhas memoráveis na história bélica pareciam dar pouca resistência aos modernos submarinos.

  • Se no lado dos avanços da indústria armamentista, a Primeira Grande Guerra mostrou que a capacidade tecnológica do homem poderia ser devastadora.
  • Ela alertou à humanidade sobre os riscos do poder.
  • O confronto não se conteve apenas ao campo de batalha.
  • A Primeira Guerra Mundial trouxe como componente novo o envolvimento das pessoas que não eram combatentes e soldados.

O conflito foi travado também na retaguarda com bombardeios generalizados de cidades», explica Radünz. BRASIL NÃO VAI, MAS PARTICIPA Além do aspecto militar, os embates movimentaram estruturas econômicas e políticas. No Brasil, também foram sentidos os reflexos do conflito. Com os olhos voltados para a Europa, todo o planeta sofria com a situação bélica do continente. A economia mundial também sentiu os estilhaços.

O café, à época, era o principal produto das exportações brasileiras. Por não ser uma especiaria de primeira necessidade, a queda na comercialização foi intensamente sentida. «O Brasil teve dificuldades de exportar café para a Europa e em contrapartida comprar manufaturas do Velho Mundo», contextualiza Radünz.

Na tentativa de manter uma boa relação internacional, a neutralidade brasileira havia sido decretada ainda em agosto de 1914. Nos últimos anos da guerra, porém, o país largou o silêncio e se colocou contrário à Tríplice Aliança (Alemanha, Itália e o Império Austro- húngaro).

  1. Em 5 de abril de 1917, o navio Paraná – que era um dos maiores da Marinha do Brasil – foi bombardeado por um submarino alemão próximo ao Canal da Mancha.
  2. Três brasileiros morreram.
  3. O ataque às embarcações brasileiras na Europa gerou um clamor da opinião pública nacional para que o Brasil reagisse e quebrasse sua neutralidade», destaca Eliane.

Seis dias após ter a embarcação alvejada, o Brasil cortou relações diplomáticas com a Alemanha e abriu os portos para as nações da Tríplice Entente (França, Estados Unidos e Reino Unido). «O Brasil enviou na parte final da guerra em torno de dois mil profissionais entre médicos e enfermeiros», estima Radünz.

Mas não parou por aí, coube ao Brasil proteger e dar assistência na região oceânica do Atlântico Sul. QUATRO ANOS DE HORROR Com a entrada dos Estados Unidos no confronto em 1917, os franceses e ingleses ganharam fôlego e conseguiram derrotar as forças alemãs. Apesar disso, não se pode dizer que eles ganharam.

Não. Todos perderam. No encerrar da guerra, em 11 de novembro de 1918, a Europa estava destruída e pelo menos dez milhões de pessoas perderam a vida vítimas dos combates. O número de mortes chegou a 65 milhões se contabilizadas as baixas causadas pela gripe espanhola, doença que se disseminou e atingiu também os campos de concentração de soldados. Clique na imagem para ler curiosidades sobre a 1ª Guerra Mundial. Para Eric Hobsbawm, um dos maiores historiadores do século XX, o confronto de 1914 era apenas a primeira etapa de um conflito que só acabaria em 1945, com o encerramento da Segunda Guerra Mundial. Revista UCS – É uma publicação mensal da Universidade de Caxias do Sul que tem como objetivo discutir tópicos contemporâneos que respondam aos anseios da comunidade por conhecimento. O texto acima está publicado na décima terceira edição da Revista UCS que já está sendo distribuída nos campi e núcleos. Veja outras matérias da Revista.

Qual foi o país que não participou da Primeira Guerra Mundial?

Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: Ouça este artigo: A Primeira Guerra Mundial foi um conflito cujos acontecimentos mais dramáicos ocorreram em solo europeu. Além disso, as grandes potências mundiais estavam todas naquele continente, sendo que os países de outras regiões de certo modo «assistiram» ao conflito, com uma ou outra exceção, em especial a participação norte-americana, crucial para o desfecho da guerra.

