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Como Descobrir Quem Te Roubou?

O que fazer quando alguém rouba algo seu?

Chame a Polícia e faça um BO – Ao sofrer com casa roubada ou constatar um furto, ligue para polícia o mais rápido possível. Além disso, registre um Boletim de Ocorrência (BO), pois esse registro, além de garantir direitos para você, permite que as estatísticas sobre (in)segurança sejam atualizadas e que medidas mais eficazes sejam tomadas.

Como descobrir se uma pessoa está roubando?

Fique de olho naquele colaborador que sempre possui problemas com a folha de pagamento ou de despesas, aquele que sempre reporta mais horas do que realmente trabalhou e que perde os recibos frequentemente, por exemplo. Todos esses podem ser mais sinais de que um funcionário está roubando a organização.

O que leva as pessoas a roubar?

O que há por trás do hábito de furtar Sempre que nos deparamos com notícias sobre pessoas que furtam objetos, ficamos sem entender de fato o que faz uma pessoa agir assim, sobretudo quando se trata de pessoas famosas ou celebridades. Apesar de ser uma doença que nem sempre é descoberta, ela ocorre muito.

Estou falando da Cleptomania, uma patologia psiquiátrica difícil de ser compreendida e que gera muita curiosidade, principalmente acerca do porquê desse comportamento. O fato é que não há uma explicação lógica. Nem mesmo o próprio indivíduo portador do transtorno saberá explicar o motivo do roubo. Na verdade, ele é guiado pelo impulso irresistível e involuntário, muito maior do que sua capacidade de resistir, daí a inclusão dessa doença nos Transtornos do Controle dos Impulsos.

Geralmente, após furtar um objeto, o cleptomaníaco sente imediatamente um misto de prazer e alívio, mas logo em seguida vêm a culpa e a tristeza. A manifestação da doença acontece da seguinte forma: num primeiro estágio, antes do ato, existe uma atmosfera de tensão, uma ansiedade e um clima de medo.

Num segundo momento, logo após o furto, a tensão dá lugar ao prazer, um prazer que sacia gerando bem-estar e calma. No terceiro e último estágio vêm a culpa e o arrependimento. Se sente tão envergonhado que mesmo não confiando muito em si promete nunca mais repetir o ocorrido. Muitas pessoas, reconhecendo a incapacidade de resistir ao furto, param de conviver em sociedade, trancam-se em casa ou solicitam a um parente que saia em sua companhia visando inibir o desejo.

Elas sabem que períodos de maior stress aumentam a própria vulnerabilidade.O ponto interessante é que geralmente os objetos roubados não são de grande valor monetário, embora isso não seja uma regra invariável. Muitas vezes o cleptomaníaco rouba algo que nunca terá utilidade, como um brinco quebrado, batom usado, pote de creme, uma caneta, adornos de casa ou um objeto de valor emocional.

É importante considerar a diferença entre ladrões e cleptomaníacos. Em termos absolutos, ambos furtam objetos, mas por motivações diferentes. Um o faz deliberadamente, visando ao valor do bem roubado. Há uma clara intenção financeira. Já o outro é portador de uma doença mental; o furto não objetiva lucro e tampouco lhe falta consciência moral.

Para se ter uma ideia, estima-se que menos de 5% dos roubos em loja estejam ligados à cleptomania. Pessoas com esse transtorno dificilmente buscam ajuda. Por ser o roubo algo condenado socialmente, sentem muita vergonha de cometerem ato ilícito. Costumam buscar tratamento queixando-se de depressão ou ansiedade e omitindo o ponto principal.

  1. Não é impossível identificar o portador de cleptomania pela aparência: ele é uma pessoa comum, às vezes de alto poder aquisitivo.
  2. Há um ditado que diz «a ocasião faz o ladrão», considerando que todas as pessoas trazem dentro de si o instinto de roubar e só não o fazem por falta de oportunidade.
  3. O que não é verdade.

O ideal seria adaptar o dito popular para «a ocasião revela o ladrão», seja ele por doença ou por índole. : O que há por trás do hábito de furtar

Como lidar com roubo dentro de casa?

O blogue que faz da prevenção e da inspiração o seu dia a dia. Quando a nossa casa é assaltada, é difícil reagir de cabeça fria. Pensamos sempre que só acontece aos outros, mas a verdade é que pode acontecer também connosco. E, muitas vezes, nesses momentos difíceis, lembramo-nos do ditado popular: «casa roubada trancas à porta».

Por isso, saiba que o Seguro Casa – Tranquilidade poderá protegê-lo contra danos causados pelo assalto. Embora este crime mostre uma tendência decrescente nos últimos anos, a Polícia de Segurança Pública ainda tem registado um número considerável de assaltos a residências, Por isso, é importante saber o que fazer se isto lhe acontecer, para que a sua vida regresse à normalidade logo que possível.

No caso de a sua casa ser assaltada, siga estes 10 passos: 1. Ligue à polícia Quanto mais depressa avisar a polícia, mais hipóteses há de se apanhar o assaltante. Contudo, se ele ainda estiver dentro de sua casa, não entre na sua habitação e ligue para o 112.

  • Vá para um local seguro, como a casa de um vizinho, mas mantenha-se perto para vigiar o que se passa.
  • Lembre-se de que não há bem que valha a sua vida, por isso não a arrisque.2.
  • Não toque em nada Perante a desordem de um assalto, a vontade de arrumar tudo pode ser grande, mas não se esqueça de que a sua casa é uma cena de crime.

Se tocar em algo antes da investigação começar, pode destruir provas e dificultar o trabalho dos agentes de autoridade.3. Registe todos bens que foram roubados ou danificados É essencial registar tudo o que foi roubado, ainda que alguns bens sejam de pouco valor.

  • Inclua números de série, fotos do que foi roubado e todas as marcas que possam identificar os seus bens.
  • Pode até fazer esse levantamento enquanto espera pela polícia.
  • Esse inventário vai ajudar as autoridades a identificarem os seus bens, na eventualidade destes serem encontrados.
  • A sua seguradora também precisará desses materiais para registar a sua participação e acionar o seguro de casa.4.

