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Para Que Serve O RemDio Cetoprofeno?

Para que o cetoprofeno é indicado?

O cetoprofeno é um medicamento anti-inflamatório, analgésico e antitérmico, sendo indicado para o tratamento de inflamações e dores decorrentes de processos reumáticos (doenças que podem afetar músculos, articulações e esqueleto), traumatismos (lesão interna ou externa resultante de um agente externo) e de dores em

Pode usar cetoprofeno para dor de garganta?

Além disso, o cetoprefeno é considerado um antitérmico, que controla a febre. É utilizado no tratamento de inflamações no ouvido, nariz e garganta – como otite, sinusite, faringite, larangite e amidgalite. Daí porque às vezes é empregado em casos de gripe.

Quando posso tomar cetoprofeno?

Quando ele deve ser usado? – O cetoprofeno é considerado seguro, bem tolerado, mas você pode potencializar sua ação e ainda prevenir efeitos adversos fazendo o uso racional do medicamento, ou seja, use-o de forma apropriada, na dose certa e por tempo adequado.

Processos reumáticos (doenças que afetem os músculos, articulações e o esqueleto)Traumatismos (como lesões ortopédicas, fraturas, entorses)Problemas odontológicos ( periodontite, abcessos, extrações dentárias etc.)Processos urológicos (cólica nefrética, inflamação no testículo, prostatite)Dores e inflamações ginecológicas (dismenorreia, endometrite etc.) Sinusite, otite, faringite, laringite e amigdalite

Qual a diferença entre o ibuprofeno e cetoprofeno?

A eficácia de cetoprofeno administrado por via oral no alívio da dor moderada a grave e melhorar o estado funcional e condição geral foi significativamente melhor do que a de ibuprofeno e / ou diclofenac.

Para qual tipo de inflamação serve cetoprofeno?

O cetoprofeno é um medicamento anti- inflamatório, analgésico e antitérmico, sendo indicado para o tratamento de inflamações e dores decorrentes de processos reumáticos (doenças que podem afetar músculos, articulações e esqueleto), traumatismos (lesão interna ou externa resultante de um agente externo) e de dores em

O que é mais forte ibuprofeno ou cetoprofeno?

A eficácia de cetoprofeno administrado por via oral no alívio da dor moderada a grave e melhorar o estado funcional e condição geral foi significativamente melhor do que a de ibuprofeno e / ou diclofenac.

Qual é mais forte nimesulida ou cetoprofeno?

Num estudo comparativo ao cetoprofeno, o nimesulide demonstrou grande eficácia e seu efeito terapêutico foi obtido mais rapidamente.

Qual melhor antiinflamatório para garganta ibuprofeno ou cetoprofeno?

Dentre todos os anti-inflamatórios, o mais estudado para a dor de garganta é o Ibuprofeno. Em geral, os anti-inflamatórios são mais efetivos que os analgésicos, mas têm taxas de efeitos colaterais um pouco mais elevadas (leia: ANTI-INFLAMATÓRIOS | Ação e efeitos colaterais).

Quem não pode tomar o cetoprofeno?

Contra-indicação – Este medicamento não deve ser utilizado nos seguintes casos: – Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade (alergia ou intolerância) ao cetoprofeno, como crises asmáticas (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar) ou outros tipos de reações alérgicas ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs (ex: diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno).

  • Nestes pacientes foram relatados casos de reações anafiláticas severas (reação alérgica grave e imediata), raramente fatais (vide «8.
  • QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?»).
  • Pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica (lesão localizada no estômago e/ou intestino).
  • Pacientes que já tiveram sangramento ou perfuração gastrintestinal (estômago ou intestino), relacionada ao uso de AINEs.

– Pacientes com insuficiência severa (redução acentuada da função do órgão) do coração, do fígado e dos rins. – Mulheres no terceiro trimestre da gravidez. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência do coração, do fígado ou dos rins severas, pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs e por pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica.

Quais são os efeitos colaterais do cetoprofeno?

Distúrbios gastrintestinais –

Comum: dispepsia (má digestão), náusea, dor abdominal, vômito, Incomum: constipação ( prisão de ventre ), diarreia, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos) e gastrite ( inflamação do estômago ). Rara: estomatite (inflamação da mucosa da boca), úlcera péptica. Desconhecida: exacerbação da colite e doença de Crohn, hemorragia e perfuração gastrintestinais, pancreatite (inflamação do pâncreas).

Qual a diferença entre nimesulida e cetoprofeno?

Aché Nimesulida COMPARATIVO DUPLO-CEGO ENTRE NIMESULIDA E CETOPROFENO EM CIRURGIA DENTAL Pierleoni, P.; Tonelli, P.; Scaricabarozzi, I. A Double-Blind Comparison of Nimesulide and Ketoprofen in Dental Sugery. Drugs, v.46, s.1, p.168-170, 1993 SUMÁRIO: A eficácia e a tolerância da nimesulida foram comparadas às do cetoprofeno, em estudo duplo-cego com 46 pacientes com indicação de tratamento de sintomas inflamatórios relacionados a cirurgia dental para extração de molar impactado.

  • A nimesulida foi mais eficaz e rápida do que o cetoprofeno na melhora dos sintomas como dor, tanto na mastigação quanto em repouso e sinais como inchaço e hiperemia associados ao procedimento operatório.
  • Tais resultados foram acompanhados de ganho na qualidade do sono e recuperação das funções de mastigação e deglutição, que foram superiores no grupo de pacientes tratados com nimesulida.

MÉTODOS: Foram selecionados 46 pacientes – 22 mulheres e 24 homens, entre 20 e 65 anos, para tratamento com nimesulida ou cetoprofeno. Foram excluídos pacientes com intolerância a anti-inflamatórios não-hormonais (AINE´s), portadores de doenças gástricas, hepáticas ou renais prévias, e aqueles em tratamento com anticoagulantes.

O tratamento, iniciado no dia da cirurgia, prolongou-se até à remissão dos sintomas, ou por um período máximo de 5 dias. A eficácia foi mensurada pela avaliação de dor espontânea, inchaço, hiperemia, dor após a mastigação, dor noturna, capacidade de ingestão de alimentos sólidos e de deglutição e qualidade do sono. A tolerância foi avaliada pelo relato de ocorrência de reações adversas, não sendo pesquisada a origem das mesmas. RESULTADOS:

Os pesquisadores consideraram a eficácia de nimesulida excelente em 6 pacientes, boa em 16 e regular em 2.Já a do cetoprofeno foi avaliada como excelente em 6 pacientes, boa em 9, regular em 6 e ineficaz em 2. As opiniões dos pacientes foram convergentes com as dos pesquisadores.

CONCLUSÕES : Os achados deste estudo corroboram o uso de AINE´s para o tratamento de dor pós-cirúrgica e inflamação associada à cirurgia dental. Foi confirmado e ampliado o perfil de eficácia anteriormente demonstrado no tratamento de diversas condições inflamatórias, tanto por via oral quanto retal (BUCEI, E. et al. Studio clinico sull’attività terapeutica e la tollerabilità della nimesulide in formulazione odontostomatologia. Minerva Stomatologiea, v.10, p.827-831, 1990; Moniaci, O. et al. Valutazione dell’efficacia e della tollerabilità della nimesulide in alcune patologie odontoslomatologiche. Minerva Stomatologica, v.37, p.292-294, 1988; Scolari, G.; VARGIU, G.; SCARICABAROZZI, L. Trattamento con nimesulide della flogosi e del dolore post traumatico in chirurgia maxilo facciale. Studio controllato vs. flubiprofen. Minerva Stomatologica, v.12, p.1039-1046, 1990. et al.1990). Nesta pesquisa, a nimesulida demonstrou maior eficácia e efeito anti-inflamatório mais rápido em comparação ao cetoprofeno, esta superioridade pode ser atribuída a ação neutralizadora de radicais livres do oxigênio, exercida pela nimesulida e já anteriormente comprovada (Capsoni, F. et al. Inhibition of neutrophils oxidative metabolism by nimesulide. Agents and Aelions, v.21, p.121-129, 1987).

Aché Nimesulida

Pode tomar cetoprofeno à noite?

1 comprimido de 200 mg, pela manhã ou à noite (conforme horário dos sintomas).

Como se deve tomar o cetoprofeno?

Comprimidos. A dose habitualmente recomendada é de 200 mg por dia (1 comprimido de 100 mg de 12/12 horas ou 1 comprimido de 50 mg de 6/6 horas). Nos casos de dor mais intensa, a dose máxima pode ser de 300 mg por dia (1 comprimido de 100 mg de 8/8h ou 1 comprimido de 150 mg de 12/12h).

O que é melhor diclofenaco ou cetoprofeno?