Nem mesmo por isso alguns países dos continentes americano, africano e asiático deixaram de ter alguma relevância na estratégia militar e diplomática dos países beligerantes, mesmo porque, grande parte da força de França e Grã-Bretanha estava em suas colônias espalhadas pelo mundo, e uma desestabilização de seus impérios surtiria efeito na capacidade de resistência desses países.

Do mesmo modo as colônias alemãs seriam invadidas e ocupadas em meio à luta na Europa. Assim, a neutralidade ou a tomada de partido de países como Etiópia, Afeganistão e México assumiram relevância. A declaração de neutralidade não significou um total isolamento da guerra.

Afeganistão – O país recebeu uma missão diplomática alemã tentando convencê-lo a agir contra os britânicos na Índia, seus vizinhos de fronteira. Argentina Bélgica Bolívia Butão – Outro país independente e fronteiriço à Índia Britânica, cujo território poderia ser usado como base de operações de desestabilização da mais importante colônia inglesa. Chile Colômbia Dinamarca – Realizou comércio com os dois lados em meio à guerra. El Salvador Espanha – Aliado ao Reino Unido por meio de um tratado. Etiópia – A Etiópia recebeu uma missão diplomática alemã tentando convencê-la a agir contra a Itália, Reino Unido e França na África Oriental. Estes países do bloco aliado detinham colônias por toda a sua fronteira. O controle de tais colônias era necessário aos Aliados para manter a ligação entre Europa e oriente, importante rota comercial e de suprimentos. Irã – Ocupado pelos turcos, britânicos e por tropas russas. Liechtenstein – Mantinha uma união aduaneira e monetária com a Áustria-Hungria. Luxemburgo – Nunca declarou guerra às Potências Centrais, apesar de ser invadido e ocupado pela Alemanha. México – Recusou uma uma aliança com a Alemanha (episódio do Telegrama Zimmermann). Países Baixos – Um aliado do Reino Unido por meio de um tratado, negociou com ambos os lados. Noruega – Forneceu assistência naval ao Reino Unido. Paraguai Suécia – Patrocinou financeiramente a Alemanha. Suíça – A Suíça se declarou em «estado de sítio». Venezuela – Importante país petrolífero, abasteceu os Aliados com petróleo.

Leia também:

Países neutros na Segunda Guerra Mundial

Bibliografia: Participants in World War I, Disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/ Participants_in_World_War_I# Neutral_states >. Acesso em: 23 mar.2012. Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/historia/paises-neutros-na-primeira-guerra-mundial/ Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição:

Quem perdeu a Segunda Guerra Mundial?

A Batalha de Berlim foi o desfecho da Segunda Guerra Mundial no cenário europeu. A derrota alemã nessa cidade levou Hitler a cometer suicídio e à queda do Nazismo. A Batalha de Berlim foi o combate que colocou fim à Segunda Guerra Mundial na Europa.

Qual foi o impacto da Primeira Guerra Mundial para o Brasil?

A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial ocorreu em 1917, após navios brasileiros terem sido torpedeados por submarinos do Império Alemão. O Brasil teve uma participação modesta na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), já que não possuía grandes recursos bélicos.

  • Assim sendo, o país limitou-se a fornecer apoio pontual, em colaboração nos combates aéreos e marítimos, bem como no auxílio aos feridos nos campos de batalha.
  • Para compreendermos os motivos que levaram o Brasil a entrar na » Grande Guerra «, é necessário que saibamos um pouco do contexto diplomático da época.

Mudança do eixo diplomático brasileiro Durante toda a fase imperial e até mesmo antes de 1822, quando o Brasil fazia parte do Reino Unido de Portugal e Algarves, o Brasil esteve diplomaticamente atrelado à Inglaterra, de modo que seu trânsito político-econômico ocorria mais na relação transatlântica do que com o continente americano.

O advento da República, em 1889, mudou esse quadro, pois o Brasil deslocou seu eixo diplomático de Londres para Washington, aderindo, assim, à perspectiva da Doutrina Monroe, defendida pelos Estados Unidos.26 de outubro: declaração de guerra Em 3 de abril de 1917, um navio mercante dos Estados Unidos foi torpedeado por submarinos alemães e, no mesmo dia, um navio brasileiro também o foi no Canal da Mancha.

