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EleiEs 2022 Quem Esta Na Frente?

Quem está sendo o presidente mais votado?

Lista dos candidatos mais votados em eleições presidenciais brasileiras

Posição Candidato Votos
1 Luiz Inácio Lula da Silva 60 345 999
2 Luiz Inácio Lula da Silva 58 295 042
3 Jair Messias Bolsonaro 58 206 354
4 Jair Messias Bolsonaro 57 797 847

Pode haver um terceiro turno?

Nas eleições 2022 para presidente, governador e prefeitos de cidades com mais de 200 mil eleitores, a Constituição Federal prevê a possibilidade de segundo turno para determinar um vencedor na disputa ao Executivo. Não existe previsão de terceiro turno, segundo a lei. LEIA MAIS: Não votei no primeiro turno.

Quais os Estados que o Lula está ganhando?

Lula venceu em Minas Gerais. Já no Norte, o presidente saiu vitorioso nos Estados do Acre, Roraima, Rondônia e Amapá. No Amazonas e no Pará venceu o petista.

Onde Lula ganhou as eleições?

Lula venceu o pleito, com 50,90% dos votos. O petista ganhou em todos os estados do Nordeste, além de Minas Gerais, no Sudeste, Amazonas, Pará e Tocantins, no Norte.

Quando Lula sai da Presidência?

A posse de Lula será em 1º de janeiro de 2023, a última a ser realizada nessa data. Com a alteração, quem assumir a Presidência em 1º de janeiro de 2023 passara a faixa presidencial em 5 de janeiro de 2027.

Desde quando Lula foi eleito?

Lula é eleito presidente da República pela terceira vez Da Redação | 30/10/2022, 20h16 – ATUALIZADO EM 30/10/2022, 22h00 Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito neste domingo (30) presidente do Brasil com 60.341.333 votos — o equivalente a 50,90% dos válidos.

  1. No dia 1º de janeiro de 2023, ele assume o terceiro mandato não consecutivo à frente do Palácio do Planalto e se torna o político mais vezes levado ao comando do Poder Executivo pelo voto direto na história da República.
  2. O atual presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, obteve 58.203.620 votos — 49,10 % dos válidos.

No primeiro turno, ocorrido em 2 de outubro, Lula havia obtido 48,4% dos votos, contra 43,2% de Bolsonaro. Lula nasceu em Garanhuns (PE) em 27 de outubro de 1945. Aos sete anos, migrou com a família para Santos (SP). Trabalhou em indústrias de metalurgia e foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema.

Liderou greves na região do ABC Paulista durante a ditadura militar e, em 1980, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT). Lula foi deputado federal por São Paulo (1987-1991) e disputou a Presidência da República por três vezes (1989, 1994 e 1998) até ser eleito (2002) e reeleito (2006).

É considerado o presidente com maior aprovação popular da história do país. Os mandatos do petista foram marcados por crescimento econômico e ascensão social de boa parte da população. Lula também teve de lidar com acusações de irregularidades e corrupção nas duas primeiras gestões como presidente.

Em abril de 2018, foi condenado por corrupção, preso e impedido de concorrer à Presidência da República com base na Lei da Ficha Limpa. Passou 580 dias em uma cela da Polícia Federal no Paraná. Em abril de 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula, que recuperou os direitos políticos.

Lula foi casado com Maria de Lourdes da Silva e com Marisa Letícia Lula da Silva, tendo ficado viúvo dos dois casamentos. Pai de cinco filhos, atualmente é casado com a socióloga Rosângela da Silva, a Janja.

Qual a diferença para se ter 2 turno?

Paulo Henrique de Mattos Studart 1 A realização de eleições diretas e frequentes é, sem dúvida, uma das mais importantes conquistas democráticas da atualidade. Em decorrência dessa conquista, os eleitores são chamados periodicamente para exercerem, pelo voto, a escolha de seus representantes, alternando-se eleições gerais e eleições municipais.

  • Nas eleições gerais, são escolhidos presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores dos estados e do Distrito Federal, senadores, deputados federais e deputados estaduais.
  • Já nas eleições municipais, são eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.
  • A alternância entre eleições gerais e municipais faz com que, na prática, tenhamos eleições a cada dois anos.