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La asociación de bajas dosis de morfina subaracnóidea y diclofenaco por vía muscular se ha mostrado eficaz para el control del dolor post-operatorio en pacientes sometidas a cesárea bajo raquianestesia. El cetoprofeno puede ser ventajoso en relación al diclofenaco, ya que su administración pode ser realizada por vía venosa. El objetivo del estudio fue comparar la eficacia analgésica del diclofenaco y del cetoprofeno, cuando administrados en asociación con bajas dosis de morfina subaracnóidea en el inmediato post-operatorio de pacientes sometidas a cesárea bajo raquianestesia. MÉTODO: Fueron estudiadas prospectivamente 44 pacientes estado físico ASA I o II sometidas a cesárea bajo raquianestesia con 15 mg de bupivacaína hiperbárica y 28 µg de morfina. Después de 90 minutos del inicio de la anestesia, las pacientes fueron divididas aleatoriamente en dos grupos que recibieron: Grupo D (n = 22): 75 mg de diclofenaco por vía muscular y Grupo C (n = 22): 100 mg de cetoprofeno en 100 ml de solución glucosada a 5% por vía venosa, en 20 minutos. El dolor fue evaluado con la escala analógica visual de dolor (EAV – 0 cm indicando ausencia de dolor y 10 cm indicando dolor insoportable), inmediatamente antes y a cada hora después de la administración del antiinflamatorio (AINE), por un período de 6 horas. La analgesia complementar fue realizada utilizando la bomba de analgesia controlada por la paciente (ACP) por vía venosa, con bolus de 1 mg de morfina, intervalo de bloqueo de 7 minutos, sin infusión basal y dosis máxima de morfina de 20 mg en 4 horas. Se evaluó el dolor, la necesidad de utilización de medicación analgésica de rescate, el consumo cumulativo de morfina en las seis primeras horas después de la administración del AINE, y la ocurrencia de prurito, náusea, vómito y depresión respiratoria. RESULTADOS: Los grupos D y C fueron semejantes en relación a las medias de dolor y dosis cumulativas de morfina en la ACP en las seis primeras horas después de la administración del AINE. CONCLUSIONES: El cetoprofeno, cuando asociado a morfina subaracnóidea, se mostró equivalente al diclofenaco para el control del dolor en las seis primeras horas post-cesárea. ARTIGO CIENTÍFICO Analgesia pós-operatória em cesarianas com a associação de morfina por via subaracnóidea e antiinflamatório não esteróide: diclofenaco versus cetoprofeno * * Recebido do Hospital e Maternidade Santa Joana, Disciplina de Anestesiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), SP Post-cesarean section analgesia with low spinal morphine doses and systemic nonsteroidal anti-inflammatory drug: diclofenac versus ketoprofen Analgesia post-operatoria en cesáreas con la asociación de morfina subaracnóidea y antiinflamatorio no esteróide: diclofenaco versus cetoprofeno Jacqueline Toshiko Hirahara I ; Sandra Bliacheriene II ; Eduardo Tsuyoshi Yamaguchi, TSA III ; Marina Cestari Rizzo Rosa IV ; Mônica Maria Siaulys Capel Cardoso, TSA V I ME 3 do HCFMUSP; Anestesiologista do Hospital e Maternidade Santa Joana II ME 2 do HCFMUSP III Colaborador da Disciplina de Anestesiologia do HCFMUSP; Anestesiologista do Hospital e Maternidade Santa Joana IV Anestesiologista do Hospital e Maternidade Santa Joana V Doutora em Anestesia pela FMUSP; Anestesiologista do Hospital e Maternidade Santa Joana Endereço para correspondência Endereço para correspondência Dra. Mônica Maria Siaulys Capel Cardoso Av. Dr Eneas de Carvalho Aguiar 255 8° Andar PAMB Divisão de Anestesia 05403-900 São Paulo, SP RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A associação de baixas doses de morfina subaracnóidea e diclofenaco por via muscular tem se mostrado eficaz para o controle da dor pós-operatória em pacientes submetidas à cesariana sob raquianestesia. O cetoprofeno pode ser vantajoso em relação ao diclofenaco, já que sua administração pode ser realizada por via venosa. O objetivo do estudo foi comparar a eficácia analgésica do diclofenaco e do cetoprofeno, quando administrados em associação com baixas doses de morfina subaracnóidea no pós-operatório imediato de pacientes submetidas à cesariana sob raquianestesia. MÉTODO: Foram estudadas prospectivamente 44 pacientes estado físico ASA I ou II submetidas à cesariana sob raquianestesia com 15 mg de bupivacaína hiperbárica e 28 µg de morfina. Após 90 minutos do início da anestesia, as pacientes foram divididas aleatoriamente em dois grupos que receberam: Grupo D (n = 22): 75 mg de diclofenaco por via muscular e Grupo C (n = 22): 100 mg de cetoprofeno em 100 ml de solução glicosada a 5% por via venosa, em 20 minutos. A dor foi avaliada com a escala analógica visual de dor (EAV – 0 cm indicando ausência de dor e 10 cm indicando dor insuportável), imediatamente antes e a cada hora após a administração do antiinflamatório (AINE), por um período de 6 horas. A analgesia complementar foi realizada utilizando-se a bomba de analgesia controlada pelo paciente (ACP) por via venosa, com bolus de 1 mg de morfina, intervalo de bloqueio de 7 minutos, sem infusão basal e dose máxima de morfina de 20 mg em 4 horas. Avaliou-se a dor, a necessidade de utilização de medicação analgésica de resgate, o consumo cumulativo de morfina nas seis primeiras horas após a administração do AINE, e a ocorrência de prurido, náusea, vômito e depressão respiratória. RESULTADOS: Os grupos D e C foram semelhantes em relação às médias de dor e doses cumulativas de morfina na ACP nas seis primeiras horas após a administração do AINE. CONCLUSÕES: O cetoprofeno, quando associado à morfina subaracnóidea, mostrou-se equivalente ao diclofenaco para o controle da dor nas seis primeiras horas pós-cesariana. Unitermos: ANALGESIA, Pós-Operatória; ANALGÉSICOS, Antiinflamatório: cetoprofeno, diclofenaco, Opióides: morfina SUMMARY BACKGROUND AND OBJECTIVES: The association of low spinal morphine doses and muscular diclofenac is effective to control postoperative pain after Cesarean section under spinal anesthesia. Ketoprofen, also an NSAID, may be advantageous over diclofenac because it may be intravenously administered. This study aimed at comparing the analgesic efficacy of diclofenac and ketoprofen in association to low spinal morphine doses in the immediate postoperative period of patients submitted to Cesarean section under spinal anesthesia. METHODS: Participated in this prospective study 44 healthy parturients, physical status ASA I or II, submitted to Cesarean section under spinal anesthesia with 15 mg hyperbaric bupivacaine and 28 µg morphine. Patients were randomly allocated into two groups, 90 minutes after anesthetic induction: Group D (n = 22): 75 mg muscular diclofenac; and Group K (n = 22): 100 mg intravenous ketoprofen diluted in 100 ml of 5% glucose in 20 minutes. Pain was evaluated immediately before NSAID administration and then every hour for six hours, using the Visual Analog Scale of Pain (VAS – 0 cm meaning no pain and 10 cm the worst possible pain). Rescue analgesia was provided by intravenous PCA pump (1mg bolus morphine with 7 minutes lockout interval, without basal infusion and maximum 20 mg morphine dose in 4 hours). The following parameters were evaluated: pain intensity, need for rescue analgesia, cumulative morphine consumption in the first 6 hours following NSAID administration, and the incidence of pruritus, nausea, vomiting and respiratory depression. RESULTS: Both groups were similar in pain intensity, cumulative morphine doses and incidence of pruritus, nausea and vomiting in the first six hours following NSAID administration. CONCLUSIONS: When associated to low spinal morphine doses, ketoprofen was similar to diclofenac in providing postoperative analgesia in the first six hours following Cesarean section under spinal anesthesia. Key Words: ANALGESIA, Postoperative; ANALGESICS, Anti-inflammatory: diclofenac, ketoprofen, Opioids: morphine RESUMEN JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La asociación de bajas dosis de morfina subaracnóidea y diclofenaco por vía muscular se ha mostrado eficaz para el control del dolor post-operatorio en pacientes sometidas a cesárea bajo raquianestesia. El cetoprofeno puede ser ventajoso en relación al diclofenaco, ya que su administración pode ser realizada por vía venosa. El objetivo del estudio fue comparar la eficacia analgésica del diclofenaco y del cetoprofeno, cuando administrados en asociación con bajas dosis de morfina subaracnóidea en el inmediato post-operatorio de pacientes sometidas a cesárea bajo raquianestesia. MÉTODO: Fueron estudiadas prospectivamente 44 pacientes estado físico ASA I o II sometidas a cesárea bajo raquianestesia con 15 mg de bupivacaína hiperbárica y 28 µg de morfina. Después de 90 minutos del inicio de la anestesia, las pacientes fueron divididas aleatoriamente en dos grupos que recibieron: Grupo D (n = 22): 75 mg de diclofenaco por vía muscular y Grupo C (n = 22): 100 mg de cetoprofeno en 100 ml de solución glucosada a 5% por vía venosa, en 20 minutos. El dolor fue evaluado con la escala analógica visual de dolor (EAV – 0 cm indicando ausencia de dolor y 10 cm indicando dolor insoportable), inmediatamente antes y a cada hora después de la administración del antiinflamatorio (AINE), por un período de 6 horas. La analgesia complementar fue realizada utilizando la bomba de analgesia controlada por la paciente (ACP) por vía venosa, con bolus de 1 mg de morfina, intervalo de bloqueo de 7 minutos, sin infusión basal y dosis máxima de morfina de 20 mg en 4 horas. Se evaluó el dolor, la necesidad de utilización de medicación analgésica de rescate, el consumo cumulativo de morfina en las seis primeras horas después de la administración del AINE, y la ocurrencia de prurito, náusea, vómito y depresión respiratoria. RESULTADOS: Los grupos D y C fueron semejantes en relación a las medias de dolor y dosis cumulativas de morfina en la ACP en las seis primeras horas después de la administración del AINE. CONCLUSIONES: El cetoprofeno, cuando asociado a morfina subaracnóidea, se mostró equivalente al diclofenaco para el control del dolor en las seis primeras horas post-cesárea. INTRODUÇÃO A associação de baixas doses de morfina por via subaracnóidea com o diclofenaco sistêmico tem se mostrado eficaz no controle da dor pós-operatória em cesarianas 1, Embora os antiinflamatórios não esteróides (AINE) pertençam a um mesmo grupo farmacológico, e portanto possuam caraterísticas semelhantes, quando analisados individualmente, apresentam variações importantes com relação à potência antiinflamatória, analgésica e ocorrência de efeitos colaterais 2, O cetoprofeno, de potência analgésica semelhante ao diclofenaco, pode ser de maior utilidade no período pós-operatório imediato da paciente obstétrica, já que sua via de administração é venosa, evitando-se assim, as desvantagens da administração intramuscular do diclofenaco; estas incluem: dor durante a aplicação da droga por via muscular e possíveis lesões cutâneas ou musculares (sobretudo quando o mesmo é administrado de maneira tecnicamente incorreta e em local não apropriado, como por exemplo na região do músculo deltóide). Não se recomenda que o diclofenaco seja administrado por via venosa, pois além de causar dor local durante a injeção, pode desencadear tromboflebite 3,4, O objetivo do presente estudo foi comparar a eficácia analgésica do diclofenaco e do