Isso provocou o rompimento das relações diplomáticas dos dois países com o Império Alemão. Pouco tempo depois, os Estados Unidos entraram na guerra contra a aliança entre austríacos e alemães. Depois de outros navios brasileiros serem torpedeados novamente, na costa do Mar Mediterrâneo, o então presidente Venceslau Brás assinou – após aprovação no Congresso – a declaração de guerra contra a Tríplice Aliança no dia 26 de outubro de 1917,

Com a formalização da declaração de guerra, a primeira medida que o Governo brasileiro tomou foi na direção de conter um eventual levante dos imigrantes e descendentes de imigrantes alemães no terreno nacional. Em 16 de novembro, foi votada uma lei no Congresso que proibia, segundo o historiador Olivier Compagnon: aos alemães estabelecidos no país qualquer comércio e qualquer relação financeira com o exterior, põe termo aos contratos públicos que envolvam fornecedores alemães e proíbe aos alemães a obtenção de concessões de terra.

Os bancos e as companhias de seguro alemães são submetidos a uma fiscalização excepcional. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 As medidas propriamente bélicas foram tomadas meses depois. Participações pontuais na guerra O Brasil enviou à guerra uma divisão de sete navios de combate.

  • Entre eles, estavam os cruzadores Bahia e Rio Grande do Sul e os contratorpedeiros Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Santa Catarina,
  • Essa divisão, segundo o historiador Luís de Alencar Araripe, a 7 de maio de 1918: zarpou para Gibraltar, onde se reuniria à esquadra britânica, para participar da guerra antissubmarina.

A Divisão de Operações de Guerra, composta de dois cruzadores e cinco contratorpedeiros, um navio auxiliar e um rebocador, sob o comando do contra-almirante Pedro Max Fernando de Frontin. A Divisão só chegou a Gibraltar em novembro de 1918, retida que foi na costa africana pela terrível pandemia que foi a gripe espanhola.

  1. Além dessa divisão marítima, outra contribuição pontual do Brasil à guerra ocorreu no combate no ar, em auxílio à aviação de guerra britânica e aos feridos em combate.
  2. Como destaca, novamente, o historiador Alencar Araripe: Aviadores brasileiros combateram ao lado dos pilotos britânicos e franceses.
  3. Oficiais do Exército serviram na Frente Ocidental, em unidades do Exército Francês.
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Um deles, o tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, como general, foi o grande reformador da Escola Militar de Realengo, criador da mística do cadete de Caxias. Oitenta e seis médicos, incluindo dezessete professores de Medicina, quase todos civis, comissionados oficias, integraram a Missão Médica que partiu do Brasil a 18 de agosto de 1918 e até o fim da guerra trabalhou no hospital Franco-Brasileiro, mantido pelos brasileiros residentes em Paris.

Os brasileiros permaneceram na Europa até os primeiros meses de 1919. Em 25 de junho desse mesmo ano, a Divisão Naval de Operações de Guerra foi dissolvida. NOTAS COMPAGNON, Olivier. O adeus à Europa: a América Latina e a Grande Guerra. Trad. Carlos Nougué. Rio de Janeiro: Rocco, 2014.p.146. ARARIPE, Luís de Alencar.

«Primeira Guerra Mundial». In: MAGNOLI, Demétrio. História das Guerras, São Paulo: Contexto, 2013.p.342-343. Ibid,p.343. Por Me. Cláudio Fernandes Por Cláudio Fernandes

Qual foi a desculpa da Primeira Guerra Mundial?

100 ANOS APÓS O PRIMEIRO GRANDE CONFLITO EM 1914, A GUERRA COLOCOU FRENTE A FRENTE POTÊNCIAS ECONÔMICAS NO INÍCIO DO SÉCULO XX E MODIFICOU PARA SEMPRE OS ENFRENTAMENTOS BÉLICOS Por VAGNER ESPEIORIN | [email protected] Apesar do nome, Gavrilo Princip não teve uma vida nobre.