Proteja a sua conta e identidade É crucial evitar que os assaltantes possam mexer nas suas contas bancárias ou em documentos importantes. Se os seus cartões de crédito ou débito desapareceram, ligue ao seu banco imediatamente para os cancelar. Se, no assalto, foram levados dispositivos que contenham palavras-passe ou detalhes de contas, altere-os remotamente assim que possível, e contacte as plataformas relacionadas.

  1. Do mesmo modo, se o seu telemóvel foi roubado, ligue à operadora para cancelar o seu cartão SIM.
  2. Se der pela falta de documentos pessoais, como o seu passaporte ou carta de condução, notifique as entidades competentes.5.
  3. Certifique-se de que lhe entregam um documento que comprove a sua queixa-crime Apresente uma queixa-crime nas autoridades competentes (Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana ou Polícia Judiciária) o mais depressa possível.

Posteriormente, quando acionar o seguro de casa, deverá fornecer à seguradora o documento oficial que comprova a apresentação da queixa-crime.6. Ligue à sua seguradora Dependendo da cobertura do seu seguro de casa, a sua seguradora poderá substituir os bens que foram roubados, pagar por reparações feitas na sua propriedade na consequência do assalto e outros custos para proteger a sua casa (ver passo 7).

Quando contactar com o seu mediador de seguros, certifique-se de que tem consigo o número de referência do crime dado pelas autoridades, recibos que tenha dos bens roubados e o inventário que fez.7. Proteja a sua casa Uma das melhores formas de evitar que esta situação se repita no futuro é aumentar a proteção da sua casa.

Comece por compor os sistemas de segurança que já tinha e que foram danificados pelo assaltante. Mude as fechaduras da sua casa, pois o assaltante pode ter roubado as suas chaves. Pergunte aos agentes de autoridade como pode melhorar a segurança da sua casa e implemente essas dicas o mais depressa possível.8.

  • Reavalie o seguro Talvez tenha descoberto da pior forma que o seu seguro de casa não tinha a cobertura que precisava.
  • Explore as diferentes coberturas do Seguro de Casa Tranquilidade a fim de reavaliar e reajustar a sua proteção, e fale com o seu mediador para ver todas as suas dúvidas esclarecidas.9.

Procure ajuda Ser assaltado é uma experiência pela qual ninguém deseja passar. Não só um desconhecido invadiu o seu lar e a sua privacidade, como destruiu ou levou bens e lembranças insubstituíveis. Pode ser uma circunstância dura e traumática. Por isso, é fundamental pedir ajuda para ultrapassar esta situação.

  1. Procure um grupo de apoio à vítima e desabafe com os seus familiares e amigos.10.
  2. Apresente um pedido de indemnização Se os assaltantes forem apanhados e julgados, pode apresentar um pedido de indemnização.
  3. Pergunte aos agentes de autoridade como proceder nesse sentido.
  4. Um assalto é um acontecimento desagradável e penoso, mas resolverá tudo mais rapidamente se puser estas dicas em prática.

Já sabe, é importante manter a cabeça fria, não se deixar levar pela emoção e seguir em frente. A Tranquilidade estará por perto para o ajudar.

O que diz a Bíblia sobre o roubo?

1 Se alguém a furtar boi ou ovelha, e o matar ou vender, por um boi b pagará cinco bois, e pela ovelha, c quatro ovelhas.2 Se o ladrão for achado arrombando uma casa, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue.3 Se o sol houver saído sobre ele, será culpado do sangue; ele fará total restituição; e se não tiver com que pagar, será vendido por seu furto.4 Se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, ou jumento, ou ovelha, pagará o dobro.5 Se alguém fizer pastar o seu animal num campo ou numa vinha, e largá-lo para comer no campo de outro, do melhor do seu próprio campo e do melhor da sua própria vinha restituirá.6 Se irromper um fogo, e pegar nos espinhos, e queimar a meda de a trigo, ou a seara, ou o campo, aquele que acendeu o fogo pagará totalmente o queimado.7 Se alguém der dinheiro ou objetos ao seu próximo para guardar, e isso for furtado da casa daquele homem, se o ladrão for achado, pagará o dobro.8 Se o ladrão não for achado, então o dono da casa será levado diante dos a juízes, para ver se não pôs a sua mão nos bens do seu próximo.9 Sobre toda questão litigiosa, sobre boi, sobre jumento, sobre gado miúdo, sobre roupas, sobre toda coisa perdida, de que alguém disser que é sua, a causa de ambos será levada perante os juízes; aquele a quem condenarem os juízes o pagará em dobro ao seu próximo.10 Se alguém der a seu próximo um jumento, ou boi, ou ovelha, ou qualquer animal para guardar, e ele morrer, ou ficar aleijado, ou for afugentado, ninguém o vendo, 11 Então haverá a juramento do Senhor entre ambos, que não pôs a sua mão nos bens do seu próximo; e seu dono o aceitará, e o outro não o restituirá.12 Mas se lhe for furtado, pagá-lo-á ao seu dono.13 Porém se lhe for a dilacerado, trá-lo-á em testemunho disso, e não pagará o dilacerado.14 E se alguém a seu próximo pedir alguma coisa emprestada, e for danificada ou morta, não estando presente o seu dono, certamente a restituirá.15 Se o seu dono esteve presente, não a restituirá; se foi alugada, será pelo seu aluguel.16 Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, e se deitar com ela, certamente pagará o seu dote e a tomará por sua a mulher,17 Se seu pai inteiramente recusar dar-lha, dará dinheiro conforme o dote das virgens.18 A a feiticeira não deixarás viver.19 Todo aquele que se deitar com animal, certamente morrerá.20 O que a sacrificar aos deuses, e não só ao Senhor, será morto.21 O estrangeiro não afligirás, nem o a oprimirás, pois estrangeiros fostes na terra do Egito.22 Não afligireis nenhuma a viúva, nem órfão.23 Se de alguma maneira os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor, 24 E a minha a ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos, órfãos.25 Se a emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como um usurário; não lhe imporeis b usura,26 Se tomares em penhor a roupa do teu próximo, tu lha restituirás antes do pôr do sol, 27 Porque aquela é a sua única coberta, e a roupa da sua pele; com que se deitaria? Será, pois, que quando clamar a mim, eu o ouvirei, porque sou a misericordioso,28 A Deus não amaldiçoarás, e o príncipe dentre o teu povo não a amaldiçoarás,29 As tuas a primícias, e os teus b licores não tardarás em ofertar; o c primogênito de teus filhos me darás.30 Assim farás com o dos teus bois e das tuas ovelhas: sete dias estará com a sua mãe, e ao oitavo dia mo darás.31 E ser-me-eis homens a santos ; portanto, não comereis carne b despedaçada no campo; aos cães a lançareis.

