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A Com Crase Quando Usar?

Quando usamos crase no a?

Crase Crase https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao/estilos/crase https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao/logo.png Crase é a contração da preposição a com outro a, que pode ser artigo definido, pronome demonstrativo ou o a inicial dos pronomes aquela, aquele, aquilo,

  • É indicada pelo acento grave.
  • Como regra geral, só se usa crase antes de palavras femininas.
  • A exceção são os pronomes demonstrativos aquele e aquilo.
  • Em alguns casos, a palavra feminina está subentendida, como ocorre normalmente com moda e maneira : salto à Luiz XV (à moda de Luiz XV) e escrita à Camões (à maneira de Camões).

Use crase: Antes de palavras femininas que aceitam o artigo definido:

  • Congresso pode aprovar novas restrições à propaganda de bebidas alcoólicas.
  • Para saber se a palavra feminina aceita ou não o artigo, troque-a por uma masculina:
  • Congresso pode aprovar novas restrições ao consumo de bebidas alcoólicas.
  • Ou substitua a preposição a pela preposição para :

Quando foi para a Bahia. / Em visita à (a+a) Bahia. Aqui ocorre crase porque há uma preposição e um artigo juntos. Quando foi para Rondônia. / Em visita a Rondônia.

  1. Aqui não ocorre crase porque há apenas a preposição, já que a palavra Rondônia não pede o artigo definido.
  2. Antes de palavras femininas que não aceitam o artigo acompanhadas de termos modificadores ou determinantes:
  3. Em visita à Rondônia de sua infância, o senador foi homenageado pela população local.
  4. Quando a preposição a se encontra com os p ronomes aquele, aquela, aquilo:
  5. Esse benefício só passará a valer a partir de 1º de janeiro do ano seguinte àquele em que a lei for implementada,
  6. Antes de locuções formadas por substantivos femininos no plural : às vezes, às claras, às escondidas, às 3h da manhã.
  7. Segundo os integrantes da bancada governista, não é aconselhável votar o texto às pressas,
  8. Há casos em que não ocorre crase (união da preposição a com o artigo definido a ), mas o acento grave é usado por motivos de clareza : à força, à medida, à míngua, à faca, à noite, à tarde, à mão, à distância.
  9. Antes de palavras masculinas, quando há palavra feminina subentendida antes da masculina :
  10. O senador fez alusão à (revista) Piauí,
  11. Não ocorre crase:
  12. Antes de verbos no infinitivo:
  13. — Há quase 10 mil funcionários demitidos, que estão a ver navios — disse a senadora.
  14. Antes de palavras masculinas:
  15. No pagamento à vista, o que os lojistas chamam de «descontos» são os juros que seriam cobrados se a compra fosse a prazo,
  16. Antes de palavras de sentido indefinido:
  17. O presidente sancionou o projeto de lei que garante a qualquer pessoa o acesso ao ensino médio público e gratuito.
  18. Virou lei o projeto que assegura vaga na escola pública mais próxima de casa a toda criança a partir dos 4 anos.
  19. Antes de pronomes pessoais e expressões de tratamento :
  20. Em caso de novo casamento, o cônjuge que recebe pensão perde o direito a ela,
  21. — Peço a Vossa Excelência que evite usar o meu nome — aparteou o senador.
  22. Antes dos pronomes relativos que, quem, cuja:
  23. A razão do desequilíbrio é o seguro-desemprego a que os artesanais têm direito quando não podem pescar.
  24. Projeto garante proteção a quem usa comércio virtual.
  25. A crase é facultativa :
  26. Antes de pronomes possessivos acompanhados de palavras femininas de sentido definido:
  27. O senador rebateu todas as críticas a/à sua emenda,
  28. Antes de nomes próprios femininos.
  29. No discurso, o senador fez alusão à/a Eunice Michelis, primeira senadora eleita no Brasil.

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Quando se usa a crase exemplos?

Quando usar a crase? Quando o complemento de um verbo que exija a preposição ‘a’ for um substantivo feminino antecedido de artigo feminino ‘a’ : Vamos à loja para comprar outros enfeites. Observe: Vamos a + a loja = Vamos à loja.

