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O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E Machucam?

O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E Machucam

O que fazer quando as fezes estão duras e não saem e dói?

Como amolecer fezes duras? – Para amolecer as fezes e soltar o intestino, você pode utilizar alimentos ou medicamentos que ajudem o funcionamento do trato intestinal, além de beber bastante água e caminhar,2

  • Alimentos: feijão, grãos integrais, farelo de cereais, frutas frescas e vegetais.2
  • Medicamentos: laxantes e óleo mineral.3

Lembre-se sempre de conversar com seu médico antes de tomar qualquer medicamento. E se nada surtir efeito para melhorar as fezes duras, o que fazer? Descubra a seguir!

Como lubrificar as fezes?

1. Pode comer maçã e banana se o intestino está preso? Pode, mas há senões. Para alguns especialistas, a casca da maçã contribui para prender ainda mais o intestino. Segundo eles, comer maçã descascada e, melhor ainda, cozida está liberado. Outros acham que não há nenhum problema em ingeri-la com casca e tudo numa situação dessas.

Até porque a casca seria uma fonte de fibra, que libera o tráfego intestinal. Em relação à banana, não existe nenhuma restrição. Ela não piora o quadro, mas também não ajuda, ou seja, não está entre os alimentos famosos por dar um chega-pra-lá no desconforto. A banana-maçã, no caso, é a menos indicada devido à sua composição.2.

Pode tomar laxante, natural ou não? Não pode, a não ser em situações emergenciais, quando o indivíduo está há mais de cinco dias sem ir ao banheiro. Existem alguns tipos de laxantes. Os chamados osmóticos hidratam as fezes ressecadas, típicas de um quadro de prisão de ventre.

  1. Já os laxantes denominados catárticos provocam uma espécie de irritação nas mucosas do intestino, o que deflagra as contrações musculares responsáveis por expulsar o bolo fecal empacado no meio do caminho.
  2. Quando usada de maneira contínua, os laxantes catárticos podem lesionar o intestino, prejudicando a absorção de nutrientes.

Por fim, existem remédios com a mesma função que são rotulados de naturais porque se valem de extratos de fibras. Eles aumentam o volume do bolo fecal, mas o uso crônico também acarreta males para o intestino. Afinal, apesar de naturais, eles irritam a parede do órgão.3.

Como estimular as fezes a sair?

Aumente a ingestão de fibras – A maioria dos adultos deve ingerir entre 21 e 38 gr de fibra por dia, de acordo com a Academia Nacional de Medicina. Priorizar alimentos ricos em fibras, como frutas, folhas, nozes, sementes, legumes e produtos integrais, não apenas aumenta a ingestão de fibras, como também pode prevenir a constipação, tornando as fezes mais volumosas, macias e fáceis de eliminar.

Qual o melhor remédio para amolecer as fezes?

Recomenda-se a toma de Dulcolax ® Comprimidos à noite, com um copo de água (engolido, não mastigado).

Como amolecer as fezes de forma natural?

Mantenha-se hidratado – A água e outros alimentos e líquidos hidratantes amolecem naturalmente as fezes, evitando que fiquem duras e secas. Para estar sempre hidratado, tente manter uma garrafa de água grande e reutilizável cheia por perto ao longo do dia.

O que é bom para soltar o intestino na hora?

Aumente a ingestão de fibras – A maioria dos adultos deve ingerir entre 21 e 38 gr de fibra por dia, de acordo com a Academia Nacional de Medicina. Priorizar alimentos ricos em fibras, como frutas, folhas, nozes, sementes, legumes e produtos integrais, não apenas aumenta a ingestão de fibras, como também pode prevenir a constipação, tornando as fezes mais volumosas, macias e fáceis de eliminar.

Qual o melhor óleo para amolecer as fezes?

Laxante poderoso – Usar o óleo de rícino pode servir como laxante natural. Ele aumenta o movimento dos músculos intestinais, ajudando a expelir o bolo fecal e aliviar a constipação intestinal, Quando ingerido, o óleo de rícino é digerido no intestino delgado, liberando o ácido ricinoleico, o principal ácido graxo da mamona.

O ácido ricinoleico é então absorvido pelo intestino, estimulando um forte efeito laxante, Um estudo mostrou que idosos que tomaram óleo de rícino apresentaram redução nos sintomas de constipação intestinal, incluindo a necessidade de menos esforço durante a defecação e diminuição na sensação de evacuação incompleta.

