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Onde A Origem Do AçAí?

Qual país de origem do açaí?

O açaí é um fruto brasileiro cultivado predominantemente na região amazônica.

Qual é a origem do açaí Brasil ou estados Unidos?

Descrição – Euterpe oleracea – Museu de Toulouse É uma espécie monocotiledônea nativa da várzea da região amazônica, especificamente dos seguintes países: Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas, Peru e Brasil (estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão, Rondônia, Acre e Tocantins ), assim como de Trinidad e Tobago e das bacias hidrográficas da Colômbia e Equador que desembocam no Oceano Pacífico,

O açaí é um alimento muito importante na dieta do nortista brasileiro, onde seu consumo remonta aos tempos pré-colombianos, Hoje em dia, é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros, tendo sido introduzido no resto do mercado nacional durante os anos 1980 e 1990,

Os estados do Pará, Amazonas e Maranhão, no Brasil, são os maiores produtores da fruta, sendo, juntos, responsáveis por mais de 85% da produção mundial. Um exemplo disso é o município de lgarapé-Miri no Pará, conhecido mundialmente como «a Capital Mundial do Açaí», por ser o maior produtor e exportador do fruto no mundo.

Qual a origem do açaí no Brasil?

O açaizeiro – Cerca de 90% da produção de açaí no Brasil tem origem na região amazônica. A planta de onde o fruto é extraído é o açaizeiro, que pode chegar até 20 metros de altura. Ele costuma surgir em áreas alagadas de floresta. O fruto tem formato arredondado, nasce em cachos e tem cor escura, que pode ir do roxo ao preto.

Qual é a origem do nome açaí?

Mitologia indígena – Curiosamente, a história de como o açaí ajudou Vanessa a recomeçar sua vida reverbera uma lenda amazônica sobre a origem da fruta. Seu nome vem de uma palavra do tupi que significa «fruta que chora». Pessoas com pouca imaginação dizem que é por causa do suco que a fruta produz, mas a lenda diz que é porque, muito antes de o açaí aparecer em mais de 3 milhões de hashtags no Instagram, a fruta nasceu em lágrimas. Onde A Origem Do AçAí Crédito, Ian Walker Legenda da foto, Após viralizar na internet, produtores musicais ofereceram a Vanessa a oportunidade de gravar uma música, o Funk do Açaí Segundo a lenda, antes de os navios portugueses chegarem ao Brasil, um numeroso grupo Tupi vivia na região onde hoje fica a cidade de Belém, no Estado do Pará.

Mas, conforme a população aumentava, havia cada vez menos comida à disposição. Ao ver seu povo passar fome, Itaki, o chefe do grupo, ordenou que toda criança recém-nascida fosse sacrificada para manter a população sob controle até que uma fonte mais abundante de comida fosse encontrada. Ele não abriu qualquer exceção a essa ordem, mesmo quando sua própria filha Iaçã ficou grávida e deu à luz uma menina.

A jovem mãe chorou por dias após perder a filha e rezou para que o deus Tupã mostrasse outro caminho para salvar o grupo da fome e do sofrimento. Certa noite, Iaçã ouviu o choro de uma criança e, ao entrar no mato, viu sua filha sentada ao pé de uma palmeira.

  1. Ela estendeu os braços e correu em direção à criança, mas o bebê instantaneamente desapareceu no abraço.
  2. Inconsolável, Iaçã caiu sobre a palmeira chorando de coração partido.
  3. No nascer do sol, seu corpo foi encontrado abraçado ao tronco da palmeira, mas seu rosto agora parecia sereno.
  4. Os olhos negros de Iaçã estavam voltados para o topo da árvore, onde foram vistos frutos pequenos e escuros.

Os homens da comunidade colheram as frutas, liberando seu suco grosso e nutritivo entre os dedos. Itaki percebeu que foi uma benção de Tupã e batizou a fruta em homenagem a sua filha (só que com as letras ao contrário). A ordem de sacrificar bebês foi encerrada, e o grupo nunca mais passou fome.

  1. Apesar de estarem separadas por centenas de anos e quilômetros, Iaçã da Amazônia e Vanessa do Rio personificam o motivo pelo qual o mundo se apaixonou pelo açaí: rejuvenescimento.
  2. Cheio de vitaminas, proteínas, fibras, aminoácidos, gorduras saudáveis e com 30 vezes mais antioxidantes que o vinho tinto, é atribuído ao açaí o poder de aumentar a energia, fortalecer o sistema imunológico, ajudar o crescimento dos músculos e combater os efeitos da idade.

