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Onde Voc Mora?

Como se escreve onde você mora?

De acordo com a regra, os verbos morar e estar indicam permanência. Portanto, as expressões corretas seriam ‘Onde você mora’ e ‘Onde está você?’

Onde você mora história da música?

Nando Reis e Melim dão novos ares a Onde Você Mora?, do Cidade Negra; veja Um dos clássicos dos anos 1990 na voz de Toni Garrido e o Cidade Negra, Onde Você Mora ganhou uma nova versão, agora com Nando Reis dividindo os microfones com o trio Melim. A parceria ainda ganhou um videoclipe lançado hoje, com exclusividade pelo UOL,

Uma curiosidade é que a composição é do próprio Nando Reis. Ele a escreveu com Marisa Monte, em 1994, e ganhou força nas rádios como reggae com o Cidade Negra, no disco Sobre Todas as Forças. Agora, o reggae é substituído por uma pegada diferente, com arranjos inspirados na música negra dos Estados Unidos – o que inspirou a parceria, devido ao sucesso das vozes de Gabriela, Rodrigo e Diogo, do Melim.

«Essa parceria com o Melim surgiu quando fizemos um show dividindo um mesmo espaço, enquanto eu estava no camarim, eu os ouvi cantando Onde Você Mora?. E me ocorreu fazer o convite, por que é uma canção de 1994 e acredito que alguns deles nem estivessem nascidos quando ela foi gravada», disse Nando, ao UOL,

Acho uma prova de força de uma canção, ela estar sendo interpretada por um grupo tão jovem, que se comunica com uma plateia também jovem, e que dá uma noção de atemporalidade pra ela. A combinação de nós quatro produziu um resultado surpreendente e muito distinto da versão, digamos, oficial, do Cidade Negra.

Mesmo 25 anos depois de ter sido lançada, há um frescor que está impresso nessa nova versão», acrescentou. A gravação ainda conta com o quarteto NR-4, que tem Walter Villaça (guitarras), Felipe Cambraia (baixo), Alex Veley (teclados) e Pupillo Oliveira (bateria) – produtor da canção e do último disco de Nando «Não Sou Nenhum Roberto, mas Às Vezes Chego Perto».

Quem é o compositor da música Onde você mora?

Mas o grande sucesso mesmo do álbum foi a faixa ‘Onde Você Mora?’, de autoria de Nando Reis e Marisa Monte.

Onde é aonde e donde?

Usamos ‘aonde’ com verbos que indicam movimento e que aceitam a expressão A ALGUM LUGAR ou PARA ALGUM LUGAR. Usamos ‘ donde ‘ com verbos que indicam origem, procedência e aceitam a expressão DE ALGUM LUGAR ( donde é a contração de DE + ONDE). Continuando na família do ‘onde’, a abordagem agora é sobre o uso de ‘daonde’.

O que responder quando a pessoa pergunta onde mora?

Respondi que sou do Brasil, pois moro em território brasileiro. Entretanto, nasci na Argentina. Quando se pergunta ‘de onde você É?’ deve-se responder o local onde moro (Brasil) ou o local onde nasci (Argentina).

Qual é a história da música resumo?

O Ensino de Música – Brasil Escola A música surgiu quando o homem descobriu que, batendo um objeto no outro, ele produzia sons e que isso não era simplesmente, um tanto de barulhos. A música teve várias funções no decorrer da história, como para louvar os deuses, exaltar autoridades, lutar, etc.

E foi sistematizada como conhecemos hoje, na Grécia, porém, foi Guido D’Arezzo, monge italiano, quem colocou os nomes das notas musicais como conhecemos hoje – já que os gregos utilizavam as letras do alfabeto, de A (lá) à G (sol), utilizando o Hino a São João, em latim. Posteriormente, o Ut foi substituído pelo Dó, pelo fato do Ut ser considerado muito difícil para cantar.

Atualmente, a música está presente no dia-a-dia de todas as pessoas que ouvem, mas nem todos que a ouvem, sabem o que é música. Para saber o que é música, é preciso primeiro ter conhecimento do que é som, e, som, nada mais é do que a vibração produzida nos corpos elásticos e essas vibrações podem ser: – regalares : aquelas que possuem altura definida, ou seja, quando conseguimos ouvir que ali foi produzida uma nota musical, como dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, bem como suas variações com sustenidos e bemóis; – irregulares : as vibrações irregulares são todos aqueles barulhos que ouvimos no dia-a-dia, que podem ditar o ritmo para uma música, como a batida de um instrumento de percussão (menos marimba e xilofone, que produzem sons regulares) ou barulhos do dia-a-dia, que compõem a paisagem sonora, como a sirene de uma ambulância, o som das britadeiras de operários, o som de marretas, o som da buzina dos carros, o som dos aviões e outros inúmeros sons, na qual não podemos distinguir a altura.

