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Dor No Umbigo Quando Aperta?

Quando aperto meu umbigo dói?

A dor no umbigo pode ser um sintoma de diferentes condições de saúde, como prisão de ventre, apendicite e até desconfortos estomacais causados pelo período gestacional. Esse incômodo também pode surgir sem nenhum motivo aparente. Além disso, ele é um tipo de dor que não aponta para um único órgão, podendo atingir uma grande variedade de áreas dentro do abdômen.

Quando a dor se torna intensa e recorrente, pode haver alguma complicação mais séria e merece atenção. Todavia, se os sintomas forem brandos e temporários, é bem provável que seja apenas um mal-estar momentâneo. De qualquer forma, o ideal é não se autodiagnosticar, ir ao médico para identificar a causa da dor e iniciar o tratamento adequado.

Uma das causas mais recorrentes para a dor no umbigo é a apendicite. Esse quadro costuma surgir com uma leve dor umbilical, mas que se intensifica em um curto período de tempo. Por isso, ela é uma condição de emergência médica tratada com intervenção cirúrgica.

Diverticulite (inflamação na parede interna do intestino) Úlceras Cálculo biliar (pedra na vesícula) Doença de Crohn Infecção estomacal Infecção na bexiga Síndrome do intestino irritável (SII) Problemas no pâncreas

A dor na região do umbigo também é um sintoma comum na gravidez e isso pode acontecer por diferentes fatores. Um dos motivos é que, devido ao crescimento da região abdominal, pode haver a distensão de um ligamento fibroso, ocasionando esse desconforto.

A hérnia umbilical é outra situação que pode acontecer no final da gestação. Em algumas mulheres, os músculos abdominais separados no crescimento do útero não regridem e causam a dor. Porém, as dores também podem ocorrer por causa de uma movimentação do bebê, ocasionando pontadas esporádicas no umbigo.

Se elas ocorrerem de forma eventual, não há com o que se preocupar. O diagnóstico da dor no umbigo dependerá dos demais sintomas que a pessoa estiver sentindo, do seu histórico clínico (ou seja, outras doenças que tem ou teve) e do resultado dos exames solicitados pelo médico.

Febre Pressão ou dor no peito Trauma, como acidente ou lesão Vômito com sangue ou náusea e/ou vômitos persistentes Sangue nas fezes Dor ao urinar ou micção frequente ou urgente Pele amarelada Inchaço no abdômen Dor tão forte que não é possível ficar parado ou é preciso curvar-se para encontrar algum alívio

Também é importante analisar a duração e a intensidade da dor para marcar uma consulta no médico. Em geral, os especialistas que podem diagnosticar as causas de uma dor no umbigo são os clínicos gerais e os gastroenterologistas, O tratamento da dor no umbigo vai depender da causa e da gravidade do problema.

Se a causa for uma apendicite, por exemplo, será necessária uma intervenção cirúrgica para a remoção do órgão. Já no caso de desconfortos no período gestacional, o tratamento pode ser feito por meio de exercícios e medicamentos que ajudarão a amenizar o desconforto. Já no caso de desconfortos no período gestacional, o tratamento pode ser feito por meio de exercícios e medicamentos que ajudarão a amenizar o desconforto.

Nos casos de hérnia umbilical, o uso de cintas especiais ou mesmo a correção cirúrgica podem ser necessários. Mayo Clinic Ministério da Saúde

Quais são os sintomas de uma hérnia no umbigo?

Quais são os sintomas da hérnia no umbigo? – Um dos sintomas que indicam a presença de uma hérnia umbilical é o aparecimento de uma saliência indolor e maleável próximo ao umbigo do indivíduo. Na maioria dos casos, essa protuberância só pode ser observada quando a pessoa faz algum tipo de esforço, como levantar peso ou tossir.

É normal apertar a barriga e sentir dor?

Sensibilidade no abdômen é a dor ou o desconforto que ocorre quando se pressiona uma área específica da barriga, Frequentemente, esse sintoma é um sinal de que algo não vai bem com os órgãos internos da região, podendo significar uma emergência médica. A área do abdômen é dividida em quatro quadrantes, que são:

Superior direito, que compreende o fígado e a vesícula biliar Superior esquerdo, quadrante do estômago e duodeno Inferior direito, que é o do apêndice Inferior esquerdo, quadrante do cólon sigmoide

A sensibilidade exacerbada no abdômen geralmente é um sinal de inflamação em um ou mais órgãos localizados na área em que a dor está presente. Além disso, ela também pode ocorrer por uma torção ou por uma obstrução de algum órgão. Outras causas da dor aguda abdominal possíveis são:

Apendicite Abcessos abdominais Diverticulite Doença inflamatória pélvica Hérnias Torção das trompas Cisto ovariano roto Gravidez ectópica Tumores Ascite

Saiba mais: Dor de estômago, gastrite ou úlcera? O diagnóstico de sensibilidade no abdômen dependerá da doença que está causando o problema. Alguns dos casos, como a apendicite, precisam de intervenção cirúrgica de emergência. Para o diagnóstico, o médico fara algumas perguntas sobre o histórico médico e realizará um exame físico.