  1. Pelo contrário.
  2. A infância pobre precedeu a adolescência de ativismo em uma facção terrorista da Sérvia conhecida como Mão Negra.
  3. Como uma ironia fonética, Princip tornou- se um personagem histórico por assassinar o príncipe do Império Austro- húngaro, em 28 de junho de 1914.
  4. O arquiduque Franz Ferdinand e sua esposa, a duquesa Sofia de Hohenberg, morreram atingidos pelos disparos enquanto andavam de carro aberto pelas ruas de Sarajevo, na Bósnia.

Princip possivelmente não planejava que aqueles dois tiros resultariam em uma disputa bélica sem precedentes até então. O assassinato foi o estopim para a Primeira Guerra Mundial, que completa em julho 100 anos. De 1914 a 1918, o confronto tomou proporções gigantescas e colocou em disputa os interesses das maiores potências europeias da época.

  • A morte de Ferdinand, na prática, se transformou em uma grande desculpa dos países para guerrear e conquistar novos territórios.
  • Julho foi o mês da crise.
  • O Império Austro-húngaro decretou guerra à Sérvia exatamente trinta dias após o atentado contra o arquiduque.
  • Depois disso, o que se viu foi um efeito dominó.

No dia 30 de julho, a Alemanha resolveu invadir a Bélgica para atacar a França e de lá partir para conquistar o território russo. Quando os alemães começaram a entrar em território belga acabaram mexendo com os interesses ingleses. O Reino Unido decretou guerra à Alemanha em 4 de agosto.

  1. A guerra foi um enfrentamento bélico entre as potências industrializadas em busca de novos mercados.
  2. Praticamente todos os países foram direta ou indiretamente afetados pelo conflito», explica o coordenador do Mestrado Profissional em História da UCS, professor Roberto Radünz.
  3. Pegar em armas, seguir para o fronte de batalha e lidar com a morte de milhões de pessoas não passava pela cabeça de um cidadão europeu, no início do século XX.

Por volta de 1900, Paris, por exemplo, era uma espécie de epicentro do mundo. Cafés, livrarias, óperas, alta costura movimentavam as elites do planeta em direção à cidade. Novas invenções, como telefone, automóvel e cinema, convergiam para que os europeus, e não somente os franceses, se sentissem modernos e civilizados. Essa modernidade toda exigia economias dinâmicas, capazes de vender para o maior número de pessoas e extrair grandes quantidades de matéria- prima. Acontece que longe desse «glamour», as nações disputavam territórios na África e na Ásia. A Alemanha e a Itália, porém, se unificaram tarde e entraram no seleto grupo de países desenvolvidos muito depois de potências como Inglaterra e França.

Resultado: passaram a cobiçar os territórios dos «irmãos» mais velhos. «A Grande Guerra foi fruto do desenvolvimento do capitalismo e da sua face imperialista. O capitalismo necessita de fontes de matéria-prima e de mercado consumidor. Não existe maneira mais fácil de garantir isso do que dominar outros países e explorá-los, forçando- -os a comprar seus produtos», explica a professora do curso de História da UCS, Eliane Cardoso.

Se o assassinato de Ferdinand foi o estopim, a disputa por mercados foi a principal culpada por dar origem à Primeira Guerra Mundial. Depois disso, a Europa, antes conhecida por ser território atraente às elites, mudou seu status: passou a ser região de peregrinação de tropas militares.

  1. O conflito mostrou, porém, que se as invenções surgem para facilitar a vida, elas podem servir a interesses bélicos devastadores.
  2. ENTRE A TECNOLOGIA E A LAMA A partir do segundo semestre de 1914, a música dos cabarés cedeu lugar ao som dos canhões.
  3. Os automóveis foram substituídos pelo transporte militar.

A sensação de efervescência cultural foi consumida pelo sentimento que só uma guerra pode causar: uma espécie de depressão social. Os conflitos ocorreram em duas frentes. No lado ocidental, forças alemãs avançavam sobre a Bélgica e enfrentavam a resistência da França.

