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Como Que Os Dinossauros Morreram?

Como realmente morreram os dinossauros?

A queda de um meteoro na Terra, com a velocidade de 72.000 km/h, teria sido a principal causa da extinção dos grandes répteis (dinossauros).

Onde está o meteoro que matou os dinossauros?

As pistas sobre o objeto que encerrou o reinado dos dinossauros foram encontradas na cratera Chicxulub, que tem este nome porque fica próxima da comunidade de Chicxulub. Ela é como uma grande cicatriz na Península de Yucatán, no México, com mais de 140 km de diâmetro, que foi deixada pela colisão do objeto.

Qual foi o último dinossauro a ser extinto?

Mokele-mbembe – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Tinha Ser Humano na época dos dinossauros?

Folha Online – Quiz Almanaque Dinossauros :: Perguntas

  • JOÃO BONTURI da Folha Online
  • Dinossauros voavam ou nadavam?
  • Todos os dinossauros eram de grande porte?
  • Existiam seres humanos na época dos dinossauros?
  • Todos os dinossauros viveram na mesma época?
  • Quais os maiores dinossauros herbívoros?

Todos os dinossauros vivem em terra; nenhum deles viveu no mar ou voou, nem os Pterossauros, que pertenciam à ordem Archosauria, ou o Ictiossauro, que era um réptil marinho. Não. Havia dinossauros grandes, médios e pequenos. Por exemplo, o Compsognathus era do tamanho de um galo. Não. Qualquer filme que envolva homens e dinossauros é pura ficção. Enquanto faz 65 milhões de anos que os dinossauros foram extintos, o Homo sapiens começou a evoluir há 200 mil anos. Os dinossauros existiram durante aproximadamente 160 milhões de anos, na era Mesozóica. Os dinossauros do período Triássico eram relativamente pequenos. Durante o período Jurássico muitas espécies sobreviventes do Triássico evoluíram, surgindo os gigantes saurópodes, como o Apatossauro e o Seismossauro. A maior diversidade de dinossauros existiu durante o período Cretáceo; os monstruosos gigantes carnívoros como o Tiranossauro e o Giganotossauro, o couraçado Ankylossauro e a Maiassaura viveram nessa fase. Ao contrário do que vários filmes e histórias em quadrinhos apresentam, o encouraçado Estegossauro (Jurássico) nunca enfrentou o Tiranossauro (Cretáceo). Os maiores dinossauros herbívoros (comedores de plantas) moviam-se lentamente, tinham uma postura semelhante à da vaca e possuíam um pescoço comprido que era contrabalançado por uma longa cauda; em geral tinham dentes não cortantes na forma de um lápis, para triturar os vegetais. Entre eles destacam-se:

  • Argentinossauro (Argentinosaurus huinculensis) – Encontrado na Argentina; teria entre 35 a 40 m de comprimento, com peso estimado entre 80 a 100 t.
  • Paralititan – É um gigante recentemente encontrado no Egito; teria entre 35 a 40 m de comprimento, com peso em torno de 70 t. A sua classificação completa ainda não foi determinada.
  • Seismossauro (Seismossaurus hallorum) – O «lagarto terremoto» é um dos mais compridos dinossauros. Seu tamanho é estimado entre 39 a 52 m, com peso em torno de 30 t.
  • Superssauro (Supersaurus vivianae) – O comprimento do «super lagarto» era em torno de 30 a 40 m, e o peso variava entre 45 a 55 t.
  • Quais os maiores dinossauros carnívoros (comedores de carne)? Os dinossauros carnívoros ou carnossauros eram menores do que os herbívoros, porém eram bípedes e certamente mais rápidos do que os quadrúpedes herbívoros; utilizavam seus membros dianteiros como braços, que eram bem menores do que as pernas, não permitindo que agarrassem as vítimas com firmeza. Mas essa deficiência era compensada pelas enormes mandíbulas e dentes afiadíssimos, com os quais cortavam e estraçalhavam suas vítimas.

  • Giganotossauro (Giganotosaurus carolinii) – Encontrado na Patagônia (Argentina), o «réptil gigante do sul» pesava em torno de 8 t e tinha entre 13,5 a 14,3 m de comprimento. O giganotossauro tinha o cérebro do tamanho de uma banana média; os seus dentes, semelhantes a uma faca serrilhada, possuíam cerca de 20 cm e retalhavam a vítima.
  • Tiranossauro (Tyrannosaurus rex) – O «tirano rei lagarto» da América do Norte, que pesava entre 5 e 6 t, tinha entre 12 e 14 m de comprimento. O tiranossauro tinha um cérebro relativamente maior e mais largo do que o do giganotossauro; com seus dentes cônicos e serrilhados, de 23 cm em média, o tiranossauro triturava as suas vítimas.
  • Spinossauro – Encontrado na África, no Marrocos e no Egito, o «lagarto espinhoso» tem esse nome porque possuía uma série de grandes terminais nervosos nas vértebras da sua coluna, que provavelmente auxiliavam no controle da sua temperatura, na atração das fêmeas e na luta contra outras espécies. O spinossauro tinha entre 12 e 15 m de comprimento e pesava em torno de 4 t, embora alguns cientistas acreditem que ele pudesse pesar até 8 t. Seus dentes longos e afiados não eram serrilhados.
  • Carcharodontossauro (Carcharodontosaurus saharicus) – Encontrado no Marrocos (África), o «lagarto com dentes de tubarão» atingia provavelmente 14 m de comprimento e 8 t de peso. Seus dentes serrilhados e afiados tinham cerca de 20 cm. Embora seja parecido com o Tiranossauro, é considerado mais primitivo e tinha um cérebro pequeno como o do Giganotossauro.
  • Quais os menores dinossauros?