Radiografia abdominal Tomografia computorizada do abdômen Exames de sangue, como hemograma completo

Saiba mais: Gastrite: causas, sintomas, tratamento e se tem cura No serviço de emergência, o médico responsável vai precisar de algumas informações, então estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar tempo. Dessa forma, você já pode chegar ao consultório com algumas informações:

Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram Histórico médico, incluindo outras condições que tenha e medicamentos, vitaminas ou suplementos que tome com regularidade Se possível, leve um acompanhante

Como grande parte das condições que podem causar a sensibilidade no abdômen são consideradas situações de emergência, é importante procurar ajuda médica quando o sintoma aparecer. Principalmente caso ele seja acompanhado de:

Apetite reduzido Dor abdominal ou abdômen distendido Náusea e vômitos Prisão de ventre Diarreia Fezes claras Icterícia Desmaio Febre Presença de sangue no vômito ou nas fezes

Saiba mais: Abdômen distendido: tratamentos e causas A sensibilidade no abdômen pode ser considerada um sintoma de alguma condição médica que está acometendo a região. Por isso, o tratamento depende única e exclusivamente do que está causando a sensibilidade,

Como é o começo de apendicite?

Apendicite | Biblioteca Virtual em Saúde MS

  • Apendicite é a inflamação do apêndice, um pequeno órgão parecido com o dedo de uma luva, localizado na primeira porção do intestino grosso.
  • Qualquer pessoa corre o risco de ter uma inflamação do apêndice, o que, sem o tratamento adequado, pode levar a graves complicações.
  • Em mulheres, a inflamação das tubas uterinas, do útero ou dos ovários também provoca dor do lado direito do abdômen, motivo pelo qual é preciso estabelecer o diagnóstico com auxílio de exames de imagem, como ultrassom e tomografia.
  • Causas:
  • Na maioria dos casos, a apendicite é provocada pela obstrução do apêndice com restos de fezes, resultando em inflamação.
  • Sintomas:
  • – dor do lado inferior direito do abdome. É uma dor pontual, contínua e localizada, fraca no início, mas que vai aumentando de intensidade; – náuseas, vômitos e perda de apetite; – dor na parte alta do estômago ou ao redor do umbigo; – flatulência, indigestão, diarreia ou constipação; – febre, que, geralmente, começa após 1 ou 2 dias; – perda de apetite;
  • – mal-estar geral, que pode ser confundido com um problema alimentar.
  • Tratamento:

Após a confirmação do diagnóstico, o tratamento é exclusivamente cirúrgico, com a remoção do apêndice. A cirurgia deve ser realizada o mais rapidamente possível para evitar complicações, como a perfuração do apêndice e a inflamação da cavidade abdominal, pondo em risco a vida do paciente.

Recomendações: – procure assistência médica imediatamente, se sentir dor na parte baixa e do lado direito do abdômen. Pode ser uma crise de apendicite aguda; – não se recuse a ficar internado no hospital, enquanto o diagnóstico não for esclarecido. Você pode precisar de cirurgia de emergência. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

  1. Dica elaborada em outubro de 2.018
  2. Fontes:

: Apendicite | Biblioteca Virtual em Saúde MS

O que é endometriose no umbigo?

Case Report – Year2017 – Volume32 – Issue 1 – Roberto Luiz Sodré 1,2 ; Sérgio Toshio Yamamoto 2,3 ; Leonardo Gabeira Secco 1,2 ; Tenílson Amaral Oliveira 2,3 ; Corintio Mariani Neto 2,3 RESUMO INTRODUÇÃO: Endometriose primária de umbigo é uma afecção rara que acomete mulheres em idade fértil.

A endometriose umbilical espontânea apresenta-se com nódulo em umbigo, dor cíclica, sangramento local discreto durante o período menstrual, sem história de cirurgia prévia. O tratamento consiste na excisão em bloco da lesão e cordão umbilical, com margens para evitar recorrência e a reconstrução umbilical imediata.

MÉTODOS: Apresentamos a técnica cirúrgica para excisão circular do endometrioma umbilical e a neo-onfaloplastia em um só estágio. CONCLUSÃO: A possibilidade de endometriose umbilical deve ser considerada quando da presença de nodulações e hemorragias umbilicais, mesmo sem cirurgia prévia.

  • A técnica cirúrgica proporciona remissão total da lesão e uma cicatriz umbilical de aspecto natural.
  • Palavras-chave: Endometrioma; Umbigo; Doenças raras; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos.
  • ABSTRACT INTRODUCTION: Umbilical primary endometriosis is a rare condition that affects women of childbearing age.

Spontaneous umbilical endometriosis presents lump in the navel, cyclic pain, discreet local bleeding during menstruation, with no history of previous surgery. The treatment is block excision of the lesion and umbilical cord with edges margin to avoid recurrence and immediate umbilical reconstruction.

  • METHODS: We describe the surgical technique for circle excision of the umbilical endometrioma and neo-omphaloplasty in one stage.
  • CONCLUSION: The possibility of umbilical endometriosis should be considered when the presence of nodules and umbilical bleeding, even without previous surgery.
  • The surgical technique provides total remission of the lesion and an umbilical natural scar.
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Keywords: Endometriosis; Umbilicus; Rare diseases; Reconstructive surgical procedures. INTRODUÇÃO Endometriose é uma afecção caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, que acomete cerca de 10% a 15% das mulheres em idade fértil e atinge mais frequentemente os ovários, as trompas, o peritônio da região pélvica, ligamentos uterinos e septo retovaginal 1,