O que acontece se roubar e devolver?

Resumo: se roubou e devolveu, vai ser preso porque a pena é reclusão e ainda que devolva o código não prevê a diminuição de pena. Se furtou não será preso, primeiro porque a pena é detenção e nunca começa com regime fechado e segundo quando reduzir o tempo por ter devolvido, o tempo para detenção é ínfimo!

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Como provar o crime de furto?

O que fazer em caso de acusação de furto? – Se você foi acusado de furto, é importante agir rapidamente e tomar as medidas necessárias para se defender adequadamente. Aqui estão algumas etapas que você deve seguir: Entre em contato com um advogado especialista em furto: Um advogado experiente em furto pode ajudá-lo a entender seus direitos e a se defender adequadamente contra as acusações.

Não faça declarações sem consultar um advogado: Mesmo que você seja inocente, é importante não fazer declarações à polícia ou a qualquer outra autoridade sem antes consultar um advogado. Qualquer coisa que você disser pode ser usada contra você no tribunal. Reúna todas as informações relevantes: É importante que você reúna todas as informações relevantes para o seu caso, incluindo evidências que possam comprovar a sua inocência.

Se você tem testemunhas que possam confirmar sua versão dos fatos, certifique-se de que elas estejam disponíveis e dispostas a testemunhar. Esteja preparado para o processo legal: Se você for acusado de furto, provavelmente terá que comparecer ao tribunal para defender suas ações.

Como demitir por roubo?

Justa causa por roubo – como funciona – Como Descobrir Quem Te Roubou Como dissemos, quando ocorrer e ficar comprovado que um trabalhador roubou na empresa, a justa causa é totalmente aplicável. O roubo no ambiente de trabalho não deve ser tolerado, onde a empresa terá total respaldo para aplicar a justa causa. Mas como dissemos, a empresa precisa ter provas concretas do roubo.

Isso porque, em um possível processo trabalhista, é dever da empresa comprovar que aplicou a justa causa corretamente. Ou seja, a empresa precisa comprovar seja através de uma testemunha, um vídeo, algum documento, que de fato o trabalhador roubou da empresa. Caso consiga comprovar, a justa causa será mantida e o trabalhador apenas receberá o saldo salarial.

Agora, e quando a empresa não possui provas suficientes? Nesse caso o trabalhador não pode ser demitido por justa causa, por não haver provas da acusação. Boatos, alegações ou suspeitas não são suficientes para aplicar a justa causa, e caso seja aplicada ela pode ser revertida. Como Descobrir Quem Te Roubou

Quando a pessoa rouba sem necessidade?

Cleptomania: características clínicas e tratamento Artigos • • OBJETIVOS: A cleptomania, um transtorno incapacitante do controle dos impulsos, caracteriza-se pelo furto repetitivo e incontrolável de itens que são de pequena utilidade para a pessoa acometida por esse transtorno.

  1. Apesar de seu histórico relativamente longo, a cleptomania continua sendo pouco entendida pelo público geral, pelos clínicos e pelos que dela sofrem.
  2. MÉTODO: Este artigo revisa a literatura sobre o que se sabe a respeito das características clínicas, histórico familiar, neurobiologia e opções de tratamento para indivíduos com cleptomania.

RESULTADOS: A cleptomania geralmente tem seu início no final da adolescência ou no início da vida adulta, e parece ser mais comum em mulheres. A comorbidade psiquiátrica ao longo da vida com outros transtornos de controle de impulsos (20-46%), de uso de substâncias (23-50%) e de humor (45-100%) é freqüente.

Indivíduos com cleptomania sofrem de prejuízo significativo em sua capacidade de funcionamento social e ocupacional. A cleptomania pode responder ao tratamento com terapia cognitivo-comportamental e com várias farmacoterapias (lítio, antiepilépticos e antagonistas de opióides). CONCLUSÕES: A cleptomania é um transtorno incapacitante que resulta em uma vergonha intensa, bem como problemas legais, sociais, familiares e ocupacionais.

São necessários estudos de tratamento em ampla escala. Transtornos do controle de impulso; Farmacoterapia; Comorbidade; Roubo; Características de estudos OBJECTIVES: Kleptomania, a disabling impulse control disorder, is characterized by the repetitive and uncontrollable theft of items that are of little use to the afflicted person.

  1. Despite its relatively long history, kleptomania remains poorly understood to the general public, clinicians, and sufferers.
  2. METHOD: This article reviews the literature for what is known about the clinical characteristics, family history, neurobiology, and treatment options for individuals with kleptomania.

RESULTS: Kleptomania generally has its onset in late adolescence or early adulthood and appears to be more common among women. Lifetime psychiatric comorbidity is frequent, mainly with other impulse control (20-46%), substance use (23-50%) and mood disorders (45-100%).

  1. Individuals with kleptomania suffer significant impairment in their ability to function socially and occupationally.
  2. Leptomania may respond to cognitive behavioral therapy and various pharmacotherapies (lithium, anti-epileptics, and opioid antagonists).
  3. CONCLUSIONS: Kleptomania is a disabling disorder that results in intense shame, as well as legal, social, family, and occupational problems.

Large scale treatment studies are needed. Impulse control disorders; Pharmacotherapy; Comorbidity; Theft; Study characteristics

ARTIGOS Cleptomania: características clínicas e tratamento Jon E Grant; Brian L Odlaug Departamento de Psiquiatria, University of Minnesota School of Medicine, Minnesota, EUA RESUMO

OBJETIVOS: A cleptomania, um transtorno incapacitante pertencente ao grupo de transtornos de controle dos impulsos, caracteriza-se pelo furto repetitivo e incontrolável de itens que são de pequena utilidade para a pessoa acometida. Apesar de seu histórico relativamente longo, a cleptomania continua sendo pouco entendida pelo público geral, pelos clínicos e pelos que dela sofrem.