cetoprofeno quando administrados em associação com baixas doses de morfina subaracnóidea no pós-operatório imediato de pacientes submetidas à cesariana sob raquianestesia. MÉTODO Após aprovação pela Comissão de Ética para Análise de Projetos de Pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e do Hospital e Maternidade Santa Joana, foram estudadas prospectivamente 44 pacientes, estado físico ASA I ou II, submetidas à cesariana sob raquianestesia. As gestantes foram monitorizadas com eletrocardioscópio, pressão arterial não invasiva e oximetria de pulso. Após a realização da expansão volêmica com 10 ml.kg -1 de cristalóide, as pacientes foram submetidas à raquianestesia com 15 mg de bupivacaína hiperbárica a 0,5% associados a 28 µg de morfina subaracnóidea, injetados em 60 segundos, com a paciente na posição sentada. A pressão arterial foi medida a cada minuto até o nascimento, e qualquer diminuição de pressão arterial em relação ao valor de controle (média de três valores consecutivos de pressão arterial sistólica obtida após o término da expansão volêmica) foi corrigida com bolus de 0,2 mg de metaraminol. Diminuições de pressão arterial iguais ou superiores a 20% do valor de controle foram corrigidas com bolus de 0,4 mg de metaraminol. Após 90 minutos da realização da raquianestesia, as pacientes foram aleatoriamente divididas em dois grupos de 22 pacientes cada, que receberam: Grupo D (diclofenaco): 75 mg de diclofenaco por via muscular e Grupo C (cetoprofeno): 100 mg de cetoprofeno em 100 ml de solução glicosada a 5% em 20 minutos, por via venosa. A dor foi avaliada utilizando-se a escala analógica visual de dor (EAV) de 0 – 10 cm (0 cm, indicando ausência de dor e 10 cm, indicando dor insuportável) imediatamente antes, após a administração do AINE, e a seguir a cada hora – durante 6 horas – por anestesiologista que desconhecia a que grupo pertencia a paciente. Durante este período, analisou-se a ocorrência de prurido, náusea, vômito e depressão respiratória, definida como freqüência respiratória inferior a 10 incursões por minuto. O prurido e a náusea foram classificados em leve ou intenso, de acordo com a necessidade ou não de tratamento. Prurido e náusea intensos ou mais de dois episódios de vômitos foram tratados com bolus de 0,2 mg de naloxona por via muscular. A administração de medicação analgésica de resgate, quando necessária, foi realizada com bomba de analgesia controlada pela paciente (ACP). A mesma foi programada para administrar bolus de 1 mg de morfina, com intervalo de bloqueio de 7 minutos, sem infusão basal e dose máxima de morfina de 20 mg em 4 horas. Foram excluídas do protocolo as pacientes que necessitaram de sedação ou administração de opióides por via venosa no período per-operatório. As variáveis estudadas foram: idade, peso, altura, intensidade de dor, consumo cumulativo de morfina e ocorrência de prurido, náusea, vômito, necessidade de uso de medicação analgésica de resgate e de depressão respiratória. A análise estatística foi realizada com os testes t de Student, Qui-quadrado e Mann-Whitney. O valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. RESULTADOS As variáveis antropométricas (idade, peso e altura) foram semelhantes entre os grupos ( Tabela I ). Da mesma forma, os grupos foram semelhantes em relação às médias de dor e consumo cumulativo de morfina na bomba de ACP ( Tabela II ). A necessidade de medicação analgésica de resgate e incidência de efeitos colaterais como náusea, vômito e prurido encontram-se na tabela III, Em nenhum caso foi observada freqüência respiratória inferior a 10 incursões por minuto, ou necessidade de se tratar o prurido. Revista Brasileira de Anestesiologia, 2003; 53: 6: 737 - 742 Analgesia pós-operatória em cesarianas com a associação de morfina por via subaracnóidea e antiinflamatório não esteróide: diclofenaco versus cetoprofeno Jacqueline Toshiko Hirahara; Sandra Bliacheriene; Eduardo Tsuyoshi Yamaguchi; Marina Cestari Rizzo Rosa; Mônica Maria Siaulys Capel Cardoso Revista Brasileira de Anestesiologia, 2003; 53: 6: 737 - 742 Analgesia pós-operatória em cesarianas com a associação de morfina por via subaracnóidea e antiinflamatório não esteróide: diclofenaco versus cetoprofeno Jacqueline Toshiko Hirahara; Sandra Bliacheriene; Eduardo Tsuyoshi Yamaguchi; Marina Cestari Rizzo Rosa; Mônica Maria Siaulys Capel Cardoso Revista Brasileira de Anestesiologia, 2003; 53: 6: 737 - 742 Analgesia pós-operatória em cesarianas com a associação de morfina por via subaracnóidea e antiinflamatório não esteróide: diclofenaco versus cetoprofeno Jacqueline Toshiko Hirahara; Sandra Bliacheriene; Eduardo Tsuyoshi Yamaguchi; Marina Cestari Rizzo Rosa; Mônica Maria Siaulys Capel Cardoso DISCUSSÃO Nesse estudo, observou-se que quando associados à baixa dose de morfina subaracnóidea, tanto o diclofenaco por via muscular, quanto o cetoprofeno por via venosa promoveram qualidade de analgesia pós-operatória semelhante. Esses dados estão de acordo com os descritos por outros autores 5, que em pacientes submetidas à cesariana, também demonstraram que ambas as drogas (cetoprofeno e diclofenaco) apresentavam potência analgésica semelhante, reduzindo o consumo de opióides em cerca de 40%. Embora úteis para reduzir o consumo de opióides no pós-operatório, a análise detalhada da qualidade da analgesia pós-operatória oferecida pelo uso combinado do AINE (diclofenaco ou cetoprofeno) com baixa dose de morfina subaracnóidea mostra que houve necessidade de se administrar medicação analgésica complementar em 59% das pacientes do grupo diclofenaco, e em 36% das pacientes que receberam o cetoprofeno. Esses dados contrariam estudo anterior 1, que demonstrou que a associação da mesma dose de morfina subaracnóidea com o diclofenaco por via muscular determinava analgesia eficaz na totalidade das pacientes estudadas, não havendo a necessidade de se administrar qualquer outro analgésico por via sistêmica nas primeiras 24 horas pós-cesariana. Esta aparente divergência de resultados poderia eventualmente ser explicada pelos diferentes métodos utilizados para diagnosticar e tratar a dor pós-operatória. No primeiro estudo, a avaliação da dor pós-operatória foi feita de maneira intermitente, a cada hora pela EAV, e a medicação analgésica de resgate era oferecida somente quando a paciente apresentasse dor igual ou superior a 3 cm. No presente estudo, buscando a forma ideal de controle da dor pós-operatória, foram disponibilizadas para as pacientes as bombas de ACP. Nestas condições, observou-se que o uso de medicação analgésica complementar era feito com níveis de dor inferiores a 3 cm, o que traduz nível de exigência bastante elevado das pacientes em relação ao controle da dor pós-operatória. Em relação à comparação da efetividade das duas drogas, é interessante notar que embora as médias de dor e o consumo de medicação analgésica de resgate nas primeiras seis horas pós-parto tenham sido semelhantes nos dois grupos, o mesmo não pode se afirmar em relação à necessidade de utilização de medicação analgésica de resgate. Este estudo não tem número de pacientes suficiente para encontrar qualquer diferença entre a percentagem de pacientes que necessitou de medicação analgésica complementar para controle da dor pós-operatória, entre os grupos. A análise de poder para esta variável determinou que, com um poder de 80%, seriam necessárias 60 pacientes por grupo para se encontrar uma diferença na necessidade de complementação analgésica em cerca de 23% entre os dois grupos. Optou-se por comparar a eficácia analgésica do diclofenaco e do cetoprofeno, já que são AINE habitualmente utilizados no pós-operatório das pacientes obstétricas. Ambas as drogas já foram quantificadas no leite materno e podem ser utilizadas no puerpério da paciente obstétrica com segurança, pois as quantidades encontradas no leite materno são mínimas 6, A grande vantagem do cetoprofeno em relação ao diclofenaco seria a possibilidade de se utilizar a via venosa de administração do analgésico. Do ponto de vista da farmacocinética, a via venosa resulta em concentrações da droga mais estáveis e permite que se atinjam concentrações teciduais altas em poucos minutos. Na realidade, o diclofenaco também pode ser administrado por via venosa. Entretanto, exige diluição padronizada prévia, já que é grande a incidência de dor durante a injeção e de tromboflebite, limitando a sua utilização de rotina. Por outro lado, o diclofenaco seria vantajoso em relação ao cetoprofeno, por apresentar menor toxicidade e maior tolerabilidade no trato gastrintestinal 7, Entretanto, o uso agudo de ambas as drogas em pacientes jovens, sem antecedentes prévios de afecções do sistema gastrintestinal, raramente desencadeia algum efeito colateral. O diclofenaco e o cetoprofeno são inibidores não específicos da ciclooxigenase, pois inibem indistintamente a COX-1 e a 2. A COX-1 é uma enzima constitutiva que exerce diversas funções homeostáticas no organismo, incluindo proteção da mucosa gastrintestinal, regulação do equilíbrio hidroeletrolítico renal e hemostático. A COX-2 é uma enzima induzida e está presente principalmente em condições patológicas, determinando dor e inflamação. A capacidade de inibição das enzimas COX-1 e COX-2 determinaria, portanto, a eficácia analgésica e antiinflamatória dos AINE e ainda a probabilidade de ocorrência de efeitos colaterais. Entretanto, sabe-se atualmente que as prostaglandinas derivadas da COX-2 também desempenham funções citoprotetoras, sobretudo na mucosa gástrica 8, e que as derivadas da COX-1 podem estar envolvidas na geração do processo inflamatório 9, Esta concomitância de funções explicaria o motivo pelo qual os inibidores específicos da COX-2 são analgésicos menos potentes e por que o uso dos COX-2 específicos também pode desencadear a ocorrência de efeitos colaterais que tradicionalmente eram atribuídos ao uso dos AINE não específico. Assim, para o tratamento da dor aguda no pós-operatório de cesariana, talvez, o mais racional fosse administrar o AINE não específico. A geração do processo doloroso e inflamatório estaria inibida de forma plena e não de forma parcial como acontece com o uso dos AINE COX-2 específicos. Além disso, o AINE é freqüentemente administrado para pacientes jovens, hígidas e por curtos intervalos de tempo, fazendo com que o aparecimento dos efeitos colaterais seja um fenômeno raro, mesmo com o uso dos AINE não específicos da ciclooxigenase. Neste estudo, não foi identificado nenhum caso de depressão respiratória após o uso de baixas doses de morfina por via subaracnóidea. Embora o número de pacientes estudadas seja pequeno para se obter qualquer conclusão, provavelmente alguns fatores contribuíram para a não ocorrência de tal complicação como: evitou-se a utilização de qualquer outra droga depressora do sistema nervoso central por via sistêmica nas primeiras 24 horas, utilizou-se doses de morfina subaracnóidea extremamente baixas e praticou-se essa técnica de analgesia pós-operatória em pacientes jovens. Concluindo, os resultados desse estudo demonstram que a administração do diclofenaco por via muscular ou do cetoprofeno por via venosa, quando combinados com baixa dose de morfina por via subaracnóidea, promove analgesia pós-operatória em cesarianas de qualidade semelhante. Apresentado em 07 de fevereiro de 2003 Aceito para publicação em 22 de abril de 2003