  • A endometriose cutânea é uma das localizações extrapélvicas da endometriose e a maioria dos endometriomas de parede abdominal descritos foi observada dentro e/ou próxima às cicatrizes de cesarianas.
  • A transformação maligna da endometriose de parede abdominal é uma complicação muito rara e ocorre em menos de 1% dos casos 2,3,

A maioria dos autores acredita em uma origem multifatorial para endometriose. A etiologia da forma umbilical espontânea não está bem estabelecida. A endometriose primária de umbigo foi relatada pela primeira vez por Villar, em 1886 2-4, É considerada uma afecção rara e afeta de 0,4 a 4% de todos os pacientes com endometriose e responde por 30 a 40% dos casos de endometriose cutânea 5,6,

  • O aspecto clínico da endometriose no umbigo pode ser de uma lesão acastanhada ou vinhosa, endurecida, nodular, arredondada, com história de variações de volume de 0,5 a 5 cm de diâmetro, podendo provocar dor e sangramento local durante o ciclo menstrual.
  • O umbigo é descrito como uma cicatriz deprimida, localizada na linha média da parede abdominal, ao nível das cristas ilíacas superiores, com diâmetro em torno de 1,5 a 2 cm e uma orientação vertical 7,

A cicatriz umbilical é essencial ao contorno do abdome e sua ausência proporciona um aspecto não natural, causando constrangimento e insatisfação ao paciente, o que justifica a sua reconstrução imediata. O tratamento cirúrgico é feito por uma excisão circular total do endometrioma com margens seguras e a neo-onfaloplastia possibilita uma cicatriz umbilical com depressão permanente e aspecto natural.

  • OBJETIVO
  • MÉTODOS
  • Técnica operatória

O objetivo deste trabalho é enfatizar a técnica cirúrgica empregada para reconstrução do umbigo no caso de endometriose umbilical primária.Estudo aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros em 07/04/2015, sob Parecer nº 1.032.262.

  • O Termo de Consentimento Livre Esclarecido foi assinado pela paciente para o relato de caso e autorização para fotografias da região umbilical.
  • Os autores declaram não existir conflitos de interesse.A cirurgia ocorreu com a paciente em decúbito dorsal horizontal, sob anestesia raque e sedação.
  • Realizou-se a excisão circular abordando toda a lesão, com margens seguras para evitar recidiva local (Figura 1A).

Ressecção em bloco do cordão umbilical até aponeurose (Figura 1B) e visualização do peritônio parietal para excluir presença de endometriose (Figura 1C) e a síntese da aponeurose é utilizado náilon 2.0. Dor No Umbigo Quando Aperta Figura 1. A: Excisão circular do endometrioma com margem cirúrgica; B: Exérese em bloco da lesão e cordão umbilical; C: Visualização da aponeurose subjacente; D: Síntese da derme na aponeurose com pequena área cruenta central. A neo-onfaloplastia consiste em remoção do tecido celular subcutâneo na borda da área circular e posterior síntese da derme na aponeurose subjacente, utilizando fio de náilon 4.0, mantendo uma pequena área cruenta de aproximadamente 1 cm de diâmetro (Figura 1D).

O procedimento cirúrgico durou 90 minutos e a paciente recebeu alta no primeiro dia de pós-operatório, com medicação antimicrobiana a analgésica. RELATO DO CASO Mulher de 33 anos de idade, sem antecedentes obstétricos ou cirúrgicos, com história clínica de nódulo na cicatriz umbilical nos últimos dois anos, apresentando dor e pequeno sangramento durante os períodos menstruais.

A lesão umbilical era de cor acastanhada e pequenos nódulos vinhosos, sangrante à palpação, medindo cerca de 1,5 cm de diâmetro (Figura 2A). Dor No Umbigo Quando Aperta Figura 2. A: Endometriose umbilical; B: 14º dia pós-operatório; C: 3º mês pós-operatório; D: 10º mês pós-operatório. Uma biópsia confirmou a suspeita diagnóstica de endometriose umbilical. A ultrassonografia de parede abdominal evidenciou nódulos de 6 x 5 x 5 mm na cicatriz umbilical.

A dosagem do CA-125 demonstrou nível sérico de 16,0 U/ml, dentro da normalidade. O CA-125 (câncer antígeno 125) é um marcador sérico para câncer ovariano que pode estar elevado em outras neoplasias malignas e em condições benignas, tal como endometriose.A epitelização completa da cicatriz umbilical ocorreu no período de aproximadamente 14 dias (Figura 2B), quando foi realizada a retirada dos fios de sutura.

O seguimento pós-operatório ocorreu no ambulatório e a paciente teve evolução clínica favorável e a cicatrização no 3º mês de pós-operatório estava dentro da normalidade (Figura 2C). No décimo mês após a cirurgia a paciente passou em consulta, afirmando ausência de dor ou edema no umbigo, não existindo recidiva local. Dor No Umbigo Quando Aperta Figura 3. Imagem histológica: presença de glândula endometrial, epitélio e estroma adjacente, típicos de endometriose. DISCUSSÃO A endometriose umbilical primária é uma entidade rara e não está relacionada a um procedimento cirúrgico. Incidência é cerca de 0,5 a 1% de todos os casos de endometriose extragenital.

A apresentação clínica típica da endometriose umbilical é um nódulo roxo-azulado no umbigo, que se torna edemaciado, doloroso e sangrante durante o período menstrual.A endometriose é uma doença de etiologia indeterminada, provavelmente multifatorial, cujo mecanismo fisiopatológico não está plenamente elucidado.

