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Como Tratar Uma Pessoa Que Te Magoou?

Quais são os sintomas da mágoa?

O que o sentimento de mágoa pode causar? – Ter o coração triste e magoado pode causar muito mais do que o simples sentimento de tristeza. A mágoa, quando retida, interfere no sono, por exemplo, uma vez que ficamos remoendo a situação que gerou esse sentimento e temos grande dificuldade de relaxar.

Algumas pessoas, além de ficarem relembrando o episódio doloroso, também planejam vingança aos envolvidos, inclusive. Coisas que tomam tempo e energia delas. Aí já se cria uma ansiedade e inquietação para a noite toda, ou seja, uma grande dor de cabeça para o dia seguinte. Nessas horas, é importante pensar que todas as emoções que nos geram dor ou incômodo são traduzidas pelo cérebro como ameaças e são tratadas como tal.

Assim, quando sentimos mágoa, geramos altos níveis de estresse e nosso cérebro bombardeia o corpo com cortisol, adrenalina e noradrenalina que, a longo prazo, são nocivos à saúde. Hormônios esses que podem causar, inclusive, um ataque cardíaco. Assim acontece também com todos os outros sentimentos negativos, como a raiva e o ódio, dentre outros.

Muitas pessoas podem não levar as emoções com a seriedade que deveriam e isso faz com que elas só se preocupem ao ver os sintomas físicos, isto é, quando nosso corpo começa a manifestar isso mais ativamente. Chegar nesse ponto é alarmante, por isso é tão importante manter o contato com algum especialista que possa ajudar a prevenir essa situação.

Isso porque a mágoa pode evoluir para quadros muito graves tanto emocionais, no caso da depressão ou ansiedade, como físicos, como o câncer. Sabe por que? Uma pessoa que tende a guardar mágoas tem propensão a alimentar o corpo com coisas não saudáveis e/ou utilizar alguma substância nociva como cigarros, por exemplo.

Nesses casos, o corpo é bombardeado com elementos tóxicos de todos os lados. Duvido que alguém chegue a pensar que esse é o tipo de coisa que possa surgir com o sentimento da mágoa, mas é uma realidade. E, por incrível que pareça, nossa alimentação vem muito de encontro com essa situação, pois estamos sempre descontando na comida, quando algo não anda tão bem.

Seja pelo excesso ou a falta, as consequências sempre aparecem. Por isso, que os sentimentos agradáveis como o amor e a gratidão geram bem estar, relaxam e até curam. Isso acontece porque o cérebro, nesse caso, secreta outros tipos de substâncias que são saudáveis.

Além de todas essas questões, é muito importante pensar sobre relacionamentos e laços também. Quando alguém usa de palavras que magoam profundamente, a relação sai muito abalada, porque a confiança e a troca delas são atingidas e voltar ao que era se torna bem difícil. Isso pode acontecer com um casal, entre filhos e pais, familiares e até amigos.

Relações sólidas também são sensíveis à mágoa, por mais que muitos por aí não admitam! Daí a necessidade manter a comunicação em dia dentro de cada relacionamento, mesmo aqueles que precisam de mais energia para que as conversas aconteçam. Existem jeitos de trabalhar isso, assim como a mágoa e o perdão, acima de tudo.

O que a mágoa pode causar?

«Quando você pisa fundo no acelerador de um carro, por exemplo, o veículo consumirá mais combustível e exigirá muito mais da parte mecânica. O mesmo ocorre com o corpo humano, onde a sobrecarga na pressão sanguínea pode influenciar no desenvolvimento da hipertensão e de outras doenças, conforme a genética e os hábitos», compara a psicóloga. Para fazer o procedimento, os médicos avaliam quatro critérios: idade, índice de massa corporal, outras doenças associadas e o tempo de doença. (Foto: Bigstock)

Como perdoar uma pessoa que te feriu?

Diante do sofrimento causado pelo outro, ficamos ressentidos. A nossa mente começa a elencar de forma brilhante inúmeras razões para justificar o nosso anseio de não perdoar a atitude e, em casos mais extremos, para justificar uma possível vingança. A realidade é que, após o fato ocorrido, a experiência causada por alguém que nos feriu não é mais do que um pensamentou ou sentimento que decidimos nutrir e carregar conosco,

  1. Uma escolha mais prejudicial para nós do que para quem nos feriu.
  2. Como esclarecido na seguinte citação atribuída à Buda: «ressentimento é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra»,
  3. Razões para perdoar Por mais motivos que a gente encontre e repita mentalmente a si mesmo para não perdoar, nenhum supera as razões para perdoar.

Melhor, a única razão: nossa saúde emocional. Conversamos sobre esse tema em Desenvolva saúde emocional com 13 práticas, O ressentimento não vale a pena porque interfere na nossa capacidade de realização, pois drena energia mental. Afinal, ele é nutrido pela ruminação que funciona como uma fábrica de emoções negativas.

Com isso prejudica os nossos relacionamentos interpessoais e afeta a nossa saúde física. Pode tornar-se gatilho para a manifestação de doenças como hipertensão e depressão. Ou seja, é um efetivo processo de autossabotagem. O que é e o que não é perdão Quando acreditamos que o perdão só é possível a partir de uma atitude do outro (um pedido formal de desculpa), concedemos a ele controle sobre o nosso equilíbrio emocional e bem-estar.

Caso a pessoa não faça o que desejamos para perdoá-la, seguimos carregando o fardo do ressentimento ao longo da vida. Dentro dessa perspectiva, somente ela pode nos libertar do sofrimento. «Meu amor não se esqueça. O perdão é remédio para a sua cabeça.» Trecho da música Ciranda, Dois é Par.

  • Mas perdão independe da atitude do outro e, principalmente, não é algo que você faz por quem te feriu.
  • Perdão tem a ver com aceitar a realidade do que aconteceu e encontrar uma maneira de viver em paz com isso.
  • Liberta-nos do sentimento de que o outro nos deve algo.
  • Por isso o perdão é possível até mesmo em casos extremos de violência, como quando familiares de vítimas de assassinato perdoam o autor do crime.

