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Qual Maior Planeta Do Sistema Solar?

Qual o 1 maior planeta do Sistema Solar?

PLANETAS DO SISTEMA SOLAR O Sistema Solar corresponde a um conjunto formado pelo sol, asteroides, satélites, meteoros, cometas e oito planetas com formas esféricas os quais descrevem órbitas elípticas. Os planetas são astros sem luz e calor próprio, em sua ordem são:

Mercúrio : É o menor planeta do sistema solar, o mais próximo do Sol e mais rápido, formado basicamente por ferro, pode ser visto da Terra a olho nu. Vênus : É o segundo planeta mais próximo, além do Sol e da Lua é o corpo celeste mais brilhante no céu. Terra : Apresenta água em estado líquido e oxigênio em sua atmosfera o que torna possível a vida no planeta. Marte : É o segundo menor planeta do sistema solar, conhecido como planeta vermelho pela coloração de sua superfície. Júpiter : Maior planeta do sistema solar, formado principalmente pelos gases hidrogênio, hélio e metano e, ainda, um pequeno núcleo sólido no interior. Saturno : É o segundo maior planeta do sistema solar, conhecido pelos anéis formados por gelo e poeira cósmica. Urano : É um planeta gasoso e sua atmosfera é constituída de hidrogênio, hélio e metano. Netuno : Planeta mais distante do Sol, um gigante gasoso, como Júpiter, Saturno e Urano. Plutão : é considerado um planeta anão por não possuir uma órbita livre.

: PLANETAS DO SISTEMA SOLAR

Qual é o nome do maior planeta?

Planeta Júpiter. Características do planeta Júpiter Quinto planeta a partir do Sol, situado entre Marte e Saturno, Júpiter é o maior planeta do sistema solar, com diâmetro de 142.984 quilômetros – caberiam mil planetas como a Terra em Júpiter. Sua atmosfera é composta principalmente de hidrogênio e hélio.

  1. A distância de Júpiter para o Sol é de aproximadamente 779 milhões de quilômetros.
  2. A temperatura média desse gigante corpo celeste é de -110 °C.
  3. Uma das características marcantes de Júpiter é a Grande Mancha Vermelha, considerada uma tempestade anticiclônica.
  4. Esse corpo celeste é visível a olho nu, sendo considerado o quarto objeto mais brilhante do céu, atrás apenas do Sol, da Lua e de Vênus.

Assim como Saturno, Júpiter também possui um sistema de anel em sua estrutura, contudo, bem menos nítido que o de Saturno. Galileu Galilei, no início do século XVII, foi o primeiro a analisar esse planeta através de um telescópio. Ele foi responsável pela identificação dos quatro maiores satélites naturais de Júpiter: Io, Europa, Ganimedes e Calisto.

  1. O avanço tecnológico permitiu a obtenção de maiores informações e, atualmente, são conhecidos 63 satélites naturais desse planeta.
  2. O movimento de rotação (deslocamento em torno do próprio eixo) é realizado em um tempo equivalente a dez horas terrestres, portanto um dia nesse planeta tem duração de dez horas na Terra.

O movimento de translação (deslocamento em torno do Sol) é finalizado em 12 anos terrestres, portanto um ano em Júpiter é equivalente a 12 anos na Terra. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Por Wagner de Cerqueira e Francisco Graduado em Geografia : Planeta Júpiter.

Qual é o maior planeta do universo?

Um Modelo Escalonado do sistema solar – Quando se fala em astronomia, talvez a primeira noção de tamanho que devemos ter é a escala de tamanhos e distâncias no sistema solar ( sol e os planetas). Vamos adotar o seguinte fator de escala: F=8431254000. Logo, a distância em escala será: Ds=Dreal/F.

