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CaroO No PescoçO Que DóI Quando Aperta?

Estou com um caroço no pescoço e está doendo?

Tenho um nódulo no pescoço, o que devo fazer? Muitas pessoas acabam descobrindo um nódulo no pescoço ao olhar no espelho ou durante um autoexame, quando se faz a palpação do pescoço. Mas o que é esse nódulo? É necessário se preocupar? Geralmente um nódulo no pescoço que dói quando é apertado não é sinal de gravidade.

Pode ser uma íngua, um gânglio linfático que está aumentado por alguma razão, e esse é um fator bastante comum. Os gânglios desempenham uma função importante que é a defesa do organismo. Quando ocorre o aumento de um gânglio significa que pode haver alguma inflamação ou infecção que está se manifestando, ou uma obstrução do ducto salivar ou até mesmo um lipoma, uma bolinha de gordura localizada entre a pele e a camada do músculo.

Na maioria das vezes, esses gânglios costumam desaparecer espontaneamente da mesma forma que apareceram. Porém, se você apresenta um nódulo no pescoço e tem o hábito de fumar e/ou consumir bebidas alcoólicas, principais, é importante estar atento a alguns aspectos que vão requerer uma investigação e avaliação médica: nódulos maiores que 2 cm de diâmetro, que persistem há mais de 30 dias, que começam a aumentar de tamanho, que não são maleáveis e não se movem ao toque, nos dando a impressão de que são profundos.

  • Nesses casos, a consulta com um médico especialista em cabeça e pescoço é fundamental.
  • Após fazer a avaliação clínica, se necessário, ele vai solicitar alguns exames para descartar qualquer suspeita de um câncer de tireoide, laringe, faringe, um linfoma por exemplo.
  • O diagnóstico precoce aumentar consideravelmente as chances de sucesso no tratamento.

Esteja atento aos sinais e não deixe de procurar avaliação médica. : Tenho um nódulo no pescoço, o que devo fazer?

Quando devo me preocupar com um caroço no pescoço?

Quando devo me preocupar com caroço no pescoço? – Muitas vezes, o aparecimento de um caroço no pescoço pode ser resultado de condições benignas, como uma infecção ou inflamação. No entanto, há situações em que a presença desse caroço pode indicar algo mais sério.

  • Uma das primeiras coisas a considerar é se o caroço é doloroso.
  • Contrariamente ao que muitos podem pensar, quando caroço no pescoço é indolor, pode ser mais preocupante do que um que causa desconforto.
  • Outros fatores que tornam o caroço no pescoço preocupante incluem: persistência por mais de três semanas, crescimento contínuo, consistência dura, caroço fixo que não se move ao ser tocado e a presença de outros sintomas, como perda de peso inexplicada, suores noturnos ou dificuldade para engolir.

Além disso, caroços que são acompanhados de alterações na voz ou que causam dificuldade para respirar devem ser avaliados imediatamente. Diante do aparecimento de um caroço no pescoço, é crucial prestar atenção a esses sinais. Se qualquer um dos sintomas acima for observado ou se o caroço persistir por um período prolongado, é essencial procurar orientação médica para uma avaliação completa e determinar a causa subjacente.

Como é o caroço de câncer no pescoço?

Como saber se um caroço no pescoço é maligno ou benigno? – A avaliação médica é fundamental para determinar se um caroço no pescoço é benigno ou maligno. No entanto, alguns sinais podem indicar a possibilidade de um nódulo maligno. Caroços endurecidos, indolores à palpação, com formato irregular e aderidos a estruturas adjacentes podem ser características de nódulos malignos.

Caso apresente esses sintomas, é essencial consultar um médico o mais rápido possível para uma avaliação completa e precisa. É importante ressaltar que apenas um médico qualificado pode realizar uma análise clínica adequada e indicar os exames complementares necessários para um diagnóstico preciso. Apenas por meio de exames como ultrassonografia, biópsia ou outros testes de imagem é possível confirmar se um caroço no pescoço é benigno ou maligno.

Portanto, não se deve fazer suposições sem a orientação médica adequada. Cada caso é único e requer uma abordagem individualizada. O médico especialista, como um endocrinologista ou cirurgião de cabeça e pescoço, possui o conhecimento necessário para realizar a avaliação apropriada e definir o melhor curso de ação.

Quando aperto o pescoço dói?

As dores no pescoço podem ter muitas causas, desde lesões a patologias como osteoartrite, ou podem decorrer de estresse, tensão ou postura inadequada. Trata-se de um problema muito comum, contudo temos maior probabilidade de sofrer à medida que envelhecemos.