Mas não se engane, perdão não quer dizer:

  • reconciliar-se com a pessoa;
  • negar suas atitudes ou fingir que nada aconteceu;
  • permitir que a pessoa continue a praticar o mesmo comportamento;
  • que não haverá consequências para o comportamento;
  • que o sofrimento causado irá embora em um passe de mágica. É fundamental respeitar o tempo de cada pessoa para que o sofrimento realmente seja «curado».

Perdão conversa com a ideia de reconhecer o próprio sofrimento e o erro do outro, mas não apegar-se a eles. Uma curiosidade que talvez não saiba é que apenas somos capazes de perdoar o outro quando estamos aptos a perdoarmos a nós mesmos. Há pessoas que têm mais ressentimento por si do que pelo outro.

  • Reconhecer esse comportamento e reconfigurá-lo não é uma tarefa simples, mas é possível por meio da prática da autocompaixão.
  • Inclusive ela também já foi pauta por aqui em Exercite a mentalidade de crescimento praticando autocompaixão,
  • Autocompaixão: aprenda a perdoar-se para perdoar A autocompaixão é o ato de, diante de falhas ou de algo que não deu certo, tratarmos a nós mesmos de forma gentil e compreensiva, como um amigo querido.

Pessoas com alto nível de autocompaixão apresentam três comportamentos: são gentis em vez de julgadoras sobre as próprias falhas e erros;reconhecem que falhas são uma experiência humana compartilhada;adotam uma abordagem equilibrada das emoções negativas – permitem sentir-se mal, mas não deixam as emoções negativas assumirem o controle.

  • A dificuldade de perdoar-se pode se transformar em uma prisão mental e emocional, na qual as grades são os sentimentos de culpa e de arrependimento,
  • Todos já adotamos alguma atitude da qual nos arrependemos.
  • A realidade é que somos seres humanos imperfeitos e cometemos erros.
  • Isso não nos torna pessoas más, apenas humanos.

A autocompaixão pode nos ajudar a reconhecer nossa natureza falha e a aprender com ela. Essa mentalidade não nos dá passe livre para nos tornarmos negligentes com os próprios erros. Caso esteja sofrendo por alguma atitude que teve e não consegue se perdoar, reflita se pode fazer algo para corrigir o erro.

Por exemplo, se optar por desculpar-se formalmente, faça sem o objetivo de receber o perdão ou a aprovação do outro. Agora que entendemos que precisamos aprender a perdoar a nós mesmos, vem o grande desafio: perdoar o outro. E aí, como perdoar? Embora eu compartilhe um passo a passo, o processo de perdão não é exatamente linear e universal.

Cada pessoa pode incorporá-lo de uma forma muito singular. Por isso, reforço: não se prenda às etapas caso não se sinta confortável com alguma delas. A intenção, sempre, é ajudá-lo. Mas antes de tudo o que conversamos aqui tem que fazer sentido para você.

  1. Escreva: anote o nome da pessoa que precisa perdoar e por que deseja perdoá-la. «Sei que preciso, mas não quero perdoá-la. Como faz?». Acontece. Bora para o passo seguinte.
  2. Reflita: escreva, grave um vídeo ou áudio expressando para si mesmo por que você está ressentido. Em seguida, reconheça o sofrimento causado pela falta do perdão (da sua parte) e como isso impacta a sua vida. Isso é mais doloroso do que o sofrimento causado pela falta do perdão? Esse processo pode ajudá-lo a identificar uma razão genuína para desejar perdoá-lo, como retomar a paz à sua vida.
  3. Perdoe: expresse seu perdão por meio da redação de uma carta, gravação de vídeo ou áudio. Comunique à pessoa que a perdoou pessoalmente ou por meio do envio de um email, telefonema, aplicativo de mensagens. Mas lembre-se de não se apegar ao resultado, já que isso é sobre você. Não crie expectativas sobre nenhuma atitude do outro.
  4. Esteja aberto: Pode ser que nesse processo o outro perceba que houve um mal entendido e diante do seu perdão decida esclarecê-lo. Seja receptivo. Esteja com um coração disposto para entender as motivações dele.
  5. Aprenda a lição: O que você pode aprender com essa situação? Há algo de positivo que pode ser aproveitado dessa experiência? Quais lições a outra pessoa pode ter aprendido?
  6. Deixe ir: liberte-se de qualquer expectativa em relação às pessoas. Isso inclui expectativa da mudança no comportamento do outro. Perdão não significa aceitar o comportamento inaceitável. Caso a mudança no comportamento seja algo imprescindível e o outro não está disposto a mudar por si mesmo, a melhor alternativa pode ser cortar os laços. E está tudo bem. Diante disso, de quais expectativas você se liberta?
  7. Expresse luto: respeite seu tempo para deixar de sentir-se mal em relação à essa situação.
  8. Crie escudos: apesar de fazer esse processo, é possível que você seja visitado por padrões de pensamento que reativam sentimentos negativos em relação ao outro. Por isso, crie um plano de ação para retirar sua atenção desses pensamentos. Isso não quer dizer que você negará o que está sentindo, apenas não dedicará atenção a eles. Reconheça e deixe os pensamentos e sentimentos seguirem. Por exemplo, escreva o que dirá a si mesmo quando esses pensamentos te visitarem. Assim você evita alimentar a temerosa ruminação.

BÔNUS Além desse passo a passo, vou compartilhar com você três dicas que podem ajudar MUITO a convivermos de forma mais harmônica e saudável uns com os outros. Escolha ser gentil ao invés de estar certo: existe um citação atribuída à Lao-Tzu, que diz algo como: trate quem te feriu com gentileza sincera; ou a hostilidade nunca se tornará boa vontade.