A recomendação é tomar uma colher de sopa, ou 15 ml. Por ter ação laxante rápida, espera-se que a evacuação aconteça entre uma e três horas após a ingestão do óleo de rícino, Apesar disso, a ingestão em altas doses pode causar efeitos colaterais como cólica abdominal, náusea, vômito e diarreia, de acordo com estudos,

Quando as fezes não quer sair?

Constipação – Constipação (obstipação, intestino «preso» ou «ressecado») refere-se a uma condição em que a freqüência de evacuações é baixa, com fezes freqüentemente endurecidas e secas. Isto geralmente decorre de absorção excessiva de água a partir das fezes, em virtude da passagem lenta do bolo fecal pelo cólon.

Qualquer alteração ou desvio da rotina normal pode resultar em alteração do hábito intestinal. Certos medicamentos, incluindo ferro, analgésicos opiáceos, alguns anti-hipertensivos e muitos outros podem produzir constipação. Muitas pessoas na verdade acham que tem constipação quando na verdade o ritmo intestinal é normal.

Por exemplo, acham que é necessário evacuar todos os dias, e caso isto não ocorra procuram ajuda médica ou automedicam-se. Considera-se ritmo intestinal normal, as evacuações numa freqüência de três vezes por semana até três vezes por dia. Além disto existem pessoas que por natureza apresentam as fezes mais endurecidas, sem com isto caracterizar constipação. O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E Machucam As pessoas com constipação freqüentemente reclamam de empachamento. Elas também podem notar pressão retal ou desconforto. «Gases», distensão abdominal e a sensação de evacuação incompleta também são queixas freqüentes. Um erro comum é ingerir grandes quantidades de fibras quando o corpo não está acostumado a isto.

Neste caso, alguns defeitos colaterais (principalmente «gases») podem aparecer e desencorajá-lo no tratamento. Evite laxativos estimulantes (óleo mineral, bisacodil, etc). Um supositório ou um enema (medicação administrada via retal) são melhores se a constipação se tornar acentuada. Lembre que a constipação é um efeito colateral de vários medicamentos comumente utilizados, e isto pode ser revisto com seu médico.

Estas medidas simples geralmente trazem um resultado satisfatório. Trate bem seu aparelho digestivo, e ele será legal com você. Para entender constipação, é fundamental conhecer como o cólon (intestino grosso) trabalha. Ao chegar no início do cólon, as fezes apresentam-se como uma pasta líquida (conteúdo de 90% água).

Com os movimentos da parede muscular do intestino (peristalse), esta pasta é compactada, e principalmente, a água é absorvida. São os movimentos peristálticos que empurram as fezes em direção da saída (reto). Fezes endurecidas e secas típicas da constipação ocorrem quando a peristalse está muito lenta e o intestino absorve muita água.

Causas comuns de constipação:

Baixa ingesta de fibra. Baixa ingesta de água. Sedentarismo. Medicamentos. Síndrome do Intestino irritável. Mudanças no estilo de vida, viagem, idade. Gravidez. Uso abusivo de laxantes. Não respeitar o reflexo (vontade) de evacuar. Acidente vascular cerebral. AVC (derrame cerebral) Problemas do cólon e reto. Baixa ingestão de fibra.

A causa mais comum de constipação é a baixa ingesta de alimentos com fibras e o grande consumo de gorduras. As fibras, tanto solúveis como insolúveis, fazem parte das frutas, vegetais e cereais. Elas não são digeridas e também não são absorvidas pelo intestino delgado (órgão especializado na absorção dos nutrientes).

  • As fibras solúveis dissolvem na água tornando-se macia e pastosa.
  • Já as insolúveis passam através do intestino sem alterar muito sua forma.
  • Além disto, a fibra tem a capacidade de reter água, fazendo com que o bolo fecal tenha aspecto macio e volumoso.
  • Isto ajuda a prevenir que as fezes tornem-se duras e secas, facilitando seu transporte.

Líquidos adicionam água ao intestino e incrementam o bolo fecal, tornando os movimentos peristálticos mais fáceis e eficientes. Já bebidas contendo cafeína e álcool apresentam efeito desidratante. Ausência de atividade física favorece a constipação, embora não se saiba especificamente por quê.