Quanto a ou a?

Quanto a ou quanto à Flávia Neves Professora de Português As duas formas podem estar corretas, dependendo da estrutura da frase. Quanto a é uma locução prepositiva que termina com a preposição a. Dependendo do termo seguinte, poderá ocorrer ou não contração com esse termo, ou seja, poderá ocorrer ou não crase:

Quanto a isso, nada sei. Quanto a esse assunto, nada sei. Quanto a essa situação, nada sei. Quanto à ocorrência, nada sei. Quanto ao acontecimento, nada sei.

A locução quanto a é sinônima de: em relação a, relativamente a, no que se refere a, sobre,

Como saber se a crase está errada?

2. Na indicação de horas – Exemplos:

  • A aula começa às 8h.
  • Ela trabalha das 9h às 18h.
  • A consulta é às 14h.

Usamos crase quando se indica um horário, como nos exemplos acima. No entanto, quando falamos em horas contadas, não usamos crase. Por exemplo: As duas horas de aula pareciam não ter fim. A crase também não é usada se antes das horas estiverem as preposições após, desde, entre, para. Por exemplo: Venha após as 14h.

Em quais casos a crase é facultativa?

Aqui, o acento grave indicativo de crase facultativa acontece quando a preposição ‘a’ também é facultativa. ‘Chegarei em casa até as 20h’ ou ‘Chegarei em casa até às 20h. ‘Caminhamos até a praça’ ou ‘Caminhamos até à praça.’ ‘Vou levar até as últimas consequências’ ou ‘Vou levar até às últimas consequências.’

Foram a praia ou foram a praia?

14/06/2005 – 13:13 Crase é a fusão (ou contração) de duas vogais idênticas em uma só. Em linguagem escrita, a crase é representada pelo acento grave. Exemplo: Vamos à cidade logo depois do almoço. a preposição + a artigo Observe que o verbo ir requer a preposição a e o substantivo cidade pede o artigo a.

Ocorrência da crase 1. Preposição a + artigos a, as: Fui à feira ontem. Paulo dedica-se às artes marciais. OBSERVAÇÕES a) Quando o nome não admitir artigo, não poderá haver crase: Vou a Campinas amanhã. Estamos viajando em direção a Roma. No entanto, se houver um modificador do nome, haverá crase: Vou à Campinas das andorinhas.

Estamos viajando em direção à Roma das Sete Colinas. b) Ocorre a crase somente se os nomes femininos puderem ser substituídos por nomes masculinos, que admitam ao antes deles: Vou à praia. Vou ao campo. As crianças foram à praça. As crianças foram ao largo.

Portanto, não haverá crase em: Ela escreveu a redação a tinta. (Ela escreveu a redação a lápis.) Compramos a TV a vista. (Compramos a TV a prazo.) 2. Preposição a + pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo: Maria referiu-se àquele cavalheiro de terno cinza. Depois nos dirigimos àquelas mulheres da Associação.

Nunca me reportei àquilo que você disse.3. Na indicação de horas: João se levanta às sete horas. Devemos atrasar o relógio à zero hora. Eles chegaram à meia-noite.4. Antes de nomes que apresentam a palavra moda (ou maneira) implícita: Adoro bife à milanesa.

  1. Eles querem vitela à parmigiana.
  2. Ele vestiu-se à Fidel Castro.
  3. Ele cortou o cabelo à Nero.5.
  4. Em locuções adverbiais constituídas de substantivo feminino plural: Pedrinho costuma ir ao cinema às escondidas.
  5. Às vezes preferimos viajar de carro.
  6. Eles partiram às pressas e não deixaram o novo endereço.6.
  7. Em locuções prepositivas e conjuntivas constituídas de substantivo feminino: Eles vivem à custa do Estado.

Estamos todos à mercê dos bandidos. Fica sempre mais frio à proporção que nos aproximamos do Sul. Sentimos medo à medida que crescia o movimento de soldados na praça. Principais casos em que não ocorre a crase 1. Diante de substantivo masculino: Compramos a TV a prazo.