Muitas investigações foram feitas sobre esta doença, que necessita de ação estrogênica para existir, sem que se tenha chegado a um conhecimento claro para sua origem. A endometriose que ocorre em cicatriz cirúrgica geralmente é devida ao transplante do tecido endometrial durante o ato cirúrgico e por ação ovariana contínua poderá levar à sintomatologia em algum momento.Várias teorias procuram explicar o surgimento da endometriose umbilical.

A mais plausível é a implantação de células endometriais provenientes do refluxo menstrual, pelas tubas uterinas, proposta por Sampson em 1925. Contudo, tal teoria explica o surgimento de implantes pélvicos peritoneais. O transplante de células no trajeto cirúrgico pode explicar a ocorrência nas cicatrizes operatórias, mas não esclarece localizações de endometriomas em órgãos distantes.

Halban desenvolveu a teoria da migração vascular ou linfática de células endometriais para sítios ectópicos. A teoria da metaplasia celômica é baseada em estudos embriológicos e envolve a transformação de células do mesotélio peritoneal em tecido endometrial, sob efeito de fatores inflamatórios, traumáticos, tóxicos ou hormonais 8,9,

Estudos recentes procuram alterações ambientais que possam levar ao desenvolvimento da endometriose e a exposição à tetraclorodibenzopdioxina, comumente chamada dioxina. Este é um poluente lipofílico derivado da incineração de lixo e do processamento de metais, que contamina alimentos de consumo humano e interage com mecanismos endócrinos e imunológicos pouco conhecidos, mas potencialmente envolvidos na etiopatogenia da endometriose, por ação da dioxina, que responde por alterações de genes codificadores da síntese de estradiol e receptores progestagênicos.

Apesar das fortes evidências da disseminação vascular e/ou linfático de células endometriais em quadros de endometriose umbilical primária, não se podem ignorar os dados que relacionam a doença a fatores ambientais, como a contaminação alimentar pela dioxina 10,

O diagnóstico diferencial inclui processos benignos como: hérnia umbilical, granulomas, nevos, cistos, ceratose seborreica e queloide; lesões malignas como: melanoma, metástases de tumores gastrointestinais 11, O tratamento do endometrioma (nódulo de Villar) é cirúrgico e o procedimento consiste na excisão completa da lesão, com margem de segurança para evitar recidiva 12-14,

A paciente deve ser orientada quanto à possibilidade de recidiva local. O exame histopatológico deve ser sempre solicitado.

  1. CONCLUSÃO
  2. AGRADECIMENTO
  3. Agradecemos a Dr a Maria Aparecida de Moraes Rebello Pinho pela disponibilização das imagens digitais do estudo anatomopatológico.
  4. COLABORAÇÕES
  5. RLS
  6. STY Análise e/ou interpretação dos dados.
  7. LGS Análise e/ou interpretação dos dados; redação do manuscrito ou revisão crítica de seu conteúdo.
  8. TAO Redação do manuscrito ou revisão crítica de seu conteúdo.
  9. CMN Análise e/ou interpretação dos dados.
  10. REFERÊNCIAS

A endometriose primária do umbigo é rara e deve ser suspeitada em mulheres que apresentem nódulo, dor cíclica e sangramento associados com período menstrual. O diagnóstico é clínico e histológico. A cirurgia consiste na excisão total do endometrioma e cordão umbilical com a reconstrução umbilical imediata, pela técnica circular, proporcionando um tratamento adequado resultando em cicatriz mínima e bem localizada na região umbilical.

Aprovação final do manuscrito; concepção e desenho do estudo; realização das operações e/ou experimentos; redação do manuscrito ou revisão crítica de seu conteúdo.1. Fancellu A, Pinna A, Manca A, Capobianco G, Porcu A. Primary umbilical endometriosis. Case report and discussion on management options. Int J Surg Case Rep.2013;4(12):1145-8.

DOI: 2. Efremidou EI, Kouklakis G, Mitrakas A, Liratzopoulos N, Polychronidis ACh. Primary umbilical endometrioma: a rare case of spontaneous abdominal wall endometriosis. Int J Gen Med.2012;5:999-1002. DOI: 3. Pramanik SR, Mondal S, Paul S, Joycerani D. Primary umbilical endometriosis: A rarity.

  • J Hum Reprod Sci.2014;7(4):269-71. DOI: 4.
  • Pariza G, Mavrodin CI.
  • Primary umbilical endometriosis (Villar’s nodule) – case study, literature revision.
  • Chirurgia (Bucur).2014;109(4):546-9.5.
  • Aya B, Aslan E, Cerkez C, Kaygusuz G, Serel S.
  • Endometriose cutânea.
  • Rev Bras Cir Plást.2012;27(3):493-5. DOI: 6.
  • Ghosh A, Das S.

Primary umbilical endometriosis: a case report and review of literature. Arch Gynecol Obstet.2014;290(4):807-9. PMID: 24930115 DOI: 7. Kokuba EM, Sabino NM, Sato H, Aihara AY, Schor E, Ferreira LM. Reconstruction technique for umbilical endometriosis. Int J Gynaecol Obstet.2006;94(1):37-40.

PMID: 16781715 DOI: 8. Abramowicz S, Pura I, Vassilieff M, Auber M, Ness J, Denis MH, et al. Umbilical endometriosis in women free of abdominal surgical antecedents. J Gynecol Obstet Biol Reprod (Paris).2011;40(6):572-6. DOI: 9. Schor E et al. Endometriose. In: Girão MJBC, Lima GR, Baracat EC, eds. Ginecologia.