Do lado oriental, o Império Austro-húngaro tentava dominar a Sérvia e a Rússia. O continente tinha se transformado numa bomba relógio. Territorialmente pequena, mas com grande população, a Europa viu sua vida transformada em lama, literalmente. A Primeira Guerra Mundial foi um conflito nas trincheiras.

A maior delas chegou a ultrapassar os 700 quilômetros e seguia da Suíça ao Canal da Mancha, nas proximidades do Oceano Atlântico. As fossas na terra tinham a altura de um homem. Serviam como uma espécie de proteção aos soldados, para evitar que fossem atingidos pelos disparos dos inimigos.

  1. Para Radünz, porém, as trincheiras evidenciavam o lado mais tenso do combate.
  2. Largamente utilizadas pelos franceses, essas escavações eram protegidas por sacos de areia e por arames farpados, para tentar manter a distância dos ataques externos.
  3. Com o uso da metralhadora, os soldados das trincheiras poderiam, além de se defender, atingir as forças adversárias.

Aparentemente bem planejada, a tática passou a ser a vilã dos exércitos que a utilizavam. Com a modernização, a Primeira Guerra Mundial passou a contar com canhões mais eficientes em combate. A munição da artilharia pesada atingia as trincheiras dizimando os combatentes.

  1. Não raro, os projéteis vinham acompanhados de armas químicas, tática muito utilizada pelos alemães.
  2. O gás clorídrico matava em massa a população alojada nas escavações.
  3. Quando chovia, a terra se misturava à água gerando lama – muita lama.
  4. Ao cenário inóspito, se unia o cheiro de morte.
  5. Soldados em combate precisavam dividir espaços com os cadáveres de combatentes.

As condições de guerra decretavam lutas mortíferas. Além disso, a necessidade de rastejar acabava cansando os próprios homens na zona de confronto. Se o terreno da Europa se transformou em lama, as nações em estado bélico acabaram se aproveitando de uma outra estratégia: o avião.

«Sem dúvida, a introdução do avião de guerra foi a grande novidade», afirma Eliane. Inicialmente, o transporte aéreo era utilizado para observar o inimigo. Ao lado do dirigível, era muito útil para saber detalhes do território adversário. Com o tempo, eles ganharam características mais mortais. Foram adaptados para os combates e passaram a ser utilizados para bombardear cidades.

Londres foi uma das mais atingidas. Em terra, artilharia pesada, como canhões e armas químicas, dizimava soldados. Nos céus, os aviões e dirigíveis mostravam uma faceta devastadora. No mar, a tecnologia de guerra também avançava. Os navios que foram responsáveis por batalhas memoráveis na história bélica pareciam dar pouca resistência aos modernos submarinos.

  1. Se no lado dos avanços da indústria armamentista, a Primeira Grande Guerra mostrou que a capacidade tecnológica do homem poderia ser devastadora.
  2. Ela alertou à humanidade sobre os riscos do poder.
  3. O confronto não se conteve apenas ao campo de batalha.
  4. A Primeira Guerra Mundial trouxe como componente novo o envolvimento das pessoas que não eram combatentes e soldados.

O conflito foi travado também na retaguarda com bombardeios generalizados de cidades», explica Radünz. BRASIL NÃO VAI, MAS PARTICIPA Além do aspecto militar, os embates movimentaram estruturas econômicas e políticas. No Brasil, também foram sentidos os reflexos do conflito. Com os olhos voltados para a Europa, todo o planeta sofria com a situação bélica do continente. A economia mundial também sentiu os estilhaços.

O café, à época, era o principal produto das exportações brasileiras. Por não ser uma especiaria de primeira necessidade, a queda na comercialização foi intensamente sentida. «O Brasil teve dificuldades de exportar café para a Europa e em contrapartida comprar manufaturas do Velho Mundo», contextualiza Radünz.