É comum que, a cada eleição, o eleitor seja chamado a votar não apenas em um único escrutínio, comparecendo às urnas para um segundo escrutínio, conhecido como segundo turno. Desde a redemocratização, houve segundo turno, por exemplo, nas eleições para presidente e vice-presidente da República de 1989, 2002, 2006 e 2010.

Já nas eleições de 1994 e 1998, o presidente e o vice-presidente da República foram eleitos no primeiro turno. Nas últimas eleições municipais, realizadas em 2012, houve segundo turno em 50 dos 5.568 municípios nos quais houve pleito eleitoral.2 Diante desse cenário, as hipóteses de realização de segundo turno em uma eleição nem sempre são muito claras para o eleitor.

Daí a questão: quando, afinal, há segundo turno em uma eleição? No Brasil, a resposta para essa indagação pode ser facilmente encontrada nos arts.28, 29, inciso II, e 77, todos da Constituição de 1988. De acordo com esses dispositivos, o segundo turno poderá ocorrer apenas nas eleições para presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores dos estados e do Distrito Federal e para prefeitos e vice-prefeitos de municípios com mais de 200 mil eleitores.

  • Logo, são eleitos em uma única votação os senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores, assim como prefeitos e vice-prefeitos de municípios com menos de 200 mil eleitores.
  • Nos casos expressamente enumerados na Constituição, o que define a possibilidade de realização de segundo turno é a adoção do critério da maioria absoluta de votos, característico do chamado sistema eleitoral majoritário de dois turnos.

Pelo critério da maioria absoluta, para ser eleito, não basta ao candidato simplesmente obter mais votos do que seus concorrentes. Ele precisa ir além, devendo obter mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os votos nulos) para ser eleito, em primeiro ou em segundo turno.

  1. Por esse sistema, uma vez obtida maioria absoluta dos votos válidos já em primeiro turno, o candidato é considerado eleito desde logo, não se realizando segundo turno.
  2. Não tendo sido atingida a votação suficiente por nenhum dos candidatos, haverá a necessidade de segundo turno, oportunidade na qual concorrerão apenas os dois candidatos mais votados no primeiro turno da eleição, considerando-se eleito aquele que conseguir a maioria dos votos válidos em segundo escrutínio.

A Constituição de 1988 prevê ainda uma regra para os casos de morte, desistência ou impedimento legal de candidato antes de realizado o segundo turno. Nesses casos, é convocado, entre os remanescentes, aquele de maior votação no primeiro turno, garantindo, assim, que o critério da maioria absoluta seja sempre observado para aqueles cargos em relação aos quais foi adotado o sistema eleitoral majoritário de dois turnos.

  • Observando-se esses parâmetros, é fácil saber quando é o caso de segundo turno.
  • Basta o eleitor atentar para o cargo em disputa e para o desempenho obtido pelos candidatos nas urnas, valendo lembrar que tais informações são disponibilizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral na Internet por ocasião das eleições.1 Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, advogado, membro da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Minas Gerais.2 TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL.

Cinquenta cidades terão segundo turno no próximo dia 28 de outubro. Brasília, DF, 8 out.2012. Disponível em:, Acesso em: 24 set.2013.

Quem trabalha no 3 turno?

3º turno. O 3⁰ e último turno é o da noite/madrugada. Ele se inicia entre 21h e 00h e se encerra entre 7h e 9h da manhã. Áreas ligadas à saúde e à segurança são as que mais proporcionam oportunidades ligadas ao 3⁰ turno.

Vai ter o terceiro turno aqui no Brasil?

EleiEs 2022 Quem Esta Na Frente Lula e Bolsonaro disputam 2 turno para a presidncia neste domingo (foto: foto: Lula/Facebook, Sergio Lima/Poder 360) O segundo turno das eleies acontece neste domingo (30/10) em todo o Brasil. Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Incio Lula da Silva (PT) disputam o pleito para a presidncia da Repblica.