Objeto Real Diâmetro (km) Real Distância (milhões de km) Tamanho escalonado (cm) Distância (m)
Sol 1,392,000 16.51
Mercúrio 4880 57.910 0.058 ( minúsculo! grão de areia) 6.9 ( 7 passos)
Vênus 12,104 108.16 0.14 (grão de areia) 12.8 (13 passos)
Terra 12,742 149.6 0.15 (grão de areia) 17.7 (18 passos)
Marte 6780 228.0 0.08 (quase 1 mm) 27.0 (27 passos)
Júpiter 139,822 778.4 1.7 (uma moeda de um centavo de real) 92.3 (92 passos)
Saturno 116,464 1,427.0 1.4 (um botão) 169.3 (169 passos)
Urano 50,724 2,869.6 0.6 (metade do botão) 340.4 (340 passos)
Netuno 49,248 4,496.6 0.6 (metade botão) 533.3 (533 passos)
Plutão 2274 5,913.5 0.03 (pedaço pequeno de pó) 701.4 (701 passos)
Nuvem de Oort 11,200,000 1,328,400 (1,328 km)
Proxima Centauri 40,493,000 4.5 (bola de handbol) 4,802,700 (4,803 km)

Júpiter, o maior planeta, teria só 1.7 centímetros (uma moeda de um centavo de real) e estaria a aproximadamente 92.3 metros do Sol. Nossa pequena Terra (um grão de areia) estaria a 17.7 metros (aproximadamente 18 passos grandes) do Sol. A Nuvem de Oort é uma nuvem esférica enorme composta por trilhões de cometas que cercam o Sol. Seu raio se extende de aproximadamente 7.5 a 15 trilhões de quilômetros. No nossso modelo, a distância do Sol à metade Nuvem de Oort seria a distância entre Los Angeles e Denver.

Proxima Centauri é a estrela mais vizinha a nós fora do sistema solar (lembre-se que o Sol também é uma estrela!). A distância a Proxima Centauri seria igual à de Los Angeles para New Glasgow, na Nova Escócia para ser mais preciso! Se uma nave conseguisse viajar à velocidade da luz (300000 km/s), levaríamos 4 anos pra alcançar (negligenciando a gravidade do Sol) Proxima Centauri! Você deve ter notado que a escala de grandeza em astronomia é muito maior do que aquela a que estamos acostumados a lidar no nosso dia-a-dia.

Por isso os astrônomos usam unidades de distância maiores, como a unidade astronômica, para descrever distâncias entre os planetas, e um ano-luz, para descrever distâncias entre as estrelas. Uma unidade astronômica = a distância entre a Terra e o Sol, aproximadamente 149.6 milhões de quilômetros.

  1. Por exemplo, Júpiter está a (778.4 milhões de km)/(149.6 milhões de km) = 5,203 unidades astronômicas do Sol.
  2. Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em um ano.
  3. Você pode descobrir quantos quilômetros equivale a um ano-luz multiplicando a velocidade de luz pelo intervalo de tempo de um ano: 1 ano luz = (299,800 quilômetros/segundo) × (31,560,000 segundos/ano) = 9,461,000,000,000 quilômetros (9.461 trilhões quilômetros!).

A mais próxima estrela está a aproximadamente 4.3 anos-luz de distância, ou seja, a luz vinda de Proxima Centauri leva 4.3 anos pra chegar à Terra. E, portanto, se algo acontecesse com essa estrela nesse exato momento, nós só observaríamos essa mudança 4.3 anos depois.

  • A velocidade de luz é a maior velocidade possível para qualquer coisa viajar no universo, apesar do que você pode ver em filmes de ficção científica ou livros.
  • O Sol ( marcado com ‘x’ no desenho abaixo) é uma estrela entre mais de 200 bilhões que estão ligadas gravitacionalmente e juntas formam a nossa galáxia, a Via Láctea.

O modelo da Via Láctea é de uma galáxia plana, como uma panqueca ou disco, e com uma protuberância no centro. Estrelas e gás concentram-se em braços espirais no disco da Galáxia. Também existem muitas estrelas entre os braços espirais. Nosso sistema solar está em um dos braços espirais da Via Láctea e está a aproximadamente 26 000 anos-luz do seu centro. Vamos agora reduzir mais a nossa escala, de modo que a Via láctea tenha o tamanho da mini-bola de basquetebol. Segundo esse modelo, as duas galáxias-satélite mais famosas da Via Láctea, conhecidas como a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães, estariam a distâncias de aproximadamente 30 e 35 centímetros, respectivamente.