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Pode tomar cetoprofeno para dor de cabeça?

Tratamento da enxaqueca – Tomar 1/2 comprimido de cetoprofeno (75 mg) logo após o início da crise. Geralmente, uma melhora significativa dos sintomas já é percebida duas horas após a administração. Mesmo que o paciente não sinta alívio nos sintomas da enxaqueca após a primeira administração de cetoprofeno, uma segunda dose (75 mg ou 150 mg) não deve ser administrada durante a mesma crise.

Nesse caso, deve-se administrar um outro medicamento que não seja um AINE ou ácido acetilsalicílico. Se você se sentir aliviado após a primeira dose, mas os sintomas da enxaqueca reaparecerem ou uma nova crise ocorrer no mesmo dia, uma segunda dose (75 mg ou 150 mg) pode ser administrada. Entretanto, o intervalo mínimo para se tomar a segunda dose não deve ser menor que 12 horas.

Caso a dose de 1/2 comprimido (75 mg) não seja suficiente para o alívio da crise, deve-se administrar 1 comprimido de cetoprofeno (150 mg) no início da próxima crise. Nunca exceda 300 mg/dia (2 comprimidos/dia).

Para que serve cetoprofeno serve para dor na coluna?

Gel – Cetoprofeno Gel é um medicamento indicado para o tratamento da dor muscular e/ou articular como lombalgia, torcicolo, contusões, entorses, tendinites, distensões/ distensões musculares, lesões leves oriundas da prática esportiva.

Pode tomar cetoprofeno de 8 em 8 horas?

A dose habitualmente recomendada é de 200 mg por dia (1 comprimido de 100 mg de 12/12 horas ou 1 comprimido de 50 mg de 6/6 horas). Nos casos de dor mais intensa, a dose máxima pode ser de 300 mg por dia (1 comprimido de 100 mg de 8/8h ou 1 comprimido de 150 mg de 12/12h).

Qual o tempo de ação do cetoprofeno?

Cetoprofeno (comprimido revestido) Medicamento Genérico, Laboratório: Medley Princípios ativos: cetoprofeno Comprimidos revestidos de 100 mg: embalagem com 20 comprimidos. Cada comprimido revestido contém:cetoprofeno,100 mgexcipientes q.s.p.1 comprimido

  • (celulose microcristalina, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, simeticona, dióxido de titânio, corante laca amarelo quinolina, copolímero do ácido metacrílico, talco, citrato de trietila, bicarbonato de sódio, laurilsulfato de sódio, hipromelose, macrogol, água purificada).
  • O cetoprofeno é um medicamento anti-inflamatório, analgésico e antitérmico, sendo indicado para o tratamento de inflamações e dores decorrentes de processos reumáticos (doenças que podem afetar músculos, articulações e esqueleto), traumatismos (lesão interna ou externa resultante de um agente externo) e de dores em geral.

Este medicamento tem como princípio ativo o cetoprofeno, de natureza não hormonal, que possui propriedades anti-inflamatória, antitérmica e analgésica.O cetoprofeno inibe a agregação plaquetária (união das plaquetas umas às outras) e a síntese das prostaglandinas (mediador químico relacionado à inflamação), no entanto, seu exato mecanismo de ação não é completamente conhecido.O comprimido de cetoprofeno possui um revestimento gastrorresistente, que evita o contato do medicamento com a mucosa do estômago, possibilitando uma melhor tolerabilidade.

O cetoprofeno é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Os níveis plasmáticos máximos são obtidos dentro de 60 a 90 minutos após administração oral. Este medicamento não deve ser utilizado nos seguintes casos: – Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade (alergia ou intolerância) ao cetoprofeno, como crises asmáticas (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar) ou outros tipos de reações alérgicas ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais – AINES (ex: diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno).

Nestes pacientes foram relatados casos de reações anafiláticas severas (reação alérgica grave e imediata), raramente fatais (vide «Quais os males que este medicamento pode me causar?» ). – Pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica (lesão localizada no estômago e/ou intestino).- Pacientes que já tiveram sangramento ou perfuração gas trin-testinal (estômago e/ou intestino), relacionada ao uso de AINES.- Pacientes com insuficiência severa (redução acentuada da função do órgão) do coração, do fígado e/ou dos rins.- Mulheres no terceiro trimestre da gravidez.

  1. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência do coração, fígado e/ou dos rins severas.
  2. Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.
  3. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (3° trimestre gestacional) sem orientação médica.
  4. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Embora os AINES possam ser requeridos para o alívio das complicações reumáticas que ocorrem devido ao lúpus eritematoso sistêmico (LES) (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras), recomenda-se extrema cautela na sua utilização, uma vez que pacientes com LES podem apresentar predisposição à toxicidade por AINES no sistema nervoso central e/ou renal.As reações adversas podem ser minimizadas através da administração da dose mínima eficaz e pelo menor tempo necessário para controle dos sintomas.

  1. Converse com seu médico caso você também esteja usando medicamentos que possam aumentar o risco de sangramento ou úlcera, como corticosteroides orais, anticoagulantes como a varfarina, inibidores seletivos da recaptação de serotonina ou agentes antiplaquetários como o ácido acetilsalicílico (vide «Interações Medicamentosas» ).
  2. Populações especiais
  3. Idosos
  4. Crianças
  5. Outros grupos de risco
  6. Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Sangramento, úlcera e perfuração gastrintestinais, que podem ser fatais, foram reportados com todos os AINES durante qualquer período do tratamento, com ou sem sintomas ou histórico de eventos gastrintestinais graves.Reações graves na pele, algumas fatais, incluindo dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracte rizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura), foram reportadas muito raramente com o uso de AINES.