  1. E é isso aí.
  2. Se tratamos quem nos feriu «pagando com a mesma moeda», apenas retroalimentamos um ciclo vicioso negativo.
  3. Seja a pessoa corajosa que escolherá a gentileza e não estimulará esse ciclo.
  4. Pare de buscar razões para sentir-se ofendido: o sentimento de ofensa decorre do julgamento de uma ação do outro: pensamos que o que ele fez foi estúpido, agressivo, arrogante, insensível a lista é infinita.
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Com base nesse julgamento, escolhemos acreditar que temos o direito de nos sentirmos ofendidos. Reconheça o pensamento e deixe ele partir. Ao nos apegarmos a esse julgamento tendemos a ruminar sobre a atitude do outro que nos feriu, buscando justificativas para fomentar o nosso ressentimento por ele.

  • Um processo tóxico que nos mantêm presos a sentimentos negativos e que não nos ajuda a resolver a situação.
  • Viva no presente: você deve estar cansado de eu falar sobre isso.
  • Desculpa, vou continuar falando rs.
  • Se não ficou claro no tópico anterior, esclareço: a ruminação e o ressentimento são sinônimos de apego a um evento passado.

Pois para que ambos se manifestem você tem que manter uma lembrança do que aconteceu no presente. Não é novidade, mas é sempre bom lembrar que em essência passado e futuro não existem, O que existe é presente, que é onde a gente constrói ambos: as memórias e a vida que sonhamos.

  • Ao invés de tentar mudar algo no passado, que não pode ser alterado, foque em cultivar a vida que deseja construir: seu futuro passado e futuro futuro.
  • Confuso? Linguagens de desculpas O conhecimento que compartilhei aqui pode ser utilizado para perdoar a si mesmo, perdoar o outro e, até mesmo, para pedir perdão.

Mas pode ser que nesse processo, a gente ou o outro encontre barreiras para verdadeiramente perdoarmos. Essas barreiras podem estar relacionadas às linguagens de desculpas, Conhece? Cada pessoa tem um checklist, ainda que inconsciente, do que significa desculpar-se.

  • Assim, para algumas pessoas apenas a expressão do arrependimento basta, para outras é essencial que o pedido seja feito com uma clara aceitação da responsabilidade pelo erro ou de atitudes que de certa forma compensem o erro.
  • O desconhecimento da linguagem de desculpa do seu interlocutor pode ser um fator limitante no processo de perdão.

É preciso ficar atento a esse detalhe essencial. Conversamos mais sobre perdão e sobre as linguagens de desculpas no A.MA.BI.LI.DA.DE, No workshop aprendemos a criar relacionamentos interpessoais com mais qualidade e, para isso, é essencial para compreendermos como o processo de perdão e desculpa ocorre de forma honesta e verdadeira para cada um.

Quando a mágoa não passa?

Porém, se ela persistir, busque a ajuda de um psicólogo. Uma mágoa persistente pode causar graves disfunções psicológicas, doenças físicas e prejudicar diretamente a sua vida.

O que a Bíblia fala sobre a mágoa?

Superando amarguras e mágoas! — «Se possível, quando depender de vós, tende paz com todos.» Romanos 12.18 Tragicamente, a amargura começa aos poucos, através de uma pequena palavra, um gesto quase insignificante. Sem perceber nitidamente, uma ofensa entra em nossos corações, fazendo morada no nosso íntimo.

  • Ao longo da vida, nós repetimos, contando aos outros o que nos feriu, o que nos magoou.
  • Essas situações vão se aprofundando em nossas mentes, criando sulcos profundos que serão difíceis de desconstruir ao longo do tempo.
  • Passamos a vida inteira recontando os nossos sofrimentos a qualquer ouvinte disponível, incluindo cada detalhe sórdido.

Assim, nós deixamos de pedir apoio, e empurramo-nos ainda mais para as amarguras, mágoas e ressentimentos. Toda vez que ouvimos o nome da pessoa que nos ofendeu, nos encolhemos, somos atingidos em cheio em nossas fragilizadas emoções. Em casos assim, nós deciframos a ofensa como intencional e nosso ofensor alguém deliberadamente tão cheio de desrespeito.

  • Então, neste contexto de lamento e dor, estão criadas as feridas que nos machucarão por toda a vida.
  • Procuramos outras razões, reais ou imaginárias, para não gostar de quem nos amargurou, e a cada nova informação, formamos outra camada de amargura.
  • É um processo descontrolado que vai, dia após dia, abrindo brechas na nossa alma, enfermando por completo os nossos sentimentos.

É impressionante como nós nos enganamos em pensar que ninguém saberá, ninguém será acessado sobre as nossas dores ocultas, onde a raiva e ressentimentos têm jeito de penetrar em tudo e em todo o nosso ser. Saiba que o ressentimento é como uma bola de praia que tentamos submergir na água, não importa quão valentes sejam nossos esforços, ela surge com toda a sua vitalidade, espalhando água abundantemente sobre todos, por toda parte.

A Bíblia orienta que devemos viver em paz com todas as pessoas, mas como podemos fazer isso? Como podemos evitar que a amargura se mova em nossos corações? Como podemos lidar com nossos sentimentos em vez de deixá-los crescer em mágoas? Desde o princípio, Deus sabia que nem sempre seria possível viver em paz com algumas pessoas.

Romanos 12:18 diz: «Se é possível.» Mas Deus exige que perdoemos a todas e todos sem exceção, que vivamos em paz em relação às pessoas. Nem sempre isso é o que acontece, nossa falta de perdão é real quando escolhemos manter a amargura, deixando-a amadurecer em ressentimento em nossos corações.

  1. Embora pareça que somos incapazes de perdoar, às vezes precisamos encarar que não estamos dispostos a viver em paz, a nos relacionar na paz.
  2. Não temos força e disposição para isso, mágoas e ressentimentos são tudo o que dominam nossas emoções e sentimentos.
  3. No livro do evangelista Mateus, 18.24-35, a Bíblia relata a história de um homem a quem foi perdoada uma grande dívida, mas este mesmo homem perdoado exige imediatamente o pagamento de alguém que lhe deve um valor bem menor do que ele mesmo devia.

Embora, a ele, tenha sido mostrado misericórdia e graça, ele não estava disposto a dar o mesmo que recebeu, compartilhar a mesma benção em seu favor. Entenda que devemos perdoar porque somos perdoados, o perdão restaura a vida, liberta a alma do cativeiro, sara nossos sentimentos e elimina aquela doentia declaração: «Você não entende o que eles fizeram comigo».