Barueri: Manole; 2009.p.189-197.10. Carvalho BR, Silva JCR, Silva CJSR, Barbosa HF, Poli Neto OB, Reis FJC, et al. Endometriose umbilical sem cirurgia pélvica prévia. Rev Bras Ginecol Obstet.2008;30(4):167-70. DOI: 11. Malebranche AD, Bush K. Umbilical endometriosis: A rare diagnosis in plastic and reconstructive surgery.

Can J Plast Surg.2010;18(4):147-8.12. Vilas Sueiro A, Monteagudo B, Suárez Amor Ó, Rodríguez Pazos L, González Vilas D, Pérez Valcárcel J, et al. Primary endometriosis: a differential diagnosis with the umbilical nodular lesions. Dermatol Online J.2014;20(9):pii:13030/qt4kq933jq.13. Arkoulis N, Chew BK.

See also:  Signos Que DO Medo Quando EstãO Bravos?

An unusual case of asymptomatic spontaneous umbilical endometriosis treated with skin-sparing excision. J Surg Case Rep.2015;2015(3). pii: rjv017. DOI: 14. Theunissen CI, IJpma FF. Primary umbilical endometriosis: a cause of a painful umbilical nodule. J Surg Case Rep.2015;2015(3).

Pii:rjv025. DOI: 1. Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, São Paulo, SP, Brasil2. Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, São Paulo, SP, Brasil3. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Rio de Janeiro, RJ, BrasilInstituição: Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, São Paulo, SP, Brasil.Autor correspondente:Roberto Luiz SodréRua Antonio Alves Barril, 355/191 – Jardim Anália FrancoSão Paulo, SP, Brasil CEP 03338-000 E-mail: Artigo submetido: 10/9/2015.Artigo aceito: 3/2/2017.

Conflitos de interesse: não há. : Indexers

O que pode ser uma dor forte no umbigo?

Dor no umbigo: o que pode ser e como tratar Graduada em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, fez Residência em Clínica Médica na Santa Casa de San. i Escrito por Editora-chefe É especialista em temas relacionados a lifestyle, saúde e bem-estar, além de entusiasta da alimentação saudável sem neuras. i A dor no umbigo pode ser um sintoma de diferentes condições de saúde, como, e até desconfortos estomacais causados pelo período gestacional.

Esse incômodo também pode surgir sem nenhum motivo aparente. Além disso, ele é um tipo de dor que não aponta para um único órgão, podendo atingir uma grande variedade de áreas dentro do abdômen. Quando a dor se torna intensa e recorrente, pode haver alguma complicação mais séria e merece atenção. Todavia, se os sintomas forem brandos e temporários, é bem provável que seja apenas um mal-estar momentâneo.

De qualquer forma, o ideal é não se autodiagnosticar, ir ao médico para identificar a causa da dor e iniciar o tratamento adequado. Uma das causas mais recorrentes para a dor no umbigo é a apendicite. Esse quadro costuma surgir com uma leve dor umbilical, mas que se intensifica em um curto período de tempo.

Por isso, ela é uma condição de emergência médica tratada com intervenção cirúrgica. Caso não seja tratada imediatamente, essa inflamação pode causar o rompimento do apêndice, levando a complicações graves — como o acúmulo de pus no abdômen. Além da apendicite, outras causas para a dor no umbigo incluem: A dor na região do umbigo também é um sintoma comum na gravidez e isso pode acontecer por diferentes fatores.

Um dos motivos é que, devido ao crescimento da região abdominal, pode haver a distensão de um ligamento fibroso, ocasionando esse desconforto. A é outra situação que pode acontecer no final da gestação. Em algumas mulheres, os músculos abdominais separados no crescimento do útero não regridem e causam a dor.

O diagnóstico da dor no umbigo dependerá dos demais sintomas que a pessoa estiver sentindo, do seu histórico clínico (ou seja, outras doenças que tem ou teve) e do resultado dos exames solicitados pelo médico.Geralmente, para chegar ao diagnóstico mais preciso, o paciente deverá realizar exames de sangue, como o, testes de urina e fezes e exames de imagem como, ultrassom, e tomografia computadorizada para determinar a origem da dor.É importante buscar ajuda médica com urgência para dor no umbigo caso ela esteja associada a:

Pressão ou Trauma, como acidente ou lesão Vômito com sangue ou náusea e/ou vômitos persistentes Dor ao urinar ou micção frequente ou urgente Pele amarelada Inchaço no abdômen Dor tão forte que não é possível ficar parado ou é preciso curvar-se para encontrar algum alívio

Também é importante analisar a duração e a intensidade da dor para marcar uma consulta no médico. Em geral, os especialistas que podem diagnosticar as causas de uma dor no umbigo são os clínicos gerais e os gastroenterologistas, O tratamento da dor no umbigo vai depender da causa e da gravidade do problema.

  • Se a causa for uma apendicite, por exemplo, será necessária uma intervenção cirúrgica para a remoção do órgão.
  • Já no caso de desconfortos no período gestacional, o tratamento pode ser feito por meio de exercícios e medicamentos que ajudarão a amenizar o desconforto.
  • Já no caso de desconfortos no período gestacional, o tratamento pode ser feito por meio de exercícios e medicamentos que ajudarão a amenizar o desconforto.