Bom, agora que sabemos o que é som? O que vem a ser Música? Segundo MED (1996, p.11), «Música é a arte de combinar os sons simultânea e sucessivamente, com ordem, equilíbrio e proporção dentro do tempo.» Com isso, podemos ter uma boa idéia do que vem a ser música, falando sobre suas principais partes, sem, porém, citar os seus nomes: harmonia (sons simultâneos, ou seja, aqueles que são tocados ao mesmo tempo), melodia (sons sucessivos, ou seja, aqueles que são tocados um após o outro) e ritmo (o andamento, velocidade da música).

O objetivo do ensino de música na educação básica, não é de se formar músicos, mas sim de formar bons ouvintes, que tenham noções daquilo que forma a música (harmonia, melodia e ritmo), bem como as suas propriedades que são:

– Altura – através dela podemos identificar se um som é grave (grosso) ou agudo (fino); – Intensidade através dela podemos perceber a força com que o som foi produzido, ou seja, o volume do som, que muitos chamam erroneamente de altura; – Timbre – através dele podemos identificar os instrumentos que compõem a música; – Duração – através dela podemos ter uma noção do tempo utilizado na música, podendo identificar compassos ou andamentos. Referencial Bibliográfico

A música sempre esteve muito ligada à poesia, antes enquanto era executada, eram recitadas poesias, com o tempo elas passaram a se unir, sendo a música a parte instrumental/vocal e a poesia, a letra da música em si. Agora, por que estudar música? Segundo SCHAFFER (1991), o ensino da música ajuda a criança na coordenação do ritmo do corpo, como o andar, caminhar, correr, saltitar, balançar, podendo sincronizar-se bolas que pulam com as ondas do mar; galopes de cavalos e outros ritmos da natureza.

  1. O trabalho com o canto envolve a voz, que por sua vez cuida da respiração.
  2. Ao se produzir sons com objetos, inventando uma linguagem própria, dirigindo a educação no rumo da experiência e da descoberta.
  3. Para se ter uma boa noção de tudo isso é importante que o estudante seja treinado auditivamente, pois, treinando o seu ouvido, conseguirá identificar as propriedades do som, que segundo JEANDOT (1990) é chamada de escuta crítica, ou seja, a pessoa não apenas ouvirá a música, mas sim, identificará os elementos que a compõem.

Como aprender tudo isso? Assim, como em tudo na vida, para se aprender música e necessário muito treino, seja para entendê-la ou para se tocar ou cantar bem. Para que a pessoa aprenda música, existem várias formas e métodos, um deles, que é muito utilizado na educação básica, é o método da utilização de jogos e brincadeiras, que funciona muito bem, principalmente com as crianças, e que pode ser adaptado para jovens e adultos, através das associações, por exemplo, para se identificar um intervalo musical, podemos utilizar trechos de alguma música conhecida, preferencialmente o início de alguma música.

  • Com as crianças podemos utilizar cantigas de roda, criar com elas escritas musicais alternativas, etc., fazendo com que elas tenham uma noção rítmica, harmônica e melódica do que estão realizando.
  • Outra coisa importante para aprender música, é ouvir bastante e imitar os sons que são ouvidos, adquirindo influências de alguns artistas, para com o tempo, poderem criar a sua própria identidade musical.

No canto, por exemplo, para se adquirir afinação, é preciso treinar bastante a respiração (ela deve ser igual a de um bebê, diafragmática), além de se imitar as notas musicais, para afinar a voz e ter hábitos saudáveis de alimentação. Além disso, é importante se aprender música, para avaliar aquilo que se ouve, independentemente do gosto, saber analisá-las sobre um ponto de vista técnico, mesmo que mínimo, podendo analisar criticamente uma obra musical, analisando todos os elementos nela presentes.

Uma atividade que pode integrar música e artes plásticas é a criação de instrumentos musicais com objetos considerados como lixo, que vão trabalhar com a criatividade dos alunos, obtendo sonoridades diferenciadas e estilos diversificados, além de desenvolver o consciente dos alunos quanto à preservação do meio ambiente.

See also:  Qual A Moeda Do Mexico?