  1. Doze estados tero a disputa para governador.
  2. O segundo turno realizado quando nenhum candidato consegue mais de 50% dos votos vlidos (total de votos quando so excludos os nulos e brancos) e disputado entre os dois mais votados do primeiro.
  3. No h terceiro turno na legislao eleitoral brasileira.
  4. Leia: Posso votar no segundo turno se no votei no primeiro? O resultado final deste domingo define a eleio para a presidncia da Repblica e para os 12 estados que no tiveram governador eleito no primeiro turno.
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Os candidatos vencedores sero empossados em 1º de janeiro de 2023.

Quanto é preciso para ganhar no primeiro turno?

‘50%+1’: Quantos votos um candidato precisa para ganhar no 1º turno das eleições? Entenda Desde as primeiras horas da votação neste domingo, internautas têm buscado saber qual a regra para que um candidato seja eleito ainda no primeiro turno das eleições gerais.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para conquistar o pleito sem precisar prorrogar a campanha é preciso receber no mínimo 50% dos votos válidos, que são aqueles que excluem os brancos e nulos, e mais um único voto. Nas redes sociais, muitos usuários disseram acreditar que é preciso alcançar 51% nas urnas — mas isso não é verdade.

Existem dois sistemas de votação nas eleições brasileiras: o proporcional, que é válido para deputados federais, estaduais e vereadores; e o majoritário, quando a disputa é entre candidatos a presidente, governador, senador e prefeito. No caso do sistema majoritário, a eleição em dois turnos só ocorre para os cargos do Executivo, ou seja, para presidentes, governadores e prefeitos.

Para ser eleito em qualquer uma dessas funções, o candidato precisa alcançar a maioria absoluta dos votos. Isso significa que é necessário ter mais da metade dos votos válidos, com ao menos 50% + 1. Uma publicação feita pelo professor de direito e relações internacionais Fabrício Pontin explicou a questão.

Com mais de 61 mil curtidas no Twitter, os comentários indicam que a informação ainda é desconhecida para muitas pessoas. Um outro internauta ajudou a esclarecer o assunto:

Qual é a próxima eleição para presidente?

Em sessão administrativa realizada nesta quinta-feira (16), o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o Calendário Eleitoral das Eleições 2022. No dia 2 de outubro do próximo ano, os brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

  1. Eventual segundo turno para presidente e governador poderá ocorrer no dia 30 de outubro.
  2. As datas correspondem ao primeiro e último domingo do mês, conforme prevê a Constituição Federal.
  3. Os eleitos serão diplomados até o dia 19 de dezembro de 2022.
  4. O relator, ministro Edson Fachin, afirmou que o objetivo da resolução é a transparência de todas as fases do processo eleitoral e lembrou que o calendário já começa este ano, uma vez que nesta sexta-feira (17) vence o prazo estipulado para que os tribunais eleitorais anunciem os juízes auxiliares responsáveis pelas representações, reclamações e pedidos de direito de resposta ( Lei 9.504/1997, art.96, § 3º) durante a campanha.

A partir de 1º de janeiro, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto em casos como calamidade pública, estado de emergência e execução orçamentária do exercício anterior. O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, agradeceu ao ministro Edson Fachin e aos servidores do gabinete responsáveis pelo «primoroso e exaustivo trabalho que desenvolveu ao longo dos meses para que pudéssemos completar este ano, véspera de ano eleitoral, com todas as resoluções devidamente elaboradas e aprovadas para que possamos ter um quadro jurídico totalmente estável e seguro para a eleições democráticas de 2022».

Quem foi melhor no debate da Band Bolsonaro ou Lula?

Um debate marcado pela falta do diálogo. Para os colunistas do UOL, essa foi a tônica do último encontro entre os candidatos ao Planalto antes do segundo turno, realizado pela TV Globo na noite de sexta (28).

Apuração dos votos do 2º turno das Eleições 2022: siga resultados no UOL

Por pouco mais de duas horas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) promoveram um debate com poucas propostas, com muitas referências ao passado e calcado em ataques. Com a tensão presente na interação entre os candidatos, que qualificavam o adversário com termos que iam de mentiroso a descompensado, nem o mediador do debate, o jornalista William Bonner, conseguiu manter a paciência,

Carla Araújo :

Acho que o resultado do debate foi de empate, com gosto de vitória ao ex-presidente Lula, que jogava para não perder votos. Bolsonaro e Lula pouco se preocuparam com os eleitores indecisos e podem ter apenas agradado suas ‘bolhas’. Com a maior parte do tempo dedicada a ataques mútuos, faltou debater propostas.