Existe um risco maior da ocorrência destas reações adversas no início do tratamento, na maioria dos casos ocorrendo no primeiro mês.Assim como para os demais AINEs, na presença de doença infecciosa, deve-se notar que as propriedades anti-inflamatória, analgésica e antitérmica do cetoprofeno podem mascarar os sinais habituais de progressão da infecção, como por exemplo, febre.Converse com seu médico, caso você apresente os testes de função do fígado anormais ou tenha histórico de doença no fígado.

As enzimas do fígado devem ser analisadas periodicamente, principalmente durante tratamento a longo prazo. Raros casos de icterícia (cor amarelada da pele e olhos) e hepatite (inflamação do fígado) foram reportados com o uso de cetoprofeno. Se ocorrerem distúrbios visuais, tal como visão embaçada, o tratamento com cetoprofeno deve ser descontinuado.É aconselhável reduzir a dose inicial e manter o tratamento na dose mínima eficaz.

Um ajuste posológico individual pode ser considerado somente após o desenvolvimento de boa tolerância individual.A frequência das reações adversas aos AINES é maior em idosos, especialmente sangramento e perfuração gastrintestinais, os quais podem ser fatais.A segurança e eficácia do uso de cetoprofeno comprimidos em crianças não foram estabelecidas.Converse com seu médico caso você tenha ou já teve úlcera péptica ou doença gastrintestinal (colite ulcerativa – inflamação do intestino grosso, doença de Crohn – doença inflamatória crônica, que pode afetar qualquer parte do trato gastrintestinal), pois estas condições podem ser exacerbadas.No início do tratamento, a função dos rins deve ser cuidadosamente monitorada pelo médico em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose (doença no fígado) e nefrose (doença dos rins), naqueles que fazem uso de diuréticos, ou em pacientes com insuficiência crônica dos rins, principalmente se estes pacientes são idosos.

Nesses pacientes, a administração do cetoprofeno pode induzir a redução do fluxo sanguíneo nos rins e levar à descompensação renal.Deve-se ter cautela em pacientes com histórico de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca congestiva leve a moderada, uma vez que retenção de líquidos e edema (inchaço) foram relatados após a admi nis tração de AINES.Assim como para os demais AINES, deve-se ter cautela no uso de cetoprofeno em pacientes com hipertensão não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença do coração isquêmica estabelecida (doença crônica ocasionada pela redução do fluxo sanguíneo ao coração), doença arterial periférica (doença que acomete as artérias que estão mais longe do coração) e/ou doença cerebrovascular (derrame), bem como antes de iniciar um tratamento a longo prazo em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares (ex.

  • Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
  • Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
  • Pode ser perigoso para a sua saúde.
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Associações medicamentosas não recomendadas – Outros AINES, incluindo inibidores seletivos da ciclo-oxigenase 2 (enzima relacionada à inflamação) e altas dosagens de salicilatos (substância relacionada ao ácido acetilsalicílico): aumento do risco de ulceração e sangramento gastrintestinais.- Álcool: risco de efeitos adversos gastrintestinais, incluindo ulce ração ou hemorragia; pode aumentar o risco de toxicidade no fígado.- Anticoagulantes (heparina e varfarina) e inibidores da agregação plaquetária (ex.

ticlopidina e clopidogrel): aumento do risco de sangramento. Se o tratamento concomitante não puder ser evitado, o médico deverá realizar cuidadoso monitoramento.- Lítio: risco de aumento dos níveis de lítio no plasma, devido à diminuição da sua excreção pelos rins, podendo atingir níveis tóxicos. Se necessário, os níveis de lítio do plasma devem ser cuidadosamente monitorados pelo seu médico e a dosagem de lítio deve ser ajustada durante e após o tratamento com AINES.- Outros medicamentos fotossensibilizantes (medicamentos que causam sensibilidade à luz): pode causar efeitos fotossensibilizantes adicionais.- Metotrexato em doses maiores do que 15 mg/semana: aumento do risco de toxicidade hematológica (no sangue) do metotrexato, especialmente quando administrado em altas doses.- Colchicina: aumenta o risco de ulceração ou hemorragia gastrintestinal e pode aumentar o risco de sangramento em outros locais que não seja no trato gastrintestinal.

Associações medicamentosas que requerem precauções – Corticosteroides: aumento do risco de ulceração ou sangramento gastrintestinal (vide «Advertências e Precauções» ). – Diuréticos: pacientes utilizando diuréticos, particularmente os desidratados, apresentam maior risco de desenvolvimento de insuficiência renal devido à diminuição do fluxo sanguíneo nos rins.

  • Portanto, estes pacientes desidratados devem ser reidratados antes do início do tratamento concomitante e a função dos rins deve ser monitorada quando o tratamento for iniciado (vide «Adver tências e Precauções» ).
  • Inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina) e antagonistas da angiotensina II: em pacientes com comprome timento da função dos rins (ex.

pacientes desidratados ou pacientes idosos), a coadministração de um inibidor da ECA ou de um antagonista da angiotensina II e de um agente que inibe a ciclo-oxigenase (tipo de enzima) pode promover a deterioração da função dos rins, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda.- Metotrexato em doses menores do que 15 mg/semana: converse com seu médico caso esteja tomando metotrexato devido à possi bilidade de ocorrer alteração da função dos rins.

  • Durante as primeiras semanas do tratamento concomitante ao cetoprofeno, a contagem sanguínea completa (hemograma) deve ser monitorada uma vez por semana pelo seu médico.
  • Se houver qualquer alteração na função dos rins ou se for um paciente idoso, o monitoramento deve ser realizado com maior frequência.- Pentoxifilina: converse com seu médico caso esteja tomando pentoxifilina, devido ao aumento do risco de sangramento.

É necessário realizar um monitoramento clínico e do tempo de sangramento com maior frequência.

  1. Associações medicamentosas a serem consideradas
  2. – Probenecida: a administração concomitante com probenecida pode reduzir acentuadamente a eliminação do cetoprofeno do plasma ( clearance ).
  3. Alimentos
  4. Exames de laboratório
  5. O uso de cetoprofeno pode interferir na determinação de albumina urinária, sais biliares, 17-cetosteroides e 17-hidroxicorticosteroides que se baseiam na precipitação ácida ou em reação colorimétrica dos grupos carbonil.

– Agentes anti-hipertensivos (ex: betabloqueadores, inibidores da ECA, diuréticos): risco de redução do efeito anti-hipertensivo.- Trombolíticos: aumento do risco de sangramento.- Inibidores seletivos da recaptação de serotonina: aumento do risco de sangramento gastrintestinal.O uso concomitante com alimentos pode retardar a absorção do cetoprofeno, entretanto não foram observadas interações clinicamente significativas.

O uso de AINES pode prejudicar a fertilidade feminina e não é recomendado em mulheres que estão tentando engravidar. Em mulheres com dificuldade de engravidar ou que estejam sob investigação de infertilidade, deve ser considerada a descontinuação do tratamento com AINES. Durante o primeiro e segundo trimestres da gestação: como a segurança do cetoprofeno em mulheres grávidas não foi avaliada, seu uso deve ser evitado durante o primeiro e segundo trimestres da gravidez.

Durante o terceiro trimestre da gestação: todos os inibidores da síntese de prostaglandinas, inclusive o cetoprofeno, podem induzir toxicidade cardiopulmonar e renal no feto. No final da gravidez, pode ocorrer aumento do tempo de sangramento da mãe e do feto.

Portanto, cetoprofeno é contraindicado durante o último trimestre da gravidez (vide «Quando não devo usar este medicamento?» ). Não existem dados disponíveis sobre a excreção de cetoprofeno no leite humano. O uso de cetoprofeno não é recomendado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (1º e 2º trimestre gestacional) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade.

  • Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
  • Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
  • Guarde-o em sua embalagem original.
  • Características do medicamento
  • Este medicamento se apresenta na forma de comprimido revestido circular, amarelo-limão e liso nas duas faces.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Os comprimidos devem ser ingeridos sem mastigar, com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente ½ a 1 copo), de preferência durante ou logo após as refeições.A dose usual é de 200 mg por dia, dividida em 2 doses.

Assim que se atingir o efeito terapêutico desejado, o tratamento deve ser mantido com a menor dose eficaz possível.Em casos severos ou se uma resposta satisfatória não pode ser obtida com doses menores, pode-se aumentar a posologia, desde que não se ultrapasse o máximo de 300 mg por dia. Populações especiais – Crianças: a segurança e eficácia do uso de cetoprofeno comprimidos em crianças ainda não foram estabelecidas.

– Pacientes com insuficiência dos rins e idosos: é aconselhável reduzir a dose inicial e manter estes pacientes com a menor dose eficaz. Um ajuste posológico individual deve ser considerado pelo seu médico, somente após ter apurado boa tolerância individual.

  1. Pacientes com insuficiência do fígado: estes pacientes devem ser cuidadosamente monitorados e deve-se manter a menor dose eficaz diária.
  2. Não há estudos dos efeitos de cetoprofeno comprimidos administrado por vias não recomendadas.
  3. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Caso se esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível.