MÉTODOS: Este artigo revisa a literatura sobre o que se sabe a respeito das características clínicas, histórico familiar, neurobiologia e opções de tratamento para indivíduos com cleptomania. RESULTADOS: A cleptomania geralmente tem seu início no final da adolescência ou no início da vida adulta, e parece ser mais comum em mulheres.

A comorbidade psiquiátrica ao longo da vida com outros transtornos de controle de impulsos (20-46%), de uso de substâncias (23-50%) e de humor (45-100%) é freqüente. Indivíduos com cleptomania sofrem de prejuízo significativo em sua capacidade de funcionamento social e ocupacional.

A cleptomania pode responder ao tratamento com terapia cognitivo-comportamental e com várias farmacoterapias (lítio, antiepilépticos e antagonistas de opióides). CONCLUSÕES: A cleptomania é um transtorno incapacitante que resulta em uma vergonha intensa, bem como problemas legais, sociais, familiares e ocupacionais.

São necessários estudos de tratamento em ampla escala. Descritores: Transtornos do controle de impulso; Farmacoterapia; Comorbidade; Roubo; Características de estudos Introdução A cleptomania, também denominada furto compulsivo, pode ser um transtorno bastante comum que resulta em angústia e conseqüências legais significativas.

Ainda que não tenha sido feito nenhum estudo epidemiológico de âmbito nacional sobre a cleptomania, os estudos em várias amostras clínicas sugerem que a cleptomania não é rara. Um estudo recente sobre pacientes psiquiátricos hospitalizados com múltiplos transtornos (n = 204) revelou que 7,8% (n = 16) confirmaram sintomas atuais consistentes com um diagnóstico de cleptomania, e 9,3% (n = 19) tinham um diagnóstico de cleptomania durante a vida.1,2 Um estudo com 102 adolescentes hospitalizados devido a uma série de transtornos psiquiátricos encontrou que 8,8% (n = 9) sofria de cleptomania.3 Como os índices parecem ser similares em adolescentes e adultos, isso sugere que a cleptomania pode ser um transtorno crônico se não for tratado.

Esses achados são consistentes com estudos anteriores. Um estudo que examinou 107 pacientes com depressão encontrou que 4 (3,7%) sofriam de cleptomania.4 Em um estudo com 79 pacientes com dependência de álcool, 3 (3,8%) também relataram sintomas consistentes com cleptomania.5 Ainda que esses estudos sugiram que a cleptomania não é um comportamento raro, esse transtorno continua sendo pouco compreendido e os dados sobre tratamento são escassos.1 Com base no crescimento da pesquisa sobre a cleptomania, este artigo irá detalhar o que se sabe atualmente sobre as características clínicas, a fisiopatologia e o tratamento deste transtorno incapacitante.

  • Vinheta de caso Maria é uma mulher de 49 anos, branca, casada, com três filhos.
  • Quando começou a furtar com 20 anos de idade, ela furtava uma mesma loja aproximadamente uma vez por semana.
  • Esse comportamento continuou durante os 25 anos seguintes, até que a freqüência de furto aumentou para três ou mais vezes por semana.

Ainda que tenha tido um emprego rentável durante toda a vida, ela furta itens desnecessários de lojas de varejo e de amigos. Ao entrar em uma loja, Maria relata um impulso irresistível de furtar e sente a necessidade de consumar o furto até que a tensão ceda.

Após deixar a loja, Maria sente-se culpada por ter pegado o item. Esses objetos roubados, em geral pequenos itens (e.g. cosméticos, produtos de higiene, revistas), são colocados em caixas na garagem de sua casa e nunca são utilizados. Sua família não sabe sobre seu problema. Ela nunca foi apanhada, mas não tem orgulho desse fato.

Tem uma sensação diária de auto-depreciação. A avaliação diagnóstica detalhada revela que Maria não tem outros problemas psiquiátricos. Seu histórico familiar é positivo tanto para transtornos por uso de álcool como por uso de substâncias. Histórico A cleptomania tem sido mencionada na literatura médica e legal durante séculos.

  • O psiquiatra suíço Andre Matthey foi o primeiro a utilizar o termo ‘ klopemanie ‘ para descrever os ladrões que roubavam impulsivamente itens desnecessários devido à insanidade.6 Mais tarde, os médicos franceses Jean Etienne Esquirol e C.C.
  • Marc alteraram a palavra para ‘ kleptomanie,’ para descrever o comportamento caracterizado por impulsos irresistíveis e involuntários.

A pessoa com ‘ kleptomanie ‘ era então «forçada a roubar» devido a uma doença mental, não devido à falta de consciência moral.7 Devido à percepção de que tal comportamento somente afetava mulheres, as explicações ao final do século XIX se referiam a doenças uterinas ou à tensão pré-menstrual como possíveis causas da cleptomania.7 No princípio do século XX, a idéia de que o sistema reprodutivo feminino era a causa desse comportamento foi descartada juntamente com praticamente todo o interesse clínico por esse transtorno.6 O status médico pouco claro da cleptomania refletiu-se novamente no Manual de Diagnóstico e Estatística.

O primeiro Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais (DSM-I 1962) incluiu a cleptomania mais como um termo suplementar do que como um diagnóstico formal, mas no DSM-II (1968) a cleptomania foi totalmente omitida. Foi reintroduzida mais adiante no DSM-III (1980) como um transtorno de controle dos impulsos sem outra especificação, como permanece no DSM-IV-TR (2000).8-11 No entanto, somente nos últimos 15 anos houve um conjunto de trabalhos científicos para confirmar o status da cleptomania como um legítimo transtorno psiquiátrico.

Características clínicas O DSM-IV-TR estabelece os seguintes critérios diagnósticos para a cleptomania: 1) incapacidade recorrente para resistir aos impulsos de furtar objetos desnecessários ao uso pessoal ou por seu valor monetário; 2) sensação crescente de tensão antes de cometer o furto; 3) prazer ou alívio na hora de cometer o furto; 4) o furto não é cometido para expressar raiva ou vingança e não é uma resposta a um delírio ou alucinação; e 5) o furto não se deve ao transtorno de conduta ou ao transtorno de personalidade anti-social.11 O critério 1 estabelece que os itens furtados não «são necessários para uso pessoal ou por seu valor monetário».