Carolina Brígido :

Foi um debate de surdos, com críticas mútuas e sem qualquer chance de diálogo. Um candidato perguntava e outro respondia sobre outro assunto. Bolsonaro explorou novamente os processos aos quais Lula respondeu na Justiça. Lula obteve vitória quando Bonner interveio explicando que o STF anulou condenações do petista.

Fora isso, foi um debate tenso do início ao fim, Os candidatos se mostraram raivosos, faltou simpatia. No fim, a impressão que dá é que o eleitor achou que seu próprio candidato ganhou o debate. Não parece provável que os candidatos tenham conseguido capitalizar mais votos para si. Ou seja, empatou. Nessa perspectiva, Lula pode ter sido vitorioso.

Como está na frente das pesquisas de intenção de votos, só de não perder a discussão, já saiu no lucro.

Thaís Oyama :

Na prática, Lula venceu. Se não teve uma grande performance, tampouco cometeu um grande erro e, portanto, entrou favorito no debate e favorito saiu. Mas nem ele nem Bolsonaro conseguiram falar para os indecisos, público que era a razão de ser de um debate realizado a dois dias de uma eleição que promete ser uma das mais apertadas da história.

Josias de Souza :

Grande perdedor do debate entre Lula e Bolsonaro foi o eleitorado indeciso Lula e Bolsonaro precisavam conquistar os votos dos brasileiros que ainda estão indecisos. Coisa de 7% do eleitorado, segundo o Datafolha. Os que desperdiçaram um naco da noite de sexta-feira para assistir ao debate promovido pela TV Globo encontraram mais razões para anular o voto do que para optar por um dos contendores.

Em certos momentos, pareciam dois aspirantes ao cargo de vereador trocando insultos em cima do caixote. A palavra mais mencionada foi «mentiroso». À frente no placar do primeiro turno e nas pesquisas, Lula precisava de um empate. Acabou prevalecendo, Menos pela exuberância do desempenho do que pela capacidade de resistir a um rival que fez opção preferencial pela canelada.

A afirmação mais relevante de Bolsonaro foi feita fora do debate. » Não há a menor dúvida: quem tiver mais votos leva «, declarou, sobre a disposição de aceitar o veredicto das urnas. Como o debate não virou a conjuntura do avesso, terá a oportunidade de mostrar que fala sério em menos de 48 horas.

Reinaldo Polito :

O debate foi uma troca mútua de ataques e xingamentos. Tanto um quanto outro se referiu ao adversário como mentiroso. Esse tipo de acusação, de maneira geral, não favorece o agressor, a não ser que seja acompanhado de provas. Nesse aspecto, Bolsonaro tentou se apoiar em fatos.

Houve situações inusitadas, como, por exemplo, o pedido de resposta de Bonner por ter sido citado. Por várias vezes, o presidente questionou o adversário sobre as mentiras em suas propagandas, nas quais dizia que o chefe do Executivo acabaria com muitos direitos do trabalhador. Lula tentou fugir, até que precisou dar alguma explicação.

E não foi feliz, Disse que não era ele quem fazia as peças publicitárias e que nem sabia o que era produzido. Por sua vez, Bolsonaro não respondeu de forma consistente o questionamento sobre o investimento em saúde. Também nesse caso, Lula teve de insistir muito para arrancar alguma resposta.