A Grande Nuvem de Magalhães teria o tamanho de uma bola de tênis e a Pequena Nuvem de Magalhães teria o tamanho de uma bola de ping pong. A Galáxia de Andromeda, a galáxia grande mais próxima, seria uma bola de 19 centímetros de diâmetro (uma bola de vôlei) a aproximadamente 4.8 metros de distância. A Via Láctea e a Galáxia de Andromeda fazem parte de um agrupamento de galáxias gravitacionalmente ligadas que formam o que chamamos de Grupo Local.

O Grupo Local pode ser dividido grosseiramente em duas aglomerações e cada aglomeração tem uma espiral grande: a Via Láctea e a Andromeda (M31). Isso pode ser visto claramente nas ilustrações abaixo, que mostram três visões do Grupo Local, cada visão rodada por 90 graus em relação às outras. Dentre os grandes agrupamentos de galáxias, os aglomerados de galáxias, o mais próximo é chamado de aglomerado de Virgo (está na direção da constelação de Virgo, a Virgem). O aglomerado de Virgo tem mais de 1000 galáxias e distaria mais de 50 metros nesse modelo escalonado.

Note que em relação ao tamanho, as galáxias estão relativamente perto uma das outras. Estrelas dentro de uma galáxia estão relativamente muito distantes comparadas aos seus tamanhos. Você verá que a proximidade relativa das galáxias tem um efeito significativo em sua evolução. O Grupo Local e o aglomerado de Virgo são parte de um grupo maior, chamado de Superaglomerado Local ou Superaglomerado de Virgo (o aglomerado de Virgo está próximo ao seu centro).

O Grupo Local está perto de uma extremidade do Superaglomerado Local. Em nosso modelo, com a Via láctea do tamanho de uma mini-bola de basquetebol, o Superaglomerado Local tem o comprimento de aproximadamente 190 metros e o universo observável inteiro tem um diâmetro de aproximadamente 49.5 quilômetros,

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Qual o menor planeta?

PLANETAS DO SISTEMA SOLAR O Sistema Solar corresponde a um conjunto formado pelo sol, asteroides, satélites, meteoros, cometas e oito planetas com formas esféricas os quais descrevem órbitas elípticas. Os planetas são astros sem luz e calor próprio, em sua ordem são:

Mercúrio : É o menor planeta do sistema solar, o mais próximo do Sol e mais rápido, formado basicamente por ferro, pode ser visto da Terra a olho nu. Vênus : É o segundo planeta mais próximo, além do Sol e da Lua é o corpo celeste mais brilhante no céu. Terra : Apresenta água em estado líquido e oxigênio em sua atmosfera o que torna possível a vida no planeta. Marte : É o segundo menor planeta do sistema solar, conhecido como planeta vermelho pela coloração de sua superfície. Júpiter : Maior planeta do sistema solar, formado principalmente pelos gases hidrogênio, hélio e metano e, ainda, um pequeno núcleo sólido no interior. Saturno : É o segundo maior planeta do sistema solar, conhecido pelos anéis formados por gelo e poeira cósmica. Urano : É um planeta gasoso e sua atmosfera é constituída de hidrogênio, hélio e metano. Netuno : Planeta mais distante do Sol, um gigante gasoso, como Júpiter, Saturno e Urano. Plutão : é considerado um planeta anão por não possuir uma órbita livre.

: PLANETAS DO SISTEMA SOLAR

Qual é o menor planeta do universo?

Astrônomos anunciam o menor planeta já descoberto, para desgosto de Plutão Se eu fosse Plutão, eu ficaria muito irritado com os astrônomos que acabam de, Ele fica em um novo sistema planetário chamado Kepler-37, centrado em uma estrela semelhante ao nosso Sol, a cerca de 210 anos-luz da Terra, na constelação de Lira.

De acordo com as observações do telescópio Kepler, o planeta «é um pouco maior do que a nossa Lua, medindo cerca de um terço do tamanho da Terra. Ele é menor do que Mercúrio.» Cientistas da Nasa na missão Kepler dizem que esta descoberta foi um grande desafio. Inicialmente, os primeiros exoplanetas descobertos eram gigantes, mas, à medida que se refina a tecnologia e o processo de pesquisa, eles conseguem detectar planetas cada vez menores.

O Kepler-37b, como este pequeno planeta é chamado, tornou-se o auge dessa busca por planetas pequenos. De acordo com os astrônomos do Laboratório de Propulsão a Jato, «enquanto a estrela Kepler-37 pode ser semelhante ao nosso sol, o sistema parece bem diferente do sistema solar em que vivemos».