  1. É claro que podemos realmente não entender certos comportamentos, entretanto, Jesus Cristo entende, pois Ele viveu uma vida perfeita, mas foi espancado, ridicularizado, cuspido e pendurado em uma cruz de madeira para morrer de morte cruel.
  2. O evangelista João 3:16 diz que ele amava o mundo o suficiente para passar por isso, e, às vezes, pensamos erroneamente que Ele morreu apenas por nós, mas quando Ele morreu, morreu pelo mundo – incluindo quem ofendeu você.

Somos instruídos a perdoar os outros, assim como Cristo nos perdoou. Eles merecem isso? Não. Nós merecemos isso? Mais uma vez, não. Mas ainda assim, ele ficou pendurado naquela árvore amaldiçoada por causa de seu amor por cada um de nós. Não esqueça que, quando temos um espírito implacável, nosso olhar não está em Jesus Cristo; mas fixados em nós mesmos.

Toda vez que uma pessoa te magoar, nunca diga que alguém deveria pagar por isso. E, em sua maneira amorosa e carinhosa, Jesus Cristo te fala: «Eu paguei pelo erro humano». Ore por aqueles que você não pode perdoar, na certeza de que Deus já sabe o que está acontecendo dentro de você. Ele conhece seus pensamentos e Ele sabe como a outra pessoa te machucou.

Ele estava lá. Tenha uma excelente semana e se esforce para estar e viver em paz com todas as pessoas. Reverendo Luiz Rodrigues Barbosa Neto – Pastoral Universitária : Superando amarguras e mágoas! —

Quanto tempo dura a mágoa?

Quanto tempo dura uma mágoa? A mágoa nada mais é do que, a continuação do sofrimento depois do término de uma experiência desagradável. É o sentimento negativo que fica atrelado àquela lembrança, que deveria ser apenas um traço mnésico, ou seja, uma memória pura.

E, justamente por não ser uma memória pura, ao ser lembrada, ela traz junto o sentimento de sofrimento que está atrelado. Eliminar as mágoas existentes e evitar novas mágoas não é uma tarefa fácil, mas é possível através de um processo contínuo de revisão e harmonização de nossos conteúdos psicológicos.

No começo pode ser bem trabalhoso, principalmente porque não adquirir novas mágoas não é uma ação e sim um estado psicológico. Poderia ser comparado com um aplicativo de celular, que requer constantes atualizações. Guardar mágoa é como caminhar com uma corda amarrada na cintura, puxando uma grande pedra pelo chão na outra ponta.

  • A pedra representa a mágoa, o tamanho da pedra representa a intensidade da mágoa, o esforço para puxar a pedra é o quanto de energia se gasta (desperdiça) com essa mágoa e, a corda é a estrutura egocêntrica que mantém a pessoa ligada a mágoa.
  • Por mais que a causa do problema pareça óbvio na situação acima, na vida real pode levar tempo para perceber o que está acontecendo e, muitas vezes, mesmo após descobrir qual é a causa da mágoa, requer tempo para solucionar, ou seja, desinvestir (desligar) a energia sobre a mágoa e deixar de sofrer.
  • Durante esse tempo, o preço que se paga é a perda de bem estar de quem está magoado, podendo atingir também quem convive próximo.
  • Sim, quem está próximo também pode sofrer pois, ao se sentir magoado perde-se a percepção do presente, já que a pessoa fica mais ligada ao passado e, a falta de percepção do presente acaba por empobrecer as relações da vida (pessoal, familiar, social, profissional).
  • Toda vez que a energia vital (nosso combustível) não é investida (direcionada) para a vida e sim para «carregar» uma mágoa, perde-se ainda mais a capacidade de lidar com novas contrariedades, o que nos deixa ainda mais suscetíveis a formar novas mágoas.
  • O caminho para se «livrar da mágoa» é a elaboração da experiência desagradável para se chegar ao perdão (parar de sofrer ao lembrar da experiência desagradável).
  • A elaboração acontece pela flexibilização das estruturas egocêntricas, estruturas essas que, não permitem a compreensão empática de uma experiência desagradável.

Não significa passar a gostar daquilo que não foi bom, mas ter uma nova percepção sobre aquela experiência e não sofrer ao lembrar. É o trabalhoso processo de conseguir amar mesmo não gostando. Entre evitar guardar uma nova mágoa, elaborar a já existente ou mesmo «conviver» com ela, tem-se alguns caminhos: – Perlaboração: ao enfrentar uma experiência desagradável a pessoa não gosta e também não compreende.

Pode levar muito tempo, em alguns casos uma vida toda («ou mais») para se estabilizar emocionalmente frente ao evento desagradável. Somente quando conseguir elaborar as suas estruturas egocêntricas, alcançará um estado psicológico mais harmonizado, para poder exercer a compreensão empática dos porquês e perdoar.

– Elaboração: ao enfrentar uma experiência desagradável a pessoa não gosta e, não compreende num primeiro instante. Mas logo em seguida, pela recuperação de um estado mais racional e harmonizado do ego (mais paciente, tolerante e resignado), elabora através da compreensão empática dos porquês e, consegue perdoar.

– Princípio da inofendibilidade: ao enfrentar uma experiência desagradável, a pessoa não gosta, porém se mantem harmonizada pela capacidade de não se ofender, através da compreensão empática dos porquês e contrariedades da vida. Dentro desse princípio a pessoa não está reativa e nem passiva, e sim está pacífica.

Não precisa perdoar porque não chega a se magoar (é um estado muito evoluído do ser). – Sublimação: frente ao desagradável que está acontecendo, e que pode continuar por muito tempo (em alguns casos uma vida toda), a pessoa não gosta e não compreende.

Contudo consegue desinvestir a energia do desagradável direcionando diretamente para outro foco, outra realização. É uma ação muito trabalhosa, mas em alguns casos, é a única maneira de não adoecer devido a uma mágoa. Estou falando de situações desagradáveis e crônicas causadas por alguém e, também de situações inerentes a vida como por exemplo, ter um problema sério de saúde dentro da família ou consigo mesmo.