Ele leva tudo a ferro e fogo. Por favor, façam o exercício a lápis.2. Diante de verbo no infinitivo: A pobre criança ficou a chorar o dia todo. Quando os convidados começaram a chegar, tudo já estava pronto.3. Diante de nome de cidade: Vou a Curitiba visitar uma amiga. Eles chegaram a Londres ontem.4. Diante de pronome que não admite artigo (pessoal, de tratamento, demonstrativo, indefinido e relativo): Ele se dirigiu a ela com rudeza.

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Direi a Vossa Majestade quais são os nossos planos. Onde você pensa que vai a esta hora da noite? Devolva o livro a qualquer pessoa da biblioteca. Todos os dias agradeço a Deus, a quem tudo devo.5. Diante do artigo indefinido uma: O policial dirigiu-se a uma senhora vestida de vermelho.

  • O garoto entregou o envelope a uma funcionária da recepção.6.
  • Em expressões que apresentam substantivos repetidos: Ela ficou cara a cara com o assassino.
  • Eles examinaram tudo de ponta a ponta.7.
  • Diante de palavras no plural, precedidas apenas de preposição: Nunca me junto a pessoas que falam demais.
  • Eles costumam ir a reuniões do Partido Verde.8.

Diante de numerais cardinais: Após as enchentes, o número de vítimas chega a trezentos. Daqui a duas semanas estarei em férias.9. Diante de nomes célebres e nomes de santos: O artigo reporta-se a Carlota Joaquina de maneira bastante desrespeitosa. Ela fez uma promessa a Santa Cecília.10.

  1. Diante da palavra casa, quando esta não apresenta adjunto adnominal: Estava frio.
  2. Fernando havia voltado a casa para apanhar um agasalho.
  3. Antes de chegar a casa, o malandro limpou a mancha de batom do rosto.
  4. NOTA Quando a palavra casa apresentar modificador, haverá crase: Vou à casa de Pedro.11.
  5. Diante da palavra Dona: O mensageiro entregou a encomenda a Dona Sebastiana.

Foi só um susto. O macaco nada fez a Dona Maria Helena.12. Diante da palavra terra, como sinônimo de terra firme: O capitão informou que estamos quase chegando a terra. Depois de dois meses de mar aberto, regressamos finalmente a terra. Ocorrência facultativa da crase 1.

  • Antes de nome próprio feminino: Entreguei o cheque à Paula.
  • OU Entreguei o cheque a Paula.
  • Paulo dedicou uma canção à Teresinha.
  • OU Paulo dedicou uma canção a Teresinha.
  • NOTA A crase não ocorre quando o falante não usa artigo antes do nome próprio feminino.2.
  • Antes do pronome possessivo feminino: Ele fez uma crítica séria à sua mãe.

OU Ele fez uma crítica séria a sua mãe. Convidei-o a vir à minha casa. OU Convidei-o a vir a minha casa. NOTA A crase não ocorre quando o falante não usa artigo antes do pronome possessivo.3. Depois da preposição até: Vou caminhar até à praia. OU Vou caminhar até a praia.

Tem crase antes de hora?

De acordo com a Gramática da Língua Portuguesa, devemos utilizar o acento grave (crase) como indicativo de horas. Veja os exemplos: Retornaremos às 14h. Às sete horas inicia o meu plantão.

Pode usar crase depois de verbo?

A crase não deve ser empregada junto a verbos. O fenômeno da crase existe quando há uma fusão (ou contração) entre a preposição ‘a’ e o artigo definido feminino ‘a’. Logo, se a palavra seguinte à preposição ‘a’ for um verbo, o acento grave indicativo da crase não é admitido.

Foi a padaria tem crase?

Portanto, nesse caso, o ‘a’ antes de padaria é com acento grave : Estou indo à padaria. Por quê? Porque há o ‘a’ – exigido pelo verbo ir (ir a algum lugar) + outro ‘a’ – que acompanha ‘padaria’ – a padaria. Então a + a = à ( usamos só uma letra’ a’, e a outra representamos pelo acento.

Qual a forma correta de usar a?