Onde fica o caroço do câncer de pescoço?

Também chamado de íngua, o nódulo no pescoço é caracterizado pelo surgimento de um caroço nas laterais ou na parte da frente ou de trás do pescoço do paciente. De modo geral, os nódulos no pescoço costumam surgir e desaparecer espontaneamente e são mais comuns em crianças e adolescentes.

Como é o caroço do linfoma?

Muitas vezes, o único sintoma é o aparecimento de um carocinho, que é um nódulo inchado e indolor no pescoço, no tórax, no abdome ou na virilha, o que leva o paciente a uma consulta médica e, posteriormente, ao diagnóstico.

O que pode ser um caroço que dói?

Caroço no Pescoço que Dói Quando Aperta, o que pode ser? Um caroço no pescoço que dói quando aperta normalmente nada mais é do que o aumento de um gânglio, cenário bastante comum. Não é preciso alarde, pois essa estrutura pode significar uma série de diagnósticos que apenas um especialista poderá confirmar.

Qual doença da caroço no pescoço?

Caroço no pescoço: o que pode ser? – O aparecimento de um caroço no pescoço é bastante frequente. Na maioria dos casos, é decorrente de um linfonodo, também chamado de gânglio linfático, que encontra-se aumentado ou com inchaço. Essa condição é popularmente conhecida como íngua.

alterações dentárias; amigdalite; otite; infecções virais locais (como gripe ou resfriado).

Conforme esse processo é resolvido, o linfonodo diminui progressivamente até voltar ao tamanho habitual, sem necessitar de tratamento específico. Em alguns casos, pode ainda permanecer com o tamanho um pouco alterado, sem que isso indique alguma alteração preocupante.

  1. Por outro lado, o linfonodo que permanece aumentado ou cresce merece avaliação detalhada para excluir outras causas, inclusive neoplasias.
  2. Doenças que causam caroços no pescoço incluem doenças de pele, como cisto sebáceo, alterações congênitas, alterações na tireoide ou mesmo doenças autoimunes, como a sarcoidose.

Outras infecções, como a mononucleose, HIV ou tuberculose também podem causar aumento de linfonodos. Glândulas salivares aumentadas de tamanho por infecções ou obstrução de sua drenagem também podem ocasionar massas na região cervival. Quando a causa é associada a neoplasias, podem ser secundários a câncer das estruturas próximas na cabeça e no pescoço (seios da face, nasofaringe, boca, orofaringe, laringe ou tireoide) ou a neoplasias hematológicas, como os linfomas. CaroO No PescoçO Que DóI Quando Aperta

Como saber se o caroço é um tumor?

A única forma de saber se um tumor é benigno ou maligno é procurando a ajuda de um médico especialista. Durante a consulta, o médico irá fazer um levantamento do histórico médico do paciente, um exame físico e ainda solicitar exames complementares para a confirmação do tipo de tumor.

Como é um linfoma no pescoço?

Sinais e sintomas que podem indicar um linfoma – Os principais sintomas dos linfomas não Hodgkin são o aumento dos gânglios do pescoço, das axilas ou da virilha, suor noturno em excesso, febre, coceira na pele, cansaço e perda de peso superior a 10% sem motivo aparente.

Como o linfoma de Hodgkin pode surgir em qualquer parte do corpo, os sintomas dependem da localização. O câncer nos gânglios do pescoço, da axilas e da virilha pode apresentar ínguas ou inchaço nos linfonodos, que são indolores. Quando a doença atinge a região do tórax, é comum a presença de tosse, falta de ar e dor torácica.

Na pelve ou no abdômen, os sintomas são desconforto e distensão abdominal. O hematologista do Inca explica que os linfonodos ou gânglios linfáticos podem apresentar aumento por diferentes razões, incluindo infecções e doenças inflamatórias, Segundo o especialista, em geral, os gânglios aumentados por essas condições apresentam sensibilidade ao toque.

Diferentemente dos linfonodos afetados pelo câncer, que tendem a ser indolores. Bigni ressalta que a correlação entre o sintoma e a possibilidade de linfomas deve ser feita pelos profissionais de saúde. «O aspecto dor não é comum nos linfomas. É mais comum ter o aumento daquela estrutura indolor. Se o aumento daquele gânglio se estende por um período de semanas, é menos provável que seja uma infecção.

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Então o médico entra na rotina de investigação que inclui os linfomas», explica.

Que tipo de caroço pode ser câncer?