  • Em nossa vinheta de caso, Maria enquadra-se neste critério por furtar itens irrelevantes.
  • Esse critério exclui do diagnóstico pessoas que furtam principalmente para vender os itens em troca de dinheiro ou por necessidade (e.g.
  • Furtar para alimentar uma família que passa fome).
  • Ainda que os exemplos de casos tenham freqüentemente descrito a peculiaridade dos itens furtados, os itens em si não são sempre peculiares e não parecem ter nenhum significado para a compreensão da fisiopatologia proposta para esse transtorno.

Muitos indivíduos com cleptomania furtam itens desejáveis e valiosos.12 Para alguns indivíduos, o «ímpeto» associado ao furto parece proporcional ao valor monetário do item. Para outros, o valor dos objetos furtados aumenta ao longo do tempo, o que sugere um efeito de tolerância.

Os itens furtados são tipicamente acumulados, descartados, devolvidos à loja ou doados.13 Os indivíduos com cleptomania descrevem o impulso para furtar como «incongruente com o caráter», «incontrolável,» ou «moralmente errado». Ainda que um sentimento de prazer, gratificação ou alívio seja vivenciado no momento do furto, os indivíduos descrevem sentimentos de culpa, remorso ou depressão logo após.12 Em geral, devido a esse sentimento de vergonha, os indivíduos com cleptomania apresentam-se para o tratamento muitos anos após o início dos furtos.13,14 Em um estudo com 22 cleptomaníacos, 15 indivíduos não tinham contado ao seu clínico sobre seus furtos.

Ao contrário, eles buscavam tratamento para os sintomas depressivos ou para a ansiedade. Eles tinham receio de que o médico pudesse não tratá-los ou informar à polícia. Nenhum dos médicos que os trataram perguntou sobre sintomas de cleptomania.12 Estudos utilizando amostras clínicas têm revelado de forma consistente que a maioria (aproximadamente dois terços) dos pacientes com cleptomania é composta por mulheres.12,14-16 Porém, sem dados epidemiológicos, a percentagem real de homens e mulheres permanece desconhecida.

Alguns autores têm sugerido que há um maior número de mulheres que buscam tratamento para cleptomania, pois os homens têm maior probabilidade de serem enviados à prisão se forem apanhados furtando em lojas.12,17 No entanto, os aspectos relacionados a gênero na cleptomania receberam pouca atenção nos estudos sobre o tema.

Um estudo encontrou que os homens com cleptomania têm mais probabilidade de ter um histórico de trauma durante o nascimento.15 Os homens com cleptomania também parecem ser menos propensos a sofrer de um transtorno alimentar ou bipolar concomitante, 15 mas parecem ter índices maiores de parafilias como comorbidade.14 Tanto em homens como em mulheres com cleptomania é comum a comorbidade psiquiátrica em algum momento da vida com outros transtornos de controle dos impulsos (20-46%), 17,18 de uso de substâncias (23-50%) 12,14 e de humor (45-100%).14,15,18,19 Os transtornos de personalidade são também comuns na cleptomania.

  • Um estudo envolvendo 28 indivíduos com cleptomania revelou que 12 (42,9%) preencheram os critérios do DSM-III-R para pelo menos um transtorno de personalidade e dois (14,3%) preencheram os critérios para dois transtornos de personalidade.
  • Transtornos paranóide (17,9%), borderline (10,3%) e esquizóide (10,7%) foram os mais comuns.20 Os indivíduos com cleptomania sofrem prejuízo significativo em sua capacidade de funcionar social e ocupacionalmente.
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Muitos pacientes relatam pensamentos intrusivos e impulsos relacionados a furtar que interferem em sua capacidade de concentração em casa e no trabalho.12 Outros relatam ausências ao trabalho, em geral à tarde, depois de saírem cedo para furtar nas lojas.

Com o prejuízo funcional que os indivíduos com cleptomania vivenciam, não é surpreendente que eles também relatem uma qualidade de vida ruim. No único estudo que avaliou sistematicamente a qualidade de vida utilizando um instrumento seguro do ponto de vista psicométrico (Inventário de Qualidade de Vida), os pacientes com cleptomania, independentemente da comorbidade, relataram uma satisfação significativamente pior com a vida em comparação a uma amostra geral não-clínica de adultos.21 Alguns pacientes consideraram até o suicídio como uma forma pela qual poderiam parar de furtar.

Além das conseqüências emocionais da cleptomania, muitos pacientes com cleptomania enfrentaram dificuldades legais devido ao seu comportamento. Estudos têm relatado que 64% a 87% dos pacientes de cleptomania têm um histórico de serem pegos furtando.16,19 De fato, um estudo encontrou que os pacientes relataram um número médio de apreensões durante a vida de aproximadamente três por paciente.22 Ainda que a maioria das apreensões não resulte em condenações com privação de liberdade, evidências iniciais sugerem que 15% a 23% dos pacientes de cleptomania sofreram este tipo de condenação por furtarem.19,22 Histórico familiar Os dados sobre o histórico familiar e possíveis elementos genéticos da cleptomania são limitados.

No único estudo sobre o histórico familiar de cleptomania que utilizou um grupo controle, os indivíduos com cleptomania relataram uma freqüência significativamente maior de transtorno por uso de álcool nos seus familiares de primeiro grau do que os controles.18 Não foram observadas outras diferenças significativas em relação ao histórico familiar entre os grupos.

Foram relatados em outros estudos altos índices de transtornos de humor, por uso de álcool e de cleptomania nos familiares de primeiro grau dos indivíduos com cleptomania.12,15,17,18 Neurobiologia Ainda que os indivíduos com cleptomania relatem uma incapacidade de resistir aos seus impulsos para furtar, a etiologia desse comportamento incontrolável não é clara.

Tem sido levantada a hipótese de que a disfunção serotoninérgica no córtex pré-frontal ventromedial seja subjacente à capacidade ruim de tomar decisões observada entre indivíduos com cleptomania.23 Um estudo examinou o transportador de serotonina de plaquetas em 20 pacientes com cleptomania. O número de transportadores 5-HT de plaquetas, avaliado por meio da vinculação da 3H-paroxetina, foi menor em sujeitos cleptomaníacos comparados a controles saudáveis, 24 o que sugere alguma disfunção serotoninérgica não específica.