Os astrônomos acreditam que o Kepler-37b certamente possui composição rochosa, mas não tem atmosfera nem pode ter vida como a conhecemos. Enquanto isso, o Kepler-37c – o planeta vizinho mais próximo – é um pouco menor do que Vênus, medindo quase 3/4 do tamanho da Terra. O Kepler-37d, planeta mais distante, tem o dobro do tamanho da Terra.

Há mais nesta descoberta do que apenas uma busca por planetas menores. Jack Lissauer, cientista planetário no Ames Research Center da NASA, dizer que o Kepler-37d «sugere que esses planetas pequenos são comuns, e mais maravilhas planetárias nos aguardam enquanto continuamos a reunir e analisar dados adicionais».

Thomas Barclay, autor do estudo e cientista da missão Kepler, concorda: Nós descobrimos um planeta menor do que qualquer outro em nosso sistema solar, que orbita uma das poucas estrelas que é tanto brilhante como tranquila, onde a detecção do sinal é possível. Esta descoberta mostra que planetas próximos de uma estrela podem ser menores, assim como muito maiores, do que os planetas que orbitam o nosso sol.

Ótima notícia, pessoal. Mas Plutão, expulso da lista de planetas do nosso sistema solar em 24 de agosto de 2006, ainda está chorando em um canto. Agora ele é apenas um «objeto do Cinturão de Kuiper», e não deve voltar a ser planeta com esta descoberta: sua órbita é diferente demais dos planetas, e varia de acordo com a posição de Netuno – um planeta de verdade não tem um vizinho tão próximo.

Qual é o primeiro planeta?

1. É o primeiro planeta do Sistema Solar – Qual Maior Planeta Do Sistema Solar Crédito: Sergey Nivens – Shutterstock Denominamos de Sistema Solar o conjunto de corpos celestes que orbitam o espaço ao redor do Sol, a principal estrela desta organização de objetos. Cada um deles gira ao redor do Sol, cada qual localizado a uma distância uns dos outros. A partir destes estudos, determinamos que Mercúrio é o planeta mais perto do Sol e, portanto, o primeiro do Sistema Solar.

Qual é a maior coisa que existe?

Na última década, vimos algumas notícias sobre a descobertas de estruturas colossais no universo. Em 2013, por exemplo, ficamos sabendo sobre a existência do LQG, um grupo de quasares que pareciam interligados entre si, formando um objeto de inimagináveis quatro bilhões de anos-luz de diâmetro.

Será? Energia escura pode ser parte da matéria escura, segundo estudo Matéria escura e antimatéria podem estar relacionadas desde início do universo Big Bang está errado? Saiba como cientistas tentam resolver problemas da teoria

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Quando os astrônomos descobrem algum novo objeto no universo, é preciso saber suas principais características e entender como ele interage com seus vizinhos. Também é necessário conferir se as informações obtidas sobre ele estão de acordo com os modelos matemáticos atuais do cosmos.

Se alguma descoberta contraria os modelos, será preciso analisar onde está o erro — na interpretação dos dados coletados ou nos modelos. Não é tão raro um astrônomo ou uma equipe analisar dados reais, coletados por alguns dos instrumentos mais sensíveis do planeta, e interpretá-los erroneamente. Aliás, é por isso que um artigo científico precisa ser revisado por pares antes de ser aceito para publicação em uma revista científica, mas até mesmo nesse processo as coisas podem transitar em uma área «cinza».

Continua após a publicidade Um bom exemplo disso foi a suposta descoberta de fosfina em Vênus, algo que poderia indicar a presença de vida por lá. Após meses de debate, chegou-se à conclusão de que a substância encontrada era, na verdade, dióxido de enxofre,

Os dados estavam corretos, mas a diferença do sinal para a detecção de ambos os elementos era tão pequena que é muito compreensível esse tipo de «deslise». Cientistas também estão sujeitos a erro e a viés. As maiores estruturas do universo hoje têm medidas exorbitantes. A atual recordista é a Hercules-Corona Borealis Great Wall, com quase 10 bilhões de anos-luz de comprimento, descoberta também em 2013, mas anunciada após a revelação do LQG.