Um nódulo maligno costuma ser duro, de formato irregular e bem aderido aos planos profundos. A presença de gânglios na axila, alterações no mamilo, secreção sanguinolenta e alterações na textura da pele na mama também são sinais de alerta que podem indicar câncer de mama.

É normal ter um caroço no pescoço?

Caroço no pescoço: o que pode ser? – O aparecimento de um caroço no pescoço é bastante frequente. Na maioria dos casos, é decorrente de um linfonodo, também chamado de gânglio linfático, que encontra-se aumentado ou com inchaço. Essa condição é popularmente conhecida como íngua.

alterações dentárias; amigdalite; otite; infecções virais locais (como gripe ou resfriado).

Conforme esse processo é resolvido, o linfonodo diminui progressivamente até voltar ao tamanho habitual, sem necessitar de tratamento específico. Em alguns casos, pode ainda permanecer com o tamanho um pouco alterado, sem que isso indique alguma alteração preocupante.

  • Por outro lado, o linfonodo que permanece aumentado ou cresce merece avaliação detalhada para excluir outras causas, inclusive neoplasias.
  • Doenças que causam caroços no pescoço incluem doenças de pele, como cisto sebáceo, alterações congênitas, alterações na tireoide ou mesmo doenças autoimunes, como a sarcoidose.

Outras infecções, como a mononucleose, HIV ou tuberculose também podem causar aumento de linfonodos. Glândulas salivares aumentadas de tamanho por infecções ou obstrução de sua drenagem também podem ocasionar massas na região cervival. Quando a causa é associada a neoplasias, podem ser secundários a câncer das estruturas próximas na cabeça e no pescoço (seios da face, nasofaringe, boca, orofaringe, laringe ou tireoide) ou a neoplasias hematológicas, como os linfomas. CaroO No PescoçO Que DóI Quando Aperta

Quais são os sintomas do nervo do pescoço inflamado?

A dor no pescoço pode estar associada a uma compressão dos nervos no pescoço, o que pode provocar dormência, fraqueza ou sensação de formigamento na mão e no braço. A dor no pescoço também pode ser acompanhada por sensações de rigidez nos músculos, espasmos e dor de cabeça.

Quanto tempo pode durar uma íngua no pescoço?

O que é a íngua e quando pode ser grave O que é a íngua e quando pode ser grave O caroço na virilha, pescoço ou axila é uma íngua, que é o aumento dos gânglios linfáticos, ou linfonodos, que, geralmente, acontece por alguma infecção ou inflamação da região em que surge.

  • Os gânglios linfáticos estão espalhados por várias regiões do corpo e suas causas mais comuns são:
  • 1. Inflamação da pele
  • Qualquer tipo de inflamação pode causar esse carocinho, pois os gânglios funcionam como filtro contra possíveis ameaças ao corpo.
  • 2. Infecções
  • Qualquer tipo de infecção provoca uma íngua, e algumas das mais comuns são resfriados, gripes, otite, sinusite, faringite ou qualquer tipo de virose, como Zika ou dengue, por exemplo, que causam gânglios no pescoço, nuca, mandíbula ou atrás da orelha.
  • 3. Doenças auto-imunes
  • As doenças que interferem na imunidade também podem causar aumentos dos linfonodos, e alguns exemplos são o lupus, artrite, vasculite e doença inflamatória intestinal.
  • 4. Câncer

O câncer é uma causa mais rara dos linfonodos, que podem surgir em qualquer lugar do corpo e têm um aspecto mais endurecido, que não somem após 1 ou 2 meses e não param de crescer. Qualquer tipo de câncer pode causar ínguas, mas alguns mais característicos são o linfoma, câncer de mama e câncer de pulmão, por exemplo.

  1. O caroço na virilha, pescoço ou axila passa a ser preocupante, indicando doenças mais sérias, como câncer, linfoma ou tuberculose ganglionar, por exemplo, quando:Está localizada nos braços ou ao redor da clavícula;Está espalhada por vários locais do corpo;Mede mais que 2,5 cm;É dura e não se move;Não melhora após 1 mês;
  2. É acompanhada de febre que não melhora em 1 semana, suor noturno, perda de peso ou mal estar.
  3. Nesta situações, deve-se procurar atendimento com clínico geral, para que sejam realizados exames de sangue que avaliam infecções ou inflamações pelo corpo.

: O que é a íngua e quando pode ser grave

Como saber se o nervo do pescoço tá inflamado?

Como saber se o nervo do pescoço está inflamado? – A inflamação do nervo do pescoço pode causar dor, formigamento, dormência, fraqueza muscular, rigidez e espasmos, Se você suspeita que o nervo do seu pescoço está inflamado, é importante procurar um profissional de saúde para um diagnóstico preciso.