Em um estudo sobre funcionamento neurocognitivo, 15 mulheres diagnosticadas com cleptomania não apresentaram, como um grupo, déficits significativos em testes de funcionamento do lobo frontal ao serem comparadas aos valores-padrão. No entanto, aquelas com maior gravidade dos sintomas de cleptomania tiveram escores significativamente mais baixos que a média em pelo menos uma medida do funcionamento executivo.25 Índices significativamente mais altos de impulsividade cognitiva (medidos pela Escala de Impulsividade de Barratt, 10ª versão) foram encontrados em 11 indivíduos com cleptomania, ao serem comparados a um grupo controle de pacientes psiquiátricos sem cleptomania.17 Os relatos de caso e os estudos de neuroimagem fornecem pistas adicionais quanto a possível etiologia da cleptomania.

Tem sido relatado que danos aos circuitos cerebrais orbitofrontais subcorticais resultam em cleptomania.26 As técnicas de neuroimagem têm demonstrado menor integridade microestrutural da substância branca nas regiões cerebrais frontais ventromediais nos indivíduos com cleptomania em comparação a controles.27 Essas imagens são consistentes com achados de impulsividade aumentada nos cleptomaníacos.17 Esses estudos também favorecem a hipótese de que pelo menos alguns indivíduos com cleptomania podem não ser capazes de controlar seu impulso de furtar.

Futuras avaliações de imagem e neuropsicológicas em uma grande amostra podem auxiliar a elucidar melhor a etiologia desse transtorno. Tratamento Apesar de a farmacoterapia e a psicoterapia terem se apresentado inicialmente promissoras para tratar a cleptomania, somente um pequeno número de pacientes foram examinados.

  • Séries pequenas de casos e relatos de caso constituem a maioria dos dados de tratamento publicados.
  • Atualmente, nos Estados Unidos, não há medicações aprovadas pela Food and Drug Administration para tratar da cleptomania.
  • Os relatos de caso que examinaram a eficácia da farmacoterapia para a cleptomania encontraram uma variedade de tratamentos promissores: paroxetina, 28 fluvoxamina, 29 escitalopram, 30 uma combinação de sertralina e o estimulante metilfenidato, 31 imipramina em combinação com fluoxetina, 32 e o ácido valpróico.33 Infelizmente, para cada relato de caso positivo, existem outros relatos negativos em relação a eficácia da mesma medicação para a cleptomania.14 Séries de casos de cleptomania também foram publicadas.

Em uma série de casos, cinco sujeitos com cleptomania apresentaram melhora com fluoxetina (quatro indivíduos) e paroxetina (um indivíduo).34 Uma série de casos de três cleptomaníacos resultou em remissão completa dos sintomas de cleptomania após dois meses em uma combinação de 100 mg/dia de topiramato e 30 mg/dia de citalopram em uma mulher de 28 anos; 100 mg/dia de topiramato e 60 mg/dia de paroxetina em uma mulher de 32 anos; e 150 mg/dia de topiramato em um homem de 18 anos.35 O lítio ministrado isoladamente foi útil para pelo menos um de quatro casos relatados, mas causou uma diminuição significativa nos sintomas da cleptomania quando potencializado com fluoxetina no caso de uma mulher de 40 anos.36 Uma série de casos de dois pacientes que sofriam de cleptomania tratados com naltrexona (50 mg/dia e 100 mg/dia) relatou remissão tanto nos impulsos para furtar como no comportamento de furtar.37 Houve somente dois pequenos ensaios clínicos abertos com medicação para cleptomania.

Um ensaio clínico examinou o escitalopram no tratamento da cleptomania. Dos 20 indivíduos tratados de forma aberta com escitalopram, 79% relataram melhora em seu comportamento de furtar. Os que responderam ao escitalopram foram aleatorizados para continuar a medicação ou para receber placebo. A fase duplo-cega encontrou que 43% dos que receberam medicação e 50% dos que foram designados para receber placebo não mantiveram sua resposta (não houve diferença estatística entre esse índices), sugerindo, dessa forma, que não ocorreu nenhum efeito real do fármaco.38 Em outro ensaio clínico aberto, oito de 10 indivíduos com cleptomania tratados com naltrexona por 12 semanas relataram uma redução significativa nos impulsos para furtar e 20% relataram remissão completa dos sintomas.22 A dose eficaz média de naltrexona foi de 145 mg/dia.

Um estudo longitudinal retrospectivo da naltrexona durante um período de três anos envolvendo 17 indivíduos com cleptomania tratados com naltrexona em monoterapia produziu os seguintes resultados: 76,5% dos sujeitos relataram redução nos impulsos para furtar, 41,1% pararam de furtar e 52,9% dos sujeitos foram classificados na Escala de Gravidade Clínica Global como «totalmente sadios» e tiveram seus sintomas de gravidade de cleptomania avaliados como «muito leves» pelo pesquisador.39 Várias formas de terapia comportamental, psicanalítica, psicodinâmica e cognitivo-comportamental (TCC) têm sido relatadas como benéficas para tratar a cleptomania.

  • Os tratamentos terapêuticos cognitivo-comportamentais, tais como dessensibilização sistemática, terapia aversiva e sensibilização encoberta têm demonstrado benefícios no tratamento da cleptomania.40 Não houve estudos controlados sobre qualquer dos tipos de psicoterapia para a cleptomania.
  • Os tratamentos combinados utilizando TCC com medicação têm mostrado benefícios para os indivíduos em relatos de caso.

Um homem de 43 anos com traumatismo craniano contuso na região fronto-temporal que ocasionou sintomas semelhantes à cleptomania foi tratado com citalopram e TCC e relatou remissão de todos os sintomas de cleptomania.41 Uma mulher de 77 anos com cleptomania de início tardio (idade de 73 anos) relatou o final de todos os furtos com uma combinação de TCC, 50 mg/dia de sertralina, auto-conscientização e uma proibição auto-imposta de comprar.42 Conclusão A cleptomania, um transtorno amplamente não reconhecido, apresenta-se como uma doença crônica em muitos indivíduos e tem significativas repercussões psicológicas, sociais e legais.