O Giant GRB Ring, por sua vez, fica em segundo lugar, com 5,6 bilhões de anos-luz, seguida da Huge-LQG, que tem um tamanho de 4 bilhões de anos luz. Mas há um problema com todas essas estruturas: elas não deveriam existir. E, se existirem, violam algumas limitações sereras do universo.

  • Essas restrições estão diretamente ligadas à própria evolução do universo, desde o Big Bang.
  • Os astrônomos têm modelos cosmológicos que foram fruto de décadas de estudo teórico, comprovados mais tarde à medida que os instrumentos se tornavam capazes de «enxergar» mais longe.
  • Uma das descobertas mais importantes nesse sentido foi a radiação cósmica de fundo, prevista da teoria e descoberta mais tarde.

Ela é uma das maiores evidências de que o modelo do Big Bang está correto. Continua após a publicidade De acordo com este mesmo modelo, o universo começou com uma grande expansão, para todos os lados, distribuída igualmente e simultaneamente em todos os lugares.

  1. Todos os locais tinham temperaturas e densidades equivalentes, com algumas pequenas imperfeições, quase irrelevantes — 1 parte para cada 30 mil.
  2. À medida que essas imperfeições minúsculas evoluíram, limitadas pelas leis da física que conhecemos hoje, formaram as primeiras estrelas e galáxias, que por sua vez se fundiram para formar as galáxias modernas e a grande teia cósmica.

Uma vez que essa distribuição se deu por igual desde o início, o universo é muito parecido em qualquer lugar que você observar. Não importa para onde você aponte os melhores instrumentos do mundo, nem mesmo onde você esteja, o cosmos terá aproximadamente a mesma temperatura e as mesmas densidades.

Esse conceito é chamado de isotropia e é muito importante para a cosmologia. Há sérias consequências físicas se isso for violado, e embora alguns cientistas tenham proposto modelos diferentes, a ideia não foi muito bem sucedida. Observando evidências da isotropia e homogeneidade do universo, os cientistas calcularam que há um limite de tamanho para qualquer estrutura, em qualquer lugar do cosmos — 1,2 bilhão de anos-luz.

Qualquer coisa maior que essa medida é impossível, simplesmente porque não houve tempo para se formar. Entretanto, estruturas como o Giant GRB Ring estão ali, e não há erro nas observações. O que isso tudo significa? E, mais importante, o que isso quer nos ensinar? Continua após a publicidade Há diferentes modos de lidar com o problema.

  1. Um deles, talvez o matematicamente mais simples, é descartar essas descobertas.
  2. É possível que os astrônomos estejam apenas vendo uma estrutura «fantasma», ou seja, inexistentes — há apenas aglomerados que não possuem ligação entre si e se dispersarão com o passar do tempo.
  3. Se este for o caso, a própria evolução dos objetos que fazem parte dessas supostas estruturas se encarregará de desfazer a formação ilusória dos «fantasmas».

Mas por que os astrônomos estariam vendo estruturas onde elas não existem? Uma das hipóteses, levantada em um artigo de Seshadri Nadathur, em 2018, é a de que os sinais detectados indicando a existências das estruturas podem ter emergido de ruído um aleatório subjacente, levando as estatísticas a encontrar padrões inexistentes.

  1. É através desses padrões que pode-se dizer que uma série de objetos fazem ou não parte de uma única estrutura.
  2. Por outro lado, se as descobertas estiverem corretas, a compreensão atual sobre o universo será desafiado.
  3. Isso pode acontecer muito em breve, quando o telescópio Nancy Grace Roman estiver operacional.

Ele será capaz de criar uma imagem mais de 100 vezes superior ao famoso Hubble Ultra-Deep Field, que atualmente é a maior e mais profunda coleta de dados de longa exposição já realizada pela humanidade. Espera-se que com o poder do Grace Roman, os astrônomos possam finalmente dizer se os padrões que formam as polêmicas estruturas são de reais ou ilusórias.

Quantos universos existem no mundo?

Existem mais de 5.000 mundos além do nosso sistema solar, diz Nasa.

Onde a Terra está localizada no universo?