Com um currículo desses, é imensamente popular entre todos no Brasil, do rico ao pobre. «Sem dúvidas, o açaí foi e é um alimento que podemos descrever como democrático no sentido de que sempre está na mesa e certamente na alimentação dos povos tradicionais, dos colonizadores, do rico, do pobre, do civil, do militar, religioso ou não, alfabetizado ou não», diz Leila Mourão Miranda, professora da Universidade do Pará, que escreveu uma tese sobre o açaí. Onde A Origem Do AçAí Crédito, Dmitri Maruta/Alamy Legenda da foto, O nome do açaí vem do Tupi: significa «fruta que chora» e está ligado a uma lenda local sobre a origem da fruta No Rio, casas de suco em diversas esquinas vendem o açaí com outras frutas e uma gama de opções de doces.

Mas poucos fãs de açaí fora do Brasil sabem que a tigela de açaí é tão tradicional para o país quanto uma pizza de abacaxi e presunto é para a Itália. No Pará, maior produtor da fruta, o açaí é matéria-prima da cozinha e ingerido como acompanhamento de peixe frito ou camarão, sendo que os locais o derramam como um molho ou mergulham o peixe no açaí.

Os paraenses também comem açaí como um lanche mais natural, com só um pouco de açúcar para adoçar e sem cobertura, exceto farinha de tapioca ou de mandioca. Para eles, acrescentar frutas, granola ou qualquer outro item significa desvirtuar o verdadeiro gosto do açaí.

Eu descobri isso em um boteco chamado Tacacá do Norte no bairro do Flamengo, no Rio. É um dos poucos lugares no Rio onde você pode comprar açaí no estilo paraense, considerado o melhor da cidade entre os entendidos. Nos anos 1990, surfistas bronzeados e ratos de academia no Rio ouviram falar pela primeira vez dos benefícios do açaí para a saúde, e então adicionaram xarope de guaraná – feito com as sementes de outra planta amazônica com altos níveis de cafeína – para ajudar a preservar o sabor do suco do açaí e sua polpa após o congelamento.

Isso o tornou um lanche energizante, e foi assim que começou a febre do açaí. Onde A Origem Do AçAí Crédito, Oksana Bratanova/Alamy Legenda da foto, Ao adicionar xarope de guaraná à polpa, o açaí virou um lanche energizante Mas minha amiga Beatriz Daibes, uma paraense que se mudou de Belém para o Rio no ano passado para estudar, afirma que não entrou na moda.

«Eu prefiro o tradicional, sem xarope de guaraná, acho que a textura é melhor, mais cremosa», diz ela. «Eu acho que o estilo do Rio é mais um mousse, um sorvete de açaí do que o próprio açaí. E no Norte não usamos xarope, mas açúcar». E quanto à combinação com peixe frito e camarão?, perguntei. «É uma delícia!», disse ela.

«Há restaurantes que servem açaí como sobremesa e também para comer como acompanhamento de peixe e camarão. E é muito bom, uma mistura de doce e salgado». Onde A Origem Do AçAí Crédito, Ian Walker Legenda da foto, No Pará, muitos costumam comer açaí com farinha de tapioca Tanto no Rio, com sua versão de sorvete cheia de guaraná, ou com o estilo «menos é mais» tradicional do Pará, os brasileiros têm muita opção quando se trata de açaí.

Qual é o melhor açaí do mundo?

São Paulo – O açaí da marca brasileira Tropicool conquistou o prêmio Superior Taste Award 2023, um dos mais prestigiados do mundo em alimentos e bebidas, concedido pelo International Taste Institute, de Bruxelas, na Bélgica. Segundo informações da Tropicool, a avaliação dá à empresa o título de melhor açaí do mundo.

Quem é o maior produtor de açaí do mundo?

A região Norte do país concentra a maior parte da produção de açaí, com Pará e Amazonas respondendo por 87,5% do total. O estado do Pará é o maior produtor mundial de açaí, tendo dobrado sua produção nos últimos 10 (dez), anos e o maior exportador brasileiro, seguido do Amazonas.

Qual país mais consome açaí?

Estados Unidos é o principal destino de exportação de açaí do Pará – No top 10 dos países que mais receberam açaí em 2018, os Estados Unidos estão na liderança e são responsáveis por quase 40% do consumo total, com mais de mil toneladas, algo em torno de US$ 2,7 milhões.

Logo atrás vem Japão e Austrália com, respectivamente, 236 e 194 toneladas. Os dois países juntos movimentaram pouco mais de US$ 1,5 milhão. O mercado europeu aparece com Alemanha, Bélgica, França, Holanda e Portugal, mas com valores pouco impactantes na balança comercial do produto. Somadas, são 473 toneladas.

Rogério Dias, um dos empresários paraenses que já atende o mercado americano, acredita que a Europa será um divisor de águas no incremento das exportações e no fluxo financeiro. «Nós fazemos exportações para lá, mas ainda é algo incipiente. Estamos preparando o terreno para chegar a outros mercados.