Nesses casos, ao não conseguir sublimar, é como se a pessoa se magoasse cronicamente por um mesmo motivo, podendo chegar a um trauma ou outra patologia. Como vimos, superar uma mágoa pode ser um trabalho árduo. A busca sempre será por alívio total através da eliminação da «pedra», mas como perdoar é um processo, ter a chance de diminuir o tamanho da «pedra» pode ser um ganho significativo, aliás, ganho que trará bem-estar e energia para continuar o processo de elaboração afim de um dia não mais se magoar.

  1. Então, por quanto tempo pode durar uma mágoa?
  2. Acho que cada um terá de «tentar» responder por si mesmo pois, as pedras podem ser diferentes e, perdoar é uma capacidade e mérito de cada um.
  3. Por
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Como Tratar Uma Pessoa Que Te Magoou : Quanto tempo dura uma mágoa?

O que acontece com pessoas que guardam mágoas?

Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo Bem-Estar

Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpoPerdoar evita o estresse e economiza nossas energias

Escrito por Psicologia CRP 51153/SP Sou graduada pela FMUSP em psicologia, pós-graduada e especialista em psicodrama pela SOPS-PUC e especialista em Terap. i Como Tratar Uma Pessoa Que Te Magoou Casal na grama- Foto Getty Images Publicado em 20 de junho de 2011 Quando alguém nos desaponta, nos fere, quando perdemos algo importante ou sofremos alguma injustiça, a raiva e a indignação são sentimentos normais, mas o problema é quando esses sentimentos se transformam em mágoa e amargura.No livro «O poder do perdão», o psiquiatra americano Fred Luskin, apresenta a sua experiência e estudos sobre esse tema.

Ele demonstra que o processo de perdoar pode ser treinado e desenvolvido. Ele utiliza a metáfora de um aeroporto, que está com o tráfego aéreo congestionado, para explicar como fica a mente de uma pessoa, sobrecarregada pelas mágoas. Cada avião que está no ar é comparado a uma mágoa, que enquanto não pousa, fica exigindo energia e exaurindo os seus recursos.

Quando guardamos mágoas, o nosso cérebro produz substâncias químicas e hormônios ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações e prejudicam nosso bem-estar Quando guardamos uma mágoa e pensamos na dor que sofremos, o cérebro reage como se estivéssemos em perigo naquele momento.

Ele produz substâncias químicas ligadas ao, que limitam as nossas ações. A parte pensante do cérebro fica limitada, é quando agimos sem pensar para nos livrarmos da sensação de perigo.Portanto, a mágoa consome muita energia, pois cada vez que contamos o que aconteceu, os mesmos sentimentos são desencadeados.

O cérebro não sabe distinguir se aquela traição ou agressão aconteceu agora ou há três anos. Assim como escolhemos o canal de TV que queremos assistir, também podemos aprender a escolher qual o «canal» que estará passando na nossa mente. Podemos escolher pensar no quanto fomos vítimas, o quanto fomos machucados, e com isso perpetuar o nosso sofrimento ou podemos escolher pensar no quanto fomos fortes para sobreviver ao que aconteceu e mudar o nosso foco.Não significa que devamos passar por cima da tristeza, da dor e da raiva que sentimos, mas precisamos aprender que existe um tempo para esses sentimentos.

Uma forma de mudarmos o «canal» da nossa mente é pensar em como podemos mudar a história da nossa dor.Qual a história que contamos para nós mesmos sobre o que nos aconteceu? Relembrar o fato, falar disso inúmeras vezes, ficar no lugar de «vítimas» dentro da história que contamos, nos dá a sensação de que o sofrimento que passamos não será esquecido e que se e abandonarmos esse lugar, quem nos fez sofrer ficará liberado de pagar pelo que fez.

Mas, conservar a mágoa, nos mantém ligados de forma ineficaz à pessoa que nos fez sofrer. O outro provavelmente não está sofrendo, nem mais e nem menos, só porque mantemos a mágoa dentro de nós. Cada vez que contamos a história da nossa dor, ressaltando o quanto fomos vitimas daquela pessoa e enfatizando o quanto ela foi cruel conosco, continuamos dando poder a ela.

Ficamos presos num papel que não deveria ser mais o nosso. Precisamos ultrapassar esse momento, precisamos nos curar. Que tal parar um pouco e reformular a história da nossa dor? Sem forçar acontecimentos ou inocentar ninguém, mas colocando um foco nas nossas atitudes, no que fizemos e podemos fazer de construtivo diante do que aconteceu.

Saiba mais: : Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo

O que a mágoa causa no coração?

Passo 1: Reconhecer os sintomas – A Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram os limites considerados normais para a pressão arterial. Foto: Bigstock De acordo com a especialista, o processo de perdão é tão intenso como o processo do luto. «Quando nos magoamos, há o luto das nossas expectativas e ainda há o luto pelo rompimento do relacionamento, já que o individuo não quer mais falar com o outro», afirma a psicóloga.

Isso gera estresse e ativa a produção de adrenalina, hormônio que prepara o organismo para atividades que exigem esforço intenso. «Toda vez que nos sentimos ameaçados ou descontentes, temos sinalizadores internos que deixam o corpo pronto para ação. Com isso, suamos mais e o coração fica acelerado, com sensação de disparo cardíaco», afirma.

Essa reação corporal auxilia em casos de risco, quando há necessidade fuga, ataque ou outro movimento rápido. No entanto, não pode ser constante porque a alta produção da adrenalina exige trabalho árduo do organismo, aumentando a pressão sanguínea.

Quem guarda mágoa?

Quando se diz que determinada pessoa ‘guarda mágoa’ de uma situação ou indivíduo, significa que existe uma mistura de sentimentos que varia entre o rancor, a raiva e a tristeza. Normalmente, a mágoa é fruto de uma grande decepção.

Quando guarda mágoa?

Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo Bem-Estar

Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpoPerdoar evita o estresse e economiza nossas energias

Escrito por Psicologia CRP 51153/SP Sou graduada pela FMUSP em psicologia, pós-graduada e especialista em psicodrama pela SOPS-PUC e especialista em Terap. i Como Tratar Uma Pessoa Que Te Magoou Casal na grama- Foto Getty Images Publicado em 20 de junho de 2011 Quando alguém nos desaponta, nos fere, quando perdemos algo importante ou sofremos alguma injustiça, a raiva e a indignação são sentimentos normais, mas o problema é quando esses sentimentos se transformam em mágoa e amargura.No livro «O poder do perdão», o psiquiatra americano Fred Luskin, apresenta a sua experiência e estudos sobre esse tema.

Ele demonstra que o processo de perdoar pode ser treinado e desenvolvido. Ele utiliza a metáfora de um aeroporto, que está com o tráfego aéreo congestionado, para explicar como fica a mente de uma pessoa, sobrecarregada pelas mágoas. Cada avião que está no ar é comparado a uma mágoa, que enquanto não pousa, fica exigindo energia e exaurindo os seus recursos.

Quando guardamos mágoas, o nosso cérebro produz substâncias químicas e hormônios ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações e prejudicam nosso bem-estar Quando guardamos uma mágoa e pensamos na dor que sofremos, o cérebro reage como se estivéssemos em perigo naquele momento.

  1. Ele produz substâncias químicas ligadas ao, que limitam as nossas ações.
  2. A parte pensante do cérebro fica limitada, é quando agimos sem pensar para nos livrarmos da sensação de perigo.Portanto, a mágoa consome muita energia, pois cada vez que contamos o que aconteceu, os mesmos sentimentos são desencadeados.

O cérebro não sabe distinguir se aquela traição ou agressão aconteceu agora ou há três anos. Assim como escolhemos o canal de TV que queremos assistir, também podemos aprender a escolher qual o «canal» que estará passando na nossa mente. Podemos escolher pensar no quanto fomos vítimas, o quanto fomos machucados, e com isso perpetuar o nosso sofrimento ou podemos escolher pensar no quanto fomos fortes para sobreviver ao que aconteceu e mudar o nosso foco.Não significa que devamos passar por cima da tristeza, da dor e da raiva que sentimos, mas precisamos aprender que existe um tempo para esses sentimentos.

Uma forma de mudarmos o «canal» da nossa mente é pensar em como podemos mudar a história da nossa dor.Qual a história que contamos para nós mesmos sobre o que nos aconteceu? Relembrar o fato, falar disso inúmeras vezes, ficar no lugar de «vítimas» dentro da história que contamos, nos dá a sensação de que o sofrimento que passamos não será esquecido e que se e abandonarmos esse lugar, quem nos fez sofrer ficará liberado de pagar pelo que fez.

Mas, conservar a mágoa, nos mantém ligados de forma ineficaz à pessoa que nos fez sofrer. O outro provavelmente não está sofrendo, nem mais e nem menos, só porque mantemos a mágoa dentro de nós. Cada vez que contamos a história da nossa dor, ressaltando o quanto fomos vitimas daquela pessoa e enfatizando o quanto ela foi cruel conosco, continuamos dando poder a ela.

Ficamos presos num papel que não deveria ser mais o nosso. Precisamos ultrapassar esse momento, precisamos nos curar. Que tal parar um pouco e reformular a história da nossa dor? Sem forçar acontecimentos ou inocentar ninguém, mas colocando um foco nas nossas atitudes, no que fizemos e podemos fazer de construtivo diante do que aconteceu.

Saiba mais: : Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo

O que é ressentimento para a psicologia?

Ressentimento é o sentimento que se caracteriza pela existência de mágoas, rancores ou angústias que se formam como consequência de uma ofensa ou a partir de uma atitude que é recebida de malgrado.

O que não se pode perdoar em um relacionamento?

8 erros em um relacionamento que quase sempre são imperdoáveis para a mulher | Mulher Comportamento | Mulher Abrir mão de determinados desejos de tempos em tempos, aceitar defeitos e superar momentos difíceis são coisas que todo relacionamento exige dos casais.

No entanto, nem sempre a mulher consegue relevar alguns erros que os homens cometem em uma relação que, para muitas, são considerados até imperdoáveis.1. Infidelidade na relação costuma ser um dos erros que as mulheres mais têm dificuldade de perdoar e superar.2. Contar mentiras para fugir de situações sérias e esconder problemas e fatos que podem afetar a relação no futuro também é difícil de ser perdoado.3.

Subestimar a inteligência da parceira com histórias mirabolantes ou desculpas esfarrapadas além de irritar, pode fazer com que a mulher coloque um ponto final na relação.4. Tentar minimizar a importância da parceira em decisões importantes e ignorar conselhos em assuntos que, segundo alguns homens, «não são de mulher», também pode ser imperdoável no relacionamento.5.

Excesso de ciúmes e tentativa de controle obsessivo sobre a parceira faz com que a mulher se sinta «propriedade» do homem e, portanto, incapaz de manter o relacionamento.6. Homens que tentam humilhar a parceira para se sentirem superiores e sob o controle normalmente não terão suas atitudes perdoadas por uma mulher consciente.7.

Relacionamentos com sogras nem sempre são amistosos, mas quando existe respeito, não há com o que se preocupar. No entanto, quando o homem deixa que sua mãe interfira demais na relação, a mulher pode não conseguir tolerar a situação.8. Por fim, mulheres consideram imperdoáveis e não devem mesmo relevar qualquer tipo de agressão, física ou moral, partida de um homem.

Qual é o salmo do perdão?

Custódia Cardoso reza e canta o Salmo 51(50 ): Recebendo o perdão, que vai falar sobre o perdão a ‘água viva’ que Deus derrama sobre o seus filhos e lhes concede o perdão.

Qual é a diferença entre raiva e mágoa?