  • À medida que a busca específica de tratamento para cleptomania é bem rara, é importante que os clínicos reconheçam o transtorno e examinem os pacientes apropriadamente.
  • Vários tratamentos têm sido úteis em estudos de caso e em pequenos estudos de tratamento, mas é preciso mais pesquisas que examinem a etiologia e o tratamento.

Financiamento: Esta pesquisa foi parcialmente financiada pelo Career Development Award (JEG – K23 MH069754-01A1) Conflito de interesses: Inexistente

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See also:  Quanto O Mei Pode Faturar?

University of Minnesota School of Medicine 2450 Riverside Avenue, Minneapolis, MN 55454 Phone: 612-273-9736; Fax: 612-273-9779

Publicação nesta coleção 03 Ago 2007 Data do Fascículo Maio 2008

: Cleptomania: características clínicas e tratamento

Como os ladrões marcam as casas?

Ladrões marcam casas com símbolos. Mito ou realidade? – Portugal – SÁBADO 05 de outubro A PSP confirma a existência de marcas que podem ser encontradas junto à campainha e ombreiras das portas. Porém, maioria dos furtos é feita por assaltantes que aproveitam a oportunidade.

  1. O feriado do 5 de Outubro permitirá tirar uns dias de descanso, o que para os ladrões de casas pode significar uma oportunidade.
  2. Na Internet, abundam as listas de símbolos com que, supostamente, os ladrões dão informações uns aos outros sobre as residências vazias e a que os proprietários devem estar atentos.

: Ladrões marcam casas com símbolos. Mito ou realidade? – Portugal – SÁBADO

Como evitar um furto?

DICAS PARA EVITAR ASSALTOS E FURTOS NAS RUAS Como Descobrir Quem Te Roubou

Com o alto índice de criminalidade nas ruas, a necessidade de se proteger contra ataques e assaltos é cada vez maior, e a prevenção ainda é a melhor solução. Confira abaixo algumas dicas para evitar assaltos e roubos nas ruas.1- EVITE ANDAR SOZINHO OBS.: Procure caminhar no centro da calçada e contra o sentido do trânsito, dessa maneira é mais fácil perceber a aproximação de algum veículo suspeito; 2- EVITE CHAMAR A ATENÇÃO COM BOLSAS E CELULARES 3- NO TRANSPORTE PÚBLICO

Sempre que possível, não se exponha gratuitamente à ação dos delinquentes, passeando desacompanhado por locais ermos e ou em horas avançadas. Antes de sair de casa faça, mentalmente, o trajeto que você irá percorrer, evitando passar por locais desertos ou pouco iluminados.

Em uma festa, espere pela companhia de um amigo para saírem juntos. Se sentir a aproximação de estranhos em atitudes suspeitas, troque de calçada, entre em alguma loja/lanchonete/comércio em geral ou em qualquer outro lugar habitado que encontrar e peça ajuda, e mantenha-se sempre alerta ao cruzar com suspeitos e não pare para atender pedidos que despertarem desconfiança.

Desconfie SEMPRE de estranhos de conversa envolvente e que tentam aproximação. Ao parar em pontos de ônibus, dê preferência aos que se situam em locais de grande movimento, como aqueles localizados próximos a estabelecimentos comerciais; Em primeiro lugar, não carregue grandes importâncias em dinheiro ou outros valores na bolsa ou mochila.

  • Homens e mulheres devem carregar suas bolsas/mochilas firmemente seguras entre o braço e o corpo, mantendo a mão sobre seu fecho.
  • Antes de sair de casa, separe o dinheiro necessário para pequenas despesas, como café, cigarro, condução, e guarde em um lugar de mais fácil acesso, dessa maneira você evita ter de abrir a bolsa/mochila na rua, o que chama mais a atenção de possíveis assaltantes.

Caso haja a necessidade de abrir sua bolsa, tenha muita atenção para não o fazer em locais com muitas pessoas em volta, procure locais mais seguros e reservados para fazer a movimentação. Siga diretamente para seu destino quando portar valores, não parando em bares ou casas de diversão; Seja discreto e evite usar correntinhas, relógios, medalhas, braceletes e outras jóias, e o PRINCIPAL de tudo, não ostente o aparelho celular na rua, pois os celulares são uns dos objetos mais furtados, tanto em grandes centros quanto em lugares mais afastados, já que normalmente estão nas mãos das pessoas distraídas, ou em seus bolsos da parte de trás da calça.

Guarde-o bem e use apenas em caso de extrema necessidade. Evite ficar sozinho em pontos de ônibus isolados, especialmente à noite, e como citado anteriormente, separe antes o valor da passagem para não mostrar seu dinheiro na hora de pagar a condução. Em ônibus com poucos passageiros, sente-se próximo ao motorista e evite viajar em vagões vazios do metrô ou trem e procure não entrar ou sair do metrô em estações com corredores muito grandes.

Sendo possível, use as estações com acessos rápidos e curtos; Dentro da condução, coloque a bolsa, mochila, pacotes ou sacolas na frente do seu corpo. Muita atenção em conduções muito cheias. É quando pequenos ladrões aproveitam para furtar seus pertences sem que você perceba.

Deixe sua bolsa à frente do corpo para dificultar a ação de marginais. Quando estiver em um coletivo e o mesmo for invadido por ladrões, mantenha-se calmo e não tente nada arriscado. Não encare diretamente os assaltantes e nem tente dialogar com eles. Se houver oportunidade de se desfazer de alguns de seus valores, faça-o de maneira mais dissimulada possível, guardando consigo uma pequena soma de dinheiro.

De maneira nenhuma reaja a um assalto, pois sua vida não tem preço. : DICAS PARA EVITAR ASSALTOS E FURTOS NAS RUAS

O que Jesus fala sobre o roubo?

Versículos sobre castigo de Deus para quem rouba Não roubarás, é o que diz um dos 10 Mandamentos: não furtarás. Roubar é uma injustiça e um pecado contra o próximo. Quem é cristão é chamado para viver de forma honesta, sem levar o que não é seu. Existem muitas formas de roubar: assalto, burla, não pagar as dívidas, cobrar o que não é devido, suborno,,

  • A Bíblia condena todas as formas de roubo e nos desafia a viver de maneira diferente, trabalhando para merecer o que temos e sem cobiçar o que é dos outros.
  • Se possível, quem roubou deverá fazer restituição e procurar viver de forma honesta, como testemunho do poder de Cristo para mudar vidas.
  • Não furtarás.