  • Nosso próximo objetivo é avançar no cenário europeu, principalmente em Portugal e na Suíça.
  • Nós já temos negócios em vista», explicou.
  • Dias explica que 20% do total que ele produz na região metropolitana de Belém (RMB) segue para os Estados Unidos, o que representa algo em torno de R$ 7 milhões ao ano.
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«Apesar desse valor parecer alto, temos capacidade para exportar muito mais. A gente vem lutando para conseguir mercados melhores, rompendo as divisas do país e valorizando o produto», complementa. Onde A Origem Do AçAí Boa parte da coleta do açaí é realizada de forma tradicional — Foto: Tarso Sarraf/ G1

Quais países produzem açaí?

A Popularização do Açaí no Brasil e no Mundo! O é uma fruta encontrada no Brasil em regiões como Rondônia, Amapá, Amazônia, Acre, Pará, Tocantins, Maranhão e Roraima, mas também em países como Venezuela, Colômbia, Equador e, também, Guianas. No artigo de hoje vamos entender sobre a popularização do Açaí no Brasil e também no mundo !

Tem açaí no Brasil?

O açaí é o fruto do açaizeiro, uma palmeira típica da região amazônica encontrada não só no Brasil, mas também no Equador, Colômbia e Venezuela.

Qual é o melhor açaí do Brasil?

Açaí do Acre recebe Indicação Geográfica e é considerado o melhor do Brasil.

Tem açaí nos Estados Unidos?

Estados Unidos é o principal destino de exportação de açaí do Pará – No top 10 dos países que mais receberam açaí em 2018, os Estados Unidos estão na liderança e são responsáveis por quase 40% do consumo total, com mais de mil toneladas, algo em torno de US$ 2,7 milhões.

  1. Logo atrás vem Japão e Austrália com, respectivamente, 236 e 194 toneladas.
  2. Os dois países juntos movimentaram pouco mais de US$ 1,5 milhão.
  3. O mercado europeu aparece com Alemanha, Bélgica, França, Holanda e Portugal, mas com valores pouco impactantes na balança comercial do produto.
  4. Somadas, são 473 toneladas.

Rogério Dias, um dos empresários paraenses que já atende o mercado americano, acredita que a Europa será um divisor de águas no incremento das exportações e no fluxo financeiro. «Nós fazemos exportações para lá, mas ainda é algo incipiente. Estamos preparando o terreno para chegar a outros mercados.

  1. Nosso próximo objetivo é avançar no cenário europeu, principalmente em Portugal e na Suíça.
  2. Nós já temos negócios em vista», explicou.
  3. Dias explica que 20% do total que ele produz na região metropolitana de Belém (RMB) segue para os Estados Unidos, o que representa algo em torno de R$ 7 milhões ao ano.

«Apesar desse valor parecer alto, temos capacidade para exportar muito mais. A gente vem lutando para conseguir mercados melhores, rompendo as divisas do país e valorizando o produto», complementa. Onde A Origem Do AçAí Boa parte da coleta do açaí é realizada de forma tradicional — Foto: Tarso Sarraf/ G1

Quantos tipos de açaí tem?

Autores – Maria do Socorro Padilha de Oliveira – Embrapa Amazônia Oriental João Tomé de Farias Neto – Embrapa Amazônia Oriental O açaizeiro em condições naturais é constituído por tipos ou variedades. O tipo predominante nas populações é o violáceo. Mas existem outros tipos, como o verde, também chamado de branco ou tinga; o espada; o vareta; o açu; o sangue-de-boi; o chumbinho; o petecão e o una.

Foto: Maria do Socorro P. de Oliveira
Figura 1. Variedade de açaí.

Tem açaí em outros países?

A Popularização do Açaí no Brasil e no Mundo! O é uma fruta encontrada no Brasil em regiões como Rondônia, Amapá, Amazônia, Acre, Pará, Tocantins, Maranhão e Roraima, mas também em países como Venezuela, Colômbia, Equador e, também, Guianas. No artigo de hoje vamos entender sobre a popularização do Açaí no Brasil e também no mundo !

Qual é a curiosidade do açaí?

8. Possui baixo índice glicêmico – Outra curiosidade sobre o açaí é o seu baixo índice glicêmico. Isso torna os alimentos à base de açaí ideais para pessoas com diabetes e não provoca alterações nos níveis de glicose.

O que que o açaí é feito?

O açaí é uma palmeira nativa da região norte, produzida nos estados do Amapá, Pará, Amazonas e Maranhão. Seus frutos de tom roxo escuro têm uma polpa rica, da qual se extrai um sumo muito apreciado — ele compõe os sorvetes e cremes de açaí consumidos em todo o Brasil.

Qual Estado tem o melhor açaí do Brasil?

Açaí do Acre recebe Indicação Geográfica e é considerado o melhor do Brasil Agro Da Redação 12/09/2023 • 10:19 – Atualizado em 12/09/2023 • 10:46 O Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) concedeu aos produtores de açaí do município de Feijó (AC) o primeiro registro de Indicação Geográfica para esse item no Brasil. O açaí produzido na região é considerado por especialistas como o melhor do país devido à sua espessura mais consistente e sabor mais adocicado.