A – O «a» é um artigo definido utilizado antes de substantivos e diferente do «há» que indica um tempo passado, esse é utilizado para falar de uma ação futura. Além disso, ele é empregado quando estamos nos referindo a distância. Daqui a três anos irei para a Inglaterra. Estamos morando a cinco quilômetros do metrô.

Onde utilizar a?

Quando se usa a ? – A palavra «a» pode ter diversas classificações dependendo do contexto. Costuma estar em várias locuções e, por isso, seu uso é muito versátil. Usamos «a» como artigo definido feminino singular, ou seja, para especificar um substantivo feminino em determinado contexto.

Já as preposições conectam uma palavra a outra, gerando sentido e estabelecendo uma relação de dependência entre elas. A preposição «a» costuma ser regida por alguns verbos, isto é, eles necessitam dessa preposição para que o enunciado tenha sentido. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Além dos verbos, muitas vezes a preposição «a» aparece em locuções, que são duas ou mais palavras com a mesma função, cujo sentido surge a partir da junção desses termos, e não da palavra isolada.

Quando não há sentido de «existir» ou de tempo passado, use a palavra » a «. Observe os exemplos a seguir:

Estivemos em consulta com a pediatra. (Artigo) Eu disse a ela que estava tudo bem. (Preposição) Daqui a pouco vai chover. (Locução adverbial)

Quais são as principais regras de crase para nunca errar?

Dicas para não errar mais o uso da crase –

Não haverá crase diante de palavras masculinas, pelo motivo óbvio de não possuir artigo feminino. Entretanto, muito cuidado com períodos como «Ele usa patos à Luiz XV». Nesse caso a crase ocorre pois, entre o «a» e o nome Luiz XV encontra-se implícita a locução prepositiva «a moda de». No período «Demos cestas básicas a famílias carentes» não haverá crase, embora o verbo dar peça preposição «a» e a palavra famílias seja feminina. Isso acontece porque, estando o «A» no singular, não ocorre artigo feminino. Portanto, a dica: «a» no singular e termo ao qual ele se refere no plural, sem crase. Nunca haverá crase diante de verbos, afinal, verbos não admitem artigo, não ocorrendo a fusão da preposição «a» mais artigo feminino «a». Por isso, orações como «Passei a estudar» não terão, nunca, crase. Nunca haverá crase diante de numerais, exceto se esse numeral indicar hora definida. Por hora definida, entenda aquela que você consegue visualizar no relógio. Por exemplo, «Chegarei daqui a dez minutos» não tem crase, já «Chegarei às dez horas», sim, pois é hora definida. Mas cuidado, se a hora definida vier precedida de outra preposição, não haverá crase, como em «Estou aqui desde as dez horas». Diante dos pronomes de tratamento «senhora, senhorita, dona e madame» a crase será facultativa, assim, são corretos os períodos «Paguei à senhora» e «Paguei a senhora». Entre palavra repetidas, nunca ocorrerá crase, isso porque não há a presença de artigo. Assim, o correto é «Encarei-o face a face»

Deu para perceber que o uso da crase possui muitas regras e algumas exceções, não é mesmo? O ideal é sempre dar aquela boa estudada na teoria e fazer exercícios para fixar bem o assunto. Veja também: Saiba quando usar o ponto e vírgula

Sou muito grata a você tem crase?

O correto é A VOCÊ, sem o acento grave no ‘A’. Este acento indicaria a existência de crase, se houvesse. Seguem as explicações: 1 – Uma das possibilidades de ocorrência do fenômeno da crase é a fusão da preposição ‘a’ com o artigo definido ‘a’/’as’.

Onde a crase é proibida?

Crase III – Casos em que não se usa a crase

Dando continuidade ao nosso estudo sobre a crase, nesta semana, veremos a 2ª e última parte de quando NÃO devemos usar o sinal indicativo de crase (sinal grave). Casos em que não se usa a crase NÃO USAMOS A CRASE:

Antes de pronomes indefinidos que não admitem artigo (seguidos ou não de «s»): alguém, alguma, nenhuma, cada, certa, determinada, pouca, quanta, tal, tamanha, tanta, toda, ninguém, muita, outra, tudo, qual, qualquer, quaisquer. E de pronomes interrogativos:

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Ex,: Falaste a que pessoa? A qual delas você se refere? Nãos sei como resistiu a tanta provação Embarcarei daqui a poucas semanas.