  • Lula nunca foi muito bem nos debates.
  • Hoje, conseguiu, pelo menos, sobreviver.
  • Consentiu, entretanto, que Bolsonaro falasse sem objeções sobre seus feitos.
  • Da mesma forma, permitiu que o presidente deixasse claro que houve corrupção e desemprego no governo petista.
  • Pode parecer pouco, mas nem toda a população mais jovem, por exemplo, vivenciou esses fatos.
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Se fosse para dar nota para cada um, daria 7,5 para Bolsonaro e 5 para Lula. Essa diferença poderá ter alguma influência no voto de alguns eleitores, já que milhões estavam diante da TV

Chico Alves :

Praticamente todos os debates eleitorais importantes terminam com os críticos reclamando da falta de propostas. A verdade é que, há muito tempo, esse tipo de confronto se resume a uma disputa de pegadinhas e performances faciais entre os candidatos. O debate final entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, no entanto, t alvez tenha sido o recordista na falta de ideias para a melhoria do Brasil,

  • Entre as sucessivas acusações que um fez ao outro de mentir, o que se viu foi os presidenciáveis falarem mais de passado que de futuro —o que não ajuda muito o eleitor a se decidir.
  • Na postura agressiva de Bolsonaro e nas repostas duras de Lula, poderíamos afirmar que houve empate.
  • Mas as tentativas do petista de algumas vezes puxar a conversa para um nível mais alto e o pedido de desculpas que fez ao telespectador pelas baixarias talvez rendam a ele uma menção honrosa.

Ou seja: se depender do debate, os indecisos terão poucos motivos para mudar de posição.

Juliana Dal Piva :

O debate na Globo entre Lula e Bolsonaro deixou evidente o ânimo de Bolsonaro frente aos últimos dias da campanha. O atual presidente da República estava visivelmente nervoso a ponto de tremer ao falar. Ao final, ele chegou a pedir um mandato de deputado federal em um terrível ato falho.

  1. Bolsonaro repetiu todo o seu repertório e encontrou um Lula mais preparado e na sua melhor performance em todos os debates.
  2. Lula imprimiu uma tônica de estadista.
  3. Martelou o fato de o Brasil ter se isolado do mundo.
  4. Citou os escândalos familiares de corrupção da família Bolsonaro e, no geral, enfrentou melhor os ataques de Bolsonaro.

Acredito que o débito ainda ficou circunscrito aos eleitores dos dois. No entanto, quem falou para fora da bolha foi Lula e pode ter alcançado alguns indecisos,

Mariana Kotscho :

Bolsonaro passou o debate sendo Bolsonaro. Agressivo, descompensado, disparando fake news —como se falar mentiras fosse liberdade de expressão, a ponto de o próprio William Bonner precisar de um direito de resposta. Aliás, mentira foi uma das palavras mais usadas no debate.

Enquanto um chamava o outro de mentiroso, perdia-se um tempo precioso para tratar de temas realmente relevantes, Desde o início, Lula esteve mais equilibrado e mais bem preparado. Mas insistiram em acusações mútuas, em temas do passado e nos mesmos assuntos de outros debates. Quem estava esperando um debate de propostas continuou sem respostas.

Lula se saiu melhor porque, em alguns momentos, conseguiu falar de propostas e trouxe os temas principais para o debate.

André Santana :

Lula venceu o debate porque está acostumado com a dinâmica da política de confronto de ideias e argumentação. Bolsonaro desconhece essas práticas democráticas e, portanto, repete as mesmas acusações, sem compromisso em discutir ideias e projetos para o Brasil.

Em um debate com mais acusações e menos apresentação de propostas para o país, Lula ganhou por estar mais acostumado com o confronto democrático tão caro à dinâmica da política, que exige argumentação, embasamento, retórica e respeito aos fatos, tudo que Bolsonaro ignora. A trajetória do ex-presidente, inclusive no partido que ajudou a criar e que, como foi dito no debate, possui muitas tendências e disputas internas, o calejou para o debate.

No ato falho ao final, ao pedir voto para deputado federal, Bolsonaro nos faz retornar a um enorme enigma desta nossa República: como ele conseguiu frequentar o parlamento brasileiro por quase três décadas, sem o menor domínio da prática do diálogo e da argumentação, deficiência que os quatro anos à frente da Presidência não conseguiram corrigir.

Madeleine Lacsko :

Lula venceu o debate. Finalmente aprendeu que não se trata de ganhar o jogo, mas de escolher o tabuleiro. Conseguiu manter a discussão no campo da economia, o pior para Bolsonaro, na maior parte do tempo. Segundo a pesquisa Genial/ Quaest, o maior medo do eleitor caso Bolsonaro seja eleito, é a piora na economia.