  • Microraptor – Embora não haja certeza de que seja um adulto, esse pequeno carnívoro encontrado na China em 2000 é um bípede de aproximadamente 40 cm, cujo peso ainda não foi estimado.
  • Compsognathus – Esse bípede carnívoro, de pernas finas como um pássaro, tinha entre 70 cm a 1.40m de comprimento, pesava aproximadamente 3 kg; o seu fêmur (osso da coxa) possuía cerca de 11 cm. Seus braços eram curtos e tinham dois dedos em forma de garra em cada mão.
  • Saltopus – O «saltitante» é um dos mais antigos dinossauros bípedes. Era do tamanho de um gato adulto, possuía cerca de 70 cm de comprimento e pesava em torno de um quilo. O Saltopus tinha cinco dedos nas patas dianteiras, porém os dois últimos eram muito reduzidos.
  • Lesothossauro – Tão antigo quanto o Saltopus, o «lagarto de Lesotho», era um bípede herbívoro de aproximadamente um metro de comprimento, com braços pequenos, cinco dedos em cada pata, cauda pontuda, pescoço flexível e cabeça pequena.
    1. Qual o dinossauro mais difundido?
    2. Qual o maior esqueleto reconstituído de um dinossauro carnívoro?
    3. Qual é o dinossauro que provavelmente tinha a maior cauda mais comprida?
    4. Qual é o dinossauro que provavelmente tinha o maior pescoço?
    5. Quais os dinossauros mais velozes?

    Provavelmente é o Iguanodon ou Iguanodonte, um herbívoro com comprimento superior a 10 m, de 5 m de altura, que pesava em torno de 4,5 toneladas. Foi encontrado na Europa, Ásia, África e América do Norte. Esse dinossauro podia andar sobre duas ou quatro patas.

    1. É o Tiranossauro (Tyrannosaurus rex), apelidado Sue, com 12m de comprimento, que está no The Natural History Museum de Londres.
    2. É o Diplodoco (Diplodocus carnegii), um herbívoro com o comprimento mínimo de 26m e aproximadamente 14m de cauda.
    3. É o Mamenchissauro (Mamenchisaurus constructus), um herbívoro com o comprimento entre 21 e 25 m cujo pescoço atingia cerca de 14 m.

    Comenta-se que o Sauroposeidon, recentemente encontrado em Oklahoma (EUA), teria um pescoço igual ou maior. O Velociraptor, que alcançava até 60 km/h em distâncias curtas, era um bípede carnívoro que possuía entre 1,5 a 2 m de comprimento, aproximadamente 1 m de altura e pesaria entre 7 e 15 kg.

    O Gallimimus, que atingia até 70 km/h em distâncias curtas, era um bípede onívoro (comia plantas e carne), tinha entre 4 a 6 m de comprimento, atingia 1,9 m de altura e pesava em torno de 440 kg. Enquanto os dentes do Velociraptor eram afiados, o Gallimimus tinha um bico alongado e não possuía dentes.

    : Folha Online – Quiz Almanaque

    Quem veio primeiro o homem ou os dinossauros?

    Quem veio primeiro, os dinos ou Adão e Eva? Como Que Os Dinossauros Morreram A Anna Maria, que tem 8 anos (e também deve ser fã de Spielberg, ou pelo menos de Jurassic Park) nos deixou uma pergunta pelo site, muito parecida com a que está logo abaixo: afinal de contas, quem veio primeiro, os dinos ou Adão e Eva ? O professor do Instituto de Geo-Ciências da UFMG Bernardo Gontijo também responde a esta.

    Mas já imaginou o susto que Adão e Eva teriam, se deparassem com um dinossauro no paraíso? E o susto que este dinossauro também teria? O que acontece é que a vida no planeta surgiu há cerca de três bilhões e meio de anos atrás, e os dinos vieram muito antes de Adão, Eva ou seus filhos e netos pensarem em nascer.

    «Os dinossauros viveram e se extinguiram bem antes de a espécie humana surgir «, diz o professor. Pois é, mas como é que a gente sabe disso? Bernardo diz que «os responsáveis por essas descobertas são os geólogos, paleontólogos e arqueólogos». E o que eles fazem? «Os geólogos estudam as rochas e os minerais, e por isso eles sabem muito sobre as transformações que aconteceram no passado com o planeta Terra.

    • Já os paleontólogos pesquisam sobre os répteis que existiam na Terra há muito tempo atrás.
    • Eles sabem muita coisa sobre os dinos.
    • E os arqueólogos são cientistas que querem saber como viviam as pessoas no passado – como elas eram, seus costumes, sua linguagem, etc.
    • Por falar em arqueólogo e Spielberg, alguém aí se lembrou do Indiana Jones?) Os paleontólogos e os arqueólogos trabalham escavando determinados locais e achando restos de ossos e objetos que trazem pistas sobre a vida no passado.

    Mas não é só isso: eles analisam a profundidade em que esses ossos foram encontrados, analisam a composição mineral desses objetos e ainda buscam informações orais ou escritas que possam lhe ser úteis. Colocando tudo isso junto, eles tentam montar o quebra cabeça.» Legal, hein? Se você quiser saber mais sobre como esses cientistas trabalham, veja este (em Inglês).

    O que existia no mundo antes dos dinossauros?

    Como Que Os Dinossauros Morreram – Trilobites, a vida na Terra antes dos dinossauros – RTP Ensina Ainda os dinossauros não existiam e já as trilobites dominavam os mares do planeta. Estes animais invertebrados surgiram há mais de 500 milhões de anos, sofreram várias evoluções e resistiram a duas extinções maciças de espécies.

    1. Uma delas, a que ocorreu no final da era Paleozoica, foi a maior alguma vez registada.
    2. E sabemos tudo isto porque estes pequenos organismos ficaram preservados em forma de fóssil, a testemunhar um tempo em que tudo era diferente do que é hoje.
    3. Há centenas de milhões de anos, o interior norte de Portugal não era uma superfície sólida, recortada em relevo de vales e serras.

    Tudo estava coberto pelo mar. Uma aldeia, no concelho de Arouca, tem essa história escrita na rocha, a provar que em tempos remotos foi uma região habitada por seres marinhos com o corpo segmentado em três partes e «um sistema de visão complexo, semelhante ao dos insetos atuais».