Analgésicos (especialmente narcótico). Antiácidos a base de alumínio e cálcio. Antihipertensivos (bloqueadores do canal de cálcio). Medicamento para o Mal de Parkinson. Antiespasmódicos. Antidepressivos. Suplementos de ferro. Diuréticos. Anticonvulsivantes.

Pessoas com a SII, tem dificuldade na evacuação devido a episódios de espasmo do intestino que acaba atrapalhando o movimento de propulsão das fezes. Alteração entre diarréia e constipação, distenção abdominal, flatulência também são outros sintomas. Embora os sintomas possam atrapalhar a qualidade de vida, jamais evoluem para alguma doença que ponha em risco a vida.

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Geralmente piora com o período de estress, ansiedade, entretanto não há nenhuma alteração encontrada em exames de sangue, fezes, exames de imagem, colonoscopia ou mesmo biópsia. Durante o período de gravidez, a mulher pode tornar-se constipada devido a alterações hormonais e pela compressão do útero aumentado de tamanho sobre o intestino grosso.

Idade avançada também afeta a regularidade do cólon pois geralmente cursa com diminuição do metabolismo e com isto diminuição da atividade do cólon e tônus muscular. Além disto, pessoas frequentemente têm dificuldade na evacuação ao viajar em virtude da mudança de rotina, horário e alimentação.

  • Mitos sobre constipação levam ao uso abusivo de laxantes.
  • Isto é frequente em pessoas que têm a preocupação do dever de evacuar diariamente.
  • Laxativos não são de maneira geral necessários e podem acabar por tornar-se um hábito.
  • O intestino grosso acaba por depender do uso de laxantes para ter seus movimentos peristáticos.

Com o tempo, os laxantes podem danificar as células nervosas da parede intestinal responsáveis pela coordenação dos movimentos, interferindo com a capacidade normal de contração do cólon (peristalse). Da mesma maneira, o uso constante de enemas pode levar a perda da função normal do cólon.

  • Ignorar o reflexo (vontade) de evacuar Pessoas que ignoram a vontade de evacuar podem eventualmente parar de sentir este reflexo, tornando-se constipada.
  • Alguns têm dificuldade de evacuar em banheiros fora de casa, outros não vão ao banheiro por que estão ocupados ou por estress emocional.
  • Tudo isto acaba por atrapalhar o hábito intestinal regular.

Doenças que causam constipação incluem alterações neurológicas, metabólicas e endócrinas e outras doenças sistêmicas que acabam por alterar o funcionamento global do organismo. Estas alterações diminuem a movimentação das fezes através do cólon, reto e ânus.

Alterações neurológicas Esclerose múltipla Doença de Parkinson Pseudo – obstrução intestinal idiopática Acidente vascular cerebral (derrame cerebral) Esclerose múltipla Lesões na medula espinhal Alterações metabólicas e endócrinas Diabetes Doenças da tireóide (Hiper ou hipotireoidismo) Uremia (mau funcionamento dos rins) Hipercalcemia (excesso de cálcio) Alterações sistêmicas Amiloidose Lúpus eritematoso sistêmico Esclerodermia Problemas com o cólon e o reto

Obstrução intestinal, aderência, diverticulose, tumores, estenose coloretal (estreitamento do intestino) e doença de Hirschsprung. Problemas com a função intestinal (Constipação intestinal crônica idiopática) Algumas pessoas têm constipação intestinal que não responde ao tratamento convencional.

  • Esta condição rara, conhecida como constipação idiopática (origem desconhecida) pode estar relacionada com problemas na função intestinal (movimentos) decorrente da desregulação hormonal ou com o sistema de nervos e músculos responsáveis por toda função motora do órgão.
  • Esta constipação dita funcional atinge todas as idades, sendo mais freqüente nas mulheres.

Inércia colônica e trânsito intestinal lento (retardado) são dois tipos de constipação funcional causados pela diminuição da atividade muscular. Estas alterações podem afetar todo o intestino grosso ou apenas sua parte final (cólon sigmóide). Os quadros de constipação funcional decorrente de alterações ao nível de reto e ânus são conhecidas por alterações anoretais ou anismus.