Nos casos de hérnia umbilical, o uso de cintas especiais ou mesmo a correção cirúrgica podem ser necessários. Mayo Clinic Ministério da Saúde : Dor no umbigo: o que pode ser e como tratar

Quando a hérnia começa a doer?

Advertência – Normalmente, as pessoas referem-se à hérnia toda vez que sentem dor no baixo abdômen após levantarem algum peso. Na maioria dos casos, porém, não se trata de hérnia já que sua principal característica é a ocorrência de inchaço. Se perceber inchaço no abdômen, acompanhado ou não de dor, procure assistência médica. : Hérnia | Drauzio Varella

Como saber se a hérnia umbilical estourou?

Muitas vezes os pacientes me questionam o que vai acontecer se a hérnia da parede abdominal «estourar». 💢 Existem sim algumas complicações que podem ocorrer com a hérnia, mas nenhuma delas leva esse nome ou pode ser comparada com um «estouro». As possíveis complicações são: ➡ ESTRANGULAMENTO: É um caso de emergência médica caracterizado pelo estrangulamento do conteúdo herniário (geralmente parte do intestino) o que compromete o fluxo sanguíneo e pode causar isquemia e gangrena.

Nesses casos o paciente apresenta dor intensa, inchaço pronunciado, náuseas, vômito e interrupção ou dificuldade para eliminar fezes e gases. ⚠ Se sentir-se assim, procure um pronto atendimento. ➡ ENCARCERAMENTO: Trata-se do abaulamento da hérnia tornar-se permanente, quando ele pára de desaparecer de forma espontânea durante o repouso.

Causa dor no local mas nem sempre é um caso de urgência. Entretanto pode em alguns casos obstruir/bloquear o intestino, levando a vômitos, distensão abdominal e parada da eliminação de gases. Frente a estes sintomas, temos novamente um quadro que requer atendimento de urgência.

Quando a dor na barriga é preocupante?

Quando a dor do lado direito da barriga é preocupante? – Quando a dor do lado direito da barriga e perto da virilha começa e rapidamente se intensifica, acompanhado da interrupção do intestino levando o paciente a parar de evacuar ou soltar gases e inicia um quadro de febre, esses são sinais para procurar ajuda em um atendimento de emergência.

O que pode causar inflamação no umbigo?

Hérnia, infecção: o que aparência, dor e cheiro do umbigo podem indicar? O umbigo, para muitos, pode não ter serventia alguma, ser percebido apenas como um buraquinho no meio da barriga. Ou registro de que, por um tempo, antes do seu nascimento, havia ali a presença de um cordão, pelo qual o organismo de sua mãe, durante sua, lhe fornecia nutrientes, anticorpos, sangue oxigenado, entre outras coisas.

  • Fonte de células-tronco, se esse cordão for congelado, ainda pode ser reaproveitado para tratar doenças.
  • Por falar nelas, saiba que o umbigo também serve para denunciar algumas, entre outros problemas, que podem acometer gente de diferentes gêneros e idades.
  • Entretanto, para avançarmos nesse assunto, faz-se necessário explicar antes, de maneira sucinta, o que é ter um umbigo considerado «normal», saudável, para que, assim, você consiga perceber por meio dele eventuais anormalidades e busque ajuda médica.

Pois bem, no bebê, depois que o cordão umbilical é cortado, sobra um coto, que não gera dor quando tocado, pois não possui terminações nervosas. Em questão de poucos dias, ele perde o aspecto inicial (úmido e mole), seca e, após entre duas e três semanas, cai sozinho. Dor No Umbigo Quando Aperta Imagem: Getty Images

  • O que determina a «cara» do umbigo é a genética, por isso submeter o do bebê a técnicas caseiras, com o objetivo de alcançar beleza, não resolve, como pode ser até perigoso, pois facilitam o risco de infecções locais.
  • A presença de sinais de inflamação ao redor do umbigo (inchaço, alteração na circulação do sangue quando o local é apertado, vermelhidão, calor) indica a suspeita de onfalite, uma infecção grave que necessita imediata avaliação médica.

Umbigo com protusão (saltado) desde o nascimento e que não se resolve nos primeiros anos, pode ser por deslocamento do intestino para a frente, pelo orifício na parede abdominal, caracterizando hérnia umbilical. Ou defeito congênito no fechamento da cicatriz, que leva à formação de um granuloma umbilical, um nódulo vermelho que se eleva do fundo do umbigo.

Qual o nome do médico que cuida do umbigo?

Qual médico é responsável pelo tratamento da hérnia? – Caso identifique os sintomas, é importante que o paciente tenha em mente que qual médico cuida da hérnia é o cirurgião geral ou cirurgião do aparelho digestivo. Ambos são capacitados para prover o diagnóstico e o tratamento da condição.

  • Em locais especializados, como a Hernia Clinic, a equipe é formada por cirurgiões gerais e do trato digestivo que se dedicam ao estudo da doença hérnia, o que garante maior experiência e conhecimento sobre as particularidades dessa condição.
  • Para estarem aptos para realização das cirurgias de hérnia, esses profissionais já trilharam uma extensa trajetória acadêmica e profissional, incluindo 6 anos de Medicina, 2 anos de Residência em Cirurgia Geral, 2 anos de Residência em Cirurgia Digestiva e mais a formação na subespecialidade de cirurgia de hérnia.