  1. O reconhecimento é resultado de estudos desenvolvidos desde 2021 por meio de uma parceria entre Sebrae e o governo do estado do Acre, que identificou as características únicas do produto da região e envolveu lideranças locais, produtores, agricultores e associações.
  2. O açaí de Feijó é a 107 IG brasileira reconhecida pelo INPI.

Para a analista de inovação do Sebrae, Hulda Giesbrecht, a conquista é resultado de um longo processo de diagnóstico e estruturação da IG, que resulta na proteção da reputação do nome geográfico e atesta a importância econômica e cultural que o açaí tem na região.

  • Em Feijó, o açaí é muito mais que um alimento.
  • Ele conecta as pessoas e faz parte da identidade da população.
  • O açaí de Feijó é uma expressão que pode ser ouvida com muita facilidade em todo território acreano», comenta.
  • Segundo Hulda, a conquista da Cooperativa de Produtores, Coletores e Batedores de Açaí de Feijó é um passaporte para o produto alcançar ainda mais espaço no mercado nacional e internacional.

Para o presidente da Cooperativa, José Giovanni Nascimento, registrar a produção que ocorre na cidade é de suma importância para valorizar o trabalho dos produtores. «A IG do açaí é importante em três grandes pilares: o primeiro é não perder a identidade; o outro é a parte econômica e a competitividade do produto e sua valorização de mercado; o terceiro é a sustentabilidade que contribui para manter a «mata em pé», porque mais de 99% hoje da nossa produção é natural e nativa», comenta.

  1. O Açaí é uma espécie nativa das várzeas da Região Amazônica, especificamente da Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Tocantins).
  2. Do fruto é extraída a polpa, que pode ser utilizada para a produção de vinho, além de servir como acompanhamento de diversos outros pratos.

Na Amazônia, o açaí é consumido tradicionalmente junto com farinha, peixe assado ou camarão. Pesquisas de laboratório comprovaram que o fruto possui características únicas que contribuem para a saúde. O fruto tem significativas quantidades de antocianina, nutriente responsável pela sua coloração roxa. Carregar mais : Açaí do Acre recebe Indicação Geográfica e é considerado o melhor do Brasil

Em que o açaí é rico?

Fonte rica em proteínas, fibras, lipídios, o açaí ainda possui Vitamina C, Vitamina B1 e Vitamina B2, além de Fósforo, Ferro e Cálcio.

Qual cidade tem o melhor açaí?

Açaí do Acre recebe Indicação Geográfica e é considerado o melhor do Brasil.

Qual é a terra do açaí no Brasil?

O açaí é uma fruta originária da mata nativa da Amazônia. Atualmente, 95% da sua produção se concentra no Pará. Enquanto na região Norte o açaí é servido como acompanhamento de pratos salgados, no restante do Brasil ele é mais conhecido pela polpa congelada que é usada como base para aquele creme roxo e delicioso.

Onde fica a maior fazenda de açaí do Brasil?

Governador Clécio Luís faz visita técnica na maior fazenda de plantio de açaí do mundo São mais de dois milhões de açaizeiros plantados. A promoção do açaí do Amapá como um produto estratégico da economia é uma das diretrizes da nova gestão. Fazenda apresenta uma área de 20 mil hectares com uma área plantada de 2,7 mil hectares A promoção do açaí do Amapá como um produto estratégico da economia é uma das diretrizes da nova gestão do Governo do Estado, que vem incentivando o setor produtivo.

No domingo, 27, o governador, Clécio Luís, fiz uma visita técnica na maior fazenda de plantio de açaí do mundo, que está localizada no município de Calçoene, para conhecer o potencial de produção. «Estou impressionado com a estrutura e organização desse negócio, que está no Amapá, que faz a economia circular.

Nosso papel institucional é formatar mecanismos para que os produtores possam trabalhar de forma segura e para isso, necessitamos ter no Estado um ambiente consolidado entre as instituições públicas e os investidores do setor primário», destacou o governador Clécio Luís. O negócio, liderado pelo grupo empresarial Shultz, deve ampliar os investimentos no estado. A fazenda apresenta uma área de 20 mil hectares com uma área plantada de 2,7 mil hectares. São mais de dois milhões de açaizeiros plantados e uma produção de 12 toneladas da fruta por hectare ao ano. As atividades no setor primário como licenças e autorizações para o desenvolvimento do agro no Amapá são prioritários. Recentemente o governador apresentou os termos de licenças ambientais para o setor produtivo, que foram coordenados pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

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Estamos com um trabalho voltado para organizar as questões burocráticas do setor. O que sentimos atualmente é um cenário político e jurídico completamente favorável as questões. E já estamos colhendo resultados positivos em relação ao destravamento das situações ambientais», enfatizou a gestora da Sema, Taisa Mendonça.