Estas alterações tendem ao não relaxamento da musculatura anoretal, responsáveis pela permissão da passagem das fezes nas evacuações. A consulta deve ser considerada quando ocorre qualquer mudança sustentada no hábito intestinal. Outros sintomas que indicam uma consulta sao: perda de peso, dor abdominal severa ou sangramento retal.

Estes sintomas podem estar sinalizando algum problema mais sério. Muitas doenças comuns de nosso sistema endócrino também podem levar à mudança no ritmo intestinal (diabetes e problemas na tireóide, por exemplo). Voltar Stein Office Ver no Google Maps Esadi Ver no Linkedin @esadi_blumenau Ver no Instagram @esadiblumenau Ver no Facebook Esadi Ver no Youtube (47) 3222-0432 Atendimento geral

O que acontece quando se fazer muita força para evacuar?

Uma alimentação equilibrada, com uma ingestão de fibras em torno de 28 gramas por dia (recomendação para mulheres adultas mais recente do Departamento de Agricultura dos EUA, publicada no Medical Daily News em 2018), além de nutrientes como carboidratos, gorduras e vitaminas, faz com que a maioria das pessoas evacue de uma a duas vezes por dia – exceção para quem tenha alguma doença ou condição de saúde que altere o trânsito intestinal.

Só que, por hábito, situação adversa (viagem de carro muito longa, por exemplo), vergonha (primeiro feriado fora com mozão ou mozona, não querer usar banheiro do trabalho, do ônibus ou do avião para o número 2) ou seguindo «dica» para que se faça cocô um dia sim um dia não, muita gente força o organismo e não evacua quando sente vontade.

Nem nas horas seguintes. Às vezes, nem no dia seguinte! E isso pode ser um problemão para a saúde! Controle treinável e prejudicial Antes de qualquer coisa, é legal entender que existem dois processos principais entre comermos algum alimento e as sobras dele serem evacuadas.

O primeiro é o reflexo gastrocólico, que nada mais é do que a movimentação do trato gastrointestinal quando uma comida entra no estômago. Ele é involuntário, ou seja, não temos nenhum controle sobre ele. O segundo é o que tem a ver com fazermos cocô: é o reflexo da evacuação. Quando o reto e o intestino ficam cheios de fezes, esse reflexo nos lembra que «opa, está na hora de ir ao banheiro».

Esta é a parte voluntária, o que quer dizer que conseguimos controlar. Eis onde podem nascer os problemas. «Quanto mais se segura a evacuação de forma rotineira, maior a capacidade de segurar. O controle pode ser treinado e ficar bastante prolongado, deixando as fezes ‘estocadas’ no organismo.

É bom ter algum controle, claro, porque nem sempre dá para ir ao banheiro correndo, mas não de forma exagerada», afirma a coloproctologista Maristela Gomes de Almeida, do Hospital Edmundo Vasconcelos e chefe do Ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo.

Vanessa Prado, proctologista, cirurgiã e médica do Centro de Especialidades do Aparelho Digestivo do Hospital Nove de Julho, explica: «Fezes paradas no intestino e no reto podem causar inflamações, infecções, hemorroidas, fissuras no ânus e muita dor na hora de evacuar.

  • É necessário ter em mente que o alimento é comido, processado e o resto precisa sair.» A seguir, conheça mais detalhes dos males causados pelo cocô estocado no organismo.
  • Translocação de bactérias Você sabe que o cocô não é uma coisa limpinha, muito pelo contrário – por isso sempre devemos higienizar bem as mãos depois de encerramos as atividades de número 2.

No bolo fecal há restos da comida, líquidos e bactérias, estas últimas sempre em transição em nosso organismo e não necessariamente causando males à saúde. Só que, se elas ficarem paradas por muito tempo nas fezes acumuladas no intestino e no reto, podem entrar na corrente sanguínea e causar infecções, inclusive uma infecção generalizada em casos mais extremos.

Retocolite ulcerativa OU colite O acúmulo de fezes pode ativar inflamações e ulcerações na mucosa do intestino grosso e do reto. Além de causar diarreias, hemorragias e cólica, esta é uma doença crônica – o que significa que demandará tratamento para o resto da vida. – Fecaloma Este é o nome técnico para o popular cocô empedrado, ou seja, fezes endurecidas no ponto de pedra.