Antes de substantivos repetidos: cara a cara, frente a frente, gota a gota, de ponta a ponta, etc

E de substantivos no plural que fazem parte de locuções adverbiais de modo: Ex.: Agrediram-se a bofetadas/ a dentadas.

Antes dos pronomes relativos QUEM, QUE, CUJA, CUJAS. Antes da expressão NOSSA SENHORA ou de nomes de santas:

Ex.: Fiz um pedido a Nossa Senhora

Antes de numerais cardinais: De 15 a 20 deste mês Antes da palavra DISTÂNCIA quando esse vocábulo não estiver determinado:

Ex.: Fiz um curso de graduação a distância. No entanto, se a palavra distância estiver determinada, usa-se a crase: Ex.: A polícia ficou à distância de seis metros dos manifestantes.

Antes de pronomes pessoais:

Ex.: Recorreram a mim ( a si, a ela, a ti) Paulo Roberto Ribeiro Ascom : Crase III – Casos em que não se usa a crase

Onde a crase é obrigatória?

A crase é obrigatória: Na presença de locuções prepositivas, locuções adverbiais, conjuntivas – (à medida que, fique à vontade, à tarde, à noite, às pressas); Antes de palavras femininas (foram à festa, irei à farmácia, fomos à padaria);

Foi a praia tem crase?

14/06/2005 – 13:13 Crase é a fusão (ou contração) de duas vogais idênticas em uma só. Em linguagem escrita, a crase é representada pelo acento grave. Exemplo: Vamos à cidade logo depois do almoço. a preposição + a artigo Observe que o verbo ir requer a preposição a e o substantivo cidade pede o artigo a.

Ocorrência da crase 1. Preposição a + artigos a, as: Fui à feira ontem. Paulo dedica-se às artes marciais. OBSERVAÇÕES a) Quando o nome não admitir artigo, não poderá haver crase: Vou a Campinas amanhã. Estamos viajando em direção a Roma. No entanto, se houver um modificador do nome, haverá crase: Vou à Campinas das andorinhas.

Estamos viajando em direção à Roma das Sete Colinas. b) Ocorre a crase somente se os nomes femininos puderem ser substituídos por nomes masculinos, que admitam ao antes deles: Vou à praia. Vou ao campo. As crianças foram à praça. As crianças foram ao largo.

  1. Portanto, não haverá crase em: Ela escreveu a redação a tinta.
  2. Ela escreveu a redação a lápis.) Compramos a TV a vista.
  3. Compramos a TV a prazo.) 2.
  4. Preposição a + pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo: Maria referiu-se àquele cavalheiro de terno cinza.
  5. Depois nos dirigimos àquelas mulheres da Associação.

Nunca me reportei àquilo que você disse.3. Na indicação de horas: João se levanta às sete horas. Devemos atrasar o relógio à zero hora. Eles chegaram à meia-noite.4. Antes de nomes que apresentam a palavra moda (ou maneira) implícita: Adoro bife à milanesa.

  1. Eles querem vitela à parmigiana.
  2. Ele vestiu-se à Fidel Castro.
  3. Ele cortou o cabelo à Nero.5.
  4. Em locuções adverbiais constituídas de substantivo feminino plural: Pedrinho costuma ir ao cinema às escondidas.
  5. Às vezes preferimos viajar de carro.
  6. Eles partiram às pressas e não deixaram o novo endereço.6.
  7. Em locuções prepositivas e conjuntivas constituídas de substantivo feminino: Eles vivem à custa do Estado.

Estamos todos à mercê dos bandidos. Fica sempre mais frio à proporção que nos aproximamos do Sul. Sentimos medo à medida que crescia o movimento de soldados na praça. Principais casos em que não ocorre a crase 1. Diante de substantivo masculino: Compramos a TV a prazo.