– JEANDOT. Nicole. Explorando o Universo da Música. São Paulo: Scipione, 1990. – MED. Bohumil. Teoria da Música. Brasília. MusiMed, 1996. – SCHAFFER.R. Murray. O Ouvido Pensante. São Paulo: UNESP, 1991. : O Ensino de Música – Brasil Escola

Quem escreveu meu lugar?

Para tanto, foram escolhidas como objeto de estudo as músicas ‘Meu lugar’, do compositor Arlindo Cruz, e ‘Aquilo sim, que vidão’, de Luiz Gonzaga, partindo do reconhecimento da relevância de tais canções para a questão levantada.

O que a música faz na vida das pessoas?

A importância da música na vida das pessoas «Primeiro, devemos educar a alma através da música e, a seguir, o corpo através da ginástica», disse Platão. A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento.

Só por hoje e para sempre Pequena viagem pelo mundo da música Festas e batuques A música do homem Todo DJ já sambou História social do jazz Sambazz

Fonte: Mara de Godoy (Colaboradora da Biblioteca, do CEFSA) : A importância da música na vida das pessoas

Onde você mora em Mexicano?

Como dizer ‘De onde você é?’ em espanhol

Português Espanhol
Onde você mora? ¿Dónde vives?
Você está vindo de longe? ¿Vienes de muy lejos?
Posso perguntar de onde você é? ¿Puedo saber de dónde eres?
Eu gostaria de saber de onde você é. Me gustaría saber de dónde eres.

Em que ano foi lançada a música onde você mora Cidade Negra?

Nando Reis e Melim dão novos ares a Onde Você Mora?, do Cidade Negra; veja Um dos clássicos dos anos 1990 na voz de Toni Garrido e o Cidade Negra, Onde Você Mora ganhou uma nova versão, agora com Nando Reis dividindo os microfones com o trio Melim. A parceria ainda ganhou um videoclipe lançado hoje, com exclusividade pelo UOL,

  • Uma curiosidade é que a composição é do próprio Nando Reis.
  • Ele a escreveu com Marisa Monte, em 1994, e ganhou força nas rádios como reggae com o Cidade Negra, no disco Sobre Todas as Forças.
  • Agora, o reggae é substituído por uma pegada diferente, com arranjos inspirados na música negra dos Estados Unidos – o que inspirou a parceria, devido ao sucesso das vozes de Gabriela, Rodrigo e Diogo, do Melim.

«Essa parceria com o Melim surgiu quando fizemos um show dividindo um mesmo espaço, enquanto eu estava no camarim, eu os ouvi cantando Onde Você Mora?. E me ocorreu fazer o convite, por que é uma canção de 1994 e acredito que alguns deles nem estivessem nascidos quando ela foi gravada», disse Nando, ao UOL,

«Acho uma prova de força de uma canção, ela estar sendo interpretada por um grupo tão jovem, que se comunica com uma plateia também jovem, e que dá uma noção de atemporalidade pra ela. A combinação de nós quatro produziu um resultado surpreendente e muito distinto da versão, digamos, oficial, do Cidade Negra.

Mesmo 25 anos depois de ter sido lançada, há um frescor que está impresso nessa nova versão», acrescentou. A gravação ainda conta com o quarteto NR-4, que tem Walter Villaça (guitarras), Felipe Cambraia (baixo), Alex Veley (teclados) e Pupillo Oliveira (bateria) – produtor da canção e do último disco de Nando «Não Sou Nenhum Roberto, mas Às Vezes Chego Perto».

Como descobrir o nome do cantor pela música?

Para pesquisar uma música por áudio basta acionar o Google Assistente ou o Shazam enquanto toca e esperar pelos resultados.

É certo falar aonde?

1. Aonde Vamos abordar agora uma infração muito comum à gramática, resultado da confusão que muita gente faz entre as palavras «onde» e «aonde». Observe o exemplo abaixo: Aonde você está trabalhando, Sandra? Para não se confundir na hora de usar ONDE, DONDE e AONDE, lembre que essas três palavras referem-se a lugar, e a forma mais fácil para saber qual delas usar é fazendo uma pergunta ao verbo da oração, forçando como resposta uma circunstância de lugar.

  1. Usamos «onde» com verbos que, quando questionados, aceitam a expressão EM ALGUM LUGAR.
  2. Onde moras? (correto, pois quem mora, mora em algum lugar ) Você sabe onde deve entregar a encomenda? (correto, porque quem entrega uma encomenda, entrega-a em algum lugar ) «Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá.» (correto, pois quem canta, canta em algum lugar ) Onde você está trabalhando, Sandra? (correto; quem trabalha, trabalha em algum lugar ) Usamos «aonde» com verbos que indicam movimento e que aceitam a expressão A ALGUM LUGAR ou PARA ALGUM LUGAR.