    • As trilobites de Canelas apareceram no período Ordovícico, viveram durante mais de 300 milhões de anos e desapareceram muito antes da primeira pegada de dinossauro,
    • Os fósseis destes invertebrados, descobertos numa pedreira de ardósias, mantêm intacta a memória de acontecimentos geológicos que mudaram a paisagem e a vida na Terra.

    Apesar de existirem mais exemplares no mundo, alguns dos fósseis visíveis no Museu das Trilobites de Canelas pertencem a várias espécies e são dos maiores achados até agora no nosso planeta. Um património único para conhecer de perto com Helena Couto, Professora de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

    Qual é o animal que sobreviveu ao meteoro?

    Como nossos ancestrais sobreviveram ao asteroide que matou os dinossauros Ele vasculha os destroços, pega um inseto para comer e volta apressado para seu abrigo. Ao seu redor, estão os corpos mortos e moribundos dos dinossauros que aterrorizaram os mamíferos por gerações.

    Essas foram as primeiras semanas e meses depois que um asteroide de 10 km de largura colidiu na costa do atual com a força de mais de um bilhão de bombas nucleares, colocando um fim ao período Cretáceo de forma espetacular. No alvorecer da época que se seguiu, o Paleoceno, as florestas estavam em chamas, as costas eram sacudidas por tsunamis e grandes quantidades de rocha vaporizada, cinzas e poeira se elevavam por quilômetros na atmosfera.

    Mas esse mundo não era desprovido de vida. Entre os sobreviventes, estava o primata mais antigo de que se tem conhecimento, o Purgatorius, que parecia um cruzamento entre um musaranho e um pequeno esquilo. Sua população sem dúvida foi reduzida em meio a essa catástrofe global, mas a espécie sobreviveu.

    Assim era a vida dos mamíferos primitivos logo após o asteroide atingir a e extinguir três quartos das espécies vivas do planeta. Apenas a Grande Extinção, há 252 milhões de anos, foi mais mortal (embora menos repentina), ao exterminar 95% da vida nos oceanos e 70% em terra. O asteroide que acabou com o Cretáceo levou consigo dinossauros famosos como o Tiranossauro e o Tricerátops, assim como criaturas menos conhecidas, mas bizarras, como o Anzu (ou «galinha do inferno»).

    Havia dinossauros com bico de pato, dinossauros de pescoço comprido, dinossauros com armaduras por todo o corpo — e, rapidamente, todos morreram. À sombra desses reis e rainhas do Cretáceo Superior, mamíferos como o Purgatorius eram pequenos e aguerridos, muitos deles pertencendo aos tipos de nichos ecológicos hoje ocupados por roedores.

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    Mas, afinal, como foi que esse grupo diverso de criaturas aparentemente vulneráveis ​​— incluindo nossos ancestrais — sobreviveu ao juízo final? É uma pergunta que Steve Brusatte, autor de The Rise and Reign of the Mammals («Ascensão e queda dos mamíferos», em tradução literal), e seus colegas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, têm trabalhado para responder.

    O que Brusatte enfatiza é que o dia em que o asteroide se chocou com a foi um dia muito ruim para qualquer coisa que estivesse viva, incluindo mamíferos, aves (os dinossauros aviários) e répteis. «Não foi um asteroide normal, foi o maior asteroide que atingiu a nos últimos meio bilhão de anos», diz ele.

    • Os mamíferos quase seguiram o mesmo caminho dos dinossauros.» Havia muito a perder.
    • Já no Cretáceo Superior existia uma diversidade surpreendentemente rica de mamíferos, afirma Sarah Shelley, pesquisadora de pós-doutorado em paleontologia de mamíferos na Universidade de Edimburgo.
    • Muitos deles eram essas coisinhas insetívoras que ficavam nas árvores ou escavando», explica.

    Mas nem todos eram comedores de insetos. Havia os misteriosos multituberculados, chamados assim pelos peculiares nódulos em seus dentes. «Eles têm esses dentes em bloco com muitas protuberâncias, e na frente tinham um dente em forma de lâmina. Parece quase uma serra», diz Shelley.

    Eles costumavam comer frutas, nozes e sementes.» Também havia carnívoros — um dos maiores da época era o Didelphodon, um parente dos marsupiais que pesava cerca de 5kg, quase do tamanho de um gato doméstico. «Por seu crânio e anatomia dental, tinha uma mordida realmente poderosa, então era definitivamente carnívoro — possivelmente triturava ossos», acrescenta Shelley.

    Grande parte dessa diversidade se perdeu com o impacto do asteroide — cerca de nove em cada 10 espécies de mamíferos foram extintas, de acordo com Brusatte, o que ofereceu uma oportunidade sem precedentes para os sobreviventes. «Imagina que você é um destes nossos pequenos ancestrais, do tamanho de um rato — uma coisinha mansa escondida nas sombras —, e você resiste a esse momento da história da «, diz ele.

    Você sai do outro lado e, de repente, os tiranossauros rex sumiram, os dinossauros de pescoço comprido sumiram, e o mundo se abre.» Essa extinção em massa preparou o terreno para uma grande profusão de diversificação que acabou dando lugar a baleias-azuis, guepardos, arganazes, ornitorrincos e, claro, nós, seres humanos.2 de 4 Os mamíferos viviam ao lado dos dinossauros e eram geralmente pequenos, como o vilevolodon — Foto: Sarah Shelley via BBC Os mamíferos viviam ao lado dos dinossauros e eram geralmente pequenos, como o vilevolodon — Foto: Sarah Shelley via BBC Primeiro, porém, há um pequeno problema: as florestas do mundo haviam sido destruídas por incêndios florestais, e o céu estava cheio de cinzas, o que sufocava a luz do Sol e impedia que as plantas fizessem fotossíntese.

    Os ecossistemas estavam desmoronando «como castelos de cartas», explica Brusatte. A superfície da estava pronta para se tornar mais quente do que um forno numa montanha-russa viciosa de pulsos de calor e, depois disso, veio um inverno nuclear no qual as temperaturas médias cairiam 20°C por mais de 30 anos.