  • No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.
  • Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
  • Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).A lista a seguir de reações adversas está relacionada a eventos apresentados com o uso de cetoprofeno.

no tratamento de condições agudas ou crônicas:

  1. Distúrbios no sistema sanguíneo e linfático:
  2. Distúrbios no sistema imune
  3. Distúrbios psiquiátricos
  4. Distúrbios no sistema nervoso:
  5. Distúrbios visuais
  6. – Rara: visão embaçada, tal como visão borrada (vide «Advertências e Precauções» ).
  7. Distúrbios auditivos e do labirinto
  8. Distúrbios cardíacos
  9. Distúrbios vasculares
  10. Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
  11. Distúrbios gastrintestinais
  12. Distúrbios hepatobiliares
  13. Distúrbios cutâneos e subcutâneos
  14. Distúrbios dos rins e urinário:
  15. Distúrbios gerais
  16. Distúrbios do metabolismo e nutrição
  17. Investigações
  18. – Rara: ganho de peso.

– Rara: anemia hemorrágica.- Desconhecida: agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), aplasia medular (disfunção da medula óssea que altera a produção de células do sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue).- Desconhecida: reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata), incluindo choque.- Desconhecida: depressão, alucinação, confusão, distúrbios de humor.- Incomum: dor de cabeça, vertigem e sonolência.- Rara: parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).- Desconhecida: meningite asséptica (inflamação nas membranas e tecidos que envolvem o cérebro sem causa infecciosa), convulsões (contrações e relaxamentos musculares involuntários), disgeusia (alteração ou diminuição do paladar).- Rara: zumbidos.- Desconhecida: exacerbação da insuficiência cardíaca.- Desconhecida: hipertensão, vasodilatação (aumento do calibre dos vasos sanguíneos), vasculite (inflamação da parede dos vasos sanguíneos), incluindo vasculite leucocitoclástica (um tipo específico de inflamação da parede do vaso sanguíneo).- Rara: asma (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar).- Desconhecida: broncoespasmo (contração dos brônquios levan do a chiado no peito) principalmente em pacientes com hipers ensibilidade conhecida (alergia ou intolerância) ao ácido acetilsalicílico e/ou a outros AINES.- Comum: dispepsia (má digestão), náusea, dor abdominal, vômito.- Incomum: constipação (prisão de ventre), diarreia, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos) e gastrite (inflamação do estômago).- Rara: estomatite (inflamação da mucosa da boca), úlcera péptica.

Desconhecida: exacerbação da colite e doença de Crohn, hemorragia e perfuração gastrintestinais, pancreatite (inflamação do pâncreas).- Rara: casos de hepatite, aumento dos níveis das transaminases (enzima presente nas células do fígado).- Incomum: erupção cutânea (rash), prurido (coceira). – Desconhecida: reação de fotossensibilidade (sensibilidade exage rada da pele à luz), alopecia (perda de cabelo e pelos), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e pustulose exantematosa aguda generalizada, que são tipos distintos de reações bolhosas na pele.- Desconhecida: insuficiência aguda dos rins, nefrite túbulointersticial (um tipo de inflamação nos rins) e síndrome nefrótica (condição grave caracterizada por presença de proteína na urina) e anormalidade nos testes de função renal.- Incomum: edema (inchaço).- Desconhecida: hiponatremia (redução dos níveis de sódio no sangue).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

  • Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência.
  • Sintomas
  • Tratamento
  • Se ocorrer insuficiência dos rins, hemodiálise pode ser útil para remover o fármaco circulante.

Casos de superdose foram relatados com doses de até 2,5 g de cetoprofeno. A maioria dos sintomas observados foram benignos e limitados à letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse com quadro de cansaço, dificuldade de concentração e realização de simples tarefas), sonolência, náusea, vômito e dor epigástrica (dor no estômago).Não existe nenhum antídoto específico para superdose com ceto-profeno.

Em caso de suspeita de superdose, recomenda-se lavagem gástrica, devendo-se instituir tratamento sintomático e de suporte visando compensar a desidratação, monitorar a excreção urinária e corrigir a acidose, se presente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Farm. Resp.: Dra. Conceição Regina OlmosCRF-SP n° 10.772MS – 1.0181.0417

  1. Medley Indústria Farmacêutica Ltda.
  2. Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 10/02/2015.
  3. IB100215

Rua Macedo Costa, 55 – Campinas – SPCNPJ 50.929.710/0001-79Indústria Brasileira : Cetoprofeno (comprimido revestido)

Quem é mais forte nimesulida ou cetoprofeno?

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Tipo do documento: Dissertação Título: Estudo comparativo de drogas antiinflamatórias não – esteroidais (Nimesulide, Cetaprofeno e Diclofenaco potássico) em pós – operatórios de terceiros molares inferiores mesio – angulares Título(s) alternativo(s): Comparative study of anti-inflammatory drugs do not – steroidal (Nimesulide, Cetaprofeno and Diclofenac potassium) in post – operative of third molars lower mesi -angular Autor: Primeiro orientador: Zurron, Ana Claudia Bensuaski de Paula Resumo: Edema, dor e perda da função são manifestações inflamatórias pós-operatórias geradas por injúria tecidual durante procedimentos cirúrgicos. Estratégias farmacológicas para minimizar essas manifestações clínicas são direcionadas para bloquear a formação ou inibir os efeitos dos mediadores da inflamação aguda. O manejo da dor e da inflamação é um componente importante no cuidado pós-operatório do paciente. Clínicos prescrevem drogas antiinflamatórias não esteroidais (DAINES) em sua rotina básica para variados tipos de dor. As drogas antiiflamatórias não esteroidais como o diclofenaco e o cetoprofeno são prescritas rotineiramente em clínicas de odontologia. A respeito desses fármacos, sabe-se que são bem aceitos por possuírem baixo custo, alta eficácia, baixa toxicidade e mecanismo de ação semelhante; seu incoveniente é a formação de lesões no trato-gastrointestinal devido à inibição da síntese de prostaglandinas (pela ação na COX-1). O nimesulide é um antiinflamatório não esteroidal com ação seletiva na COX-2, o qual não apresenta esses mesmos efeitos adversos. Sabendo que diclofenaco potássico, cetoprofeno e nimesulide são drogas antiinflamatórias e analgésicas comumente usadas em tratamento odontológico pós-operatório, o objetivo de nosso estudo foi verificar a eficácia de drogas antiinflamatórias em pacientes que passaram por procedimento cirúrgico de extração de terceiro molares inferiores. Dor, qualidade de repouso noturno, dificuldade de mastigação, efeito adverso do medicamento, trismo e edema foram os parâmetros analisados em nosso trabalho. Foi possível verificar que o nimesulide mostrou-se eficaz em reduzir de maneira significativa a dor pós-operatória (p<0,05) quando comparado aos pacientes tratados com cetoprofeno e diclofenaco. Quando analisada a qualidade de repouso noturno dos pacientes submetidos à extração dos 3os molares inferiores, foi possível verificar que aqueles tratados com nimesulide tiveram uma menor interferência na qualidade do sono (p<0,05) após 24 e 72 horas decorrentes da cirurgia. Foi possível observar também que todos os pacientes operados mostraram dificuldades de mastigação após o tratamento com as drogas antiinflamatórias, sem apresentarem diferenças estatísticas entre os grupos. Todos os medicamentos apresentaram efeitos colaterais, no entanto não houve diferença estatística nos diferentes tratamentos. Também não houve diferença estatística com relação ao trismo dos pacientes. O nimesulide não conseguiu minimizar o edema causado pelo trauma da cirurgia, e se mostrou menos efetivo que o cetoprofeno (p<0,05). Assim, o antiinflamatório nimesulide mostrou uma melhora do quadro pós-cirúrgico de pacientes submetidos à extração de 3º molares inferiores. Abstract: Swelling, pain and loss of function are postoperative manifestations of inflammation due to tissue injury during surgical procedures. Pharmacologic strategies for minimizing the clinical manifestations are conducted to block the formation or inhibiting the effects of the mediators of acute inflammation. The management of pain and inflammation is a critical component of postoperative patient care. Clinicians prescribe nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDS) to their patients on their routine basis for various types of pain. Nonsteroidal anti-inflammatory drugs as the diclofenac and the ketoprofen are routinely prescribed in oral clinics. Regarding to these medicine, is known that they are well accepted for their low cost, high effectiveness, low toxicity and similar action mechanism; their inconvenient is the formation of the gastrointestinal injuries due to inhibition of the synthesis of prostaglandin (for action in the COX-1). The nimesulide is a nonsteroidal antiinflammatory with selective action in the COX-2, wich doesn´t present the same side effects. It´s aware that potassic diclofenac, ketoprofen and nimesulide are anti-inflammatory and analgesic drugs usually used in postoperative surgical oral treatment. The purpose of this study was check the effectiveness of anti-inflammatory drugs in patients who underwent by surgical removal of lower third molars procedure.Pain, quality of sleep, difficulty on chewing, side effects, trismus and swelling were the parameters evaluate in our study.It was possible to verify that the nimesulide proved effectiveness to reducing with importance the postoperative pain (p< 0,05) when it was compared to patient who were treated with ketoprofen and diclofenac. When analysed the quality of sleep of the patients who underwent by surgical removal of lower third molars procedure, it was possible to verify that patients treated with nimesulide had a slightest damage in theirs quality of sleep (p< 0,05) after 24 and 72 hours of the oral surgery. Also was possible to verify that all patients underwent by surgical procedure showed difficulty on chewing after the treatment with this anti-inflammatory drugs, without they presented statistics difference between the groups. All medicines showed side effects, however, there wasn´t statistics difference in these various treatments. There´s no statistics difference in relation to patient s trismus either. The nimesulide couldn´t minimize the patient s swelling caused by surgery trauma and showed less effective that ketoprofen (p< 0,05). Therefore, the anti-inflammatory nimesulide showed an improvement of the postoperative symptoms of patients who underwent by surgical removal of lower third molars procedure. Palavras-chave: ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO ESTERIOIDAIS DOR EDEMA NIMESULIDE PÓS-OPERATÓRIO TERCEIROS MOLARES INFERIORES NONSTEOIDAL ANTI-INFLAMMATORY DRUGS LOWER THIRD MOLARS NIMESULIDE PAIN POSTOPERATIVE SWELLING Área(s) do CNPq: CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA Idioma: por País: BR Instituição: IASCJ - Universidade Sagrado Coração Sigla da instituição: USC Departamento: Ciências da Saúde e Biológicas Programa: Biologia Oral Citação: ANDREO, Cristiane de Oliveira Pedro. Comparative study of anti-inflammatory drugs do not - steroidal (Nimesulide, Cetaprofeno and Diclofenac potassium) in post - operative of third molars lower mesi -angular.2007.72 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Oral) - IASCJ - Universidade Sagrado Coração, Bauru, 2007. Tipo de acesso: Acesso Aberto URI: http://localhost:8080/tede/handle/tede/123 Data de defesa: 25-Jun-2007 Appears in Collections: Mestrado em Biologia Oral