Como saber se um caroço no pescoço é maligno ou benigno?

Como saber se um caroço no pescoço é maligno ou benigno? – A avaliação médica é fundamental para determinar se um caroço no pescoço é benigno ou maligno. No entanto, alguns sinais podem indicar a possibilidade de um nódulo maligno. Caroços endurecidos, indolores à palpação, com formato irregular e aderidos a estruturas adjacentes podem ser características de nódulos malignos.

Caso apresente esses sintomas, é essencial consultar um médico o mais rápido possível para uma avaliação completa e precisa. É importante ressaltar que apenas um médico qualificado pode realizar uma análise clínica adequada e indicar os exames complementares necessários para um diagnóstico preciso. Apenas por meio de exames como ultrassonografia, biópsia ou outros testes de imagem é possível confirmar se um caroço no pescoço é benigno ou maligno.

Portanto, não se deve fazer suposições sem a orientação médica adequada. Cada caso é único e requer uma abordagem individualizada. O médico especialista, como um endocrinologista ou cirurgião de cabeça e pescoço, possui o conhecimento necessário para realizar a avaliação apropriada e definir o melhor curso de ação.

Qual a diferença entre nódulo e tumor no pescoço?

A diferença entre nódulos benignos e os nódulos malignos (câncer) é a capacidade que o câncer tem de invadir os órgãos vizinhos e se espalhar pelo corpo (metástases). Para o sucesso no tratamento do câncer é muito importante o diagnóstico precoce.

Quem tem linfoma sente dor?

Sinais e sintomas que podem indicar um linfoma – Os principais sintomas dos linfomas não Hodgkin são o aumento dos gânglios do pescoço, das axilas ou da virilha, suor noturno em excesso, febre, coceira na pele, cansaço e perda de peso superior a 10% sem motivo aparente.

  1. Como o linfoma de Hodgkin pode surgir em qualquer parte do corpo, os sintomas dependem da localização.
  2. O câncer nos gânglios do pescoço, da axilas e da virilha pode apresentar ínguas ou inchaço nos linfonodos, que são indolores.
  3. Quando a doença atinge a região do tórax, é comum a presença de tosse, falta de ar e dor torácica.

Na pelve ou no abdômen, os sintomas são desconforto e distensão abdominal. O hematologista do Inca explica que os linfonodos ou gânglios linfáticos podem apresentar aumento por diferentes razões, incluindo infecções e doenças inflamatórias, Segundo o especialista, em geral, os gânglios aumentados por essas condições apresentam sensibilidade ao toque.

Diferentemente dos linfonodos afetados pelo câncer, que tendem a ser indolores. Bigni ressalta que a correlação entre o sintoma e a possibilidade de linfomas deve ser feita pelos profissionais de saúde. «O aspecto dor não é comum nos linfomas. É mais comum ter o aumento daquela estrutura indolor. Se o aumento daquele gânglio se estende por um período de semanas, é menos provável que seja uma infecção.

Então o médico entra na rotina de investigação que inclui os linfomas», explica.

Quais os sintomas do linfonodo maligno?

O número de casos de linfoma não Hodgkin (LNH) duplicou nos últimos 25 anos no Brasil, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimam-se mais de cinco mil novos casos do tipo LNH em homens e 4.800 em mulheres para cada ano do biênio 2018-2019.

  • O outro tipo de linfoma – o Hodgkin (LH) – apresenta números mais estáveis, com previsão de 1.480 casos novos em homens e cerca de mil em mulheres no mesmo período.
  • Esses dois tipos existentes da doença podem acometer pessoas em qualquer idade.
  • Mas, afinal, o que você sabe sobre essa doença? O linfoma é um tipo de câncer que se origina a partir de linfócitos, células do sistema imunológico responsáveis pela defesa do organismo.
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«O linfócito sofre uma transformação maligna (mutação) e passa a se multiplicar de forma descontrolada, muito mais rapidamente do que os outros linfócitos normais, porém, segue um padrão de tal forma que ficam todos iguais entre si, ou seja, um clone.

  1. Com isso, podem invadir outros tecidos e órgãos e gerar transtornos – principalmente o aumento no volume das regiões afetadas», explica a Dra.
  2. Maria de Lourdes Chauffaille, assessora médica em hematologia do Fleury Medicina e Saúde.
  3. Em geral, o linfoma é diagnosticado quando os gânglios linfáticos (linfonodos) aumentam de tamanho.