Ocorre que o intestino começa a tirar líquido das fezes para tentar se hidratar enquanto a evacuação está sendo presa pela pessoa, deixando-as cada vez mais secas. Quanto mais tempo demora para elas saírem, maior o risco de formação de fecaloma. Remédios para intestino preso e supositório não resolvem o problema, e as fezes acabam precisando ser tiradas em procedimento clínico ou mesmo cirúrgico com um médico.

– Hemorroidas Antes de chegar ao ponto de fecaloma, as fezes podem ficar duras a ponto de você conseguir evacuá-las, porém com muito esforço. Essa força descomunal pode causar inchaço inflamação nas veias do reto e do ânus – são as hemorroidas. Elas causam dor, desconforto e sangramento, além de coceira.

Em muitos dos casos, elas «voltam» ao estado normal, mas em muitos é necessário partir para uma cirurgia de remoção das veias danificadas. – Fissura no ânus A passagem de fezes duras e grandes pode causar fissuras (feridas) na mucosa do ânus, resultando em dor e sangramento nesta e nas próximas evacuações.

  • Deve ser tratada com cremes sob prescrição médica, para não haver o risco de infecção, e normalmente é curada em pouco mais de um mês.
  • Mas por quanto tempo é seguro «segurar» o cocô? A não ser que haja uma reviravolta no seu intestino e você sinta que ou corre para o banheiro ou acontecerá um acidente de escape fecal, você pode segurar o cocô durante um filme longo, uma palestra e até por algumas horas em um voo ou em uma viagem na estrada.
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Não mais que isso. «Passar até um dia sem evacuar, de vez em quando e não como hábito, não tem problema», diz Vanessa. «Segurar mais que esse período ou mesmo com essa frequência, só que de forma repetida, pode fazer com que no segundo dia já seja necessário o uso de um supositório para amolecer a ponta ressecada das fezes e elas saírem sem prejuízo para o corpo.

Como limpar o intestino de fezes velhas?

7. Hidrate seu corpo – Beber muita água e manter-se hidratado é uma ótima maneira de regular a digestão. Durante a lavagem intestinal, é necessário tomar de seis a oito copos de água morna por dia. Além disso, incluir alimentos com alto teor de água, como frutas e vegetais, também ajuda a limpar o intestino.

Qual óleo é bom para soltar o intestino?

O Óleo mineral 100% União Química é indicado como laxante no tratamento de prisão do ventre funcional, ou como terapia em uso tópico para pele ressecada e áspera. Ele auxilia principalmente no tratamento da prisão de ventre, e pode ser utilizado no pré operatório e no esvaziamento do cólon para a realização de exames.

Como usar o azeite de oliva para soltar o intestino?

1. Pode comer maçã e banana se o intestino está preso? Pode, mas há senões. Para alguns especialistas, a casca da maçã contribui para prender ainda mais o intestino. Segundo eles, comer maçã descascada e, melhor ainda, cozida está liberado. Outros acham que não há nenhum problema em ingeri-la com casca e tudo numa situação dessas.

Até porque a casca seria uma fonte de fibra, que libera o tráfego intestinal. Em relação à banana, não existe nenhuma restrição. Ela não piora o quadro, mas também não ajuda, ou seja, não está entre os alimentos famosos por dar um chega-pra-lá no desconforto. A banana-maçã, no caso, é a menos indicada devido à sua composição.2.

Pode tomar laxante, natural ou não? Não pode, a não ser em situações emergenciais, quando o indivíduo está há mais de cinco dias sem ir ao banheiro. Existem alguns tipos de laxantes. Os chamados osmóticos hidratam as fezes ressecadas, típicas de um quadro de prisão de ventre.

  1. Já os laxantes denominados catárticos provocam uma espécie de irritação nas mucosas do intestino, o que deflagra as contrações musculares responsáveis por expulsar o bolo fecal empacado no meio do caminho.
  2. Quando usada de maneira contínua, os laxantes catárticos podem lesionar o intestino, prejudicando a absorção de nutrientes.

Por fim, existem remédios com a mesma função que são rotulados de naturais porque se valem de extratos de fibras. Eles aumentam o volume do bolo fecal, mas o uso crônico também acarreta males para o intestino. Afinal, apesar de naturais, eles irritam a parede do órgão.3.

O que comer para soltar o intestino de imediato?