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Quando o cetoprofeno faz efeito?

Cetoprofeno (comprimido revestido) Medicamento Genérico, Laboratório: Medley Princípios ativos: cetoprofeno Comprimidos revestidos de 100 mg: embalagem com 20 comprimidos. Cada comprimido revestido contém:cetoprofeno,100 mgexcipientes q.s.p.1 comprimido

  • (celulose microcristalina, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, simeticona, dióxido de titânio, corante laca amarelo quinolina, copolímero do ácido metacrílico, talco, citrato de trietila, bicarbonato de sódio, laurilsulfato de sódio, hipromelose, macrogol, água purificada).
  • O cetoprofeno é um medicamento anti-inflamatório, analgésico e antitérmico, sendo indicado para o tratamento de inflamações e dores decorrentes de processos reumáticos (doenças que podem afetar músculos, articulações e esqueleto), traumatismos (lesão interna ou externa resultante de um agente externo) e de dores em geral.
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Este medicamento tem como princípio ativo o cetoprofeno, de natureza não hormonal, que possui propriedades anti-inflamatória, antitérmica e analgésica.O cetoprofeno inibe a agregação plaquetária (união das plaquetas umas às outras) e a síntese das prostaglandinas (mediador químico relacionado à inflamação), no entanto, seu exato mecanismo de ação não é completamente conhecido.O comprimido de cetoprofeno possui um revestimento gastrorresistente, que evita o contato do medicamento com a mucosa do estômago, possibilitando uma melhor tolerabilidade.

O cetoprofeno é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Os níveis plasmáticos máximos são obtidos dentro de 60 a 90 minutos após administração oral. Este medicamento não deve ser utilizado nos seguintes casos: – Pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade (alergia ou intolerância) ao cetoprofeno, como crises asmáticas (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar) ou outros tipos de reações alérgicas ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros anti-inflamatórios não esteroidais – AINES (ex: diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno).

Nestes pacientes foram relatados casos de reações anafiláticas severas (reação alérgica grave e imediata), raramente fatais (vide «Quais os males que este medicamento pode me causar?» ). – Pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica (lesão localizada no estômago e/ou intestino).- Pacientes que já tiveram sangramento ou perfuração gas trin-testinal (estômago e/ou intestino), relacionada ao uso de AINES.- Pacientes com insuficiência severa (redução acentuada da função do órgão) do coração, do fígado e/ou dos rins.- Mulheres no terceiro trimestre da gravidez.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência do coração, fígado e/ou dos rins severas. Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (3° trimestre gestacional) sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Embora os AINES possam ser requeridos para o alívio das complicações reumáticas que ocorrem devido ao lúpus eritematoso sistêmico (LES) (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras), recomenda-se extrema cautela na sua utilização, uma vez que pacientes com LES podem apresentar predisposição à toxicidade por AINES no sistema nervoso central e/ou renal.As reações adversas podem ser minimizadas através da administração da dose mínima eficaz e pelo menor tempo necessário para controle dos sintomas.

  1. Converse com seu médico caso você também esteja usando medicamentos que possam aumentar o risco de sangramento ou úlcera, como corticosteroides orais, anticoagulantes como a varfarina, inibidores seletivos da recaptação de serotonina ou agentes antiplaquetários como o ácido acetilsalicílico (vide «Interações Medicamentosas» ).
  2. Populações especiais
  3. Idosos
  4. Crianças
  5. Outros grupos de risco
  6. Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Sangramento, úlcera e perfuração gastrintestinais, que podem ser fatais, foram reportados com todos os AINES durante qualquer período do tratamento, com ou sem sintomas ou histórico de eventos gastrintestinais graves.Reações graves na pele, algumas fatais, incluindo dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracte rizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura), foram reportadas muito raramente com o uso de AINES.

Existe um risco maior da ocorrência destas reações adversas no início do tratamento, na maioria dos casos ocorrendo no primeiro mês.Assim como para os demais AINEs, na presença de doença infecciosa, deve-se notar que as propriedades anti-inflamatória, analgésica e antitérmica do cetoprofeno podem mascarar os sinais habituais de progressão da infecção, como por exemplo, febre.Converse com seu médico, caso você apresente os testes de função do fígado anormais ou tenha histórico de doença no fígado.

As enzimas do fígado devem ser analisadas periodicamente, principalmente durante tratamento a longo prazo. Raros casos de icterícia (cor amarelada da pele e olhos) e hepatite (inflamação do fígado) foram reportados com o uso de cetoprofeno. Se ocorrerem distúrbios visuais, tal como visão embaçada, o tratamento com cetoprofeno deve ser descontinuado.É aconselhável reduzir a dose inicial e manter o tratamento na dose mínima eficaz.

Um ajuste posológico individual pode ser considerado somente após o desenvolvimento de boa tolerância individual.A frequência das reações adversas aos AINES é maior em idosos, especialmente sangramento e perfuração gastrintestinais, os quais podem ser fatais.A segurança e eficácia do uso de cetoprofeno comprimidos em crianças não foram estabelecidas.Converse com seu médico caso você tenha ou já teve úlcera péptica ou doença gastrintestinal (colite ulcerativa – inflamação do intestino grosso, doença de Crohn – doença inflamatória crônica, que pode afetar qualquer parte do trato gastrintestinal), pois estas condições podem ser exacerbadas.No início do tratamento, a função dos rins deve ser cuidadosamente monitorada pelo médico em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose (doença no fígado) e nefrose (doença dos rins), naqueles que fazem uso de diuréticos, ou em pacientes com insuficiência crônica dos rins, principalmente se estes pacientes são idosos.

Nesses pacientes, a administração do cetoprofeno pode induzir a redução do fluxo sanguíneo nos rins e levar à descompensação renal.Deve-se ter cautela em pacientes com histórico de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca congestiva leve a moderada, uma vez que retenção de líquidos e edema (inchaço) foram relatados após a admi nis tração de AINES.Assim como para os demais AINES, deve-se ter cautela no uso de cetoprofeno em pacientes com hipertensão não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença do coração isquêmica estabelecida (doença crônica ocasionada pela redução do fluxo sanguíneo ao coração), doença arterial periférica (doença que acomete as artérias que estão mais longe do coração) e/ou doença cerebrovascular (derrame), bem como antes de iniciar um tratamento a longo prazo em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares (ex.

  • Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
  • Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
  • Pode ser perigoso para a sua saúde.

Associações medicamentosas não recomendadas – Outros AINES, incluindo inibidores seletivos da ciclo-oxigenase 2 (enzima relacionada à inflamação) e altas dosagens de salicilatos (substância relacionada ao ácido acetilsalicílico): aumento do risco de ulceração e sangramento gastrintestinais.- Álcool: risco de efeitos adversos gastrintestinais, incluindo ulce ração ou hemorragia; pode aumentar o risco de toxicidade no fígado.- Anticoagulantes (heparina e varfarina) e inibidores da agregação plaquetária (ex.

ticlopidina e clopidogrel): aumento do risco de sangramento. Se o tratamento concomitante não puder ser evitado, o médico deverá realizar cuidadoso monitoramento.- Lítio: risco de aumento dos níveis de lítio no plasma, devido à diminuição da sua excreção pelos rins, podendo atingir níveis tóxicos. Se necessário, os níveis de lítio do plasma devem ser cuidadosamente monitorados pelo seu médico e a dosagem de lítio deve ser ajustada durante e após o tratamento com AINES.- Outros medicamentos fotossensibilizantes (medicamentos que causam sensibilidade à luz): pode causar efeitos fotossensibilizantes adicionais.- Metotrexato em doses maiores do que 15 mg/semana: aumento do risco de toxicidade hematológica (no sangue) do metotrexato, especialmente quando administrado em altas doses.- Colchicina: aumenta o risco de ulceração ou hemorragia gastrintestinal e pode aumentar o risco de sangramento em outros locais que não seja no trato gastrintestinal.