Ele leva tudo a ferro e fogo. Por favor, façam o exercício a lápis.2. Diante de verbo no infinitivo: A pobre criança ficou a chorar o dia todo. Quando os convidados começaram a chegar, tudo já estava pronto.3. Diante de nome de cidade: Vou a Curitiba visitar uma amiga. Eles chegaram a Londres ontem.4. Diante de pronome que não admite artigo (pessoal, de tratamento, demonstrativo, indefinido e relativo): Ele se dirigiu a ela com rudeza.

Direi a Vossa Majestade quais são os nossos planos. Onde você pensa que vai a esta hora da noite? Devolva o livro a qualquer pessoa da biblioteca. Todos os dias agradeço a Deus, a quem tudo devo.5. Diante do artigo indefinido uma: O policial dirigiu-se a uma senhora vestida de vermelho.

O garoto entregou o envelope a uma funcionária da recepção.6. Em expressões que apresentam substantivos repetidos: Ela ficou cara a cara com o assassino. Eles examinaram tudo de ponta a ponta.7. Diante de palavras no plural, precedidas apenas de preposição: Nunca me junto a pessoas que falam demais. Eles costumam ir a reuniões do Partido Verde.8.

Diante de numerais cardinais: Após as enchentes, o número de vítimas chega a trezentos. Daqui a duas semanas estarei em férias.9. Diante de nomes célebres e nomes de santos: O artigo reporta-se a Carlota Joaquina de maneira bastante desrespeitosa. Ela fez uma promessa a Santa Cecília.10.

Diante da palavra casa, quando esta não apresenta adjunto adnominal: Estava frio. Fernando havia voltado a casa para apanhar um agasalho. Antes de chegar a casa, o malandro limpou a mancha de batom do rosto. NOTA Quando a palavra casa apresentar modificador, haverá crase: Vou à casa de Pedro.11. Diante da palavra Dona: O mensageiro entregou a encomenda a Dona Sebastiana.

Foi só um susto. O macaco nada fez a Dona Maria Helena.12. Diante da palavra terra, como sinônimo de terra firme: O capitão informou que estamos quase chegando a terra. Depois de dois meses de mar aberto, regressamos finalmente a terra. Ocorrência facultativa da crase 1.

  • Antes de nome próprio feminino: Entreguei o cheque à Paula.
  • OU Entreguei o cheque a Paula.
  • Paulo dedicou uma canção à Teresinha.
  • OU Paulo dedicou uma canção a Teresinha.
  • NOTA A crase não ocorre quando o falante não usa artigo antes do nome próprio feminino.2.
  • Antes do pronome possessivo feminino: Ele fez uma crítica séria à sua mãe.

OU Ele fez uma crítica séria a sua mãe. Convidei-o a vir à minha casa. OU Convidei-o a vir a minha casa. NOTA A crase não ocorre quando o falante não usa artigo antes do pronome possessivo.3. Depois da preposição até: Vou caminhar até à praia. OU Vou caminhar até a praia.

Vai a piscina tem crase?

Como demonstra o exemplo: Vamos à piscina – Quem vai, sempre vai a algum lugar. Piscina é um substantivo feminino antecedido do artigo do mesmo gênero. Portanto, neste caso constitui-se a referida ocorrência.

Foi a Bahia tem crase?

Quando foi para aBahia. / Em visita à (a+a) Bahia. Aqui ocorre crase porque há uma preposição e um artigo juntos.

Foi a Igreja tem crase?

Se aquele ‘a’ se transformar em ‘ao’, a crase é obrigatória! Observe a frase a seguir: Se bate a dúvida no exemplo ‘Os jovens foram à igreja’, substituímos a palavra ‘igreja’ por um equivalente masculino, como ‘culto’ (Os jovens foram ao culto). Percebemos assim que a forma correta é mesmo Os jovens foram à igreja.

Não vai à escola tem crase?

Dicas de português

A palavra crase é de origem grega e significa fusão, mistura. Em gramática, basicamente a crase se refere à fusão da preposição a com o artigo feminino a: Vou à escola. O verbo ir rege a preposição a, que se funde com o artigo exigido pelo substantivo feminino escola: Vou à (a+a) escola.