Cínthia Leone :

Lula conseguiu impor o debate de temas sensíveis para Bolsonaro: covid, pobreza, viagra, armas, violência contra a mulher, barras de ouro de pastores, rachadinha, imóveis com dinheiro vivo, isolamento internacional do Brasil, ataques ao STF. Os indecisos podem ter prestado atenção.

Leonardo Sakamoto :

O debate foi ruim, mas Lula se saiu melhor. Primeiro, Bolsonaro precisava trazer uma «bala de prata» ou «nocautear» o petista. Não só nenhuma das duas coisas aconteceu, como vimos um Jair que começou perdido no palco da TV Globo e demorou para engrenar.

A orientação de seu filho, Carluxo, como ocorreu no debate anterior, fez falta. Além disso, Lula reforçou os BOs que apareceram contra o presidente nas últimas semanas, como a tentativa de assassinato de policiais federais pelo bolsonarista Roberto Jefferson e o estudo de Paulo Guedes que pode precarizar o salário mínimo e as aposentadorias.

A dois dias da eleição, Jair precisava de mais. Não conseguiu,

José Roberto de Toledo :

Lula foi menos pior do que Bolsonaro no desempenho e na presença em cena. E foi muito melhor no que realmente importa: na tática. Jogou marcando o adversário, pra não perder, Fez isso bem o tempo todo. Preservou seu eleitorado, não cometeu erros graves. Pode não ter ganho novos eleitores, mas Bolsonaro tampouco. Jogou como time que está ganhando e administrou a vantagem. Portanto, ganhou.

Tales Faria :

Lula venceu por pontos o debate, que não significou ganho de votos para nenhum dos candidatos. O petista saiu-se melhor nos primeiros blocos, quando se falou do arrocho do salário mínimo, das aposentadorias e do crescimento da fome e da pobreza. Mas não foi tão bem na discussão sobre desemprego e meio ambiente.

Brenda Fucuta :

Lula sem dúvida se saiu melhor no debate. Foi ponderado e dono de uma pauta mais construtiva. Mas, a meu ver, o maior motivo da superioridade no desempenho do petista esteve na fraqueza do oponente, já que a estratégia de colar em Lula os defeitos do próprio Bolsonaro não me pareceu nada convincente.

Com o bordão «Para de mentir, Lula», repetido ad nauseum, imagino que Bolsonaro não tenha parecido crível nem para os seus eleitores. E, apesar de sabermos do descompromisso do presidente com a verdade, vê-lo disparando tanta desinformação —na cara dura, sem ficar vermelho— me deu a sensação de que aquilo não era um debate presidencial, mas uma discussão de colégio.

Passei da indignação para a anestesia, Por outro lado, essa não foi a performance de Lula que eu imaginava. Na minha avaliação, ele continua pecando por falta de humildade, dando muito crédito a ele próprio e ao partido, o PT, e explorando pouco o fato de estar liderando uma frente, nacional e internacionais, de apoio à ideia de um país democrático e pacificado.

Walter Maierovitch :

Quem perdeu foi o cidadão. Numa democracia, como definiu o presidente norte-americano Lincoln, o «governo é do povo, pelo povo e para o povo». Nem Lula e nem Bolsonaro mostraram e defenderam propostas de governo. Deu empate, Bolsonaro fazendo o tipo do cínico e a repetir o surrado discurso da corrupção nos governos Lula.

Kennedy Alencar :

Lula conseguiu ditar o que estava em discussão e insistindo nos temas de combate à fome, merenda escolar congelada em baixo valor e desempenho na pandemia. Em vários momentos, Lula pedia desculpa e dizia que Bolsonaro era um presidente que não dizia o que faria.

Alberto Bombig :

Lula foi mais consistente do início ao fim e, portanto, venceu o debate. O petista conseguiu encaixar o caso Roberto Jefferson no debate sobre a segurança pública e foi melhor na questão sobre o salário mínimo e os programas sociais. O melhor momento de Jair Bolsonaro ocorreu justamente quando ele deixou de lado sua guerra cultural para focar em pontos de seu governo Vale destacar que o presidente chegou a ensaiar um ataque ao TSE no primeiro bloco, mas depois desistiu.