Tipos Os linfomas se dividem em dois grandes grupos: o linfoma não Hodgkin (LNH) e o linfoma de Hodgkin (LH), de acordo com os aspectos morfológico, histológico ou imunofenotípico das células envolvidas. Os LNH são mais frequentes e subdividem-se ainda em cerca de 30 subtipos, com comportamentos biológicos e características clínicas semelhantes.

De fato, os sinais e sintomas são comuns em vários deles e, para diferenciá-los, somente com a biópsia do linfonodo ou local acometido. Ambos podem acontecer em qualquer faixa etária, sendo que o LH é mais comum na idade adulta jovem. Já o risco de desenvolver LNH aumenta com o progredir da idade, e acomete, particularmente, pessoas acima de 60 anos.

Causas e sintomas Na grande maioria das vezes não é possível estabelecer uma causa para a ocorrência do linfoma. Sabe-se, no entanto, que situações caracterizadas por algum comprometimento na função do sistema imunológico podem aumentar o risco do surgimento da doença.

Além disso, alguns tipos de infecção, como pelo Helicobacter pylori ou pelo vírus Epstein-Barr, e a exposição a agentes químicos e radioativos podem favorecer seu aparecimento. A queixa mais frequentemente relacionada ao linfoma é o surgimento de algum caroço que corresponde ao aumento de tamanho de linfonodos.

Além disso, a pessoa pode apresentar cansaço, perda de peso, febre e sudorese noturna. Conforme a área comprometida, que pode estar nas regiões internas do corpo, outros sintomas podem aparecer. Exames e diagnósticos O exame mais importante é a biópsia da região afetada.

Frequentemente, retira-se um gânglio aumentado, comprometido pelo processo. Nesse material são realizados diversos estudos que definem, com bastante precisão, o tipo e subtipo de linfoma. Dentre os testes realizados estão os exames anatomopatológico, imunoistoquímico, imunonfenotípico, citogenético e genético-molecular.

Uma vez feito o diagnóstico, deve-se avaliar a extensão da doença e, para tanto, são necessários exames complementares, como análise da medula óssea, exames radiológicos – a exemplo de tomografias e, em alguns casos, o PET-CT (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons, com fusão de imagens) – e exames ultrassonográficos, além de outros testes bioquímicos gerais.

Tratamento e prevenções Após o diagnóstico, a doença é classificada (determina-se o tipo) e seu estágio avaliado (se houve disseminação da doença a partir de seu local de origem e em que intensidade), conforme acima descrito e, na sequência, faz-se a estratificação de prognóstico. De acordo com a estimativa de prognóstico seleciona-se o melhor tratamento, que, em geral, consiste em quimioterapia com ou sem radioterapia.

As medidas preventivas relacionam-se àquelas voltadas à boa qualidade de vida. Dependendo do tipo de linfoma, há grandes possibilidades de tratamento eficaz e cura, tendo em vista os atuais avanços em onco-hematologia. Como em outros tipos de câncer, o diagnóstico precoce é muitas vezes decisivo para aumentar as chances de cura.

É normal íngua doer?

Ela se manifesta através de um ou mais carocinhos sob a pele do pescoço, cabeça ou virilha, que podem ou não ser dolorosos, e costumam durar entre 3 e 30 dias.

Quando o nódulo é preocupante?

Quando um nódulo na mama é preocupante? – Todo nódulo palpável na mama deve ser analisado. Nódulos espessos, endurecidos e de bordas irregulares são mais preocupantes e merecem uma atenção especial, devendo ser avaliados prontamente por profissional médico e realizados os exames necessários.

Como tratar o mal do caroço?

Ciência adota nanotecnologia contra mal-do-caroço, uma das principais doenças de caprinos e ovinos 14/02/23 | Nanotecnologia Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Produção animal Informe múltiplos e-mails separados por vírgula. Embrapa e Universidade Federal de Lavras estão testando técnicas nanotecnológicas contra a linfadenite caseosa, ou «mal do caroço».

  1. A doença acomete caprinos e ovinos em todas as regiões brasileiras, causando prejuízos financeiros aos produtores.
  2. O novo tratamento usa nanopartículas e nanofibras para potencializar a ação do antibiótico diretamente nas áreas afetadas.
  3. Com isso, além de reduzir custos, torna o processo ambientalmente mais sustentável e reduz os riscos de contaminação de carne e leite.