Os empresários do grupo Shultz apostam no potencial do estado, para ampliar o negócio e manter o título de maior plantação de açaí do mundo. » Trabalhos no Amapá há mais de 10 anos e sempre buscando melhorar e ampliar os investimentos. O que queremos é estar alinhados com as políticas ambientais do estado e gerar emprego e renda para a região», enfatizou o presidente do grupo Schultz no Amapá, Kadson Schultz.

Onde fica a maior fábrica de açaí do mundo?

A maior fazenda de açaí do mundo, que fica no Brasil, é tão gigantesca que chega a ser inacreditável.

Em quais países o açaí é consumido?

EUA é o principal destino – No top 10 dos países que mais receberam açaí em 2018, os Estados Unidos estão na liderança e são responsáveis por quase 40% do consumo total, com mais de mil toneladas, algo em torno de US$ 2,7 milhões. Logo atrás vem Japão e Austrália com, respectivamente, 236 e 194 toneladas.

  • Os dois países juntos movimentaram pouco mais de US$ 1,5 milhão.
  • O mercado europeu aparece com Alemanha, Bélgica, França, Holanda e Portugal, mas com valores pouco impactantes na balança comercial do produto.
  • Somadas, são 473 toneladas.3 de 5 EUA o principal destino de exportação do açaí produzido no Pará — Foto: Solary Silva EUA o principal destino de exportação do açaí produzido no Pará — Foto: Solary Silva Rogério Dias, um dos empresários paraenses que já atende o mercado americano, acredita que a Europa será um divisor de águas no incremento das exportações e no fluxo financeiro.

«Nós fazemos exportações para lá, mas ainda é algo incipiente. Estamos preparando o terreno para chegar a outros mercados. Nosso próximo objetivo é avançar no cenário europeu, principalmente em Portugal e na Suíça. Nós já temos negócios em vista», explicou.

Quais são as frutas de origem brasileira?

Presentes em todas regiões e biomas brasileiros, as frutas nativas são fontes de nutrientes e sabores únicos, que têm tudo para conquistar paladares brasileiros e de outros países Você já ouviu falar em cambuci, cabeludinha, grumixama e uvaia? Pois bem, para alguns podem dar margens a muitas especulações e adivinhações, mas para outros são nomes ligados à alguma planta.

E quem pensa dessa forma está certo: são árvores nativas do Brasil, que espelham a riqueza da flora do País, expressa em sabores diferenciados de frutas ricas em nutrientes, potencial comercial e conservação do meio ambiente. Algumas frutas nativas já ganharam o mundo. É o caso do açaí, levado pela onda fitness que descobriu sua potência energética.

O cupuaçu é outra que vem conquistando mercado. Mas a grande maioria ainda é desconhecida até mesmo no Brasil, com exceção da jabuticaba, do maracujá e da goiaba, frutas as quais são encontradas facilmente nas gôndolas de mercados, feiras e em outros pontos de comercialização, in natura ou na forma de sucos, sorvetes ou como ingredientes de pratos doces e salgados.

  1. As frutas atualmente com comércio consolidado, encontradas com frequência e praticamente o ano todo, são em sua maioria exóticas, ou seja, originárias de outros países.
  2. Como exemplo podemos listar os citros (laranja, limão e tangerina), originários principalmente das regiões subtropicais e tropicais do sul e sudeste da Ásia, incluindo áreas da Austrália e África; a banana, originária do sul e sudeste do continente Asiático; a maçã, oriunda da região do Cáucaso, cadeia de montanhas da Ásia e do leste da China; a uva, dos continentes Europeu, Asiático e Americano; o abacate e o mamão, originários da América Central.

Enfim, a maioria das frutas que consumimos no dia a dia. Mas temos uma riqueza de frutas nativas que precisam ser conhecidas e colocadas à disposição da população, não só do Brasil como de outros países; também para que sua exploração comercial responsável se torne fonte de renda e emprego, principalmente para os pequenos produtores rurais», explica Ednei Antonio Marques, engenheiro agrônomo e diretor do Núcleo de Produção de Mudas de São Bento do Sapucaí, unidade da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, ligada à Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS).

Mata Atlântica ‒ ameixa da mata, araçá (amarelo, vermelho, roxo, goiaba), cabeludinha, cambuci, cambucá, grumixama, guariroba, pitanga, pitangatuba, jabuticaba, uvaia, entre outras. Cerrado ‒ buriti, araticum, murici, pequi, baru, cajuzinho do Cerrado, bocaiuva, guavira, baru, mangaba etc. Floresta Amazônica ‒ maracujá, açaí, cupuaçu, camu-camu, cubiu, abiu, inajá, bacuripari, guaraná e outras. Caatinga ‒ licuru, umbu, caju, maracujá da Caatinga, entre outras. Campos Sulinos ‒ araucária, espécie dominante de florestas ombrófilas mistas, no Sul do País, também denominadas de matas de araucária. E na região dos Pampas, a feijoa, também conhecida como goiaba serrana.