  1. A ocorrência de crase é marcada com o acento grave (`).
  2. A troca de escola por um substantivo masculino equivalente comprova a existência de preposição e artigo: Vou ao (a+o) colégio.
  3. No caso de ir a algum lugar e voltar de algum lugar, usa-se crase quando: «Vou à Bolívia.
  4. Volto da Bolívia».
  5. Não se usa crase quando: «Vou a São Paulo.
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Volto de São Paulo». Ou seja, se você vai a e volta da, crase há. Se você vai a e volta de, crase para quê? É erro colocar acento grave antes de palavras que não admitam o artigo feminino a, como verbos, a maior parte dos pronomes e as palavras masculinas. A Com Crase Quando Usar Veja errata

Foi na Ou foi a?

Saiba quando se deve usar a crase diante de nomes de lugar | G1 Vou a ou à Brasília? Vou a ou à Bahia? O certo é: «Vou a Brasília» e «Vou à Bahia». Por que só ocorre crase no segundo caso? Quando vamos, sempre vamos a algum lugar. O verbo IR pede a preposição » a «,

  • Se você quer saber com mais rapidez se deve IR À ou A algum lugar (com ou sem o acento da crase), use o seguinte «macete»:
  • Antes de IR, VOLTE.
  • Se você volta «DA», significa que há artigo: você vai «À»;
  • Se você volta «DE», significa que não há artigo: você vai «A».
  • Exemplos:
  • «Você volta DA Bahia» > «Você vai à Bahia.»
  • «Você volta DE Brasília» > «Você vai a Brasília.»
  • Vamos testar o «macete» em outros exemplos:
  • «Vou à China.» (=volto DA China)
  • «Vou a Israel.» (=volto DE Israel)
  • «Vou à Paraíba.» (=volto DA Paraíba)
  • «Vou a Goiás.» (=volto DE Goiás)
  • «Vou a Curitiba.» (=volto DE Curitiba)
  • «Vou à progressista Curitiba.» (=volto DA progressista Curitiba)
  • «Vou à Barra da Tijuca.» (=volto DA Barra da Tijuca)
  • «Vou a Botafogo.» (=volto DE Botafogo)
  • No Rio de Janeiro, a linha 1 do nosso metrô é bem interessante: só ocorre crase num caso:
  • «Vou à Tijuca.» (=volto DA Tijuca);

«Vou a Ipanema.» (=volto DE Ipanema). É importante lembrar que este «macete» não se aplica a todos os casos de crase. Na verdade, ele resolve o problema das «viagens»: IR à ou a, DIRIGIR-SE à ou a, VIAJAR à ou a, CHEGAR à ou a,

  1. Vamos testar o «macete».
  2. «Uma estrada liga a Suíça a Itália; outra liga a Espanha a Portugal.»
  3. Em que «estrada» ocorre crase?

Você acertou se respondeu a primeira. Por quê? Porque só há artigo definido antes da Itália. Observe o «macete»: «volto DA Itália» e «volto DE Portugal». Portanto: «Uma estrada liga a Suíça à Itália; outra liga a Espanha a Portugal.» Vou à ou a Roma? Vou à ou a antiga Roma?

  • O certo é: «Vou a Roma» e «Vou à antiga Roma».
  • Podemos usar o «macete» do verbo VOLTAR:
  • «Volto DE Roma» e «Volto DA antiga Roma».
  • Observe que não há artigo antes de Roma. O artigo aparece se houver um adjetivo ou termo equivalente:
  • «Vou a Paris.» (=volto DE Paris)
  • «Vou à Paris dos meus sonhos.» (=volto DA Paris dos meus sonhos)
  • «Vou a Porto Alegre.» (=volto DE Porto Alegre)
  • «Vou à bela Porto Alegre.» (=volto DA bela Porto Alegre)
  • «Vou a Londres.» (=volto DE Londres)
  • «Vou à Londres do Big Ben.» (=volto DA Londres do Big Ben)

VOCÊ SABIA.que o segredo era guardado a «quatro chaves», e não «a sete chaves»? Quem já não ouviu alguém dizer que tal objeto está trancado a sete chaves? Ou que o segredo ou sigilo será guardado a sete chaves? Pois é, essa é uma expressão muito popular da nossa língua, seja para dizer que um objeto está guardado num local muito seguro, seja para dar ideia de que um segredo será guardado a qualquer custo.