Culpas, frustrações, raiva, mágoas e tristeza. A culpa não é uma emoção verdadeira, ou seja, ela é uma emoção de disfarce que utiliza a reação fisiológica normalmente da raiva ou da tristeza para se manter ativa. A culpa só existe a partir do momento em que estamos vivendo em sociedade e nos comparando com padrões, comportamentos e modelos, sejam eles sociais, familiares ou religiosos.

  1. Portanto, é de extrema importância neutralizarmos essas emoções para evitar que elas, somadas a tristezas e frustrações, possam evoluir para um quadro depressivo.
  2. A frustração surge quando algo desejado ou esperado não ocorre.
  3. A frustração pode estar relacionada com a sensação de incapacidade quando esse acontecimento dependia da própria pessoa.
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Se a pessoa não sabe lidar com a frustração, pode desenvolver quadros de depressão e estresse graves. As fontes da frustração podem ser internas ou externas. As fontes internas da frustração envolvem deficiências pessoais como falta de confiança ou medo de situações sociais que impedem uma pessoa de alcançar uma meta.

  • As causas externas da frustração, por outro lado, envolvem condições fora do controle da pessoa, tais como uma estrada bloqueada ou falta de dinheiro, por exemplo.
  • Quando sentimos raiva e não a trabalhamos psicologicamente, a raiva gera rancor, mágoa e até dor física, que podem levar a doenças como depressão e estresse, além de prejudicar os relacionamentos.

A mágoa representa um sentimento de desgosto, pesar, sensação de amargura, tristeza, ressentimento. É um descontentamento que, embora frequentemente brando, pode deixar resquícios que podem durar um bom tempo. Por vezes, é possível percebê-la no semblante, nas palavras e nos gestos de uma pessoa.

  • Sintomas que podem estar relacionados à dor emocional reprimida:
  • Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse e, em longo prazo, câncer.
  • Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo e depressão.
  • Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.

Nos tratamentos da Expert Life, detectamos e tratamos a causa raiz das memórias traumáticas ou dolorosas que ocasionam doenças ou transtornos mentais de fundo emocional. Dessa forma, tratamos a causa raiz das memórias traumáticas de medos, inseguranças, tristezas, culpas frustrações e demais sintomas emocionais que ocasionam estes transtornos.

A Terapia de Memória Celular® (TMC®) – Exclusiva da Expert Life é mais eficaz e duas vezes mais rápida que a Hipnose Clínica convencional, porque a Hipnose Clínica convencional requer mais tempo de consulta na indução de um transe hipnótico por relaxamento. Já com a TMC® não existe essa necessidade. Vale ressaltar que a eficiência da Hipnose Clínica convencional (utilizada por hipnólogos clínicos e hipnoterapeutas) é progressivamente reduzida em proporção a complexidade do transtorno a ser tratado, pelo fato de serem apenas técnicas que dão apoio a outras psicoterapias.

Sendo assim, a Hipnose Clínica convencional não é uma terapia e, portanto, sempre necessitará do suporte de outras terapias para ter eficácia plena. Entretanto, desenvolvemos duas terapias exclusivas e inéditas no campo da hipnose, que se encerram sem a necessidade de outras psicoterapias no tratamento.

A Terapia de Memória Celular® (TMC®) e a Terapia de Inspeção Via Inconsciente® (TIVI®) mantém elevada e constante a chance de sucesso do tratamento em função da assertividade gerada na busca da causa dos eventos traumáticos ou dolorosos que necessitam ser tratados. Além de reesculpirem a psique (memórias emocionais) do paciente.

Fazendo que não existam mais memórias emocionais traumáticas ou malsucedidas que possam gerar «gatilhos» para uma recidiva futura.

  1. Sendo assim, a Terapia de Memória Celular® (TMC®) e a Terapia de Inspeção Via Inconsciente® (TIVI®) não reduzem sua eficácia diante da complexidade do transtorno a ser tratado, sendo mais rápidas, assertivas e eficazes que a Hipnose Clínica convencional pelo fato de tratar o transtorno mental e todas as suas causas e não só atenuar sintomas.
  2. A Expert Life conta com Terapias e Métodos exclusivos e extremamente avançados, além de hipnoterapeutas altamente capacitados com formações internacionais.
  3. Os tratamentos da Expert Life não possuem métodos invasivos e não causam danos ou riscos à saúde.

: Culpas, frustrações, raiva, mágoas e tristeza.

Quais são as doenças causadas pela falta de perdão?

As consequências da falta de perdão Como Tratar Uma Pessoa Que Te Magoou Seja qual for a razão, perdoar não é só uma decisão religiosa, ou um gesto de amor, mas um ato que revela a preocupação com a saúde de quem perdoa. Um recente estudo brasileiro ligou a falta de perdão com o risco maior de infarto agudo do miocárdio. A pesquisa foi realizada pela psicanalista Suzana Avezum, que explorou o tema em seu trabalho de mestrado.

  • Para isso, ela pediu para que 130 pacientes respondessem a dois questionários sobre a disposição ao perdão e sobre espiritualidade.
  • Os participantes do estudo foram classificados em dois grupos: o primeiro formado por 65 pessoas sem histórico de doenças cardiovasculares e o segundo com outras 65 que já haviam infartado anteriormente.

Ao analisar as repostas, a pesquisadora percebeu que o grupo que sofreu infarto apresentou maior tendência a não perdoar as mágoas sofridas durante a vida. O que pode explicar a relação entre problemas emocionais e doenças cardíacas são os hormônios do estresse, que provocam respostas fisiológicas de defesa, podendo levar o corpo a desenvolver patologias.

  • Sabemos que o perdão está intimamente ligado às emoções e está energia negativa pode voltar contra nós mesmos.
  • Outros estudos também apontam que a falta de perdão pode desencadear em sérias doenças emocionais e físicas como depressão, dores musculares, hipertensão, reações alérgicas, enxaquecas, dores no corpo e até câncer.

A falta de perdão nos faz sentir torturados. O nosso coração se torna escravo de um sentimento que vai nos matando por dentro, apesar de parecer bem por fora. Em outras palavras, esses sentimentos não resolvidos acabam se revertendo contra a própria pessoa que guarda e se torna destrutiva.