    1. Muitos dos predadores mais perigosos dos mamíferos haviam desaparecido, mas o próprio mundo havia se tornado inimaginavelmente hostil à vida.
    2. O que os mamíferos fizeram então? O tamanho modesto do corpo dos mamíferos — anteriormente limitado pela competição e predação dos dinossauros — se tornou um trunfo para a «fauna do desastre», como são conhecidos os sobreviventes do asteroide.

    «Esses mamíferos provavelmente eram coisas que pareciam e agiam como um camundongo ou um rato», diz Brusatte. «Normalmente, eles seriam bastante ignorados, mas agora, neste admirável mundo novo, eles estavam proliferando porque se adaptaram muito bem a essas condições realmente atemorizantes logo após o impacto».

    • Ser pequeno pode ter ajudado os animais a repor sua população.
    • Nos animais modernos, «quanto maior o animal, maior será o tempo de gestação», explica Ornella Bertrand, pesquisadora de pós-doutorado em paleontologia de mamíferos da Universidade de Edimburgo.
    • Por exemplo, a gestação dos elefantes-africanos dura 22 meses, enquanto a gravidez de um camundongo leva cerca de 20 dias.

    Diante do apocalipse, o rato tem mais chances de manter sua população. Além da gestação, um corpo maior costuma levar mais tempo para atingir a maturidade sexual — outra razão pela qual os dinossauros não foram bem-sucedidos, especialmente os maiores.

    1. Eles levavam um bom tempo para se tornarem adultos.
    2. Para o tiranossauro rex, por exemplo, eram necessários cerca de 20 anos», afirma Brusatte.
    3. Não é que eles não cresciam rápido, é que muitos deles eram tão grandes que levavam muito tempo para passar de um pequeno filhote a um adulto.» 3 de 4 O Periptychus, que pode estar relacionado a porcos, vacas e ovelhas, fez parte do grupo que viveu após os dinossauros — Foto: Sarah Shelley via BBC O Periptychus, que pode estar relacionado a porcos, vacas e ovelhas, fez parte do grupo que viveu após os dinossauros — Foto: Sarah Shelley via BBC Outro indício de como os mamíferos sobreviveram às consequências do asteroide está nas formas corporais «muito estranhas» vistas no Paleoceno e mais adiante.

    Shelley analisou os ossos do tornozelo (ossos pequenos, duros e densos que se conservam bem) para ver como os mamíferos primitivos do Paleoceno eram parecidos entre si e com os mamíferos vivos hoje. «Descobrimos que os mamíferos do Paleoceno eram estranhos.

    Eram diferentes dos mamíferos modernos», diz ela. «E o que os une é o fato de que eles têm essas morfologias realmente grossas e robustas». Esses mamíferos têm grandes ligamentos musculares e ossos geralmente fortes — e entre os animais vivos, apresentam maior semelhança com as espécies terrestres que escavam o solo, segundo Shelley.

    «Então, a hipótese que surgiu disso foi que os animais que sobreviveram à extinção, sobreviveram sobretudo porque foram capazes de cavar para chegar ao subsolo, sobreviver ao período imediato ao impacto e aos incêndios, ao inverno nuclear, e só se esconder um pouco».

    Como os sobreviventes eram — digamos assim — sarados, seus descendentes também herdaram sua forma corporal robusta. «Você pode encontrá-los nesse período de 10 milhões de anos durante o Paleoceno», diz Shelley. «Mesmo sendo um animal que vive em árvores, eles ainda são bem corpulentos». Se os mamíferos de fato levaram uma vida embaixo da terra, seja cavando por conta própria ou fazendo uso de abrigos subterrâneos de outros, Bertrand suspeita que isso possa se refletir em sua agilidade também — ou na falta dela.

    «Sabemos que houve um colapso da floresta, e então todos aqueles animais que viviam em árvores não tinham mais habitat», afirma. «Assim, uma das hipóteses seria que havia menos animais capazes de se comportar de forma muito ágil.» Bertrand planeja analisar os ossos do ouvido interno dos mamíferos dessa época para ver se respaldam a tese de uma vida subterrânea após o asteroide.

    • O ouvido interno é vital para o equilíbrio — por isso, se um animal está adaptado a fazer movimentos ágeis e afinados, isso às vezes se reflete na estrutura desses ossos delicados.
    • No entanto, se foram escavadores corpulentos, tal agilidade não teria sido necessária.
    • Poderia nos dar mais pistas», diz ela.

    Dito isso, Bertrand aponta as desvantagens de confiar demais nos ossos para inferir como um animal se movia, algo que a impressionou enquanto assistia à última edição dos Jogos da Commonwealth (Comunidade das Nações, organização intergovernamental composta por 53 países membros independentes, em sua grande maioria ex-colônias britânicas).

    «Estava vendo as ginastas fazendo coisas malucas e pensei: ‘Que curioso, temos o mesmo esqueleto e não consigo fazer nada disso'», ri Bertrand. «Eu pensei, bem, isso é realmente interessante porque talvez ter essa capacidade possa te ajudar a sobreviver, mas pelos ossos você não saberia.» O asteroide destruiu a maioria das plantas vivas, o primeiro elo de muitas cadeias alimentares em terra.

    Mamíferos generalistas que tinham a capacidade de variar seus paladares se saíram melhor do que aqueles com dietas mais específicas. «Os animais que conseguiram passar pela extinção sobreviveram basicamente por não serem muito especializados», observa Shelley.

    • Por exemplo, o Didelphodon (o parente carnívoro do marsupial do tamanho de um gato) caçava animais que se tornaram escassos e espaçados após a extinção.
    • Se especializou demais e perdeu seu nicho», diz Shelley.
    • Ao passo que quando se é um animal pequeno, você pode adaptar sua dieta e seu estilo de vida mais rápido.

    Essa é uma boa maneira de sobreviver à extinção.» Além daqueles que eram capazes de generalizar, havia aqueles com algumas especialidades que teriam dado certo, observa Brusatte. Em particular, os comedores de sementes tiveram sorte. «As sementes eram um banco de alimentos que estava disponível para qualquer animal que tivesse a capacidade de comê-las», diz ele.