Aonde vão as crianças? (correto, pois quem vai, vai a/para algum lugar) Não sabemos aonde queres chegar. (correto; quem chega, chega a algum lugar) Diga-me aonde devo levar este pacote. (correto também, pois quem leva um pacote, leva-o para algum lugar) Usamos «donde» com verbos que indicam origem, procedência e aceitam a expressão DE ALGUM LUGAR (donde é a contração de DE + ONDE).

  1. Donde vem este vinho? (correto, pois quem vem, vem de algum lugar ) O perito sabe donde atiraram.
  2. Correto; quem atira, atira de algum lugar ) A polícia não sabe donde pulou o suicida.
  3. Correto, porque quem pula, pula de algum lugar ) 2.
  4. Daonde Continuando na família do «onde», a abordagem agora é sobre o uso de «daonde».

Observe como normalmente se comete essa infgração: Quero saber daonde ele retira tanta força para lutar contra o câncer. Por ora, essa palavra (daonde) ainda não faz parte do léxico da língua portuguesa, por isso você incorrerá em erro toda vez que a utilizar.

  • Existe o vocábulo onde, que pode se aglutinar ou se combinar com uma preposição de cada vez ( a ou de ).
  • Essa infame palavra «daonde» resulta da união das preposições DE e A + ONDE, o que não é admitido em Português.
  • Ou se faz a aglutinação de DE com ONDE, resultando em DONDE; ou se faz a combinação de A + ONDE, surgindo AONDE.

Esse tal DAONDE deve ser expulso de seu vocabulário. Afinal, se você está lendo esta coluna semanal, julga-se que tenha interesse em falar e escrever um bom português. Em Intermitências da Morte (Companhia das Letras), Saramago escreve: «Eles não tinham nenhuma ideia de aonde iria parar».

É correto falar aonde?

«Onde, aonde, naonde, donde»

Atualizada em 02/02/2015, às 16h06Por Dílson Catarino*: «Onde, aonde, naonde, donde»

Tenho certeza de que você, internauta curioso da língua portuguesa, já tropeçou nesses vocábulos. Exceto por «naonde», que é incorreto, Onde, aonde e donde são muito parecidos, realmente. A diferença entre eles está na agregação de uma preposição ao advérbio relativo «onde» em dois deles.

  1. Donde vêm, porém, essas preposições? Vejamos: Em primeiro lugar, o advérbio » onde » ocorre com valor circunstancial de lugar,
  2. Isso significa que somente poderá ser usado na indicação de lugar: Estar em algum lugar, ir a algum lugar, vir de algum lugar,
  3. São inadequados outros usos, como, por exemplo, nesta frase retirada de um blog: «queria ter um amigo de verdade, onde ligasse pra mim todos os dias»; ou ainda nesta propaganda retirada de um site: «Conheça ainda nosso Plano de Fidelidade, onde concedemos descontos de até 10 Frete gratuito (sic)!».

Nessas duas frases, não ocorre o valor circunstancial de lugar, portanto é inadequado o uso de «onde». As frases ficariam adequadas assim reescritas: «queria ter um amigo de verdade, que ligasse pra mim todos os dias» e «Conheça ainda nosso Plano de Fidelidade, que concede descontos de até 10 fretes gratuitos!».

«Tem-se a impressão de que os novos condôminos do poder, possivelmente deslumbrados por chegar aonde tanto desejavam, comportam-se como se as estruturas públicas agora a eles pertencessem».». ele não pôde deixar de lembrar que, em abril de 1975, no velho Laboratório de Computação Aiken, em Harvard, no local onde estava sentado, escreveu um programa para o computador Altair – programa que evoluiu para se transformar no primeiro produto da Microsoft».». na quinta-feira, Gates deu início a uma peregrinação de três dias por cinco universidades – Harvard, Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Universidade Cornell, Universidade Carnegie Mellon e Universidade de Illinois – onde a Microsoft recruta vários funcionários».

Nessas três frases há o uso adequado do advérbio «onde». Perceba que, na primeira frase, ele está antecedido do verbo «chegar», que exige a preposição «a», por indicar destino (e não a prep. «em», como muitos brasileiros usam): «quem chega, chega A algum lugar».