Associações medicamentosas que requerem precauções – Corticosteroides: aumento do risco de ulceração ou sangramento gastrintestinal (vide «Advertências e Precauções» ). – Diuréticos: pacientes utilizando diuréticos, particularmente os desidratados, apresentam maior risco de desenvolvimento de insuficiência renal devido à diminuição do fluxo sanguíneo nos rins.

  • Portanto, estes pacientes desidratados devem ser reidratados antes do início do tratamento concomitante e a função dos rins deve ser monitorada quando o tratamento for iniciado (vide «Adver tências e Precauções» ).
  • Inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina) e antagonistas da angiotensina II: em pacientes com comprome timento da função dos rins (ex.

pacientes desidratados ou pacientes idosos), a coadministração de um inibidor da ECA ou de um antagonista da angiotensina II e de um agente que inibe a ciclo-oxigenase (tipo de enzima) pode promover a deterioração da função dos rins, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda.- Metotrexato em doses menores do que 15 mg/semana: converse com seu médico caso esteja tomando metotrexato devido à possi bilidade de ocorrer alteração da função dos rins.

Durante as primeiras semanas do tratamento concomitante ao cetoprofeno, a contagem sanguínea completa (hemograma) deve ser monitorada uma vez por semana pelo seu médico. Se houver qualquer alteração na função dos rins ou se for um paciente idoso, o monitoramento deve ser realizado com maior frequência.- Pentoxifilina: converse com seu médico caso esteja tomando pentoxifilina, devido ao aumento do risco de sangramento.

É necessário realizar um monitoramento clínico e do tempo de sangramento com maior frequência.

  1. Associações medicamentosas a serem consideradas
  2. – Probenecida: a administração concomitante com probenecida pode reduzir acentuadamente a eliminação do cetoprofeno do plasma ( clearance ).
  3. Alimentos
  4. Exames de laboratório
  5. O uso de cetoprofeno pode interferir na determinação de albumina urinária, sais biliares, 17-cetosteroides e 17-hidroxicorticosteroides que se baseiam na precipitação ácida ou em reação colorimétrica dos grupos carbonil.

– Agentes anti-hipertensivos (ex: betabloqueadores, inibidores da ECA, diuréticos): risco de redução do efeito anti-hipertensivo.- Trombolíticos: aumento do risco de sangramento.- Inibidores seletivos da recaptação de serotonina: aumento do risco de sangramento gastrintestinal.O uso concomitante com alimentos pode retardar a absorção do cetoprofeno, entretanto não foram observadas interações clinicamente significativas.

O uso de AINES pode prejudicar a fertilidade feminina e não é recomendado em mulheres que estão tentando engravidar. Em mulheres com dificuldade de engravidar ou que estejam sob investigação de infertilidade, deve ser considerada a descontinuação do tratamento com AINES. Durante o primeiro e segundo trimestres da gestação: como a segurança do cetoprofeno em mulheres grávidas não foi avaliada, seu uso deve ser evitado durante o primeiro e segundo trimestres da gravidez.

Durante o terceiro trimestre da gestação: todos os inibidores da síntese de prostaglandinas, inclusive o cetoprofeno, podem induzir toxicidade cardiopulmonar e renal no feto. No final da gravidez, pode ocorrer aumento do tempo de sangramento da mãe e do feto.

  1. Portanto, cetoprofeno é contraindicado durante o último trimestre da gravidez (vide «Quando não devo usar este medicamento?» ).
  2. Não existem dados disponíveis sobre a excreção de cetoprofeno no leite humano.
  3. O uso de cetoprofeno não é recomendado durante a amamentação.
  4. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (1º e 2º trimestre gestacional) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade.

  • Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
  • Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
  • Guarde-o em sua embalagem original.
  • Características do medicamento
  • Este medicamento se apresenta na forma de comprimido revestido circular, amarelo-limão e liso nas duas faces.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Os comprimidos devem ser ingeridos sem mastigar, com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente ½ a 1 copo), de preferência durante ou logo após as refeições.A dose usual é de 200 mg por dia, dividida em 2 doses.

  1. Assim que se atingir o efeito terapêutico desejado, o tratamento deve ser mantido com a menor dose eficaz possível.Em casos severos ou se uma resposta satisfatória não pode ser obtida com doses menores, pode-se aumentar a posologia, desde que não se ultrapasse o máximo de 300 mg por dia.
  2. Populações especiais – Crianças: a segurança e eficácia do uso de cetoprofeno comprimidos em crianças ainda não foram estabelecidas.

– Pacientes com insuficiência dos rins e idosos: é aconselhável reduzir a dose inicial e manter estes pacientes com a menor dose eficaz. Um ajuste posológico individual deve ser considerado pelo seu médico, somente após ter apurado boa tolerância individual.

– Pacientes com insuficiência do fígado: estes pacientes devem ser cuidadosamente monitorados e deve-se manter a menor dose eficaz diária. Não há estudos dos efeitos de cetoprofeno comprimidos administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Caso se esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível.

No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).A lista a seguir de reações adversas está relacionada a eventos apresentados com o uso de cetoprofeno.

no tratamento de condições agudas ou crônicas:

  1. Distúrbios no sistema sanguíneo e linfático:
  2. Distúrbios no sistema imune
  3. Distúrbios psiquiátricos
  4. Distúrbios no sistema nervoso:
  5. Distúrbios visuais
  6. – Rara: visão embaçada, tal como visão borrada (vide «Advertências e Precauções» ).
  7. Distúrbios auditivos e do labirinto
  8. Distúrbios cardíacos
  9. Distúrbios vasculares
  10. Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
  11. Distúrbios gastrintestinais
  12. Distúrbios hepatobiliares
  13. Distúrbios cutâneos e subcutâneos
  14. Distúrbios dos rins e urinário:
  15. Distúrbios gerais
  16. Distúrbios do metabolismo e nutrição
  17. Investigações
  18. – Rara: ganho de peso.

– Rara: anemia hemorrágica.- Desconhecida: agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), aplasia medular (disfunção da medula óssea que altera a produção de células do sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue).- Desconhecida: reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata), incluindo choque.- Desconhecida: depressão, alucinação, confusão, distúrbios de humor.- Incomum: dor de cabeça, vertigem e sonolência.- Rara: parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).- Desconhecida: meningite asséptica (inflamação nas membranas e tecidos que envolvem o cérebro sem causa infecciosa), convulsões (contrações e relaxamentos musculares involuntários), disgeusia (alteração ou diminuição do paladar).- Rara: zumbidos.- Desconhecida: exacerbação da insuficiência cardíaca.- Desconhecida: hipertensão, vasodilatação (aumento do calibre dos vasos sanguíneos), vasculite (inflamação da parede dos vasos sanguíneos), incluindo vasculite leucocitoclástica (um tipo específico de inflamação da parede do vaso sanguíneo).- Rara: asma (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar).- Desconhecida: broncoespasmo (contração dos brônquios levan do a chiado no peito) principalmente em pacientes com hipers ensibilidade conhecida (alergia ou intolerância) ao ácido acetilsalicílico e/ou a outros AINES.- Comum: dispepsia (má digestão), náusea, dor abdominal, vômito.- Incomum: constipação (prisão de ventre), diarreia, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos) e gastrite (inflamação do estômago).- Rara: estomatite (inflamação da mucosa da boca), úlcera péptica.

  • Desconhecida: exacerbação da colite e doença de Crohn, hemorragia e perfuração gastrintestinais, pancreatite (inflamação do pâncreas).- Rara: casos de hepatite, aumento dos níveis das transaminases (enzima presente nas células do fígado).- Incomum: erupção cutânea (rash), prurido (coceira).
  • Desconhecida: reação de fotossensibilidade (sensibilidade exage rada da pele à luz), alopecia (perda de cabelo e pelos), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e pustulose exantematosa aguda generalizada, que são tipos distintos de reações bolhosas na pele.- Desconhecida: insuficiência aguda dos rins, nefrite túbulointersticial (um tipo de inflamação nos rins) e síndrome nefrótica (condição grave caracterizada por presença de proteína na urina) e anormalidade nos testes de função renal.- Incomum: edema (inchaço).- Desconhecida: hiponatremia (redução dos níveis de sódio no sangue).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

  • Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência.
  • Sintomas
  • Tratamento
  • Se ocorrer insuficiência dos rins, hemodiálise pode ser útil para remover o fármaco circulante.

Casos de superdose foram relatados com doses de até 2,5 g de cetoprofeno. A maioria dos sintomas observados foram benignos e limitados à letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse com quadro de cansaço, dificuldade de concentração e realização de simples tarefas), sonolência, náusea, vômito e dor epigástrica (dor no estômago).Não existe nenhum antídoto específico para superdose com ceto-profeno.

Em caso de suspeita de superdose, recomenda-se lavagem gástrica, devendo-se instituir tratamento sintomático e de suporte visando compensar a desidratação, monitorar a excreção urinária e corrigir a acidose, se presente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Farm. Resp.: Dra. Conceição Regina OlmosCRF-SP n° 10.772MS – 1.0181.0417

  1. Medley Indústria Farmacêutica Ltda.
  2. Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 10/02/2015.
  3. IB100215

Rua Macedo Costa, 55 – Campinas – SPCNPJ 50.929.710/0001-79Indústria Brasileira : Cetoprofeno (comprimido revestido)