Segundo Ednei, a diferença entre as frutas «comerciais», encontradas facilmente nas cidades, e as frutas nativas encontradas principalmente em matas, quintais e pomares domésticos, é que as nativas não passaram por um processo consolidado de seleção e melhoramento genético, sendo que algumas já começam a se tornar raras.

  1. Alguns estudos apontam evidências de que as populações indígenas faziam a seleção de algumas plantas, mas com a Colonização e a chegada das frutas exóticas, não se consolidou um eixo de trabalho com essas frutíferas».
  2. Atualmente, existem trabalhos pontuais sendo realizados sobre o potencial das frutíferas nativas.

No Estado de São Paulo, um desses estudos está sendo realizado pela Escola Superior de Agricultura «Luiz de Queiroz» da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), tendo como foco a propagação, a colheita e o processamento de quatro frutíferas da Mata Atlântica: cambuci, grumixama, cereja do Rio Grande e uvaia.

De acordo com os pesquisadores, a pesquisa é relevante pois abre a oportunidade de criação de materiais que podem ser adaptados em diversas regiões, proporcionando o cultivo comercial dessas frutas, que podem ser excelentes alternativas de renda e diversificação em áreas de outras atividades agrícolas.

Os estudos estão sendo conduzidos no âmbito do projeto temático Frutas da Mata Atlântica potencialmente funcionais: caracterização, multiplicação de plantas e conservação pós-colheita, coordenado pelo professor Angelo Jacomino. Segundo Bruna do Amaral Brogio, que integra o grupo de pesquisadores, no âmbito da pesquisa, o projeto voltado à área de propagação vegetativa dessas espécies está sendo desenvolvido por três métodos convencionais: estaquia (retira-se um ramo da planta matriz ‒ estaca ‒ e o coloca em um meio apropriado para enraizar); alporquia (técnica de enraizamento na própria planta matriz, por meio de um anelamento coberto por substrato em um determinado ramo selecionado da árvore); enxertia (junção de partes de plantas, porta-enxerto e enxerto, de forma que irão se unir e formar uma única planta).

  • O objetivo é aprimorar o método de propagação clonal para obter mudas comerciais de frutíferas nativas, com plantas uniformes e que preservem as características de interesse agronômicos.
  • Hoje, esse processo é feito por semente, o que gera uma variabilidade muito grande, pois nenhuma muda é igual à outra, o que resulta em respostas de crescimento, produção e qualidade de frutos desiguais em campo.

Em testes iniciados com a uvaia e a grumixama, houve algumas dificuldades para formar as mudas de forma clonal, mas estamos em continuidade com as pesquisas». A contribuição da Secretaria de Agricultura à produção de frutíferas nativas Enxertia em grumixama Por meio da CDRS e de seus Núcleos de Produção de Mudas localizados em Itaberá, Marília, São Bento do Sapucaí, Pederneiras e Tietê, há décadas a Secretaria de Agricultura produz e comercializa mudas de frutíferas nativas, como cambuci, araçás (amarelo, vermelho, roxo, goiaba), cereja do Rio Grande, uvaia, pitanga, grumixama, cabeludinha, jaracatiá, juçara, jerivá e jabuticaba.

  • A nossa produção de nativas, com exceção das que já são produzidas em escala comercial (citadas anteriormente), é feita a partir de sementes, tendo cada uma seu tempo e processo de formação.
  • Contando com o conhecimento e a prática de nossos técnicos e equipe de campo, temos uma metodologia que garante qualidade e rusticidade das mudas.

Além disso, as parcerias com instituições de pesquisa e as universidades, como as com a Esalq, para a qual fornecemos mudas e trocamos experiências, têm permitido que novos caminhos de produção se abram», explica Ednei, informando que, anualmente, apenas em São Bento do Sapucaí, são produzidas e comercializadas entre 10 e 12 mil mudas de frutíferas nativas (com preços que variam de R$ 3,00 a R$ 8,00).

Para obter a lista de mudas produzidas, os preços e os contatos dos Núcleos da CDRS, acesse: www.cdrs.sp.gov.br, O contato do NPM de São Bento do Sapucaí pode ser feito pelos tels.: (12) 3971-1306 (WhatsApp) /3971-2046 e pelo e-mail: [email protected]. Lembrando que, por conta da pandemia, o atendimento tem sido feito pelos canais digitais e por telefone, e a retirada mediante agendamento prévio.