    • Então, se você era algo como um tiranossauro rex, você estava sem sorte.
    • A evolução não te deu a capacidade de comer sementes.
    • Mas para as aves com bico e alguns mamíferos que eram comedores especializados de sementes, que golpe de sorte, não acha?» Além de sustentar a fauna do desastre, as sementes ajudaram a restabelecer florestas e outras vegetações quando o inverno nuclear acabou.

    «Essas sementes sobreviveram no solo e depois, quando a luz do Sol voltou, começaram a crescer», explica Brusatte.4 de 4 Grandes herbívoros como o Hyrachyus (à esquerda), e grandes carnívoros como o Arctocyon (à direita), evoluíram depois que os dinossauros foram extintos — Foto: Sarah Shelley via BBC Grandes herbívoros como o Hyrachyus (à esquerda), e grandes carnívoros como o Arctocyon (à direita), evoluíram depois que os dinossauros foram extintos — Foto: Sarah Shelley via BBC À medida que o Paleoceno avançava, os ecossistemas se recuperaram e os mamíferos começaram a preencher os nichos deixados vazios pelos dinossauros não-aviários.

    Os mamíferos começaram a se diversificar imediatamente após a extinção dos dinossauros e começaram a se tornar bastante diversos de todas as maneiras possíveis», diz Bertrand. Por um lado, seus corpos ficaram maiores rapidamente. Mas por um tempo, conforme a equipe de Edimburgo descobriu, o tamanho dos cérebros dos mamíferos não acompanhou o mesmo ritmo.

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    «Acho isso muito importante, porque podemos pensar que a inteligência é o que nos faz sobreviver e sermos capazes de dominar o planeta», pontua Bertrand. «Mas, com base nos dados, não foram os cérebros grandes que fizeram os animais sobreviverem após o asteroide».

    Na verdade, no início do Paleoceno, os mamíferos com cérebros grandes em relação ao tamanho do corpo podiam estar em desvantagem. «A questão é por que desenvolveriam um cérebro grande?» diz Bertrand. «Um cérebro grande é bastante custoso de manter. Se você tem um cérebro grande, precisa alimentá-lo para poder mantê-lo — se não conseguir porque não há comida suficiente, você é extinto.» Em vez disso, ficar grande e musculoso foi a adaptação vantajosa.

    O herbívoro Ectoconus (um membro dos Periptychidae, que pode estar relacionado aos mamíferos com cascos vivos, os ungulados) chegou a pesar cerca de 100 kg algumas centenas de milhares de anos após a extinção. Em tempo geológico, isso é um piscar de olhos.

    É realmente uma loucura que eles tenham ficado tão grandes e especializados tão rápido», diz Shelley. «E para você ver, uma vez que há herbívoros maiores, surgem carnívoros maiores, e eles começam a aparecer muito rápido.» Há muitos outros mamíferos misteriosos que também aumentaram de tamanho rapidamente.

    «Como os taeniodontes — eles ficaram grandes muito rápido, bem grandes», cita Shelley. Não há esqueletos completos de taeniodontes, mas o crânio é do tamanho de uma grande abóbora, e eles parecem ser uma daquelas espécies que se tornaram corpulentas e adaptadas para cavar.

    Eles têm estes espaços minúsculos para seus olhinhos brilhantes, dentes enormes na frente, que se assemelham a roedores, mas é só isso», diz Shelley. «São realmente enigmáticos.» Segundo ela, essa coleção de vida mamífera que se seguiu à fauna do desastre foi menosprezada por muito tempo. «Foram chamados de arcaicos e primitivos e generalizados — quando, na verdade, são apenas diferentes», explica.

    «Seus ancestrais sobreviveram à segunda maior extinção em massa da história da vida. Eles não eram apenas idiotas generalizados que vagavam à toa pela vida. Eles estavam sobrevivendo e prosperando e fazendo isso muito bem.» Em muitos aspectos, esses mamíferos estavam entrando nos vazios ecológicos deixados pelos magníficos e hiperespecializados dinossauros tão bem adaptados ao Cretáceo Superior, mas profundamente mal equipados para lidar com um mundo atingido por asteroides.

    É surpreendente pensar que você tinha um grupo como os dinossauros que existiram há tantas dezenas de milhões de anos, que fizeram coisas tão sublimes como evoluir para gigantes do tamanho de aviões, carnívoros do tamanho de ônibus e todas aquelas coisas — e então tudo isso desmoronou em um instante quando a mudou tão rápido», afirma Brusatte.

    «Eles eram muito inadequados a essa nova realidade e não conseguiam se adaptar.» A arbitrariedade do evento é algo que parece ressoar entre os integrantes da equipe da Universidade de Edimburgo. «Estamos aqui em grande parte por acaso», diz Bertrand. «O asteroide poderia não ter atingido a Terra, poderia ter caído em outra área do planeta no oceano, e isso teria feito a diferença em termos de quais espécies foram selecionadas.

    A coisa toda, quando penso nisso, é uma loucura.» «Poderia ter passado zunindo, poderia ter agitado as camadas superiores da atmosfera, poderia ter se desintegrado à medida que se aproximava da Terra. Poderia ter feito qualquer coisa, mas por total acaso, foi direto para a Terra.» Para os mamíferos vivos hoje, talvez tenha sido bom.

    : Como nossos ancestrais sobreviveram ao asteroide que matou os dinossauros

    O que a Bíblia fala sobre os dinossauros?

    A Bíblia não diz nada sobre dinossauros, mas fala de monstros, que algumas pessoas interpretam como sendo dinossauros. A palavra «dinossauro» foi inventada há menos de 200 anos, portanto não aparece na Bíblia, que é muito mais antiga. Na Bíblia, tal como em praticamente todas as culturas, há relatos de monstros gigantes que hoje não conhecemos.

    Qual é o dinossauro que sobreviveu?

    Uma das perguntas mais questionadas aos cientistas é como os crocodilos conseguiram sobreviver à queda do asteroide que dizimou não só os dinossauros, como a maior parte da vida no planeta. Com a explosão, a Terra enfrentou terremotos, tsunamis, incêndios florestais, chuvas ácidas, e o céu ficou escuro e repleto de poeira por meses, bloqueando a passagem dos raios solares.