Mas como surgiu essa expressão? Na realidade, a origem dessa expressão está em outro país e num número diferente de chaves. Em Portugal, no século XII, existiam arcas de madeira muito sólida que possuíam quatro – e não sete – fechaduras. Nessas arcas eram guardados documentos, segredos, ouro, joias e outros objetos de valor relevante para o governo português.

Cada uma das quatro chaves era entregue a ocupantes de cargos de confiança no governo e às vezes até o próprio rei portava uma das chaves. Assim, essas arcas só podiam ser abertas se os quatro portadores das chaves as utilizassem ao mesmo tempo. Acredita-se que a expressão se refere a sete e não quatro chaves, devido à mística que envolve o número cabalístico sete, como em «hidra de sete cabeças», «serpente de sete línguas» ou «botas de sete léguas».

Crítica dos leitores Lemos em alguns jornais: «Homossexuais e lésbicas.» Nossos leitores têm razão. Há quem pense que «homo» de homossexuais venha de «homem». «Homo» significa «igual»; portanto as lésbicas também são homossexuais. Não é uma questão de preconceito. É desconhecimento da origem da palavra e do seu real significado.

O DESAFIO Quinquênio é um período de.

  1. a) cinco anos;
  2. b) quinze anos;
  3. c) cinquenta anos.
  4. Resposta do DESAFIO: letra (a) = quinquênio é um período de cinco anos.

: Saiba quando se deve usar a crase diante de nomes de lugar | G1

Foi à escola ou foi à escola?

Vou à ou Vou para? Não há problemas gramaticais com «vou à» e «vou para», mesmo porque o verbo «ir» pode ser regido tanto pela preposição «a» quanto pela preposição «para». O que ocorre, no entanto, é a dúvida entre uma e outra. Realmente, há uma pequena diferença semântica, ou seja, de significado, quando dizemos, por exemplo: Vou à escola e Vou para a escola.

  • Por quê? Bom, vejamos: a) «Vou à escola» passa a ideia de que o interlocutor (quem fala) irá voltar em questão de horas.
  • Dessa forma, a noção que temos, como ouvintes, é de algo temporário, ou melhor, de curta duração.
  • B) «Vou para a escola» já indica um período maior de tempo, praticamente definitivo.

O interlocutor vai, mas não temos ideia de quando volta ou se volta. Obviamente, dentro de circunstâncias normais, ninguém mora na escola. Mas quando dizemos «Vou à casa de meus pais» e «Vou para a casa de meus pais» já existe a probabilidade do interlocutor estar indo visitar os pais ou morar com eles.

Da mesma forma ocorre com «Vou à Bahia» e «Vou para a Bahia». A primeira oração dá a entender que a pessoa vai passar uns dias na Bahia. Já na segunda, há a possibilidade da pessoa estar indo residir na Bahia. Vejamos um exemplo mais concreto: «Vou à praia» e «Vou para a praia». No primeiro caso está tudo bem, alguém está indo se divertir na praia.

Mas no segundo caso fica complicado entender como alguém pode se mudar para a praia; seria improvável. Essa teoria da diferenciação entre «a» e «para» é sustentada por alguns, mas ignorada por outros. Por este motivo, poderá aparecer discordâncias quanto a essa posição.

No entanto, cabe a cada um escolher defendê-la ou não, pois tanto uma quanto outra opinião não mudará o fato de que ambas estão corretas! Para fechar e deixar uma reflexão, quando alguém diz «Vou para casa!», o que você entende: que a pessoa vai, mas daqui a algum tempo está de volta ou que está indo definitivamente até que você a veja novamente? Veja mais! – Com usar? Clique aqui e saiba mais sobre os significados e formas de emprego! Não pare agora.

Tem mais depois da publicidade 😉 : Vou à ou Vou para?

Vai a São Paulo tem crase?

Frases com apuro de linguagem. Lembremo-nos: em português, os nomes de cidade são geralmente femininos e, quando desacompanhados de adjetivo/ locução adjetiva, empregam-se sem artigo. Daí: Vou a Santos. Fui a São Paulo.