O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade. «Porque eu, o Senhor, amo a justiça e odeio o roubo e toda maldade. Em minha fidelidade os recompensarei e com eles farei aliança eterna.

Se algum de vocês sofre, que não seja como assassino, ladrão, criminoso, ou como quem se intromete em negócios alheios. «Não furtem. «Não mintam. «Não enganem uns aos outros. Já disse por carta que vocês não devem associar-se com pessoas imorais. Com isso não me refiro aos imorais deste mundo nem aos avarentos, aos ladrões ou aos idólatras.

Se assim fosse, vocês precisariam sair deste mundo. Mas agora estou escrevendo que não devem associar-se com qualquer que, dizendo-se irmão, seja imoral, avarento, idólatra, caluniador, alcoólatra ou ladrão. Com tais pessoas vocês nem devem comer. «Se alguém roubar um boi, ou uma ovelha, e abatê-lo ou vendê-lo, terá que restituir cinco bois pelo boi e quatro ovelhas pela ove­lha.

O ladrão não é desprezado se, faminto, rouba para matar a fome. Contudo, se for pego, deverá pagar sete vezes o que roubou, embora isso lhe custe tudo o que tem em casa. Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.

Seus líderes são rebeldes, amigos de ladrões; todos eles amam o suborno e andam atrás de presentes. Eles não defendem os direitos do órfão, e não tomam conhecimento da causa da viúva. «Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos?’ Nos dízimos e nas ofertas.

  • Os tesouros de origem desonesta não servem para nada, mas a retidão livra da morte.
  1. Não confiem na extorsão nem ponham a esperança em bens roubados; se as suas riquezas aumentam, não ponham nelas o coração.

O Senhor entra em juízo contra as autoridades e contra os líderes do seu povo. «Vocês arruinaram a vinha, e o que foi roubado dos necessitados está nas suas casas.

  • O filho que rouba o pai e expulsa a mãe é causador de vergonha e desonra.

Veja também o que a Bíblia diz sobre: : Versículos sobre castigo de Deus para quem rouba

Qual versículo diz não Roubaras?

Êxodo 20:15 (Não furtarás) 15 «Não furtarás. Leia o capítulo completo: Como Descobrir Quem Te Roubou 15 Não furtarás. Versão Almeida Revista e Atualizada Como Descobrir Quem Te Roubou 15 Não furtarás. Versão Almeida Revista e Corrigida Como Descobrir Quem Te Roubou : Êxodo 20:15 (Não furtarás)

O que nos proíbe o sétimo mandamento da lei de Deus?

O sétimo mandamento proíbe o roubo, isto é, a usurpação do bem alheio, contra a vontade razoável do seu proprietário. Não há roubo quando o consentimento se pode presumir ou a recusa é contrária à razão e ao destino universal dos bens.

Quem compra algo roubado é crime?

O crime de receptação, em breve resumo, pode ser entendido com o ato de receber algo que seja produto de crime. No caso da receptação culposa, definida no § 3º do artigo 180 do Codigo Penal, trata-se da falta de cuidado quanto à origem da coisa, que possivelmente tenha origem criminosa, mas a pessoa preferiu ignorar.

  1. Mesmo havendo algum indicio de que a coisa seja produto de crime a pessoa não se preocupa e recebe ou adquire a coisa.
  2. Art.180 – Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte: Pena – reclusão, de um a quatro anos, e multa.

Receptação qualificada § 1º – Adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, coisa que deve saber ser produto de crime: Pena – reclusão, de três a oito anos, e multa.

É obrigado a devolver o dinheiro?

O ressarcimento de dinheiro é um direito garantido por lei em diversas situações que envolvem a relação de consumo. É importante conhecer essas hipóteses para poder exigir seus direitos quando necessário.

É obrigado a devolver dinheiro?

Saiba tudo sobre ressarcimento de dinheiro, quando solicitar, quais são os seus direitos como consumidor e quais são os tipos de ressarcimento. As relações de consumo ainda são bastante complexas e seguem parâmetros muitas vezes desconhecidos pelos consumidores, como é o caso do ressarcimento de dinheiro,

Essas complexidades abrem espaço para irregularidades contra os consumidores, que por sua vez desconhecem os próprios direitos ou como reivindicá-los. O ressarcimento de dinheiro é um direito assegurado ao consumidor diante de algumas situações. Por isso, é importante que os consumidores saibam quando podem solicitar o reembolso e fazer valer seus direitos após passar por algum problema de consumo.

Neste artigo, a PROTESTE vai explicar tudo sobre o ressarcimento de valores, incluindo as situações em que você pode reivindicar esse direito e como fazer a solicitação. Acompanhe! Como Descobrir Quem Te Roubou

O que fazer quando o adolescente rouba?

Converse com seu filho, procure entender os motivos e os atos, mas procure por ajuda especializada. O psicólogo é importante neste processo e pode ser que o psiquiatra também precise auxiliar, caso os furtos façam parte de um contexto ainda mais grave.

Como provar o crime de furto?

O que fazer em caso de acusação de furto? – Se você foi acusado de furto, é importante agir rapidamente e tomar as medidas necessárias para se defender adequadamente. Aqui estão algumas etapas que você deve seguir: Entre em contato com um advogado especialista em furto: Um advogado experiente em furto pode ajudá-lo a entender seus direitos e a se defender adequadamente contra as acusações.

  1. Não faça declarações sem consultar um advogado: Mesmo que você seja inocente, é importante não fazer declarações à polícia ou a qualquer outra autoridade sem antes consultar um advogado.
  2. Qualquer coisa que você disser pode ser usada contra você no tribunal.
  3. Reúna todas as informações relevantes: É importante que você reúna todas as informações relevantes para o seu caso, incluindo evidências que possam comprovar a sua inocência.

Se você tem testemunhas que possam confirmar sua versão dos fatos, certifique-se de que elas estejam disponíveis e dispostas a testemunhar. Esteja preparado para o processo legal: Se você for acusado de furto, provavelmente terá que comparecer ao tribunal para defender suas ações.