As instituições procuram parceiros para levar a tecnologia ao mercado. A Embrapa e a Universidade Federal de Lavras (Ufla) estão utilizando técnicas de nanotecnologia para controlar a linfadenite caseosa, doença também conhecida como «mal do caroço», que atinge caprinos e ovinos em todas as regiões do País.

  • O novo tratamento consiste no uso racional de antibióticos aplicados diretamente na área afetada por meio de nanopartículas e nanofibras.
  • Os principais benefícios do novo procedimento são a biossegurança e a diminuição do resíduo de antibiótico no leite e na carne oriundos desses animais.
  • O tratamento disponível atualmente envolve um manejo trabalhoso e gera custos com mão de obra e medicamentos, tornando-se pouco viável para rebanhos numerosos, além de apresentar riscos de contaminação para o manejador e o meio ambiente.

A linfadenite caseosa ou «mal do caroço» é uma doença bacteriana infectocontagiosa que promove a formação de abscessos em linfonodos superficiais (gânglios linfáticos) ou em linfonodos e órgãos internos do animal. A enfermidade está presente em 94,2% dos rebanhos de ovinos e em 88,5% dos rebanhos de caprinos na Região Nordeste, onde se localiza a maior produção desses animais.

  1. O tratamento convencional do abscesso maduro consiste na drenagem cirúrgica do conteúdo purulento do caroço, seguida da cauterização química da ferida com tintura de iodo a 10% por, pelo menos, dez dias (foto à esquerda).
  2. Caso o procedimento seja feito de forma incompleta, o abscesso pode voltar a aparecer na mesma região após alguns meses.

O custo desse tratamento para o produtor é de aproximadamente 86 reais por animal. As opções disponíveis, além de terem alto custo para o produtor, são trabalhosas e não possuem 100% de eficiência na eliminação do agente infeccioso no abscesso. O tratamento com iodo ainda apresenta risco de contaminação tanto para o manejador quanto para o meio ambiente, uma vez que requer a abertura do caroço e a drenagem do conteúdo, que possui alta carga bacteriana.

  • Como a linfadenite caseosa é uma zoonose, pode ser transmitida para o ser humano.
  • O tratamento que está sendo desenvolvido pela Embrapa e Ufla avalia o uso racional de antibiótico priorizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a cloxacilina, maximizando a biossegurança e reduzindo o risco ambiental.

O objetivo da equipe de pesquisa é chegar a um protocolo que seja pouco laborioso, tenha um custo mais acessível, alta eficiência e elevada biosseguridade. De acordo com a pesquisadora da Embrapa Caprinos e Ovinos Patrícia Yoshida, que lidera o projeto, o resultado esperado é a cura do abscesso precoce, sem a necessidade de abertura e exposição ao material purulento, o que seria um procedimento mais seguro.

  • O novo tratamento consiste em administrar altas concentrações de antimicrobiano diretamente no abscesso, mesmo com baixas concentrações nos demais tecidos e sangue.
  • Dessa forma, espera-se menor resíduo de antibiótico no leite e carne desses animais», explica.
  • Nanotecnologia potencializa aplicações do antibiótico Os pesquisadores utilizam a nanotecnologia para desenvolver duas novas opções de procedimento.

Para o abscesso fechado, ainda no início da doença, está sendo testado o uso de nanopartículas (foto à esquerda), que têm a capacidade de direcionar o antibiótico para o interior das células infectadas pela bactéria causadora da linfadenite caseosa, para obter uma concentração maior do medicamento no local, o que pode favorecer o combate ao patógeno.

  1. A bactéria se ‘esconde’ no interior das células de defesa do caprino, local onde muitas vezes o antibiótico não consegue atingir concentrações suficientes para eliminá-la.
  2. Por isso, muitas vezes ela sobrevive ao tratamento.
  3. Ao utilizarmos as nanopartículas para direcionar o antibiótico para o interior das células de defesa, conseguimos aumentar sua concentração nesse local e assim tornar o medicamento mais eficiente», explica o pesquisador Humberto Brandão, da Embrapa Gado de Leite.

Como as nanopartículas direcionam o antibiótico para o local da infecção, espera-se que o tratamento seja mais efetivo que os disponíveis atualmente. A outra opção é o uso de nanofibras (foto abaixo, à direita) para o tratamento do abscesso maduro após a drenagem, em substituição à tintura de iodo a 10%, de modo a eliminar a bactéria e favorecer a cicatrização.

«As nanofibras são ferramentas bastante interessantes para aplicações médico-veterinárias, pois podem ser produzidas com materiais biocompatíveis com elevada área de superfície e porosidade, que mimetizam a matriz extracelular, e permitem carregar grandes quantidades de fármacos, possibilitando sua liberação de forma lenta no sistema», relata o pesquisador da Embrapa Instrumentação Daniel Corrêa.