Além disso, os profissionais estão frequentemente estudando novos conteúdos por meio de cursos e congressos nacionais e internacionais, o que permite o aprimoramento contínuo da formação. Outro aspecto importante é que o especialista seja membro da Americas Hernia Society e da Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) o que garante desde a especialização adequada, até um programa contínuo de atualização científica.

Onde é a dor de apendicite?

Na maioria dos casos, a apendicite é provocada pela obstrução do apêndice com restos de fezes, resultando em inflamação. Sintomas: – dor do lado inferior direito do abdome.

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Como fazer teste para saber se estou com apendicite?

Apendicite: como reconhecer os sintomas? Dor No Umbigo Quando Aperta Apendicite pode evoluir de forma rápida e fatal Uma dor forte no abdômen que surge do nada. Como reconhecer rapidamente os sintomas da apendicite? O Bem Estar desta quarta-feira (21) falou sobre o assunto com o cirurgião do aparelho digestivo Sidney Klajner e o médico da família Ademir Júnior.

  • Os exames clínico e físico são os mais importantes para o diagnóstico.
  • O profissional avalia o estado geral da pessoa, tipo de dor, se tem febre, diarreia.
  • O exame físico (a palpação) indica as chances de apendicite.
  • Se quando aperta a região dói, e quando solta dói mais ainda, as chances são bem grandes.

Outros exames que ajudam são os de imagem, como ultrassom e tomografia. Apendicite pode acontecer em qualquer idade, mas é mais comum no adulto jovem e nos homens.1 de 1 Apêndice é uma bolsinha que sai do intestino grosso. — Foto: Reprodução/TV Globo Apêndice é uma bolsinha que sai do intestino grosso.

Foto: Reprodução/TV Globo É uma bolsinha que sai do intestino grosso, que produz algumas células de defesa, semelhante às do baço, gânglios e tecido linfoide do intestino. Nas crianças, a produção dessas células é maior que no adulto. Essa é a principal causa de apendicite nas crianças. No adulto, a produção de células de defesa é insignificante.

Normalmente, a causa de apendicite nessa fase tem relação com entupimento por um pedacinho de cocô. A inflamação pode evoluir rápido, entre 12 e 24 horas.

1ª fase – começa com inchaço2ª fase – ulceração e pus3ª fase – pode perfurar

Na primeira fase, a dor é mais próxima do umbigo. Depois ela se move para baixo e para o lado direito. Ela fica o tempo todo e piora quando a pessoa se mexe. Entre os sintomas associados estão: mal estar, febre, náusea, vômito, diarreia, intestino preso e perda de apetite.

O tratamento é cirúrgico. Em alguns casos, a cirurgia pode ser postergada com antibióticos. Entretanto, ela sempre é a mais recomendada. Uma pessoa com apendicite em estágio inicial, que não pode passar por cirurgia no momento, pode controlar a crise com antibiótico, mas dificilmente evita uma futura cirurgia.

Veja o programa completo sobre apendicite: Dor No Umbigo Quando Aperta Bem Estar – Edição de quarta-feira, 21/11/2018 : Apendicite: como reconhecer os sintomas?

Como fazer o teste para saber se estou com apendicite?

A ultrassonografia e a ressonância magnética são exames de imagem que conseguem identificar bloqueio no lúmen apendicular, inflamação, outras causas de dor abdominal e apêndice estourado (que é considerado um caso gravíssimo).

Quem tem endometriose sente dor no umbigo?

Principais sintomas da endometriose umbilical – Mulheres com endometriose umbilical costumam apresentar os seguintes sinais ou sintomas:

  • Nódulos no umbigo de coloração acastanhada, avermelhada ou arroxeada;
  • Dor no umbigo;
  • Secreção ou sangue expelidos pelo umbigo durante o período menstrual.

O sangramento é percebido durante a menstruação porque o endométrio (tecido que reveste o útero) descama e sangra na fase menstrual. O mesmo estímulo que o endométrio sofre no útero durante a menstruação também ocorre nas regiões afetadas pela endometriose, como no caso da endometriose umbilical. Porém, há casos em que os sintomas não se manifestam ou surgem também fora do período menstrual.

O que é Onfalite no umbigo?

O cordão umbilical é, sem dúvida, a primeira e maior expressão da ligação entre a mãe e seu filho, ele os une durante a gestação provendo o alimento ao recém-nascido, dando a ele o preparo para sua chegada ao mundo. Nesse sentido, a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), se preocupa em oferecer às parturientes orientação e segurança para que o corte do cordão umbilical, que acontece durante o parto, ocorra com perfeição.

Quem explica a importância do cordão umbilical é a Pediatra e Neonatologista, Roseane Porto, diretora técnica da MNSL. Ela pontua que o cordão umbilical é cortado quando ocorre o parto, é pinçado e cortado. A pequena parte do cordão que permanece no bebê é chamada de coto umbilical. «Inicialmente, o coto tem um aspecto amolecido e gelatinoso, porém, com o passar dos dias, torna-se escuro e seco.

Para higienizar o coto umbilical, deve-se utilizar uma haste flexível de algodão embebida de álcool a 70%, limpando inicialmente a base (entre o coto e a pele) com movimentos circulares e de maneira bem suave e, posteriormente, o restante do coto umbilical.