4. Frutas – de preferência, com casca e/ou bagaço – Assim como as frutas dos legumes são ricas em fibras, as cascas das frutas também possuem essa característica. Além delas, o bagaço de frutas como a mexerica (também chamada de tangerina, mimosa ou bergamota) é outra poderosa fonte de fibras.

Qual o laxante natural mais poderoso?

Use alimentos como um laxante natural – Michael Camilleri, especialista em motilidade intestinal da Clínica Mayo, diz que certos alimentos como ameixas e kiwis podem ajudar no combate à constipação. Em um pequeno estudo publicado em 2011, por exemplo, os pesquisadores descobriram que consumir 50 gr de ameixas secas (cerca de cinco ou seis frutas) duas vezes ao dia é mais eficaz para melhorar a frequência e a consistência das fezes do que ingerir 11 gr de psyllium duas vezes ao dia.

  1. Beber suco de ameixa também tem se mostrado benéfico.
  2. Um ensaio clínico de 2021 aponta que comer dois kiwis por dia é tão poderoso quanto as ameixas no aumento da frequência das fezes e na redução do esforço –e tem o benefício adicional de ajudar contra o inchaço.
  3. O açúcar, a fibra e outros nutrientes dos kiwis podem produzir um efeito laxante, aumentando o teor de água e o volume das fezes, diz Camilleri.

«Isso torna a consistência dos movimentos intestinais mais suave e facilita a expulsão.»

Qual fruta amolece as fezes?

As frutas, como mamão, laranja e ameixa, são ótimas opções que ajudam a soltar o intestino, combatendo a prisão de ventre. Essas frutas contêm fibras que estimulam os movimentos naturais do intestino e favorecem a formação das fezes. Além disso, essas frutas também são ricas em água, um elemento fundamental para ajudar na formação do bolo fecal e combater a prisão de ventre.

  • A ingestão recomenda de fibras para ajudar a soltar o intestino é de 25g a 38g por dia para adultos.
  • Por isso, uma forma de aumentar a ingestão de fibras na dieta é consumir as frutas laxantes diariamente no café da manhã, nos lanches, no almoço e jantar, seja na forma natural e com casca, ou adicionadas em iogurtes, assados e saladas.

Confira uma lista com as principais frutas laxantes que ajudam a soltar o intestino:

Qual laxante faz efeito na hora?

Dulcolax é um laxante de ação rápida que proporciona.

O que fazer quando as fezes estão duras e não saem remédio caseiro?

Para aliviar e prevenir a prisão de ventre – Beba água com fartura A ingestão de água pode não aliviar os sintomas imediatamente, mas é meio caminho andado para prevenir a prisão de ventre, pois amolece as fezes e facilita a evacuação. Beba todos os dias 6-8 copos ou 1,5-2L por dia.

  1. Não se esqueça que os refrigerantes e as bebidas com álcool e cafeína podem contribuir para a desidratação e agravar o problema.
  2. Coma mais fibras Especialmente as provenientes de fruta fresca (não só ameixas) e vegetais.
  3. Substitua ainda o pão branco por pão ou cereais integrais.
  4. As fibras têm a capacidade de amolecer as fezes, retendo a água, e de acelerar a sua viagem pelo intestino.

Aponte para um consumo de cerca de 30 gramas diariamente. Vá aumentando a dose aos poucos para não se ver a braços com outro problema: a flatulência (os famigerados gases). Mexa-se mais A razão é simples: ao fazer exercício físico, mesmo que seja só caminhar 45 a 60 minutos por dia, estará a obrigar os músculos dos intestinos a trabalhar.

Quando se diz que os intestinos estão preguiçosos, é bem verdade. Não é por acaso que as pessoas sedentárias e os idosos sofrem mais de obstipação. Cuidado com os laticínios Para algumas pessoas, o leite e os seus derivados não são amigos do intestino. Experimente reduzir o consumo dos alimentos deste grupo e observe se os seus hábitos intestinais melhoram.

Atenção aos medicamentos Verifique se a culpa da sua obstipação não é dos medicamentos que está a tomar. A lista de fármacos que «prendem» o intestino é longa e inclui alguns analgésicos (opiáceos), ansiolíticos, antidepressivos, suplementos de ferro ou de cálcio e diuréticos.