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Camilo Vannuchi :

Lula venceu o debate outra vez, principalmente em razão do terceiro bloco. Poderia jogar pelo empate, mas entrou em campo aquecido e venceu a partida com facilidade —o que, para um candidato que lidera as pesquisas, pode ser considerada uma baita vitória.

Exibiu altivez, agilidade de pensamento e autenticidade. Demonstrou conhecimento dos problemas do país e preparo para buscar soluções, falando com seriedade, enquanto o adversário optou por repetir sandices como «o Brasil está muito bem» ou «temos relações com mais países do que no seu governo». Não satisfeito, Bolsonaro insistiu em pintar o retrato de um país que, segundo ele, vai muito bem, como se a fome não vitimasse mais de 33 milhões de brasileiros e como se o governo tivesse sido ágil na compra de vacinas.

Bastou para que Lula acusasse o adversário de estar «descompensado» e de dizer insanidades. O presidente da República, por sua vez, falou o tempo todo para seus apoiadores, sua bolha, perguntando sobre aborto, Marcola, regulação da mídia e ideologia de gênero.

  1. Mentiu quando disse, mais de uma vez, que a bancada do PT votou contra o Auxílio Brasil, o que já foi desmentido por diversas agências de checagem e motivou a decisão do TSE de proibir a campanha do PL a exibir essa desinformação.
  2. Voltou a mentir ao acusar Lula de ser amigo de Roberto Jefferson, notório apoiador de Bolsonaro, e também ao afirmar que os desmatamentos da Amazônia estão caindo em sua gestão.

Mentiu tanto que até o Bonner precisou reivindicar um direito de resposta, ainda no primeiro bloco. Para mim, a sensação que ficou foi que Bolsonaro, redundante, não foi capaz de inspirar credibilidade ou ampliar sua base de apoio, Não deve ganhar nem meia dúzia de votos com esta performance —o que, para quem está atrás nas pesquisas, é mau sinal.

Reinaldo Azevedo :

Não vou entrar aqui em minudências de dados porque debate não é chamada oral para saber quem acerta números no detalhe. Esse tipo de encontro tem natureza política. Logo, é preciso saber quem conseguiu pautar o outro. Lula sempre foi um bom debatedor e um excelente entrevistado.

Nesse segundo caso, esteve à altura de sua história nessa campanha em todas as oportunidades. O debatedor, no entanto, estava devendo. Nesta sexta, o petista teve uma performance de gala, à altura de sua grandeza política. Saiu-se melhor em todos os blocos. «Explique, Reinaldo Azevedo «. Explico. Bolsonaro não conseguiu fugir da questão do salário-mínimo.

Fez a promessa dos R$ 1.400, mas é irrespondível que não houve reajuste real no seu governo. O presidente quebrou a cara no caso da covid-19. Ao insistir em petrolão e mensalão, levou na testa os 51 imóveis pagos, em parte, com dinheiro vivo. Enrolou-se até na questão do Viagra e tentou ser engraçado, indagando se Lula toma o remédio.

Depois de passar quatro anos se comportando como fiscal do «c.» alheio, vê-se que se dispõe a ser também fiscal da «r.» alheia. Recomendo um analista. Ficou tão desorientado que, no minuto e meio final, pediu um outro mandato de «deputado federal». Não mereceria nem isso. Se vencer debate fosse sinônimo de eleição, a vantagem de Lula seria de uns 70% a 30%, a exemplo, note-se, do embate de Fernando Haddad (brilhante!) contra Tarcísio de Freitas na noite anterior.

Há uma explicação adicional nos dois casos. Tarcísio tentou ser um bolsonarista vegetariano, não sanguinolento. Até o Jair buscou ser mais manso. Ocorre que só existe bolsonarismo carnívoro, mas à moda das hienas, que roubam a caça alheia. Ambos conseguiram ser, no máximo, herbívoros

Qual foi a votação de Lula na Bahia?