Está adequada, então, a agregação da preposição «a» ao advérbio «onde»: «. chegar aonde tanto desejavam.». Regra: quando o verbo que se relacionar com «onde» exigir a preposição A, deve-se agregar esta prep. ao «onde», formando, assim, o vocábulo «aonde». Já nas frases 2 e 3 a relação de lugar ocorre entre o verbo posterior ao advérbio «onde» e o elemento anterior a ele: «no local onde estava sentado.» equivale a «ele estava sentado no local» e «cinco universidades (.) onde a Microsoft recruta vários funcionários» equivale a «a Microsoft recruta vários funcionários nas cinco universidades».

Quando isso acontecer, ou seja, quando a relação de lugar ocorrer entre o verbo posterior ao advérbio «onde» e o elemento anterior a ele, ele passará a ser «advérbio relativo» ou «pronome relativo» com valor circunstancial. As relações nas frases 2 e 3 exigem a preposição «em», pois «quem está sentado, está sentado EM algum lugar» e «quem recruta, recruta alguém EM algum lugar».

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«Foi algo extremamente artesanal, onde cada byte era importante, e, assim, tinha que ser feito exatamente da maneira correta».

Não está adequado o uso de «onde», pois, apesar de haver a relação entre o verbo posterior ao «onde» e o elemento anterior a ele e também ocorrer a exigência da preposição «em», pois «cada byte era importante NESSE algo artesanal», não há o valor circunstancial de lugar.

«Nesta quinta-feira o arcebispado de Boston, aonde o escândalo dos padres pedófilos veio à tona, revelou, no quadro da pesquisa, que 162 entre os seus religiosos haviam sido acusados de agressão sexual contra 815 crianças desde 1950».

Não está adequado o uso de «aonde», pois, apesar de haver a relação entre o verbo posterior ao «aonde» e o elemento anterior a ele e também ocorrer o valor circunstancial de lugar, não há a exigência da preposição «a», e sim da preposição «em», pois «o escândalo dos padres pedófilos veio à tona EM Boston».

Deve-se usar, então, o relativo «onde»: «Nesta quinta-feira o arcebispado de Boston, onde o escândalo dos padres pedófilos veio à tona, revelou, no quadro da pesquisa, que 162 entre os seus religiosos haviam sido acusados de agressão sexual contra 815 crianças desde 1950». E o «donde»? Pegue como exemplo a frase que escrevi lá no começo da coluna: «Donde vêm, porém, essas preposições?»: Está adequado o uso de «donde», pois há o valor circunstancial de lugar (aquilo que vem, vem de algum lugar), e o verbo «vir» exige a preposição «de», que deve ser agregada ao «onde».

Regra: quando o verbo que se relacionar com «onde» exigir a preposição DE, deve-se agregar esta prep. ao «onde», formando, assim, o vocábulo «donde». Pode-se também usar «de onde»: «De onde vêm, porém, essas preposições?». Há ainda outras junções possíveis de preposição com «onde»: por onde, para onde.

Por onde passaremos hoje?Para onde ele se mudou?

Pronto. Esses são os usos dos vocábulos «onde, aonde e donde», os únicos existentes. Não há as palavras «naonde, daonde, dadonde nem adonde». Não devem, portanto, ser usadas jamais. *Professor de gramática da língua portuguesa, literatura e redação, desde 1980. : «Onde, aonde, naonde, donde»

Onde aonde você está?

1. Prefeitura de Rolim de Moura (2017) – No trecho da música abaixo, do grupo Cidade Negra, o vocábulo «Aonde» é usado várias vezes. Considerando as regras da norma culta para o emprego da palavra, assinale a opção correta: Você vai chegar em casa Eu quero abrir a porta Aonde você mora Aonde você foi morar Aonde foi Não quero estar de fora Aonde está você (Trecho de «Onde você mora?», Cidade Negra)

  1. Todos os usos do Aonde estão corretos.
  2. O Aonde tem a função de advérbio de modo.
  3. No verso «Aonde você foi morar?», o aonde tem a função de «em que», pronome relativo.
  4. É correto substituir o Aonde pelo Onde em qualquer uma das alternativas.
  5. Onde você mora/Onde está você seria o modo correto de expressar a função de advérbio de lugar ou localização.

O que responder como você se vê daqui a 5 anos?

Fazer carreira e ajudar a empresa – Tente traçar um plano realista para o seu futuro e mostrar que está interessado numa carreira e não num emprego. Uma resposta geral que pode dar é dizer que se vê a crescendo profissionalmente, desenvolvendo as suas competências, e que se vê contribuindo para o sucesso da empresa.