Na tentativa de manter uma boa relação internacional, a neutralidade brasileira havia sido decretada ainda em agosto de 1914. Nos últimos anos da guerra, porém, o país largou o silêncio e se colocou contrário à Tríplice Aliança (Alemanha, Itália e o Império Austro- húngaro).

  • Em 5 de abril de 1917, o navio Paraná – que era um dos maiores da Marinha do Brasil – foi bombardeado por um submarino alemão próximo ao Canal da Mancha.
  • Três brasileiros morreram.
  • O ataque às embarcações brasileiras na Europa gerou um clamor da opinião pública nacional para que o Brasil reagisse e quebrasse sua neutralidade», destaca Eliane.

Seis dias após ter a embarcação alvejada, o Brasil cortou relações diplomáticas com a Alemanha e abriu os portos para as nações da Tríplice Entente (França, Estados Unidos e Reino Unido). «O Brasil enviou na parte final da guerra em torno de dois mil profissionais entre médicos e enfermeiros», estima Radünz.

  • Mas não parou por aí, coube ao Brasil proteger e dar assistência na região oceânica do Atlântico Sul.
  • QUATRO ANOS DE HORROR Com a entrada dos Estados Unidos no confronto em 1917, os franceses e ingleses ganharam fôlego e conseguiram derrotar as forças alemãs.
  • Apesar disso, não se pode dizer que eles ganharam.

Não. Todos perderam. No encerrar da guerra, em 11 de novembro de 1918, a Europa estava destruída e pelo menos dez milhões de pessoas perderam a vida vítimas dos combates. O número de mortes chegou a 65 milhões se contabilizadas as baixas causadas pela gripe espanhola, doença que se disseminou e atingiu também os campos de concentração de soldados. Clique na imagem para ler curiosidades sobre a 1ª Guerra Mundial. Para Eric Hobsbawm, um dos maiores historiadores do século XX, o confronto de 1914 era apenas a primeira etapa de um conflito que só acabaria em 1945, com o encerramento da Segunda Guerra Mundial. Revista UCS – É uma publicação mensal da Universidade de Caxias do Sul que tem como objetivo discutir tópicos contemporâneos que respondam aos anseios da comunidade por conhecimento. O texto acima está publicado na décima terceira edição da Revista UCS que já está sendo distribuída nos campi e núcleos. Veja outras matérias da Revista.

O que foi a gota d’água para o início da Primeira Guerra Mundial?

Publicado em 26/06/2020 00h00 Atualizado em 23/06/2023 16h48 Sarajevo, 28 de junho de 1914: um atentado torna-se o estopim da Grande Guerra. O herdeiro do império austro-húngaro, o arquiduque Francisco Ferdinando, foi assassinado juntamente com sua esposa, Sofia, a duquesa de Hohenberg, por um jovem nacionalista sérvio, Gavrilo Princip, integrante do grupo separatista Mão Negra.

Influenciado por esta organização secreta, o estudante de 19 anos, tuberculoso, se dispôs a sacrificar a vida pela causa. Aquele idealismo adolescente se tornou uma decisão mortal. Inicialmente o assassinato não provocou alarde entre os europeus, muitos deles usufruíam suas férias de verão. Não imaginavam que aquele atentado desencadearia as alianças então vigentes na Europa da Belle Époque, dando início à Primeira Guerra Mundial.

A crise política e a tensão militar não se restringiram aos Balcãs. Todo o continente e o mundo estiveram de algum modo envolvidos no conflito. No caso do Brasil a entrada na guerra se deu em 1917, após navios brasileiros terem sido alvejados por submarinos do Império Alemão.

Quais foram as razões que levaram a Rússia a sair da Primeira Guerra Mundial?

As crises sociais e a Revolução Socialista na Rússia em 1917 se constituíram como principais fatores que motivaram a saída da Rússia da Primeira Guerra Mundial.

Quais são os antecedentes da Primeira Guerra Mundial?

As causas da Primeira Guerra Mundial foram a corrida armamentista, paz armada, crescimento do nacionalismo e política de alianças militares na Europa. Infantaria francesa avançando na região de Chemin des Dames (França), em 1917, no contexto da Primeira Guerra Mundial.