  1. A concessão do perdão faz tão bem para as pessoas que, através desta atitude, começa o processo de cura interior.
  2. Em termos teológicos, a falta de perdão está ligada completamente a falta de resposta as nossas orações.
  3. É por isso que Jesus ao ensinar nos a oração do Pai Nosso disse: «Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores», e ainda: «Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós.» (Mateus 6:12 e 14) São Paulo vai mais longe, ele fala em 2 Coríntios 2:10 que perdoa para não ser vencido por satanás: «E a quem perdoardes alguma coisa também eu; porque o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás.» Perdoar não é o mesmo que esquecer.

Ao esquecer você corre o risco de vez ou outra relembrar e voltar a sofrer pelo mesmo motivo. A melhor forma de saber se você realmente perdoou é quando o problema não faz você mais sofrer. Mas não se preocupe, perdão é dom divino. Peça ajuda aos céus sempre que a falta de perdão te assolar.

O que a falta de perdão pode causar na vida de uma pessoa?

A falta de perdão, tem sido forte motivo de paralisia espiritual, imaturidade emocional e desenvolvimento de doenças físicas e emocionais.

O que a falta de perdão pode causar na vida de uma pessoa?

A falta de perdão, tem sido forte motivo de paralisia espiritual, imaturidade emocional e desenvolvimento de doenças físicas e emocionais.

Porque magoamos as pessoas que mais amamos?

Durante a nossa vida o mais provável é que por vezes acabemos por magoar as outras pessoas. Seja de forma voluntária ou não, isto parece ser algo inevitável. Existem momentos de maior tensão ou confronto em que acabamos por dizer coisas que podem ferir os sentimentos do outro.

Isto acaba por ser mais frequente sobretudo nas nossas relações pessoais. Seja porque temos de disciplinar ou dizer algo mais firme a um filho que está a ir por um caminho destrutivo ou em alternativa porque chegou a hora de terminar uma relação amorosa que simplesmente não está a resultar, a verdade é que estes momentos acabam por causar dor.

A maior parte das pessoas têm um receio consciente de puder vir a magoar alguém de quem gostam e procuram evitar estes momentos a todo o custo. No entanto existe um outro tipo de pessoa que acaba por viver uma vida repleta de conflito, acabando por estar constantemente a causar dor à sua família, filhos ou parceiro amorosos.

Falta de empatia

Algumas pessoas têm uma maior dificuldade em sentir empatia. Não conseguem com facilidade ver outras perspetivas, não conseguem simplesmente «calçar os sapatos dos outros». Isto por vezes é algo completamente involuntário. Não compreendem que certas ações possam causar dor pois eles não sentem essas experiências como algo negativo.

Baixa autoestima

Por vezes o facto de as pessoas terem uma autoestima mais baixa e não se valorizarem adequadamente pode dar aso a que acabem por ser mais frios e incorretos com os outros. Isto acontece porque não acreditam que a sua presença seja particularmente importante ou sentida e como tal acabam muitas vezes por «desaparecer» ou afastar-se de uma forma inexplicada, causando sofrimento a todos aqueles que verdadeiramente gostam de si.

Têm um qualquer objetivo

Sendo certo que em muitos casos as pessoas acabam por magoar os outros de forma involuntária, existem também casos de pessoas que o fazem obviamente de uma forma deliberada. Se o seu parceiro fala mal consigo em frente aos outros, se a critica ou chama nomes, então isso pode significar que desejam rebaixar a sua presença e ganhar poder.

Prazer em infligir dor

Estranhamente algumas pessoas apreciam o processo de causar dor a outros. Normalmente isto está mais uma vez associado a uma infância repleta de problemas e abusos emocionais. Podem sentir algum prazer ou alívio em replicar consigo certos comportamentos incorretos.

Escolha «tóxica» de parceiros

Não escolhemos as pessoas de forma aleatória. Subconscientemente gravitamos em torno de pessoas que preencham as nossas necessidades mais profundas e que se adequam a um determinado perfil. Alguém que goste de dominar e magoar irá sempre procurar alguém que lhe permita assumir esse tipo de comportamentos numa relação.

Por outro lado, algumas pessoas com problemas mal resolvidos podem sentir-se inconscientemente mais atraídas por pessoas que lhes possam causar sofrimento. É um mecanismo destrutivo muitas vezes associado a pessoas provenientes de lares familiares caracterizados por relações abusivas e raras demonstrações de amor ou apreciação.

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O que é ter mágoa de alguém?

Significado de Magoar verbo transitivo direto, intransitivo e pronominal Provocar ou sentir mágoa, angústia ou sofrimento; ofender-se : seu comportamento rude me magoou muito; a rudeza magoa; magoou-se com a rudeza de seu pai.

O que fazer quando está magoada com o marido?

E como fazer para não deixar o rancor tomar conta da relação? – Em primeiro lugar, recomendo buscar forças na oração. Pedir a Deus a capacidade de discernimento e ao Espírito Santo a luz para conduzir com tranquilidade as situações difíceis do dia a dia.

  1. Em segundo lugar, é preciso conversar, conversar e conversar.
  2. Não adianta guardar para si as mágoas e o ressentimento.
  3. Com serenidade, você deve pontuar ao cônjuge as coisas que ele faz e que lhe desagradam.
  4. Demonstre como você se sente diante dessas situações e sugira soluções que possam atender a ambos.

Além disso, procure também ver o que você faz e que pode irritar ou chatear o outro. Tente identificar quais dos seus comportamentos podem gerar animosidade no casamento. Mostre-se disponível para a conciliação. Para alguns casais, a conversa pode ser difícil.

  1. Verbalizar sentimentos é um desafio para muitas pessoas.
  2. Nesses casos, vale fazer um exercício.
  3. Que tal, em uma folha de papel, vocês fazerem uma lista do que cada um gosta e do que não gosta no parceiro? Depois troquem os papéis e reflitam um pouco sobre os apontamentos um do outro e o que pode ser feito para valorizar as qualidades e moderar os problemas.

Vocês vão se surpreender com o resultado!