Já que o seu objetivo é crescer como profissional mas também contribuir para o bem de todos, colaborando no crescimento da empresa. Exemplo de resposta «Tenho certeza de que conforme eu desenvolva minhas competências e habilidades, o meu crescimento ocorrerá de forma natural, junto com o crescimento da empresa.

Espero que o plano de cargos e salários permita a evolução de todos os colaboradores.»

Qual foi o primeiro estilo de música?

Podemos dizer que a «Música» é a arte de combinar os sons e o silêncio. Se pararmos para perceber os sons que estão a nossa volta, concluiremos que a música é parte integrante da nossa vida, ela é nossa criação quando cantamos, batucamos ou ligamos um rádio ou TV Hoje a música se faz presente em todas as mídias, pois ela é uma linguagem de comunicação universal, é utilizada como forma de «sensibilizar» o outro para uma causa de terceiro, porém esta causa vai variar de acordo com a intenção de quem a pretende, seja ela para vender um produto, ajudar o próximo, para fins religiosos, para protestar, intensificar noticiário, etc.

A música existe e sempre existiu como produção cultural, pois de acordo com estudos científicos, desde que o ser humano começou a se organizar em tribos primitivas pela África, a música era parte integrante do cotidiano dessas pessoas. Acredita-se que a música tenha surgido há 50.000 anos, onde as primeiras manifestações tenham sido feitas no continente africano, expandindo-se pelo mundo com o dispersar da raça humana pelo planeta.

A música, ao ser produzida e/ou reproduzida, é influenciada diretamente pela organização sociocultural e econômica local, contando ainda com as características climáticas e o acesso tecnológico que envolvem toda a relação com a linguagem musical. A música possui a capacidade estética de traduzir os sentimentos, atitudes e valores culturais de um povo ou nação.

A música é uma linguagem local e global. Na pré-história o ser humano já produzia uma forma de música que lhe era essencial, pois sua produção cultural constituída de utensílios para serem utilizados no dia-a-dia, não lhe bastava, era na arte que o ser humano encontrava campo fértil para projetar seus desejos, medos, e outras sensações que fugiam a razão.

Diferentes fontes arqueológicas, em pinturas, gravuras e esculturas, apresentam imagens de músicos, instrumentos e dançarinos em ação, no entanto não é conhecida a forma como esses instrumentos musicais eram produzidos. Das grandes civilizações do mundo antigo, foram encontrados vestígios da existência de instrumentos musicais em diferentes formas de documentos. A cultura egípcia, por volta de 4.000 anos a.C., alcançou um nível elevado de expressão musical, pois era um território que preservava a agricultura e este costume levava às cerimônias religiosas, onde as pessoas batiam espécies de discos e paus uns contra os outros, utilizavam harpas, percussão, diferentes formas de flautas e também cantavam.

Os sacerdotes treinavam os coros para os rituais sagrados nos grandes templos. Era costume militar a utilização de trompetes e tambores nas solenidades oficiais. Na Ásia, a 3.000 a.C., a música se desenvolvia com expressividade nas culturas chinesa e indiana. Os chineses acreditavam no poder mágico da música, como um espelho fiel da ordem universal.

A «cítara» era o instrumento mais utilizado pelos músicos chineses, este era formado por um conjunto de flautas e percussão. A música chinesa utilizava uma escala pentatônica (cinco sons). Já na Índia, por volta de 800 anos a.C., a música era considerada extremamente vital. Onde Voc Mora A teoria musical só começou a ser elaborada no século V a.C., na Antiguidade Clássica. São poucas as peças musicais que ainda existem deste período, e a maioria são gregas. Na Grécia a representação musical era feita com letras do alfabeto, formando «tetracordes» (quatro sons) com essas letras.

Foram os filósofos gregos que criaram a teoria mais elaborada para a linguagem musical na Antiguidade. Pitágoras acreditava que a música e a matemática formavam a chave para os segredos do mundo, que o universo cantava, justificando a importância da música na dança, na tragédia e nos cultos gregos. É de conhecimento histórico que os romanos se apropriaram da maioria das teorias e técnicas artísticas gregas e no âmbito da música não é diferente, mas nos deixaram de herança um instrumento denominado «trompete reto», que eles chamavam de «tuba».

O uso do «hydraulis», o primeiro órgão cujos tubos eram pressionado pela água, era freqüente. Onde Voc Mora Hoje é possível dividir a história da música em períodos específicos, principalmente quando pretendemos abordar a história da música ocidental, porém é preciso ficar claro que este processo de fragmentação da história não é tão simples, pois a passagem de um período para o outro é gradual, lento e com sobreposição.