    Gigantes | Os maiores animais do mundo atual Dinossauros carnívoros com «cabeça de crocodilo» são descobertos no Reino Unido

    Enquanto a maioria dos seres vivos foi embora, somente um tipo de dinossauro sobreviveu: os pássaros. Isso porque eles conseguiram voar e encontrar alimento em lugares distantes, protegendo-se do frio e se alimentando de sementes enterradas perto das plantas mortas. Mas além deles, os crocodilos também conseguiram escapar da destruição. Continua após a publicidade

    Qual é o dinossauro mais perigoso do mundo?

    voltar Curiosidades Qual foi o dinossauro mais perigoso? Haviam muitos dinossauros perigosos, mas esse era o que levava mais perigo. Acredita-se que o Alossauro foi o carnívoro mais perigoso dos dinossauros, Ele é considerado o maior predador do período Jurássico, medindo até 5 metros de altura e 12 de comprimento. Acredita-se que o Alossauro era tão inteligente quanto um avestruz. Em atendimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente, Crianças de até 12 anos e, adolescentes, menores de 18 anos de idade devem estar sob supervisão dos pais ou responsável. Este site utiliza cookies para melhorar a sua experiência de navegação, analisar o desempenho do site e ajudar nos nossos esforços de marketing. Configuração de preferências de privacidade Sua Privacidade Quando você acessa um website, o mesmo pode recolher ou armazenar informação no seu navegador, principalmente na forma de cookies. Esta informação pode ser sobre si, as suas preferências ou o seu dispositivo, sendo utilizada principalmente para garantir o funcionamento e desempenho adequado do website.

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    Quem veio depois do dinossauro?

    Em resumo, os dinossauros desapareceram 63 milhões de anos antes do gênero Homo surgir no planeta.

    Quantas vezes a Terra já foi destruída?

    Em cerca de 4,5 bilhões de anos de existência, o planeta Terra passou por pelo menos cinco grandes extinções em massa — e é bem provável que estejamos no sexto fenômeno do tipo justamente no período em que vivemos.

    Porque a Bíblia não fala sobre os dinossauros?

    A Bíblia não diz nada sobre dinossauros, mas fala de monstros, que algumas pessoas interpretam como sendo dinossauros. A palavra «dinossauro» foi inventada há menos de 200 anos, portanto não aparece na Bíblia, que é muito mais antiga. Na Bíblia, tal como em praticamente todas as culturas, há relatos de monstros gigantes que hoje não conhecemos.

    Como surgiu o primeiro ser humano?

    Acredita-se que os primeiros hominídeos (linhagem Homo) evoluíram de um ancestral comum entre os grandes primatas de hoje, que viveu entre 8 e 6 milhões de anos atrás, de acordo com o Smithsonian.

    O que aconteceria se os dinossauros voltassem à vida?

    Eles continuariam a ser os donos do pedaço, mas o mundo seria bem parecido com o nosso : alguns animais no mar, outros nos campos, predadores à espreita, aves no céu e, é claro, seres inteligentes e civilizados.

    Quem criou tudo que existe na Terra?

    A Terra foi formada há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, provavelmente como resultado de uma supernova (explosão de uma estrela). Os detritos desta explosão começaram a se unir devido à gravidade, formando o sol.

    Em que ano foi criado Adão e Eva?

    Pesquisadores descobrem que os mais recentes ancestrais comuns a todos os homens e mulheres do planeta podem ter vivido na mesma época: ele, entre 120.000 e 156.000 anos atrás, e ela, entre 99.000 e 148.000 anos. Em genética, chamam-se Adão e Eva os mais recentes ancestrais comuns a toda humanidade.

    Quem é o criador dos dinossauros?

    Extinção – Mostra Darwin Como Que Os Dinossauros Morreram Richard Owen e o esqueleto de Dinornis Maximus | 1896 | Henry Neville | Em: Extinct monsters | Coleção: Harvard University, Museum of Comparative Zoology, Ernst Mayr Library Ao se recusar a aceitar a teoria da evolução por meio da seleção natural, Richard Owen tem sido tradicionalmente retratado como o maior rival de Darwin.

    1. O paleontólogo inglês tido como o inventor do termo «dinossauro» (réptil terrível) fez contribuições importantes para a ciência no século XIX.
    2. Responsável pela fundação do Museu de História Natural de Londres, Owen, ainda nos primórdios da paleontologia, ajudou a montar uma exposição de esculturas de dinossauros a partir de fósseis de criaturas extintas.

    No entanto, como muitos dos esqueletos de dinossauros existentes estavam incompletos ou eram apenas pedaços aleatórios de esqueletos, o paleontólogo fez o que parecia fazer sentido na época. Adivinhou a aparência dessas criaturas pré-históricas, o que resultou em algumas imprecisões desastrosas. Como Que Os Dinossauros Morreram Retrato de Mary Anning, paleontóloga inglesa, com seu cachorro Tray | (Foto: Sedgwick Museum / Creative Commons) Em 1823, Mary Anning foi a primeira cientista a descobrir um esqueleto completo de um Mosassauro. O renomado paleontólogo George Cuvier disputou com ela o achado.

    Apesar de sua notória habilidade e sensibilidade para a identificação de fósseis, a comunidade científica hesitava em reconhecer seu trabalho. Foi apenas em 1904 que a Sociedade de Geologia de Londres passou a admitir mulheres, quando Mary já não estava mais viva. Apesar das extraordinárias descobertas, Mary morreu de câncer de mama em 1847, tendo sobrevivido a vida inteira a grandes dificuldades financeiras.

    Muito de sua produção se perdeu ou foi atribuída a outros naturalistas. Como Que Os Dinossauros Morreram Desenho do fóssil de Plesiossauro encontrado por Mary Anning | 1823-1824 | : Extinção – Mostra Darwin

    Qual é o animal mais antigo do planeta?