O candidato a presidência da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), obteve 72,12% dos votos válidos na Bahia durante o segundo turno das eleições no Brasil. O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 22h17, com 100% das urnas apuradas.

Onde o Lula foi mais votado no Brasil?

Confira os municípios onde Lula teve mais votos –

Guaribas (PI) – 93,86% dos votos válidosCampinas do Piauí (PI) – 93,11% dos votos válidosBonfim do Piauí (PI) – 92,58% dos votos válidosFartura do Piauí (PI) – 92,52% dos votos válidosCapitão Gervásio Oliveira (PI) – 92,44% dos votos válidosSão Braz do Piauí (PI) – 92,35% dos votos válidosTerra Nova (PE) – 92,32% dos votos válidosCarnaubeira da Penha (PE) – 92,30% dos votos válidosIsaías Coelho (PI) – 92,09% dos votos válidosCurral Novo do Piauí (PI) – 92,07% dos votos válidos

Os resultados por Estado acompanharam os números do primeiro turno. O Piauí foi, mais uma vez, onde o petista obteve melhor desempenho: 76,86%, ante 74,08% dos votos válidos no primeiro turno. Das dez cidades que mais votaram em Lula, oito ficam no Piauí. Apoiador de Lula durante ato na Av. Paulista, em São Paulo, antes do segundo turno das eleições Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADAO Continua após a publicidade

Qual foi o candidato mais votado no Brasil?

Nikolas Ferreira é o deputado mais votado do País com 1,47 milhão de votos – Notícias – Portal da Câmara dos Deputados.

Qual o presidente mais requisitado do mundo?

A participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião do G7, o grupo das sete economias mais industrializadas do planeta, em maio, no Japão, coloca o líder brasileiro como o chefe de Estado mais requisitado neste momento no mundo. – Não há, segundo fontes do Palácio do Planalto, nenhum outro governante com uma agenda internacional tão intensa, resultado do distanciamento do Brasil do cenário internacional durante a administração anterior, de Jair Bolsonaro.

O lema entoado nos bastidores do governo é: «O Brasil voltou». Antes mesmo de tomar posse, em novembro de 2022, Luiz esteve no Egito, onde participou da COP27. De lá, foi para Portugal para encontros com o presidente do país europeu, Marcelo Rebelo de Souza, e com o primeiro-ministro, António Costa. Já empossado, viajou para os Estados Unidos, para a Argentina e para o Uruguai.

Embarcará em 11 de abril para a China, com passagem pelos Emirados Árabes. Ainda neste mês, visitará Portugal, para uma reunião de cúpula, e a Espanha. Está com convite para ir à Rússia. Desde que chegou ao Planalto, recebeu vários chefes de Estado no Brasil, entre eles, o chanceler alemão, Olaf Scholz, e falou com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski.

Quem foi mais votado para presidente em São Paulo?

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, eleito presidente do Brasil neste domingo, dia 30, foi o mais votado na cidade de São Paulo, a maior metrópole do país. O petista, porém, perdeu para Jair Bolsonaro (PL) no estado paulista, o mais populoso. Na capital, Lula obteve 53,54% dos votos, contra 46,46% de Bolsonaro.

  • Em todo o estado, o petista alcançou 44,76%, contra 55,24% do atual presidente, que recebeu a maioria dos votos.
  • O petista ganhou em 35 zonas eleitorais na cidade de São Paulo, e Bolsonaro, em 23.
  • Lula foi o candidato mais votado no segundo turno das eleições presidenciais deste ano, a mais acirrada desde a redemocratização do Brasil, com 50,9% dos votos válidos, à frente dos 49,1% de Bolsonaro.

No primeiro turno, em 2 de outubro, Bolsonaro também havia vencido no estado de São Paulo, com 47,71% dos votos válidos, contra 40,89% de Lula. Já na capital paulista, o petista teve vantagem de 47,54% a 37,99% na primeira votação. Além de São Paulo, o novo presidente venceu agora em cidades como São Bernardo do Campo, seu berço político, Cotia, Itapecerica da Rocha e Franco da Rocha, na Grande São Paulo, e Araraquara.