Na Ufla, estão sendo desenvolvidos modelos computacionais com base nos resultados obtidos com animais para determinar com precisão os protocolos (doses e intervalos) de tratamento. O pesquisador Marcos Ferrante explica que trabalhar com modelos computacionais permite simular diferentes cenários, diminuindo o número de animais usados na pesquisa, além de maximizar o uso dos recursos financeiros.

  • Essas pesquisas permitirão otimizar as doses para protocolos terapêuticos em diferentes cenários produtivos, possibilitando aos produtores tratar os animais com a mínima quantidade de antibiótico necessária e sem comprometer a eficácia do tratamento», complementa Ferrante.
  • Tecnologia depende de parceiros para chegar ao mercado Atualmente, o desenvolvimento da nova técnica está em fase de testes com caprinos para definir a melhor forma de uso do produto, incluindo dosagem e frequência de aplicações.
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Segundo Yoshida, a equipe espera concluir os ensaios com os animais em condições controladas nos próximos três anos e encontrar parceiros na indústria farmacêutica para viabilizar a produção em larga escala para comercialização. «Estamos prospectando parceiros para colocar o produto no mercado.

  1. A parceria com essa formulação pode ser em codesenvolvimento desse e de outros medicamentos.
  2. O parceiro interessado entraria com a expertise e infraestrutura de linha de produção, capaz de receber a tecnologia de formulações nanotecnológicas para uso farmacêutico.
  3. Essa tecnologia mostra potencial, visto que já foi testada em outras espécies animais e infecções, como mastite e ceratoconjuntivite em bovinos», afirma a pesquisadora.

Impactos da doença no sistema de produção A presença da linfadenite caseosa no rebanho traz diversos prejuízos para o criador, como queda na produção, aumento do custo com mão de obra e medicamentos para o tratamento, desvalorização da carne e da pele do animal, além de causar a morte de caprinos e ovinos quando a doença está muito disseminada no rebanho.

Outro prejuízo importante é o descarte de carcaças (ou partes delas) e vísceras no frigorífico, podendo também impossibilitar a exportação da carne. O produtor José Roberto Oliveira Alves possui um rebanho de 60 ovinos e 20 caprinos no município de Tauá (CE). Seus animais já foram afetados pela doença e ele adotou todos os procedimentos recomendados pelos especialistas: fez a inspeção dos animais e, quando o abscesso estava maduro, fez o corte e drenou a secreção, passou iodo e isolou o animal.

«Tivemos um bom resultado porque retiramos do rebanho os animais afetados, controlamos e conseguimos diminuir. Claro que não acabou, mas diminuiu bastante. A linfadenite caseosa traz muitos prejuízos; os maiores são com relação à pele que fica estragada e à qualidade da carne, que fica imprópria para o consumo», explica.

Medidas de controle e prevenção 1. Ao comprar os animais, o produtor deve colocá-los em quarentena para observar o aparecimento de abscessos e tratá-los antes de inseri-los no rebanho. Os produtores não devem compartilhar animais (reprodutores).2. Os animais com abscessos antes da ruptura devem ser separados e isolados.3.

O corte cirúrgico do abscesso deve ser seguido de cauterização química da ferida.4. O animal somente deve retornar ao rebanho após a completa cicatrização da ferida.5. Todos os casos de linfadenite no rebanho devem ser anotados, com a identificação do animal, data em que teve a doença e localização.6.

As instalações devem ser desinfectadas com cal hidratada ou vassoura de fogo.7. Animais que apresentam mais de um abscesso em sua vida produtiva devem ser descartados (sacrifício ou abate).8. As carcaças dos animais mortos devem ser levadas para compostagem.9. A carne de animais com abscessos não deve ser consumida.

A linfadenite caseosa é uma zoonose e pode ser transmitida aos seres humanos. Confira no vídeo mais informações sobre controle e prevenção da doença. Dados sobre compostagem estão disponíveis nesta cartilha. Foto: Patrícia Yoshida Técnicas de nanotecnologia estão sendo usadas para controle da linfadenite caseosa

A Embrapa e a Universidade Federal de Lavras () estão utilizando técnicas de nanotecnologia para controlar a linfadenite caseosa, doença também conhecida como «mal do caroço», que atinge caprinos e ovinos em todas as regiões do País. O novo tratamento consiste no uso racional de antibióticos aplicados diretamente na área afetada por meio de nanopartículas e nanofibras.