S ítio do Bello: onde a produção se harmoniza com o meio ambiente Aliar recuperação ambiental, produção agrícola e geração de renda é possível? Com o trabalho realizado no Sítio do Bello, localizado em Paraibuna, cidade encravada na Serra da Mantiqueira, distante pouco mais de 120 km da capital paulista, Douglas Bello, que adquiriu a propriedade há mais de 20 anos, demonstra que sim.

  • Fruto de um projeto pessoal, a propriedade concentra duas vertentes: recuperação ambiental de uma área de pasto degradado e formação de uma agrofloresta com produção de frutíferas nativas, as quais são beneficiadas e transformadas em uma gama de produtos comercializados para todo o País.
  • Além disso, mantém os seus 10 hectares, onde estão plantadas mais de seis mil árvores de cerca de 50 espécies de frutas, com as «porteiras abertas» para a ciência, a educação ambiental, o incentivo à produção sustentável e as trocas de experiências com produtores, pesquisadores e interessados de forma geral.
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«A recuperação de uma área degradada é um processo difícil e oneroso, principalmente para os pequenos produtores. Sempre tive o desejo de ter uma área produtiva integrada com a conservação ambiental e mostrar a viabilidade de se combater a degradação por meio de um empreendimento economicamente viável.

  • Quando adquiri o sítio, em 1999, era uma área de pasto degradado.
  • Eu sou químico de formação e meu segmento de atuação é a indústria, então busquei conhecimento e apoio técnico sobre o sistema agroflorestal.
  • Passadas duas décadas, temos uma área recomposta, com retorno de animais e pássaros – estes aliados na disseminação de sementes que geram novas árvores – e disponibilizamos no mercado frutas típicas de nosso País, in natura ou na forma de sucos, polpas congeladas, doces etc.

Tudo em um processo sustentável dos pontos de vista econômico, social e ambiental, com geração de renda e emprego, tanto na área produtiva no campo como na comercial, por meio da empresa instalada em São Paulo», conta Douglas, acrescentando que no site do Sítio, além de adquirir as frutas e os produtos, as pessoas têm à disposição informações técnicas e botânicas sobre cada fruta.

  1. Entendemos que é preciso fazer um resgate cultural dessas frutas, pois o seu conhecimento está restrito a pessoas de mais idade, comunidades tradicionais e alguns ciclos gastronômicos.
  2. É preciso apresentá-las às pessoas, principalmente às crianças».
  3. O produtor faz questão de tomar como referência, em todo processo, o trabalho dos extensionistas da Secretaria de Agricultura.

«Há 20 anos, quando iniciei os primeiros plantios, adquiri as mudas nos Núcleos de Produção de São Bento do Sapucaí e de Tietê. O trabalho que os técnicos da CDRS fazem é de excelência e as mudas de muita qualidade. Além disso, o respaldo técnico que dão aos produtores é fundamental para que a produção tenha sucesso.

  1. É um trabalho que precisa ser divulgado cada vez mais», salienta Douglas, destacando também as ações de pesquisa.
  2. É fundamental que cada vez se invista em estudos que viabilizem a seleção de mudas e diversificação de variedades.
  3. Por isso, estamos sempre abertos e contribuindo com os pesquisadores, como é o caso da nossa parceria com a Esalq».

https://www.sitiodobello.com.br/, Cambuci: publicação da Secretaria de Agricultura é incentivo da extensão rural paulista para a produção e o consumo dessa fruta nativa Relatos históricos apontam que o cambuci foi muito utilizado pelos bandeirantes e tropeiros, os quais tinham a tradição de consumir a cachaça curtida com o fruto.

  • Mas estudos mostram que o fruto do cambucizeiro já era conhecido pelos indígenas, que o chamavam kãmu’si, cujo significado é pote d’água em tupi-guarani, por conta de seu formato.
  • Atualmente, para grande parte das pessoas que conhecem o fruto, principalmente as crianças, ele é descrito como uma fruta que parece um disco voador; o que se deve ao seu formato arredondado e achatado na extremidade, com cerca de cinco centímetros de diâmetro e cor predominantemente verde, que pode variar para verde-amarelada.

Nos últimos anos, passou a ser uma fruta cada vez mais comentada em relação a conversas, quando o assunto é gastronomia. Nessa trajetória de sucesso, além de dar nome a um conhecido bairro da capital paulista (o qual tem como ponto turístico, em sua praça central, um cambucizeiro), o cambuci ganhou status e se tornou a fruta símbolo da Mata Atlântica, sendo encontrada, principalmente, nos trechos que compreendem as Serras do Mar e da Mantiqueira, no Estado de São Paulo.

  1. Ganhou uma Rota Gastronômica, que inclui várias cidades do Vale do Paraíba e o entorno da capital, dedicada à exploração do seu potencial na fabricação de licores, cachaça, geleias, doces, sorvetes, molhos, além das mais variadas receitas doces e salgadas.
  2. Como também ganhou espaço na mídia, o cambuci vem sendo redescoberto e explorado por pequenos produtores rurais que estão vendo na fruta a oportunidade de diversificar atividades, aumentar a oferta e garantir uma maior renda.