Por volta do século V, a igreja católica começava a dominar a Europa, investindo nas «Cruzadas Santas» e outras providências, que mais tarde veio denominar de «Idade das Trevas» (primeiro período da Idade Média) esse seu período de poder. A Igreja, durante a Idade Média, ditou as regras culturais, sociais e políticas de toda a Europa, com isto interferindo na produção musical daquele momento.

A música «monofônica» (que possui uma única linha melódica), sacra ou profana, é a mais antiga que conhecemos, é denominada de «Cantochão», porém a música utilizada nas cerimônias católicas era o «canto gregoriano». O canto gregoriano foi criado antes do nascimento de Jesus Cristo, pois ele era cantado nas sinagogas e países do Oriente Médio.

  1. Por volta do século VI a Igreja Cristã fez do canto gregoriano elemento essencial para o culto.
  2. O nome é uma homenagem ao Papa Gregório I (540-604), que fez uma coleção de peças cantadas e as publicou em dois livros: Antiphonarium e as Graduale Romanum.
  3. No século IX começa a se desenvolver o «Organum», que são as primeiras músicas polifônicas com duas ou mais linhas melódicas.
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Mais tarde, no século XII, um grupo de compositores da Escola de Notre Dame reelaboraram novas partituras de Organum, tendo chegado até nós os nomes de dois compositores: Léonin e Pérotin. He also began the «Schola Cantorum» that gave great development to the Gregorian chant. A música renascentista data do século XIV, período em que os artistas pretendiam compor uma música mais universal, buscando se distanciarem das práticas da igreja. Havia um encantamento pela sonoridade polifônica, pela possibilidade de variação melódica.

A polifonia valorizava a técnica que era desenvolvida e aperfeiçoada, característica do Renascimento. Neste período, surgem as seguintes músicas vocais profanas: a «frótola», o «Lied» alemão, o Villancico», e o «Madrigal» italiano. O «Madrigal» é uma forma de composição que possui uma música para cada frase do texto, usando o contraponto e a imitação.

Os compositores escreviam madrigais em sua própria língua, em vez de usar o latim. O madrigal é para ser cantado por duas, três ou quatro pessoas. Um dos maiores compositores de madrigal elisabetano foi Thomas Weelkes. Após a música renascentista, no século XVII, surgiu a «Música Barroca» e teve seu esplendor por todo o século XVIII.

  • Era uma música de conteúdo dramático e muito elaborado.
  • Neste período estava surgindo a ópera musical.
  • Na França os principais compositores de ópera eram Lully, que trabalhava para Luis XIV, e Rameau.
  • Na Itália, o compositor «Antonio Vivaldi» chega ao auge com suas obras barrocas, e na Inglaterra, «Haëndel» compõe vários gêneros de música, se dedicando ainda aos «oratórios» com brilhantismo.

Na Alemanha, «Johann Sebastian Bach» torna-se o maior representante da música barroca. A «Música Clássica» é o estilo posterior ao Barroco. O termo «clássico» deriva do latim «classicus», que significa cidadão da mais alta classe. Este período da música é marcado pelas composições de Haydn, Mozart e Beethoven (em suas composições iniciais).

  • Neste momento surgem diversas novidades, como a orquestra que toma forma e começa a ser valorizada.
  • As composições para instrumentos, pela primeira vez na história da música, passam a ser mais importantes que as compostas para canto, surgindo a «música para piano».
  • A «Sonata», que vem do verbo sonare (soar) é uma obra em diversos movimentos para um ou dois instrumentos.

A «Sinfonia» significa soar em conjunto, uma espécie de sonata para orquestra. A sinfonia clássica é dividida em movimentos. Os músicos que aperfeiçoaram e enriqueceram a sinfonia clássica foram Haydn e Mozart. O «Concerto» é outra forma de composição surgida no período clássico, ele apresenta uma espécie de luta entre o solo instrumental e a orquestra. Onde Voc Mora Enquanto os compositores clássicos buscavam um equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade, os compositores do «Romantismo» pretendem maior liberdade da estrutura da forma e de concepção musical, valorizando a intensidade e o vigor da emoção, revelando os pensamentos e sentimentos mais profundos.