  1. Use laxantes (orais ou em supositório) com conta, peso e medida O abuso, tanto nas doses como na frequência, deste tipo de medicamentos pode causar dependência e agravar ainda mais os sintomas.
  2. Sendo uma das suas formas de atuação reter água no intestino, se houver necessidade de os tomar deve beber pelo menos um copo de água antes e outro cerca de 30 minutos depois.

Isto permite um efeito maior com uma dose mais pequena. Se sentir vontade, vá à casa de banho Não «aperte», esperando que a vontade passe, nem tente despachar-se a correr. Neste caso, a pressa é mesmo má conselheira. Cumpra um horário Procure estabelecer um período de dez minutos, de preferência sempre à mesma hora, para evacuar.

  1. Treinar o intestino pode ser a chave para que ele funcione como um relógio suíço.
  2. Redobre os cuidados nas férias Saiba que a prisão de ventre gosta de «apanhar boleia» de quem vai de férias.
  3. Se quer que tudo flua da melhora maneira, abasteça-se de líquidos e alimentos bons para o intestino e evite a comida processada das áreas de serviço e dos aeroportos.
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Consulte o seu médico assistente Se a prisão de ventre é recente e contraria os seus hábitos intestinais, consulte um médico. Este pode ser um sintoma de uma série de doenças (designadamente neurológicas, metabólicas e digestivas) que podem e devem ser tratadas.

Pode tirar as fezes com o dedo?

É normal fazer cocô duro e difícil de por pra fora, ou na forma de «bolinhas ou como amendoins – FALSO – As fezes devem sair na forma inteira (como uma salsicha), macias e fáceis de serem colocadas para fora. Algumas pessoas necessitam de manobras manuais (tirar as fezes com o dedo, inserindo no canal anal, ou com duchas de água) para retirada das fezes endurecidas.

Outras ainda podem ficar tão gravemente constipadas que necessita ser hospitalizadas para lavagem intestinal. Algumas pessoas – crianças ou adultos – podem formar o que denominamos de FECALOMA (também chamado de fecalito, é um endurecimento das fezes em pedras de tamanho variado no interior do intestino u reto que podem aparecer quando há obstrução do trânsito intestinal) e podem apresentar sintoma de incontinência fecal devido a saída exclusivamente da parte mais liquida do alimento ingerido, que passa ao redor da massa fecal endurecida e aprisionada no final do intestino (reto).

Existe uma TABELA que representa as formas fecais e que pode ser encontrada na internet. Nela estão configurados 7 tipos de formas fecias. Os tipos de 1 a 3 mostram níveis decrescentes de constipação. O tipo mais saudável, é o tipo 4. A partir do tipo 5, se as fezes mais amolecidas forem uma constante, é necessário uma avaliação médica com um Clinico Geral, ou Gastroenterologista ou Proctologista, pois fezes amolecidas crônicas podem propiciar situações de incontinência fecal. O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E Machucam

Como fazer a remoção manual das fezes?

Remoção manual – Se um laxante ou um supositório não desbloquearem as fezes do cólon, o médico poderá remover manualmente as fezes. Para o fazer, introduz o dedo com luvas no reto da pessoa afetada e remove o bloqueio.

O que acontece quando fazer muita força para evacuar?

Uma alimentação equilibrada, com uma ingestão de fibras em torno de 28 gramas por dia (recomendação para mulheres adultas mais recente do Departamento de Agricultura dos EUA, publicada no Medical Daily News em 2018), além de nutrientes como carboidratos, gorduras e vitaminas, faz com que a maioria das pessoas evacue de uma a duas vezes por dia – exceção para quem tenha alguma doença ou condição de saúde que altere o trânsito intestinal.

Só que, por hábito, situação adversa (viagem de carro muito longa, por exemplo), vergonha (primeiro feriado fora com mozão ou mozona, não querer usar banheiro do trabalho, do ônibus ou do avião para o número 2) ou seguindo «dica» para que se faça cocô um dia sim um dia não, muita gente força o organismo e não evacua quando sente vontade.

Nem nas horas seguintes. Às vezes, nem no dia seguinte! E isso pode ser um problemão para a saúde! Controle treinável e prejudicial Antes de qualquer coisa, é legal entender que existem dois processos principais entre comermos algum alimento e as sobras dele serem evacuadas.