«As demandas dos agricultores vêm aumentando e a Secretaria de Agricultura não poderia ficar alheia. Por enquanto, a maioria dos cambucizeiros são nativos, mas podem ser plantados; e nesse sentido, o trabalho dos nossos Núcleos na produção e comercialização de mudas de qualidade com preço acessível tem sido fundamental.

Mas, como extensionistas, entendemos também que era necessário pesquisar, desenvolver, adaptar e testar receitas variadas, para oferecer aos produtores e consumidores uma amostra do imenso potencial dessa fruta, que só não dá para ser consumida pura ao natural, por conta de seu sabor que é ácido, intenso e forte, chegando, inclusive, a ser adstringente quando ainda verde.

Então fizemos a opção pela elaboração da Instrução Prática Cambuci «, explica Beatriz Cantusio Pazinato, nutricionista da Divisão de Extensão Rural (Dextru)/CDRS, que coordenou a publicação, produzida e editada pela instituição. Com informações importantes sobre manejo, conservação dos frutos e Boas Práticas de Fabricação, a publicação traz uma grande lista de receitas. Produção de mudas. No âmbito do projeto da Esalq (já referido), o cambuci está no centro das pesquisas do doutorando Marcelo B. Santoro, que relata os principais resultados preliminares. «Ao longo de nossos estudos, têm sido grandes os desafios para estabelecer uma metodologia para a seleção e produção de mudas por multiplicação vegetativa, que garantam a manutenção das características das plantas e a uniformização do pomar.

Hoje, com a multiplicação via semente isso não é possível, além de ter um impacto negativo no manejo e nos tratos culturais, pois com plantas desuniformes é difícil estabelecer podas, adubação etc. de forma adequada. Os testes realizados com as técnicas de alporquia e estaquia não tiveram sucesso, mas no que diz respeito à enxertia, a técnica de enxerto por fenda lateral apresentou resultados animadores, então estamos intensificando os experimentos para confirmar os resultados.

Outro ponto observado, que pode contribuir com a propagação por meio de sementes, foi a identificação de novas formas de semeadura e de que sementes parcialmente secas não tem seu potencial de germinação afetado (o que vai contra a sabedoria popular); então aumenta a oferta para a formação de novas mudas.

  1. Nosso objetivo é intensificar os experimentos para selecionar materiais superiores.
  2. Nesse contexto, enaltecemos a parceria com a Secretaria de Agricultura, pois o trabalho dos extensionistas da CDRS é excepcional e com eles temos feitos trocas de experiência e mudas, que têm sido fundamentais no desenvolvimento das pesquisas e na aproximação com as necessidades do campo», comenta o pesquisador, ressaltando que o cultivo de cambuci e outras frutas nativas pode realmente ser sustentável.

«Com o contato estreito com os técnicos da CDRS, nos aproximamos da realidade dos produtores, principalmente dos agricultores familiares, que precisam de novas alternativas de renda aliadas à conservação ambiental. Nesse cenário, as frutíferas nativas são uma opção extremamente viável, pois podem, inclusive, ser plantadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs), possibilitando renda com a extração responsável das frutas», continua Santoro.

  1. Anualmente, somente no Núcleo de Produção de São Bento do Sapucaí da CDRS são produzidas e comercializadas cerca de três mil unidades de mudas cambuci.
  2. Cambuci na alimentação e o seu valor nutricional Na esteira do reconhecimento gourmet, os valores nutricionais da fruta também foram sendo descobertos.

«O cambuci contém vitaminas, minerais e fibras que ajudam a regular algumas funções do corpo humano, com destaque para a grande concentração de vitamina C. Cada 100g da polpa do cambuci maduro contém, em média, cerca de 16mg de vitamina C, enquanto que na fruta verde o teor é mais do que o dobro, em torno de 40mg/100g de fruto.

Portanto, as necessidades diárias de vitamina C (45 a 80mg/pessoa/dia) podem ser supridas com o consumo de cerca de três a quatro unidades (tamanho médio) dessa fruta por dia», explica a nutricionista Beatriz, dizendo que, seja em pratos doces ou salgados e toda uma gama de bebidas, o cambuci oferece um sabor diferenciado e refrescante.

Ela informa também que, hoje, a fruta, considerada parente da goiaba, da pitanga e da jabuticaba, pode ser encontrada em hortifrútis, empórios e feiras especializadas – principalmente de produtos orgânicos, além de locais em que produtores fazem vendas diretas, inclusive pela internet.

Bater todos os ingredientes no liquidificador, até ficar uma mistura homogênea. Despejar em um pote ou em tacinhas e levar ao freezer para congelar. Servir como sobremesa ou lanche.

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