Os principais benefícios do novo procedimento são a biossegurança e a diminuição do resíduo de antibiótico no leite e na carne oriundos desses animais. O tratamento disponível atualmente envolve um manejo trabalhoso e gera custos com mão de obra e medicamentos, tornando-se pouco viável para rebanhos numerosos, além de apresentar riscos de contaminação para o manejador e o meio ambiente.

A linfadenite caseosa ou «mal do caroço» é uma doença bacteriana infectocontagiosa que promove a formação de abscessos em linfonodos superficiais (gânglios linfáticos) ou em linfonodos e órgãos internos do animal. A enfermidade está presente em 94,2% dos rebanhos de ovinos e em 88,5% dos rebanhos de caprinos na Região Nordeste, onde se localiza a maior produção desses animais.

O tratamento convencional do abscesso maduro consiste na drenagem cirúrgica do conteúdo purulento do caroço, seguida da cauterização química da ferida com tintura de iodo a 10% por, pelo menos, dez dias ( foto à esquerda ). Caso o procedimento seja feito de forma incompleta, o abscesso pode voltar a aparecer na mesma região após alguns meses.

O custo desse tratamento para o produtor é de aproximadamente 86 reais por animal. As opções disponíveis, além de terem alto custo para o produtor, são trabalhosas e não possuem 100% de eficiência na eliminação do agente infeccioso no abscesso. O tratamento com iodo ainda apresenta risco de contaminação tanto para o manejador quanto para o meio ambiente, uma vez que requer a abertura do caroço e a drenagem do conteúdo, que possui alta carga bacteriana.

  • Como a linfadenite caseosa é uma zoonose, pode ser transmitida para o ser humano.
  • O tratamento que está sendo desenvolvido pela Embrapa e Ufla avalia o uso racional de antibiótico priorizado pela Organização Mundial da Saúde (), a cloxacilina, maximizando a biossegurança e reduzindo o risco ambiental.

O objetivo da equipe de pesquisa é chegar a um protocolo que seja pouco laborioso, tenha um custo mais acessível, alta eficiência e elevada biosseguridade. De acordo com a pesquisadora da, que lidera o projeto, o resultado esperado é a cura do abscesso precoce, sem a necessidade de abertura e exposição ao material purulento, o que seria um procedimento mais seguro.

Os pesquisadores utilizam a nanotecnologia para desenvolver duas novas opções de procedimento. Para o abscesso fechado, ainda no início da doença, está sendo testado o uso de nanopartículas ( foto à esquerda ), que têm a capacidade de direcionar o antibiótico para o interior das células infectadas pela bactéria causadora da linfadenite caseosa, para obter uma concentração maior do medicamento no local, o que pode favorecer o combate ao patógeno. «A bactéria se ‘esconde’ no interior das células de defesa do caprino, local onde muitas vezes o antibiótico não consegue atingir concentrações suficientes para eliminá-la. Por isso, muitas vezes ela sobrevive ao tratamento. Ao utilizarmos as nanopartículas para direcionar o antibiótico para o interior das células de defesa, conseguimos aumentar sua concentração nesse local e assim tornar o medicamento mais eficiente», explica o pesquisador, da, Como as nanopartículas direcionam o antibiótico para o local da infecção, espera-se que o tratamento seja mais efetivo que os disponíveis atualmente. A outra opção é o uso de nanofibras ( foto abaixo, à direita ) para o tratamento do abscesso maduro após a drenagem, em substituição à tintura de iodo a 10%, de modo a eliminar a bactéria e favorecer a cicatrização. «As nanofibras são ferramentas bastante interessantes para aplicações médico-veterinárias, pois podem ser produzidas com materiais biocompatíveis com elevada área de superfície e porosidade, que mimetizam a matriz extracelular, e permitem carregar grandes quantidades de fármacos, possibilitando sua liberação de forma lenta no sistema», relata o pesquisador da, Na Ufla, estão sendo desenvolvidos modelos computacionais com base nos resultados obtidos com animais para determinar com precisão os protocolos (doses e intervalos) de tratamento. O pesquisador Marcos Ferrante explica que trabalhar com modelos computacionais permite simular diferentes cenários, diminuindo o número de animais usados na pesquisa, além de maximizar o uso dos recursos financeiros. «Essas pesquisas permitirão otimizar as doses para protocolos terapêuticos em diferentes cenários produtivos, possibilitando aos produtores tratar os animais com a mínima quantidade de antibiótico necessária e sem comprometer a eficácia do tratamento», complementa Ferrante.