Profa. Maria de Ftima O. Saraiva Nosso lugar no universo 1 Qual Maior Planeta Do Sistema Solar Diagrama mostrando a localizao da Terra no Universo, em sentido anti-horrio a partir do canto inferior esquerdo. A Terra um dos oito planetas que orbitam o Sol, que uma estrela localizada na periferia da galxia Via Lctea – a nossa galxia. A Via Lctea, juntamente com Andrmeda e algumas dezenas de galxias menores constituem o Grupo Local de galxias, que um dos aglomerados de galxias que fazem parte do Superaglomerado Local, o qual constitui, junto com os demais superaglomerados de galxias, o nosso Universo observvel.

A Terra um planeta, o que significa que ela um corpo relativamente grande que orbita uma estrela – o nosso Sol, O sistema solar consiste do Sol e de todos os corpos que o orbitam: os oito planetas (incluindo a Terra), com seus satlites e e anéis, os asteroides, os cometas e as incontveis pequenas partculas que compem o p interplanetrio.

Nosso Sol uma estrela, como outras estrelas que vemos no cu noturno. As estrela so imensas esferas de gs incandescente. O Sol e todas as estrelas que podemos ver a olho nu fazem parte de um enorme conjunto de estrelas chamado Via Lctea, a nossa galxia. Qual Maior Planeta Do Sistema Solar Representação artística da Via Láctea mostrando a localizao do Sol. Muitas galxias se encontram agrupadas, formando glomerados de galxias. A Via Lctea pertence a um aglomerado bem pequeno, com aproximadamente 50 galxias, chamado Grupo Local, Os grupos e aglomerados de galxias tambm tendem a se concentrar em certas regies, formando estruturas gigantescas chamadas superaglomerados de galxias.

O Grupo Local de galxias pertence a um superaglomerado chamado Superaglomerado Local, Em grande escala, o universo tem a aparncia de uma esponja, os superaglomerados de galxias formam as «paredes» da esponja; entre eles existem enormes vazios contendo poucas ou nenhuma galxia, que na nossa analogia seriam as partes ocas da esponja.

Finalmente, o universo formado pelos superaglomerados de galxias, os vazios, e tudo o que tem dentro deles. Toda a matria e toda a energia existente constituem a nosso universo. Resumo O planeta Terra est localizado no Sistema Solar que, juntamente com mais de 100 bilhes de estrelas, formam a nossa galxia, a Via Lctea.

  • A nossa galxia faz parte de um pequeno aglomerado de galxias chamado Grupo Local, que por sua vez faz parte de uma regio gigantesca em que h maior condensao de galxias e de aglomerados de galxias, chamado de Superaglomerado Local.
  • Esse, por sua vez, juntamente com os demais superaglomerados de galxias e os vazios, contendo, portanto, toda a matria e a energia existentes, formam o Universo.
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The known Universe (filme youtube; 6 min) Traduo livre de excerto do livro «The cosmic Perspective», de J. Bennet, M. Donahue, N. Schneider e M. Voit, 2002. A figura que ilustra o texto foi inspirada em ilustrao do mesmo livro.

Quantos planetas existem hoje?

Resumo sobre Sistema Solar –

A origem do Sistema Solar é explicada pela teoria da nebulosa solar, que defende que um colapso deu origem aos planetas assim como aos demais objetos do espaço. Atualmente, ele é formado por oito planetas, sendo eles: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Os chamados planetas rochosos, mais próximos do Sol, são formados predominantemente por rochas. Já os planetas gasosos, localizados mais distantes do Sol, são constituídos por gases diversos. O caso de Plutão é emblemático, uma vez que o planeta foi reclassificado para planeta anão em razão, entre outros, do seu tamanho reduzido. O sistema é composto por diversos corpos celestes, como asteroides, cometas e meteoroides. Uma curiosidade sobre ele é que há diversos satélites naturais, as luas, que orbitam os planetas.

Qual é o menor planeta do sistema solar e o menor?