  1. O primeiro é o reflexo gastrocólico, que nada mais é do que a movimentação do trato gastrointestinal quando uma comida entra no estômago.
  2. Ele é involuntário, ou seja, não temos nenhum controle sobre ele.
  3. O segundo é o que tem a ver com fazermos cocô: é o reflexo da evacuação.
  4. Quando o reto e o intestino ficam cheios de fezes, esse reflexo nos lembra que «opa, está na hora de ir ao banheiro».

Esta é a parte voluntária, o que quer dizer que conseguimos controlar. Eis onde podem nascer os problemas. «Quanto mais se segura a evacuação de forma rotineira, maior a capacidade de segurar. O controle pode ser treinado e ficar bastante prolongado, deixando as fezes ‘estocadas’ no organismo.

É bom ter algum controle, claro, porque nem sempre dá para ir ao banheiro correndo, mas não de forma exagerada», afirma a coloproctologista Maristela Gomes de Almeida, do Hospital Edmundo Vasconcelos e chefe do Ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo.

Vanessa Prado, proctologista, cirurgiã e médica do Centro de Especialidades do Aparelho Digestivo do Hospital Nove de Julho, explica: «Fezes paradas no intestino e no reto podem causar inflamações, infecções, hemorroidas, fissuras no ânus e muita dor na hora de evacuar.

  1. É necessário ter em mente que o alimento é comido, processado e o resto precisa sair.» A seguir, conheça mais detalhes dos males causados pelo cocô estocado no organismo.
  2. Translocação de bactérias Você sabe que o cocô não é uma coisa limpinha, muito pelo contrário – por isso sempre devemos higienizar bem as mãos depois de encerramos as atividades de número 2.

No bolo fecal há restos da comida, líquidos e bactérias, estas últimas sempre em transição em nosso organismo e não necessariamente causando males à saúde. Só que, se elas ficarem paradas por muito tempo nas fezes acumuladas no intestino e no reto, podem entrar na corrente sanguínea e causar infecções, inclusive uma infecção generalizada em casos mais extremos.

Retocolite ulcerativa OU colite O acúmulo de fezes pode ativar inflamações e ulcerações na mucosa do intestino grosso e do reto. Além de causar diarreias, hemorragias e cólica, esta é uma doença crônica – o que significa que demandará tratamento para o resto da vida. – Fecaloma Este é o nome técnico para o popular cocô empedrado, ou seja, fezes endurecidas no ponto de pedra.

Ocorre que o intestino começa a tirar líquido das fezes para tentar se hidratar enquanto a evacuação está sendo presa pela pessoa, deixando-as cada vez mais secas. Quanto mais tempo demora para elas saírem, maior o risco de formação de fecaloma. Remédios para intestino preso e supositório não resolvem o problema, e as fezes acabam precisando ser tiradas em procedimento clínico ou mesmo cirúrgico com um médico.

Hemorroidas Antes de chegar ao ponto de fecaloma, as fezes podem ficar duras a ponto de você conseguir evacuá-las, porém com muito esforço. Essa força descomunal pode causar inchaço inflamação nas veias do reto e do ânus – são as hemorroidas. Elas causam dor, desconforto e sangramento, além de coceira.

Em muitos dos casos, elas «voltam» ao estado normal, mas em muitos é necessário partir para uma cirurgia de remoção das veias danificadas. – Fissura no ânus A passagem de fezes duras e grandes pode causar fissuras (feridas) na mucosa do ânus, resultando em dor e sangramento nesta e nas próximas evacuações.

Deve ser tratada com cremes sob prescrição médica, para não haver o risco de infecção, e normalmente é curada em pouco mais de um mês. Mas por quanto tempo é seguro «segurar» o cocô? A não ser que haja uma reviravolta no seu intestino e você sinta que ou corre para o banheiro ou acontecerá um acidente de escape fecal, você pode segurar o cocô durante um filme longo, uma palestra e até por algumas horas em um voo ou em uma viagem na estrada.

Não mais que isso. «Passar até um dia sem evacuar, de vez em quando e não como hábito, não tem problema», diz Vanessa. «Segurar mais que esse período ou mesmo com essa frequência, só que de forma repetida, pode fazer com que no segundo dia já seja necessário o uso de um supositório para amolecer a ponta ressecada das fezes e elas saírem sem prejuízo para o corpo.