    De acordo com a EOL, o Triops é um fóssil vivo. Ele conviveu com os primeiros mamíferos do período Triássico, há 220 milhões de anos, tornando-se a espécie animal viva mais antiga conhecida pelo ser humano.

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    Qual é o fóssil vivo?

    Os seres sobreviventes denominam-se também fósseis vivos ou fósseis relíquia. São exemplo destes fósseis os do género Ginkgo, ou o rinoceronte unicórnio de Java, Rhinoceros sondaicus, e os peixes do género Coelacanthus.

    Quem dominou a Terra antes dos dinossauros?

    Ainda os dinossauros não existiam e já as trilobites dominavam os mares do planeta. Estes animais invertebrados surgiram há mais de 500 milhões de anos, sofreram várias evoluções e resistiram a duas extinções maciças de espécies. Uma delas, a que ocorreu no final da era Paleozoica, foi a maior alguma vez registada.

    E sabemos tudo isto porque estes pequenos organismos ficaram preservados em forma de fóssil, a testemunhar um tempo em que tudo era diferente do que é hoje. Há centenas de milhões de anos, o interior norte de Portugal não era uma superfície sólida, recortada em relevo de vales e serras. Tudo estava coberto pelo mar.

    Uma aldeia, no concelho de Arouca, tem essa história escrita na rocha, a provar que em tempos remotos foi uma região habitada por seres marinhos com o corpo segmentado em três partes e «um sistema de visão complexo, semelhante ao dos insetos atuais».

    1. As trilobites de Canelas apareceram no período Ordovícico, viveram durante mais de 300 milhões de anos e desapareceram muito antes da primeira pegada de dinossauro,
    2. Os fósseis destes invertebrados, descobertos numa pedreira de ardósias, mantêm intacta a memória de acontecimentos geológicos que mudaram a paisagem e a vida na Terra.

    Apesar de existirem mais exemplares no mundo, alguns dos fósseis visíveis no Museu das Trilobites de Canelas pertencem a várias espécies e são dos maiores achados até agora no nosso planeta. Um património único para conhecer de perto com Helena Couto, Professora de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

    O que a Bíblia diz sobre os dinossauros?

    A Bíblia não diz nada sobre dinossauros, mas fala de monstros, que algumas pessoas interpretam como sendo dinossauros. A palavra «dinossauro» foi inventada há menos de 200 anos, portanto não aparece na Bíblia, que é muito mais antiga. Na Bíblia, tal como em praticamente todas as culturas, há relatos de monstros gigantes que hoje não conhecemos.

    Quem nasceu primeiro Adão e Eva ou os dinossauros?

    Quem veio primeiro, os dinos ou Adão e Eva? Como Que Os Dinossauros Morreram A Anna Maria, que tem 8 anos (e também deve ser fã de Spielberg, ou pelo menos de Jurassic Park) nos deixou uma pergunta pelo site, muito parecida com a que está logo abaixo: afinal de contas, quem veio primeiro, os dinos ou Adão e Eva ? O professor do Instituto de Geo-Ciências da UFMG Bernardo Gontijo também responde a esta.

    Mas já imaginou o susto que Adão e Eva teriam, se deparassem com um dinossauro no paraíso? E o susto que este dinossauro também teria? O que acontece é que a vida no planeta surgiu há cerca de três bilhões e meio de anos atrás, e os dinos vieram muito antes de Adão, Eva ou seus filhos e netos pensarem em nascer.

    «Os dinossauros viveram e se extinguiram bem antes de a espécie humana surgir «, diz o professor. Pois é, mas como é que a gente sabe disso? Bernardo diz que «os responsáveis por essas descobertas são os geólogos, paleontólogos e arqueólogos». E o que eles fazem? «Os geólogos estudam as rochas e os minerais, e por isso eles sabem muito sobre as transformações que aconteceram no passado com o planeta Terra.

    1. Já os paleontólogos pesquisam sobre os répteis que existiam na Terra há muito tempo atrás.
    2. Eles sabem muita coisa sobre os dinos.
    3. E os arqueólogos são cientistas que querem saber como viviam as pessoas no passado – como elas eram, seus costumes, sua linguagem, etc.
    4. Por falar em arqueólogo e Spielberg, alguém aí se lembrou do Indiana Jones?) Os paleontólogos e os arqueólogos trabalham escavando determinados locais e achando restos de ossos e objetos que trazem pistas sobre a vida no passado.

    Mas não é só isso: eles analisam a profundidade em que esses ossos foram encontrados, analisam a composição mineral desses objetos e ainda buscam informações orais ou escritas que possam lhe ser úteis. Colocando tudo isso junto, eles tentam montar o quebra cabeça.» Legal, hein? Se você quiser saber mais sobre como esses cientistas trabalham, veja este (em Inglês).

    O que teria acontecido se os dinossauros não tivessem sido extintos?

    Como Que Os Dinossauros Morreram Fotograma do filme ‘Parque Jurásico’, um dos poucos espaços nos que conviveram humanos e dinossauros Em 1982, o paleontólogo Dale Russell se perguntou o que teria acontecido se os troodontídeos não tivessem sido extintos com a queda de um asteroide há 66 milhões de anos.

    1. Aqueles dinossauros tinham cérebros excepcionalmente grandes, visão binocular e garras com as quais podiam agarrar objetos.
    2. Se o cataclismo não tivesse acabado com eles, milhões de anos de evolução depois eles poderiam ter dado lugar a uma espécie de dinossauro inteligente que, na mente de Russell, era um humanoide verde que em vez de amamentar suas crias lhes daria o alimento regurgitando-o da boca.

    O desastre que extinguiu os dinossauros, do qual esta semana se conheceu a reconstrução mais precisa até hoje, foi mais um evento aleatório dos tantos que infestam a história do universo, mas alguns humanos, pouco inclinados a assumir que a realidade é caótica, o transformaram em um mito institucional. Como Que Os Dinossauros Morreram Modelo do dinossauro inteligente teorizado pelo paleontólogo Dale Rusell Jim Linwood Em primeiro lugar, se não tivessem sido extintos, nada garante que os tiranossauros e tricerátops teriam sobrevivido até nossos dias. Em seus melhores tempos, cada uma das espécies não superava um milhão de anos de existência, de modo que os dinossauros do século XXI seriam diferentes dos da época do meteoro.