PLANETAS DO SISTEMA SOLAR O Sistema Solar corresponde a um conjunto formado pelo sol, asteroides, satélites, meteoros, cometas e oito planetas com formas esféricas os quais descrevem órbitas elípticas. Os planetas são astros sem luz e calor próprio, em sua ordem são:

Mercúrio : É o menor planeta do sistema solar, o mais próximo do Sol e mais rápido, formado basicamente por ferro, pode ser visto da Terra a olho nu. Vênus : É o segundo planeta mais próximo, além do Sol e da Lua é o corpo celeste mais brilhante no céu. Terra : Apresenta água em estado líquido e oxigênio em sua atmosfera o que torna possível a vida no planeta. Marte : É o segundo menor planeta do sistema solar, conhecido como planeta vermelho pela coloração de sua superfície. Júpiter : Maior planeta do sistema solar, formado principalmente pelos gases hidrogênio, hélio e metano e, ainda, um pequeno núcleo sólido no interior. Saturno : É o segundo maior planeta do sistema solar, conhecido pelos anéis formados por gelo e poeira cósmica. Urano : É um planeta gasoso e sua atmosfera é constituída de hidrogênio, hélio e metano. Netuno : Planeta mais distante do Sol, um gigante gasoso, como Júpiter, Saturno e Urano. Plutão : é considerado um planeta anão por não possuir uma órbita livre.

: PLANETAS DO SISTEMA SOLAR

É o menor planeta do sistema solar?

O Sistema Solar é composto por oito planetas, cada um com suas próprias particularidades em termos de composição e características. Entre eles, o menor é Mercúrio, que é apenas um pouco maior que a lua da Terra, relata a Nasa.

Qual é o menor planeta do sistema solar resposta?

Mercúrio é o menor planeta do Sistema Solar e o que está mais próximo do Sol.

Qual é o menor planeta do universo?

Astrônomos anunciam o menor planeta já descoberto, para desgosto de Plutão Se eu fosse Plutão, eu ficaria muito irritado com os astrônomos que acabam de, Ele fica em um novo sistema planetário chamado Kepler-37, centrado em uma estrela semelhante ao nosso Sol, a cerca de 210 anos-luz da Terra, na constelação de Lira.

  • De acordo com as observações do telescópio Kepler, o planeta «é um pouco maior do que a nossa Lua, medindo cerca de um terço do tamanho da Terra.
  • Ele é menor do que Mercúrio.» Cientistas da Nasa na missão Kepler dizem que esta descoberta foi um grande desafio.
  • Inicialmente, os primeiros exoplanetas descobertos eram gigantes, mas, à medida que se refina a tecnologia e o processo de pesquisa, eles conseguem detectar planetas cada vez menores.

O Kepler-37b, como este pequeno planeta é chamado, tornou-se o auge dessa busca por planetas pequenos. De acordo com os astrônomos do Laboratório de Propulsão a Jato, «enquanto a estrela Kepler-37 pode ser semelhante ao nosso sol, o sistema parece bem diferente do sistema solar em que vivemos».

Os astrônomos acreditam que o Kepler-37b certamente possui composição rochosa, mas não tem atmosfera nem pode ter vida como a conhecemos. Enquanto isso, o Kepler-37c – o planeta vizinho mais próximo – é um pouco menor do que Vênus, medindo quase 3/4 do tamanho da Terra. O Kepler-37d, planeta mais distante, tem o dobro do tamanho da Terra.

Há mais nesta descoberta do que apenas uma busca por planetas menores. Jack Lissauer, cientista planetário no Ames Research Center da NASA, dizer que o Kepler-37d «sugere que esses planetas pequenos são comuns, e mais maravilhas planetárias nos aguardam enquanto continuamos a reunir e analisar dados adicionais».

Thomas Barclay, autor do estudo e cientista da missão Kepler, concorda: Nós descobrimos um planeta menor do que qualquer outro em nosso sistema solar, que orbita uma das poucas estrelas que é tanto brilhante como tranquila, onde a detecção do sinal é possível. Esta descoberta mostra que planetas próximos de uma estrela podem ser menores, assim como muito maiores, do que os planetas que orbitam o nosso sol.

Ótima notícia, pessoal. Mas Plutão, expulso da lista de planetas do nosso sistema solar em 24 de agosto de 2006, ainda está chorando em um canto. Agora ele é apenas um «objeto do Cinturão de Kuiper», e não deve voltar a ser planeta com esta descoberta: sua órbita é diferente demais dos planetas, e varia de acordo com a posição de Netuno – um planeta de verdade não tem um vizinho tão próximo.