  • É neste período que a emoção humana é demonstrada de forma extrema.
  • O Romantismo inicia pela figura de Beethoven e passa por compositores como Chopin, Schumann, Wagner, Verdi, Tchaikovsky, R.
  • Strauss, entre outros.
  • O romantismo rendeu frutos na música, como o «Nacionalismo» musical, estilo pelo qual os compositores buscavam expressar de diversas maneiras os sentimentos de seu povo, estudando a cultura popular de seu país e aproveitando música folclórica em suas composições.

A valsa do estilo vienense de Johann Strauss é um típico exemplo da música nacionalista. O século XX é marcado por uma série de novas tendências e técnicas musicais, no entanto torna-se imprudente rotular criações que ainda encontra-se em curso. Porém algumas tendências e técnicas importantes já se estabeleceram no decorrer do século XX. São elas: Impressionismo, Nacionalismo do século XX, Influências jazzísticas, Politonalidade, Atonalidade, Expressionismo, Pontilhismo, Serialismo, Neoclassicismo, Microtonalidade, Música concreta, Música eletrônica, Serialismo total, e Música Aleatória.

Isto sem contar na especificidade de cada cultura. Há também os músicos que criaram um estilo característico e pessoal, não se inserindo em classificações ou rótulos, restando-lhes apenas o adicional «tradicionalista». Fontes: BENNETT, Roy. Uma breve história da música.Rio de Janeiro: Zahar, 1986. COLL, César, TEBEROSKY, Ana.

Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000. Artigo retirado do site: https://www.infoescola.com/musica/historia-da-musica/ Imagens: Google fotos

Qual é a função da música?

A música permite expressão emocional, fornece um prazer estético, diverte, comunica, obtém respostas físicas, conduz conformidade às normas sociais, valida instituições sociais e ritos religiosos, ela também contribui para a continuidade e estabilidade da cultura.

Como usar a palavra onde é aonde?

A palavra ‘onde’ é usada para se referir a um lugar, o equivalente a ‘em que’. Já ‘aonde’ é a combinação da preposição ‘a’ com o advérbio ou pronome relativo ‘onde’. Portanto: a + onde = aonde.

Como usar o Onde?

Quando usar onde? Para usar corretamente a palavra onde, lembre-se sempre de que ela deve remeter a um lugar. Também é importante se atentar para o fato de que onde dá a ideia de permanência, ou seja, sem a presença de movimento. Por exemplo: A cidade onde você vive é muito pacata.

Como se escreve mora de moradia?

«Morar em» ou «morar a»: qual é o modo correto? É correto dizer que uma pessoa pode MORAR à Rua do Ouvidor? Para início de argumentação, destaco o Dicionário de Regência Verbal, de Celso Pedro Luft: «MORAR – ter habitação ou residência; habitar; residir: Fulano mora na cidade ou no campo, no centro ou no bairro.

  • No importante Houaiss e na Gramática Escolar de Bechara, só se encontra a preposição EM:
  • «Atualmente mora no Méier.»
  • «Mora na Rua das Acácias.»
  • Caros leitores, é ainda esta preposição que se emprega com «residir», «situar» e derivados, de acordo com o mestre Evanildo Bechara e no próprio Aurélio. Portanto:
  • «Joaquim é residente na Rua do Ouvidor.»
  • «Prédio sito na Rua Direita.»
  • «Ela reside na Rua Dias Ferreira, e não na Avenida Copacabana.»

Em outras palavras, predomina o uso da preposição EM na regência de MORAR, RESIDIR, SITUAR e derivados. Caso você ainda encontre a frase «morar a uma rua», saiba que há apoio bibliográfico para tal uso. A questão aqui não se refere a «certo» ou «errado» simplesmente, mas sim ao que predomina e não predomina. Pensando assim, vence a preposição EM.

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: «Morar em» ou «morar a»: qual é o modo correto?

Onde ou aonde sinônimo?

Quando usar aonde? – Aonde possui lógica semelhante à da palavra onde : mesmas funções e ideia de lugar. Porém, sua diferença está no fato de apresentar noção de movimento, Aonde não apresenta ideia de permanência, mas de movimento, transporte. Isso acontece porque acrescenta-se a preposição a à palavra onde, o que dá indicação de movimento de acordo com a regência dos verbos que acompanham essa palavra.

Aonde você o levou ?

(Advérbio interrogativo)

O local aonde eu preciso ir fica no centro da cidade. O local ao qual eu preciso ir fica no centro da cidade.

No lugar aonde cheguei faz calor. No lugar a que cheguei faz calor.

(Pronome relativo) Leia também: Regência verbal e regência nominal: conheça as regras