Ainda de acordo com ela, a limpeza pode ser realizada a cada troca de fralda e após o banho do recém-nascido, para evitar infecção. Não é recomendada a utilização de faixas, gazes, curativos oclusivos ou qualquer outro produto no coto», alertou a médica. «Na sala de parto, o pediatra também avalia a quantidade de vasos presentes no coto umbilical, que normalmente são três.

A artéria umbilical única, quando há apenas dois vasos (01 artéria e 01 veia) no cordão umbilical, é uma condição que pode aparecer isoladamente ou pode estar associada a algumas síndromes genéticas e algumas alterações em órgãos fetais, como aqueles do sistema geniturinário, devendo-se proceder investigação diagnóstica.

Onfalite A pediatra alertou quanto ao risco da Onfalite, que é uma infeção da pele e tecidos moles do umbigo e regiões circundantes. Se não for tratada, pode atingir uma maior área da parede abdominal e os tecidos mais profundos ou causar infeção disseminada. Sinais sistêmicos como letargia, irritabilidade, recusa ou intolerância alimentar e febre são sugestivos de complicação ou infecção grave.

A idade média de aparecimento é entre os 5 e os 9 dias de vida, sendo rara nos países desenvolvidos, estimando-se que a incidência nos países em desenvolvimento seja superior a 6%. Não existem diferenças entre gênero, embora os meninos apresentem pior prognóstico.

  1. Nos países em desenvolvimento, os usos de soluções tópicas antissépticas reduzem o risco de Onfalite e a mortalidade neonatal.
  2. A doença localizada caracteriza-se por drenagem purulenta ou com cheiro fétido através do coto umbilical, associada a edema, eritema e maior sensibilidade cutânea na região Peri umbilical.

A hemorragia do coto umbilical pode ocorrer devido ao atraso na obliteração dos vasos umbilicais. Nos casos suspeitos de onfalite, é necessário a avaliação com urgência do pediatra, para adequada conduta do caso. Publicado: 15 de março de 2019, 09:56 | Atualizado: 15 de março de 2019, 09:56 Usamos cookies para personalizar conteúdos e melhorar a sua experiência.

Como detectar endometriose umbilical?

O diagnóstico da endometriose umbilical é feito por meio de exame físico e da história clínica da paciente. Para confirmação do quadro, o médico pode solicitar uma ultrassonografia da parede abdominal.

Por que a gente sente dor no umbigo?

Síndrome do Intestino Irritável – A Síndrome do Intestino Irritável é o distúrbio intestinal mais frequentemente diagnosticado por médicos gastroenterologistas e é provocada pela alteração na sensibilidade dos nervos gastrointestinais, questão que dificulta seu diagnóstico por meio de exames de imagens ou endoscópicos.5 A dor na barriga em cima do umbigo causada por esse problema costuma ser episódica e pegar o paciente de surpresa.

  • Dor na barriga antes e durante a evacuação, tendo casos em que ela pode se estender até 30 minutos após o ato de defecar;
  • Distensão abdominal;
  • Acúmulo de gases;
  • Diarreia.5

Quando aperto a barriga em cima do umbigo dói?

Você está sentindo dor na barriga em cima do umbigo e não sabe o que está gerando esse sintoma? Sua dúvida é normal, pois, em virtude de sua localização central no abdomen, a dor nessa região pode ser fruto de uma série de doenças ou até mesmo de reações normais e autolimitantes do organismo.

  1. ¹ Afinal, o abdomen é a parte do nosso organismo com a maior quantidade de órgãos, e todos eles podem ser responsáveis pelas sensações de cólicas e desconfortos na barriga.
  2. Além disso, devido ao tipo de inervação dos órgãos dessa região, o cérebro tem dificuldade em perceber o ponto exato de onde a dor surge.

Isso faz com que esses sintomas apareçam geralmente de forma difusa pela extensão abdominal, o que acaba afetando a parte ao redor do umbigo. ² Apesar de em muitos casos a dor na barriga em cima do umbigo não ser algo sério, é fundamental que o paciente realize um atendimento médico especializado caso as dores se tornem muito intensas e prolongadas.

Pode doer o umbigo?

Quais as causas da dor no umbigo? – Existem várias doenças e situações médicas cujos sintomas podem se manifestar por meio da dor de umbigo. É o caso da apendicite, cuja dor pode se iniciar como sendo uma dor localizada no umbigo para depois se expandir pela porção inferior do abdômen, tornando-se uma dor mais intensa e generalizada.

  • Durante a gestação, mulheres grávidas também podem sentir muito desconforto no umbigo, seja devido ao crescimento da barriga ou por conta do surgimento de hérnias umbilicais, que também podem acontecer em pacientes que não estão gestantes.
  • Cólicas e o período menstrual também são uma causa comum de dor no umbigo, afetando pacientes e surgindo com intensidade variada.

Outras doenças e situações que podem também fazer com que a dor no umbigo aconteça incluem:

Infecções no intestino; Infecções na bexiga; Síndrome do intestino irritável; Doença de Crohn; Cistos nos ovários; Prisão de ventre; Diverticulite; Pancreatite.

Em alguns casos, a dor no umbigo passa sem que haja a necessidade de fazer o uso de medicamentos ou de um tratamento específico para ela. No entanto, é preciso procurar ajuda médica se a dor no umbigo for muito intensa ou vier acompanhada de outros sintomas, como:

Diarréia; Vômitos com ou sem sangue; Febre; Sangue nas fezes; Dor e ardência ao urinar; Inchaço no abdômen; Dor muito intensa no abdômen.