    É uma lei que nos ensinam os fósseis: todos nós vamos desaparecendo», afirma Fidel Torcida, diretor do Museu de Dinossauros de Salas de Los Infantes (Espanha). O Cretáceo, período que termina com a queda do asteroide na península de Yucatán (México), era um tempo de intenso efeito estufa, em que a temperatura média do planeta alcançava os 24 graus (atualmente é de 14).

    Isso, somado aos elevados níveis de CO 2, favorecia o crescimento de uma vegetação exuberante que permitiu aos herbívoros como os saurópodes alcançar tamanhos descomunais. Os milhões de anos de esfriamento que se seguiram e o fim daquele mundo tropical teriam exigido adaptações que transformariam os dinossauros.

    Assim como houve mamutes com a pele coberta por lã durante os séculos de glaciação do Pleistoceno, poderiam ter existido dinossauros cobertos de uma plumagem espessa para sobreviver ao frio. A hipótese mais frequente sobre os beneficiados pela extinção dos dinossauros diz que os mamíferos, até então pequenos animais noturnos que viviam nas margens do planeta, aproveitaram as vagas deixadas pelo asteroide para ocupar seus nichos ecológicos, crescer e se diversificar.

    Nessa explosão os ancestrais dos humanos teriam progredido. Eram protoprimatas como os Purgatorius, parecidos com um pequeno rato, mas contendo em seu interior o germe de uma espécie capaz de viajar à Lua ou aprontar o Brexit, Se os dinossauros não tivessem deixado esse vazio, especula-se, nossa espécie não teria tido possibilidades para parecer.

    Carles Lalueza-Fox, geneticista do Instituto de Biologia Evolutiva (CSIC-UPF) de Barcelona, acredita que essa interpretação não é necessariamente correta. «Vemos isso com as espécies invasoras. Pode haver um tipo de vespa, perfeitamente adaptada a um ecossistema europeu, e de repente chega outra de fora e toma conta desse espaço que parecia bem coberto», observa.

    Para Lalueza-Fox, um dos aspectos mais interessantes do exercício de ficção paleontológica é imaginar se a vida tem possibilidades infinitas ou se existem limitações, e se, com grandes extinções ou não, a vida acabaria criando animais parecidos, incluindo os humanos.

    Stephen Jay Gould escreveu em Vida Maravilhosa sobre a fauna do período Cambriano, que tem tipos de fósseis estranhíssimos. Lá, Gould propõe que, se pudéssemos rebobinar a evolução e começar tudo novamente, apareceriam formas completamente diversas», conta. «Mas depois houve gente que criticou essa postura e que diz que a organização dos seres vivos ao nível do genoma tem certas restrições que não podem ser alteradas, e outras que sim», acrescenta.

    O pesquisador comenta que o sequenciamento de centenas de genomas mostrou que, entre espécies muito diferentes, há zonas que não mudam, como um conjunto de opções que depois se ativam ou desativam dependendo das circunstâncias. «Vemos, por exemplo, que quando os animais vivem em ilhas, se não tiverem predadores eles diminuem de tamanho, e isso acontece sempre», explica.

    «E não há espécies com rodas, nem tudo é possível», conclui. María Martinón-Torres, diretora do CENIEH (Centro Nacional de Pesquisa sobre a Evolução Humana), em Burgos (Espanha), recorda que, junto à ideia de uma evolução aleatória exposta por Gould, segundo a qual sem o asteroide não se dariam as condições necessárias para a aparição dos seres humanos, há outros paleontólogos, como Simon Conway Morris, que defendem o surgimento de uma espécie inteligente, consciente e social como um algo praticamente inevitável.

    «Ele não diz que a evolução tenha finalidade. A adaptação é oportunista, mas a vida não tem formas infinitas de responder à necessidade de se adaptar e tende à complexidade. De alguma forma, cedo ou tarde acabaria aparecendo algo muito parecido a nós, um ser social, inteligente e autoconsciente, porque são capacidades que permitem explorar um nicho ecológico e são uma resposta da vida para responder à necessidade de adaptação.» Mas essa resposta não teria por que dar lugar necessariamente a personagens como nós.

    Torcida recorda como as aves, que «são dinossauros, ou pelo menos seus herdeiros diretos», demonstram uma inteligência notável. «Elas têm capacidade de colaborar, de resolver problemas, recordam como resolveram um problema e fazem igual», afirma. Se a evolução tiver respostas limitadas às mudanças que a Terra sofre, talvez as aves sejam como aqueles mamíferos do Cretáceo, limitados pela presença de seres dominantes, escondidos à espera de sua oportunidade para dar lugar a uma nova espécie inteligente.

    Uma nova mudança drástica nas condições do planeta poderia dar lugar à extinção dos humanos e a um retorno da estirpe dos dinossauros como chefes do galinheiro.

    Quanto tempo durou a era dos dinossauros?

    Dinossauros A História dos Dinossauros tem início a milhões de anos atrás. Esse grupo de répteis gigantes viveram no planeta Terra durante a Era Mesozoica, que começou cerca de 252 milhões de anos atrás, sendo extintos a 65 milhões de anos, no final dessa era. Eles são os maiores animais que já habitaram o planeta. A palavra dinossauro (do latim Dinosauria ) significa «lagarto terrível». Como Que Os Dinossauros Morreram Lembre-se que a, chamada também de Era dos Dinossauros, está dividida em três períodos:

    : durou entre 245 e 208 milhões de anos e marca o surgimento dos primeiros dinossauros no planeta. : durou entre 208 e 146 milhões de anos atrás, sendo marcado pelo desenvolvimento e aparecimento de mais espécies de dinossauros, bem como o aumento da diversificação da fauna do planeta. : durou entre 146 milhões e 65 milhões de anos, sendo o período de apogeu dos dinossauros. Além disso, a fauna e a flora do planeta se desenvolveram ainda mais, apresentando maior variedade de espécies.